Três hipóteses explicativas para a quebra da natalidade
A hipótese do macho desconsiderado: Esta hipótese parte da ideia de que os homens têm que ser extremamente apaparicados para quererem ter filhos, dado que a incerteza sobre a paternidade é um factor difícil de eliminar. Neste contexto, os homens tenderiam a exigir em troca de constituírem uma família as seguintes contrapartidas:
- Absoluta fidelidade da(s) mulher(es);
- Estatuto social elevado adquirido pela paternidade;
- Reconhecimento do seu poder e caminho livre para adquirir mais poder.
Quando estas condições não estão reunidas, os homens desinteressam-se da paternidade e dedicam-se a ver jogos de futebol ou à literatura.
A hipótese dos primos em 3º grau: Também conhecida pela “hipótese da prima boa”. Esta hipótese diz-nos que existe um grau de parentesco óptimo que maximiza a fertilidade. Se o parentesco for demasiado próximo há problemas graves de consanguinidade. Se for demasiado afastado as diferenças genéticas são demasiado grandes havendo baixa fertilidade. Existirá um ponto óptimo, digamos, os primos em 3º grau. O problema é que a urbanização afastou-nos dos nossos primos em 3º grau.
A hipótese da pílula contraceptiva: Não, não é a ideia de que agora as mulheres tomam a pílula e por isso não engravidam. É a ideia de que a pílula bloqueia a capacidade de decisão das mulheres na escolha de um parceiro compatível ao bloquear a forma como interpreta linguagem não verbal.

Falta aí a hipótese da mulher que tem uma carreira profissional incompatível com o “ser mãe”, no sentido tradicional de criar os filhos.
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sobretudo se for divorciada (quantos casamentos em cem acabam em divorcio numa duzia de anos? 75 ?:) ) e o pai se baldar a miseravel pensao de alimentos….
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falta ai a hipotese de q os animais enjaulados tendem a n se repoduzir , aquilo requer muito veterinario , simulaçoes de habitat natural e mais n sei q para se parir uma triste cria unica . 🙂
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por falar em ter filhos
e das ideologias que PROÍBEM E/OU MATAM as mulheres q tomem contracetivos.
por exemplo ………….o ISLAMISMO
aqui vai:
http://www.msn.com/pt-pt/noticias/mundial/o-que-est%c3%a1-por-tr%c3%a1s-do-apetite-de-destrui%c3%a7%c3%a3o-do-estado-isl%c3%a2mico/ar-AAb52LI?ocid=mailsignoutmd
a génese desta barbárie..
talvez a maior da História da Humanidade ao lado do Marxismo-Leninismo
é o AL CORÃO E O MAOMÉ E O ALÁ
Logo no início o maomé aplicou exatamente os métodos e matanças e destruições que o EI
vai fazendo..
durante séculos houve sempre invocação do Al Corão do maomé e do alá
para fazer exatamente o q o EI anda a matar, decapitar destruir
simplesmente, a ESQUERDALHADA occidental, perdida a referência da barbárie marxista leninista
deitou-se a DEFENDER COM UNHAS E DENTES a barbárie sarracena
com o celebre embuste: ISLÃO SIGNIFICA PAZ
e quem dissesse a VERDADE……islamofobia
ESTA CAMBADA ESQUERDÓIDE, DA POLÍTICA E MÉDIA, TAMBÉM É CO RESPONSÁVEL PELAS DECAPITAÇÕES….ENTERROS VIVOS MATANÇA DE CRIANÇAS
ENFIM DA SELVAJARIA E BARBÁRIE ISLÂMICA DO EI
a começar pelo incompetente, TÓTÓ, DANDY chamado OBAMA.
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faltam aí muitas outras variáveis…
que tal, por exemplo, as mulheres que são despedidas?
e vocência? é o patriarca de uma família de quantos rebentos?
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E você é de esquerda e consome produtos das malvadas multinacionais?
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Existem muitas empresas que discriminam as empregadas que engravidam e até fazem pressão para que as que não engravidaram não o venham a fazer.
Mas neste blog direitista isso é um segredo muito bem guardado. daqueles que toda a gente sabe, mas não lhes interessa falar.
Este blog só blasfema e se indigna contra os interesses dos trabalhadores.
No que toca aos interesses do capital estão em grotesco estado de bovinidade.
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Nuno,
Para isso existem os tribunais e uma carteada de instituições públicas e subsidiadas. Nõ funcionam?
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Caro João Miranda.
Na generalidade claro que não funcionam.
Porque as pessoas têm medo de ficar marcadas e acabarem por perder os seus empregos.
Ir para tribunal é bom para quem pode.
Para quem tem bons sindicatos, que têm a capacidade de fazer greve para apoiar os seus membros, para quem tem reservas ou apoios de retaguarda.
Para a generalidade das pessoas é o come e cala, como os direitinhas deste blog adoram.
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Nuno de Magalhães,
“Trabalhadores”, “capital”, mas está a falar de que pessoas ?
Nos tempos de hoje, uma parte muito significativa dos que trabalham não é sequer assalariada e, quando é, apenas uma minoria é não ou pouco qualificada e com rendimentos dos mais baixos. Vendo bem, uma parte importante das pessoas com baixos rendimentos nem sequer trabalha : são sobretudo beneficiarios do “Estado Social” (incluindo pensionistas e desempregados).
Nos tempos de hoje, uma parte importante do que é classificado como “capital” não pertence a “grandes capitalistas” mas está antes distribuido por uma multitude de aforradores e investidores que pertencem a categorias sociais que fazem sobretudo parte da “classe média”. Muitos são … trabalhadores, assalariados ou independentes ou empresarios,… muitos são … pensionistas (os “capitalistas” de hoje são também os “fundos de pensões”). O “capital” não é uma categoria social, é uma parte dos activos detidos por pessoas que são ou foram muita coisa mas não são os certamente os grandes accionistas e os CEOs das grandes empresas.
Assim sendo, o que são hoje os “interesses” dos “trabalhadores” e do “capital” ?
Não são certamente, dentro de cada categoria, interesses homogéneos e claramente identificáveis.
Não faz por isso sentido estar a falar na defesa destes “interesses” em sentido global.
Por exemplo, quem é que hoje defende os interesses dos milhares e milhares de desempregados pouco qualificados e que não teem empregos porque o custo do trabalho (remunerações minimas e, sobretudo, fiscalidade) é demasiado alto ?
Por exemplo, quem é que hoje defende os “interesses” das grandes empresas de construção civil, que tanto beneficiaram no passado do despesismo do Estado e que gostariam agora de ver crescer de novo o investimento publico ?
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Caro S.
Você deve viver no planeta Marte.
Como é óbvio, a mairo parte da população, na qual eu me incluo, pertence ás classes média e baixas e não vive de subsídios. Trabalha para viver.
Nisso incluo os desempregados, que não trabalham porque não podem.
Mas, obviamente, a não ser para gajos que vivem na Lua, como você, a esmagadora maioria da população são assalariados que vivem em cada vez piores condições.
Mesmo os que têm subsídios, esses subsídios são apenas um complemento ao trabalho, porque os rendimentos quer de um quer de outro são baixos.
O que se passa é que o amigo S está a INSULTAR quem trabalha.
Como quase toda a gente que conheço, trabalhei toda a vida e nunca recebi nenhum subsídio, ao contrário da merda dos teus amigos banqueiros e grandes empresários que passam a vida a chular o estado com swaps, PPP’s e outras jogadas.
Quanto aos pequenos aforradores, a maior parte da população ou não aforra nada, porque o ordenado não chega, ou aforra uma ninharia, da qual não dá para viver.
E quem se orienta com esses aforros suados são a merda dos teus amigos banqueiros, que MANIPULAM os pequenos e médios aforradores, ganhando milhões com o processo e por vezes fazendo-os perder tudo. Como vimos com o teu amigo Salgado.
Guarda a tua propaganda neoliberal para enganares os eleitores tótós.
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Quando se fala em capital fala-se em quem o controla e mais lucra com ele.
Com certeza que não é a senhora das limpezas que poupou mil euros que controla e mais lucra com o capital.
Deixa-te de ser hipócrita S. Evidentemente que são os CEO e as grandes empresas que controlam e fazem render ao máximo o capital – para si próprios.
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xx
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Eu tenho uma explicação concreta para parte da quebra de natalidade.
Para além dos casos em que as empresas fazem pressão para que as empregadas não tenham filhos…
É a precaridade pura e simples.
Por exemplo, o caso dos falsos recibos verdes, burla em grande escala que serve para o patronato explorar centenas de milhares de trabalhadores com condições de trabalho muito piores do que os contratos normais.
Eu posso dar um caso concreto.
O meu.
Hoje em dia não tenho um filho, um filho em concreto – cheguei a vê-lo no ecrã da ecografia – por causa de vocês meus direitinhas sacanas.
Acontece que a minha mulher sofria de uma gravidez problemática, o que é cada vez mais normal hoje em dia.
Por isso o médico disse que teria de ficar de cama durante a gravidez.
Acontece que trabalhava a recibos verdes, a ganhar uma merda e sem garantia de conservar o emprego, nada. Eu também ganhava uma merda, sendo explorado alegremente por um patrão privado dos tais que vocês tanto gostam.
Logo, como tanta gente, teve de arriscar e continuar a trabalhar.
Logo, como tanta gente nessas condições, foi vitíma de um aborto espontâneo.
Logo, perdemos um filho devido a escumalha como vocês que urram de alegria de cada vez que as condições dos trabalhadores pioram e se tornam mais precárias.
Concretamente, se as teorias de uma certa direita forem verdade e o feto for mesmo um ser humano, então VOCÊS ASSASSINARAM O MEU FILHO com a vossa guerra social contra os trqabalhadores.
Estão a ver uma das causas do problema da natalidade ?
Mas gosto muito de vos ver a chorar lágrimas de crocodilo, a bramar pela natalidade e a dizer que a culpa é do casamento homosexual e outras alravidades.
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eh a precaridade , eh , eh …mas eh a precaridade dos casamentos . n podem discutir a natalidade sem discutir a relaçao entre quem faz os filhos . natalidade , unioes , desunioes 🙂 esta tudo ligado . mas assobiam sempre pro lado , curioso 🙂
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A quebra da natalidade tem razões, sobretudo, culturais e civilizacionais, não económicas ou financeiras. Os portugueses não passarão a fazer filhos por lhes despejarem mais dinheiro em cima. Tente-se essa via e crescerá, não a a natalidade, mas a venda de automóveis e de passagens para as praias tropicais…
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Nuno Magalhães,
Essa ideia marxista de que a sociedade se divide entre um pequeno numero de capitalistas, detentores do capital, e os trabalhadores, os unicos que criam riqueza e vivem cada vez mais na miséria porque são explorados pelos primeiros, nunca correspondeu à realidade e está hoje mais ultrapassada do que nunca.
Uma grande parte das pessoas, portanto incluindo forçosamente as das classes médias, activos ou inactivos, assalariados ou não, deteem parcelas do capital da sociedade, através de poupanças, de patrimonio, de activos.
Uma percentagem importante é empresária, trabalha por conta propria, como independente ou empregando outras pessoas.
A ideia de que as pessoas em geral não teem nada a ver com o capital e com a gestão dos meios que ele representa é um erro.
De resto, de um ponto de vista estatistico, uma parte importante do que hoje é incluido nos rendimentos do capital diz respeito aos ganhos de uma multitude de pequenos e médios investidores, empresários e trabalhadores independentes.
Evidentemente que há quem detenha parcelas importantes de capital e, como tal, tenha uma influencia e um contrôle accionista de peso nas decisões de um certo numero de sociedades de diferentes dimensões.
Mas isto não significa que controlem tudo e que tenham um poder sobre tudo e sem limites. As condicionantes externas, vindas dos quadros legais e institucionais, dos outros poderes, da concorrencia, e de tantos outros factores, são multiplas e o que é proprio dos investidores e gestores do capital é precisamente o trabalho de avaliação e de decisão em contextos tão complexos.
O que é mais importante perceber é que nas nossas sociedades a organização e a execução do processo de produção de riqueza exige toda uma série de funções indispensáveis a serem desempenhadas por pessoas sendo que cada uma pode desempenhar mais do que uma daquelas funções, em simultaneo ou em momentos distintos.
Globalmente, antes de ser um eventual conflito de certos interesses particulares, trata-se de uma cooperação entre a maioria dos membros de uma sociedade no sentido de serem produzidos e distribuidos os bens e serviços que servem para satisfazer as necessidades e aspirações de cada um.
Naturalmente que o trabalho da maioria da população é indispensável para a produção da riqueza. Incluindo aqui o trabalho de tantos investidores e gestores de empresas, pequenos, médios e grandes. Mas o trabalho em si não seria suficiente para produzir a riqueza que se cria sem que o processo produtivo fosse organizado de modo a permitir a melhor utilização desse trabalho, ou seja com o concurso de outros meios materiais, que podemos classificar como “capital”. Ou seja, sem o capital a produção de riqueza seria impossivél ou, na melhor das hipoteses, teria uma produtividade baixissima.
Assim sendo, o interesse bem compreendido da generalidade das pessoas é que esta cooperação produtiva seja efectiva e se faça nas condições que mais favorecem a produtividade e uma distribuição dos resultados correspondente à contribuição de cada um, seja qual for a sua ou as suas funções.
Ora a historia demonstrou que as sociedades onde a produção mais cresceu e as condições de vida da generalidade da população mais melhoraram foram aquelas onde a organização social, incluindo a economia, assentou numa maior liberdade individual.
Em particular, no que se refere à economia, a liberdade individual traduz-se numa contratualização entre as pessoas relativamente à função e à contribuição que cada uma traz ao processo produtivo. Ou seja, a base é a cooperação individual e não o conflito entre corporações que supostamente representariam interesses comuns a uma categoria homgénea de pessoas, as “classes sociais” dos marxistas.
Claro que a divergencia de interesses entre individuos é algo de natural. A livre negociação é precisamente o modo mais adequado e virtuoso de conciliação dos diferentes interesses em presença.
Em certos casos e situações a negociação não corre bem e pode levar a conflitos mais ou menos fortes. Mas tal acontece sobretudo quando a liberdade de negociação não é respeitada devido a interferencias externas e estranhas às partes.
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Conversa de doidinho.
Está-se mesmo a ver que, por exemplo, o Ricardo Salgado não tinha poder quase total de decisão sobre a gestão das economias dos investidores.
Se calhar foram os pequenos investidores que lhe pediram para lhes roubar o dinheiro e o distribuir pelos grandes amigos dele…
O que se passa é outra coisa S.
É que tu, além de doido, és um fanático odioso e, se pudesses, davas cabo da vida a quem trabalha por um salário.
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Um comunista a dar lições sobre “fanatismo” e sobre “dar cabo de vidas” (100 milhões de mortos) !?!?!…
Recicla-te !!!
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