O que é uma “conferência anti-islão”? E as “posições islamófobas”?
4 Maio, 2015
“Tiroteio junto a conferência anti-islão faz dois mortos no Texas No encontro, organizada por um grupo conhecido pelas suas posições islamófobas, estavam cerca de 200 pessoas.” — PÚBLICO
23 comentários
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A religião da paz mata quem quiser ousar desenhar o chefe guerrilheiro.
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Bem, leiam os comentários que lá estão, em breve seremos nós a ser alvejados.
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São conferências e posições noticiadas por jornalistas formatados pela “estupidofilia”.
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Ora nem mais 🙂
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Isto não é estupidez. É doutrina da Esquerda.
Vejam como um Ataque Terrorista torna-se em “Tiroteio”.
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HMatos,
recomendo-lhe que veja as reportagens hoje surgidas nas tv’s norte-americanas, por exemplo na CNN. Também reconhecerá alguns dos intervenientes e encontrará o significado para as questões que coloca no título do post.
Outro caso: Kate Middleton,princess, surgiu na rua relativamente poucas horas depois de ter nascido a sua filha, com esta ao colo, rosto destapado e sem os habituais sinais de recém-nascida. Estranhei quando a vi na tv.
Ontem, um jornal russo (ver notícia na Visão) desconfia que a Charlotte tenha nascido naquela madrugada e suspeita que o parto teria ocorrido 2 dias antes.
“Realmente” já nada estranho no mundo da realeza. Tudo ou quase tudo de insólito (e conveniente) tem acontecido…
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A CNN e qualquer outro media de renome vive numa autocensura relativamente ao islão, Em Inglaterra Ed Miliband prometeu que se fosse eleito criminalizaria a ” islamofobia”. O ocidente está de cócoras e amedrontado essa é que é a verdade. Se ter medo do terroristas islâmicos é islamofobico então somos todos culpados. Porque com os inúmeros atentados no mundo ocidental levados a cabo pelos muçulmanos, é natural que toda a gente tenha medo seja em Madrid, Boston, Paris, Copenhaga, Bruxelas, Nova York etc. Ainda há quem tenha coragem para fazer um congresso onde se discutam os problemas intrínsecos do islão e quem faça desenhos de Maomé, mas são dada vez menos.
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Excelente, Carlos.
E não me venham retorquir que o problema é deles só
e que não temos nada com isso. Na minha opinião desde
que em África os cristãos são assassinados, e principalmente
quando emigrados na Europa, os sacerdotes islãmicos pregam
que todo o “infiel” merece a morte, ENTÃO a prática do Islamismo
tal como eles o entendem fica sendo da nossa particular atenção.
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Não deve haver sequer mínimas condescendências
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Coisas como estas fazem com que se mantenha a fé nos EUA, apesar do “entertainer” e “troupe” respectiva.
Elucidativo o facto do folheto publicitário que utiliza , vá lá saber-se porquê, o nome de “jornal” , designar a exposição de caricaturas de Maomé, no Centro Curtis Culwell, em Garland, de “conferência anti-islão”.
E que pavor em antepôr o adjectivo “terroristas” aos mortos…
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…a “mortos”.
Mea culpa.
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Fui ver o que era e dou-lhe razão. Era um concurso de desenhos ou caricaturas de Maomé organizado por uma associação de liberdade de expressão.
Se quiser ser corajosa e coerente organize aqui no blog um concurso semelhante. O pessoal manda o desenho, põe nome e foto e é esperar pelo prémio. Quem sabe se não sai o El gordo
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“organizado por uma associação de liberdade de expressão” assim tipo Charlies?
Presumo então que não será muito Charlie na medida em que teme que lhe saia o El Gordo.
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À sra. Helena Matos não falta coerência e coragem. Tais atributos faltam, isso sim, a gentalha da casta de femens, blocos, padres anselmos e talvez manuéis, que pregam a liberdade, a irreverência, o anti-fascismo, anti-capitalismo e a PQP no que lhes convém. Valentes que chacoteiam o catolicismo ou o budismo mas ficam quietinhos como a ameixa, a ver se a coisa passa. Se não passar e lhes chegar à porta convertem-se, que gente de tal cepa não se deixa intimidar por uma mudança pontual de cosmovisão. Como a que têm é pouco sólida, não há problema em encaixar n(uma) nova.
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estas lagartas rastejantes cobardes são os primeiros a serem trucidados pelos crentes em Alá. Não são infiéis para eles. São considerados sub-humanos.
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É o mais certo. Basta ver o que fazem os rapazes do EI aos gays (reais ou não) que apanham por lá. E isto perante o silêncio da valente comunidade gayzista ocidental, mais entretida em desfiles anedóticos ou na contestação ao “patriarcado”, à família, e a outras instituições fortemente repressivas. O mesmo é válido para femens e outras feministas. Num futuro califado pode ser que lhe caiba a função de máquinas parideiras, à semelhança das infelizes raptadas pelo Boko Haram, muitas delas já grávidas agora que foram libertadas (as que foram):
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Eu vivi em região maioritariamente islâmica, moderada e pacífica. Mesmo aí a “tolerância” para com outros credos tinha gradações.”Aceitavam” ou conviviam com outras confissões, desde que assumidas pelos próprios (embora as criticando de forma sistemática) do que com os não crentes em nenhuma e “expurgavam” do seu convívio, das suas relações sociais, de negócios, de trabalho, os que de alguma forma se diziam “agnósticos” e que por isso diziam “aceitar e conviver bem” com as crenças deles. Esses eram considerados vermes, quase inumanos, filhos do diabo. Viam neles a essência da cobardia que é pecado de morte no islamismo, assim tipo “manéisbrancos” desta sociedade de kafirs.
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Uma criatividade do caraças para lavar essa ideologia assassina e supremacista que pretende esmagar tudo e todos
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Acontece na aldeia: eu concordo com Helena Matos. é o que dá ter deixado entrar populações para quem o que conta é a comunidade e não o indivíduo e em que que a religião não é separável do estado.
faço-lhe uma sugestão: faça copypaste dos melhores cartoons do dinamarquês e do charlie hebdo e crie um blog, com a sua cara e nome à cabeça.
quantos não berravam que eram charlie mas não o fizeram. porquê? medo. um bispo que proteste contra um filme ou um livro e tem gritaria certa em defesa da liberdade de imprensa. à conta disso o clero já aprendeu que o melhor é estar calado. mas se o protesto é de metralhadora é melhor pensar duas vezes. é onde estamos. experimente.
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O “charlie” que desenhou as capas depois do assassinato dos companheiros por fanáticos da religião da paz, já veio dizer que já não vai desenhar mais maomé. Afinal a morte dos colegas foi em vão, parece que o crime mais uma vez compensou.
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“posições islamófobas”? Consulte o Kama Sutra.
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Agora todos:
Je suis Charlie.
I am AFDI.
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