A reforma faz bem à saúde?
A pergunta- A reforma faz bem à saúde? – é de Maria João Valente Rosa responsável pela PORDATA,. Em entrevista ao Observador questiona a actual forma de organização dos tempos ao longo da nossa vida; “Esta organização que nós temos de sociedade foi montada para sociedades muito jovens, em que existiam poucos velhos, as pessoas viviam pouco tempo depois dos 65 anos. A pessoa tinha um tempo para estudo, tinha um tempo para trabalho e um trabalho extremamente intensivo. Eram sociedades muito marcadas pela força física, pela intensidade física do trabalho. Neste momento o que marca as sociedades não é tanto o músculo físico mas mais o músculo intelectual (e o músculo intelectual não tem idade!). E nós montámos essa organização de ciclos de vida: uma idade para se formar, uma idade para se trabalhar… E de um momento para o outro a sociedade mudou e continuamos com esse modelo, como se fosse um modelo que tivesse de ficar para sempre.” “A pessoa tem uma vida completamente centrada em algo que é o trabalho e de um momento para o outro perde esse trabalho. Eu sei que as pessoas anseiam pela reforma (…) mas passados dois anos, três anos há um vazio profundo. E há um vazio não só em relação a elas próprias como em relação àquilo que eles têm para transmitir aos outros. E isso é terrível a nível individual. Resta saber e essa é a pergunta que eu sempre faço: a reforma faz bem à saúde?”

É um facto que a sociedade mudou.é verdade que deixar o mundo do trabalho e perder contacto com a vida ativa é péssimo.Enche os consultórios dos psiquiatras.Na minha opinião ,as pessoas deviam trabalhar ,enquanto tivessem capacidade para isso,mas com menos carga horária à medida que a idade avançasse.Ficar inativo só os doentes e incapacitados.
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vamos lá convencer a malta que a reforma é péssima…
toca a trabalhar até à ida para a cova que assim é que se mantém saudáveis…
e tem ainda a vantagem de não ser preciso pagar reformas ou pensões…
(tal como dizia o cavaco: é esperar que eles morram…
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É uma questão de inevitabilidade. Agora depende de cada um preparar-se para isso. Ou pode continuar a berrar à espera que por magia do seu berro, outros tirem o pão escasso aos seus para lho dar a si.
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tomara os jovens terem um part timezinho para ganharem umas coroas. Quanto mais os velhos!
Só quem não conhece a realidade em que vivemos pode dar uma opinião destas…
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É assim mesmo Manolo, pensar faz mal, vamos continuar como 1980 ou 1960. Imaginar realidades, onde é que já se viu…
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Por se falar em reformados a trabalhar, no pós SExa Cavaco Silva, ‘teoricamente’:
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como é que Socrates a putativa candidatura à Presidencia da Republica (o obvio culminar da carreira politica de qualquer politico ex-1º Ministro),
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fará campanha eleitoral se legalmente presumido inocente estiver em prisão domiciliaria ? Vai ser interessante como esta contradição será desatada. No caso, Novoa ficaria como a lebre, e estrategicamente de esfregar as mãos para o PSD e CDS.
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E no caso, atenção que Socrates ainda arrasta muitos votos, é um homem que desperta paixões, ou se é contra ou a favor, não há meio termo.
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Pois é.
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Toca a trabalhar.Os mais idosos que saiam de casa nas manhãs frias e chuvosas de inverno para irem trabalhar,isto é,os avós e os filhos dos avós.Os netos,na flor da idade,não sendo sua a culpa,não arranjam trabalho.Por mais bem comportados que sejam,saem à noite para os copos e,depois,claro,ficam na cama até ao meio-dia.Quando era miúdo,diziam os mais velhos: se o trabalho faz bem à saúde,que trabalhem os doentes!
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Há-de fazer milagres à saúde. È perguntar à presidente da Assembleia e a milhares nas mesmas condições.
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O estudo dessa senhora é irrelevante. Uma opinião como outra qualquer potenciada pelo que suponho ‘oportunismo’ na PORDATA que tenho como marca de confiança enquanto a merecer.
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Esse estudo ‘chico-esperto’ voa no virtual, que não abono de má-fé apenas teoria, está tão longe da realidade dum Portugal em Marte:
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– New Retirement Age Is Not 65, Not 80, Not 95: It’s Higher
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One hundred years ago, the average lifespan was about 42. That’s now doubled. People are living longer and trying to stretch their income to make ends meet and stay ahead of inflation, but that’s not the inflection point financial advisors are really concerned about—that’s just the everyday blocking and tackling on behalf of client portfolios. The emerging challenge goes way beyond that.
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“In a decade or two, or three, there will be a class of people taking treatments who can live for a long time, and that affects employment planning, retirement planning … Society will never have seen that before,” Ismail said.
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“How do you sit down with someone in their 30s or 40s and tell them that they are going to live to 110 or 120 and haven’t prepared financially for that?”
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“Forget the person who lives to 150; it’s the baby living to 1,000,” said Ismail of Singularity University.
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http://govtslaves.info/new-retirement-age-is-not-65-not-80-not-95-its-higher/.
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Ora esta do “New Retirement Age Is Not 65, Not 80, Not 95: It’s Higher” que é um facto tão igual à Ciencia desmontar a Religião reflexivamente da Ciencia desmontar a Banca como está a acontecer com mais ou menos ouro e vira daqui para acolá; sonhos de verão.
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Se a Banca for inteligente sobrevive. Mas é dificil sai do mundo das fantasias. E ora aí tem o que a meteu já de pantanas por esse Ocidente fora.
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Mas isto para nós Tugas, pequeninos mas otários de comando, não aquece nem arrefece. Se cabemos todos dentro duma S Paulo, Londres, Pequim, Nova Iorque, só por grandes grandes caganças inteletuais e de elite, se faz de Portugal um otário (à minhota, morcão). E não é do Povo.
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Essa de que o músculo intelectual não tem idade é uma bela tanga.
Estou nos 30 anos e trabalho há 10 numa profissão intelectualmente extenuante. Estimulante mas também cansativa. O que ganhei em experiência, perdi em capacidade de trabalho, concentração e dedicação. Não abdico de tempo com os filhos. Não levo trabalho para casa. O stress e o sono desgastam. As férias ajudam mas não resolvem. A produtividade até cresceu (a experiência ajuda), mas nada do outro mundo.
Nos 40 vou ter ainda mais experiência. Posso enveredar pela gestão, mas realisticamente falando, não podemos ter 10 gestores de 45 anos a gerir 5 jovens de 25, e cada vez entram menos na faculdade (o pico já foi). Se continuar numa posição técnica, a produtividade na melhor das hipóteses mantém-se, mas o mais provável é começar a degradar-se.
Nos 50 vai começar a dificuldade de adaptação. Numa área em que a aprendizagem é constante, isso é fatal. Se as skills técnicas que tenho sairem de moda vou certamente ter mais dificuldade de aprender que um puto de 25. Safo-me se alguma das minhas skills for útil para suporte de sistemas pré-históricos. Caso contrário vou ser definitivamente menos produtivo, ao mesmo tempo que ganho pelo menos o dobro de quando comecei a trabalhar.
Nos 60 vou começar a ter dificuldades de memória. Vou lentamente perder as skills demodé que tenho. Se houver desemprego, não volto a ser contratado pelo mesmo. Vou ensinar (10 professores de 60 anos para 3 miúdos de 25)?
Não quer dizer que aos 60 seja inútil, mas se continuar a fazer o que faço hoje vou, sem sombra de dúvidas ser menos produtivo. A ideia que podemos ir todos com a nossa experiência acumulada gerir pessoas (que não existem) ou ensinar (sem alunos), não passa de lirismo.
Posso cumprir o sonho de todos os portugueses: abrir um café e vender bolos para fora. Mas sem clientes jovens a valorizar os bolos do avôzinho não sei se vou ter muito sucesso.
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Muita confusão vai na sua cabeça …
“skills técnicas” .
Tem a certeza que não anda a assitir a demasiadas conferências do outro do “bater punho” ?
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ehehehe
Este já nasceu deskillizado
“:O)))))))))
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Tenho consciência que onde antes conseguia trabalhar concentrado durante 10 a 12h por dia na recta final dum projecto (horas compensadas com dias de férias extra que muito apreciava), hoje me deixam extenuado dias de trabalho que exigem esforço mental contínuo durante as 8h.
Também tenho menos disponibilidade para ser enviado durante semanas para fora do país (onde antes adorava a experiência), tenho mais rigidez de horários (graças às creches), não abdico facilmente de tempo livre com a família (mesmo que compensado posteriormente, os pais são para o dia a dia, não para as férias), etc.
Isso torna-me um trabalhador menos valioso e já se reflectiu entre empregos. Noto particularmente em freelance que cobro mais pelas minhas horas, mas cada vez faço menos horas. Em 10 anos já tive vários empregos, já vendi serviços, já cobrei royalties, agora tenho uma micro-empresa. Já ganhei mais do que ganho agora, já ganhei menos.
Acho que sei avaliar bastante bem a minha produtividade. Sei que não está a disparar pelo telhado, que há putos que trabalhando umas horas extra (mais por falta de experiência que por falta de competência) conseguem fazer o mesmo que eu, e que isso só se vai agravar.
Dizerem-me que aos 60 vou ter a mesma agilidade mental que tenho agora, quando é óbvio para mim que não tenho a mesma que tinha há 5 anos é risível. Terei outras coisas, logo se verá se a troca compensa.
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E vamos aos programas eleitorais
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dos ‘grandes lideres, os tugas em Portugal’, ao nivel de chefe de repartição ou diretor geral mas dou de barato que estão mal aconselhados sem qualquer interesse pessoal como o daquele mais um que ‘servirei para onde me chamarem’,
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Emprego não há qualquer mérito de qaulquer lider tuga (o outro Portugal real não tem tugas): os 20 mil milhões de Euros que a União Europeia dá (com bilhete de ida e volta) por si só sem qualquer tugapolitico mexer uma palha, alavanca um emprego provisório até 2020. Ou seja mais uma fogachada do modelo ‘cavaco-soarista’ dos tantos milhões que os Contribuintes Europeus cá despacharam. Fazer bandeira eleitiral disto até o funileiro lá da rua se desmancha a rir.
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Pagamento da divida não há qualquer mérito de qualquer lider tuga (Portugal real não tem tugas): a REESTRUTRURAÇÂO DA DVIDA que subsituiu prazos maiores por juros mais baixos e que aceita substituir divida anterior na banda de juros dos 2 digitos por um digito, empresta para liquidar a velha de juros altos apenas se queixam (e vai dar merda) que os artistas tugas da situação com uma oposição de fantasia, feitos uns com outros, tiverem a ‘super elite academico e não sei quantos’ de hoje otariamente felizes se vangloriarem ‘comemos os gajos; pois espera-lhe pela volta
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De momento apenas ponho a pergunta do ‘one milion dollar’:
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com tantas folhas de programas, tanto discurso, tanto aqueles é que têm a culpa etc etc como putos do Basico adesculparem-se à sora Prifessora:
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expliquem lá o rumo: em 2020 quando acabar a guita mamada da UE que Potugal querem os Senhores ? Que Portugal eficaz e auto sustentado os amigos vão deixar ?
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Eu responto: ZERO. Como tenho mais de 70 anos provavelmente não sou vitima. Mas os em quase reforma, os meus filhos, os meus netos, estão feitos ao bife.
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Adorava que Antonio Costa, Passos Coelho, Portas mais fulano e beltrano tivessem asa para isto, Mas não continuamos no modelo cavaquista do vamos distribuir como e por quem acompanhado com musica e letra do Be e do PCP.
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Nada contra o Senhor Anibal ou contra os musicos que se candidatam, e sempre se candidatarm, a tocar adaufe, bombo e gaita de foles. Portugal gostou, viveu um sonho empranhado pela Europa, igual ao do comercio dos escravos, a pimenta da india e os diamantes e esmeraldas dos brasis.
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Mas que os programas eleitorais em desmame até agora são uma fantochada para outro sonho de verão até 2020, lá isso são.
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Aliem-se a outros homens portugueses que não precisam dum centimo da politica para terem feito carreiras brilhantes que cofiadamente nem querem que se fale neles. Fariam o serviço a Portugal das vossas vidas, quer os mais novatos que se esganam todos por mais uns tustos quer os mais velhadas rotos de tanta corrupção.
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É o que está em jogo nestas eleições que neste momento não tem eleitores salvo,
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os que estão a julgar em causa propria (não culpados penas respeitaram o que os artistas mandantes lhe exigiram e retribuiram que agora os acusam deculpados, vulgo funcionarios publicos que recebem vencimento ou lucro dos outros que não o são e quando não chega pede-se emprestado ao estrangeiro)
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e a nata dos ‘gestores nacionais’ que sem contratos do estado valem merda no contexto nacional e mundial.
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E ora assim, pelo menos pelo que é visto e ouvido até agora, é mais outro sonho de verão tal qual o que começou com Cavaco e o PC.
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É a vida, se uns fantasiam e outros aceitam, no lavar dos cestos nenhum tem autoridade para abrir o bico. E viu-se nessa coisa da Austeridade etc e tal.
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Ide-vos …… como dizem os minhotos.
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e no “estudo” esqueceram-se daqueles very middle class (e até muitos deles low middle) reformados do norte da europa que vieram para este sítio “adoecer” por causa das reformas…
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Quando começar a produzir a mesma riqueza que eles produzem, também poderá disfrutar de uma reforma nas Caraibas…
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Isso até é excepcional em termos de exportação. Em vez de fabricarmos um par de sapatos de que recebemos x, e para recebermos mais x temos de fazer outrp par de botas e assim sucessivamente,
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vendemos a ‘florida da Europa’ todos os meses esses reformados pingam a pensãon para cá.
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E aqui há mais umas coisitas a fazer. Mas nunca concorri a Presidente da Camara nem a deputado nem a Ministro (sabemos que isso se compra barato),
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deixai-os continuar a voar por cima dos ninhos de cucos com sinhos de parques para aquilo e para aqueloutro,
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São vidas, A deles é essa; a dos outros é outra. Mas não se venham para aí queixar, tiveram e têm tudo na mão. Se não têm unhas para tocar viola …. pois.
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mas que reformados estão em causa ?
O povo ordinário e generico que tem que se aguentar até os 66 e fazer uns ganchos depois disso para sobreviver ?
Ou os militares que se reformam aos 52 e que não aguentam o stress de acumular a pensão de reforma com um emprego na privada ? ou aqueles bancários que foram para casa aos 45 anos e que acumulam com outro emprego desde então ?
Ou a generalidade da FP, que aos 57 já tem tempo de serviço bastante ?
Ou os pilotos da TAP que vieram da força Aerea que não aguentam o stress da pensão da FA, mais o vencimento da TAP, mais o stress das greves ?
Estamos a falar de que reformados ?
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q disparate , o musculo intelectual nao envelhece 🙂 🙂 🙂 palerminha a mulher , nunca ouviu falar demencia senil e assim ? se calhar acha q as rugas e cas eh so por fora . jah sei , esta senil 🙂
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Ná. O melhor mesmo é por o pessoal a trabalhar até cair para o lado.
Tenho a certeza que um polícia, um bombeiro ou professor são tão eficientes aos 40 como aos noventa.
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