O parlamento grego legitima e democraticamente decidiu
que a dívida grega é ilegal e ilegítima e que não deve ser paga
Several legal arguments permit a State to unilaterally repudiate its illegal, odious, and illegitimate debt. In the Greek case, such a unilateral act may be based on the following arguments: the bad faith of the creditors that pushed Greece to violate national law and international obligations related to human rights; preeminence of human rights over agreements such as those signed by previous governments with creditors or the Troika; coercion; unfair terms flagrantly violating Greek sovereignty and violating the Constitution; and finally, the right recognized in international law for a State to take countermeasures against illegal acts by its creditors , which purposefully damage its fiscal sovereignty, oblige it to assume odious, illegal and illegitimate debt, violate economic self-determination and fundamental human rights. As far as unsustainable debt is concerned, every state is legally entitled to invoke necessity in exceptional situations in order to safeguard those essential interests threatened by a grave and imminent peril. In such a situation, the State may be dispensed from the fulfilment of those international obligations that augment the peril, as is the case with outstanding loan contracts. Finally, states have the right to declare themselves unilaterally insolvent where the servicing of their debt is unsustainable, in which case they commit no wrongful act and hence bear no liability.
Não contestando eu a legitimidade do parlamento grego para tomar esta decisão é também óbvio que não estão a pensar continuar a pedir mais dinheiro pois não?

Afinal a culpa não é só do Syriza!
Estes Gregos estão loucos!!!
GostarGostar
Certamente que a dívida grega , tal como a portuguesa são ilegítimas porque foram contraídas por governos corruptos para comprar votos e deste modo se manterem no poder.
Assim , podemos considerar essas dívidas em duas partes :
1º Dívida que já existia antes das entradas na moeda única (euro) , que com a subida do euro em relação ao dolar e restantes moedas , passou automaticamente a ser muito mais elevada de modo artificial e deste modo ilegítima .
2º Dívida após entrada no euro feita por governos corruptos numa orgia/bebedeira infernal de credito em que os credores também deveriam ser responsabilizados pela sua falta de visão e incompetência .
Portugal está num bote muito perto da grecia .Não podemos acreditar na propaganda !
GostarGostar
Castanheiro
Ninguém nos obrigou a contrair empréstimos,
fizé-mo-lo de livre vontade. E então?
GostarGostar
“… fizé-mo-lo…” ?. Nós?. Quem?.
Os governos. Que não tinham nas suas propostas eleitorais nada que se pareça com o criar (em benefício de uns e prejuízo de outros) esses maus e gigantescos empréstimos.
GostarGostar
Concordo excepto com:
“… credores também deveriam ser responsabilizados pela sua falta de visão…”
Falta de visão? ou excelente visão ?.
A dívida soberana, até agora, era um óptimo investimento.
GostarGostar
A Europa assiste impávida ao crescimento dos “made in china”. Será que em simultâneo esperam que um dia a Grécia (e Portugal) cresçam tanto que as suas dívidas passem a ser sustentáveis?
A Europa consiste basicamente nos interesses de cada país, por si só. Mais nada! Desde que moça não seja grande, estão-se a cagar para os gregos. E muito menos para os tugas.
Quanto se paga de juros, ao certo?
Realmente, para um leigo como eu, o RESTART deveria ser possível. E, evidentemente, tem de se fechar a torneira do dinheiro emprestado! Que nunca deveria ter sido aberta, como se constata!
Ainda me recordo dos iluminados tugas a proclamarem que o segredo estava no endividamento do país para que pudesse crescer, e que um dia se pagaria… Enfim!
GostarGostar
A Grécia, a partir deste momento, se auto-proclamou a sede de um bando de ladtões. Decididamente.
Para alguns aqui parece que não se importam de que Portugal
siga pelo mesmo caminho.
GostarGostar
Não acho que sejam ladrões. Quando alguém deixa de pagar um empréstimo não me parece que seja com o intuito de “dar o golpe”…. É mesmo porque chegou ao limite.
E quem tem lucro à custa dos miseráveis deveria saber disso.
GostarGostar
A dívida externa líquida já está a diminuir em relação ao PIB e no valor absoluto desde 2013. Assim que acontecer o Grexit, usaremos a tal almofada financeira que estivemos a compõe em prudência e sizo. Depois a dívida levará um corte de 30 mil milhões de euros e os juros de mil e poucos milhões.
A nossa dívida é sustentável. O António Costa é que não é.
GostarGostar
São mesmo cretinos, se acham bem que eles não páguem, então está bem, podem dizer adeus aos 1100 M€ que para lá mandámos em 2011 e que tanto jeito nos faziam agora!!
GostarGostar
Os comentários que aqui estão dão pano para mangas.
Vejamos:
1. Castanheiro Antigo – Nem mais! Nós estamos muito mais próximos dos gregos do que dos alemães. Só um cego é que não vê. Então por que nos pomos ao lado dos alemães?!
1.1 Sem dúvida! Quem deve pagar é quem deve e quem pode – os governos corruptos e afins. Aqui querem que pague quem não deve nem pode – o povo!
2.JS – Pois claro! Pura agiotagem!…
3. Bigdog – Pior. Já não a só “made in china”. O que os liberais radicais estão a fazer é impor-nos o regime chinês. Os trabalhadores viram escravos e a riqueza é acumulada nos bolsos de uns poucos.
4. Licas – Mas quem são os ladrões? Viu o último Observatório do Mundo da TVI24?…
5. Bigdog – Isso mesmo! Os agiotas roubam legalmente, porque forjam as leis à medida. Mas, quando as leis vão contra a ética, todos deveríamos ser gregos.
Viva a Grécia!
GostarGostar
Dir-se-ia que há quem esteja mais incomodado com o dinheiro que Portugal “perde” com o “default” grego, do que com os milhões desbaratados pelos legítimos governantes portugueses.
GostarGostar
Já não chega ser neo liberal, agora chama-nos (o João de Brito às 11:54) liberais radicais. Qual será a diferença entre neo liberal e liberal radical? Eu por mim opto por liberal radical, tem uma conotação mais activista, mais dinâmica.
GostarGostar
Somos neo-ultra-über-proto-super-liberais-radicais. Com hífenes quanto possam e adjetivos quanto divisem.
GostarGostar
Estão esquecendo de propósito de um facto fundamental:
Os compromissos assumidos por um governo democraticamente eleito
comprometem os cidadãos do país no seu todo.
GostarGostar
Ou então enterrámos o conceito de
govèrno nacional para passarmos ao de
bando irresponsável de ganhador de pleitos eleitorais.
GostarGostar
«Não contestando eu a legitimidade do parlamento grego para tomar esta decisão é também óbvio que não estão a pensar continuar a pedir mais dinheiro pois não?»
consta que têm um saldo primário positivo: só precisam de pedir dinheiro emprestado para pagar os juros…
GostarGostar
Joana de Brito
A menina deturpa tudo o que eu disse .Eu disse que a nossa divida se divide em duas .
Na primeira obtivemos um valor que estamos a pagar em dobro devido á conversão para uma moeda mais forte . E a segunda devido á bebedeira de corrupção , onde os credores deviam tambem ser responsabilizados.
Quanto aos neo liberais ou o que lhes chamam é pura verborreia porque o que se constacta praticamente em toda a europa (portugal incluido ) é puro socialismo do mais fanático, pois basta ver a percentagem do pib que o estado rouba aos cidadãos e a quantidade de impostos que assassinam a economia já para nao falar que já ninguem é dono das suas proprias carteiras .
GostarGostar
E se fôssemos um pouco mais educados e rigorosos?!
Educados, porque naturalmente o Senhor sabe ler…
Rigorosos, porque eu não deturpei absolutamente nada, apenas peguei na parte com que estou de acordo.
E isso, em rigor, não é falta de rigor.
É uma omissão legítima por parte de quem não pretende exprimir o ponto de vista do comentário em causa, mas aproveitar uma parte, como pretexto para exprimir o próprio.
E como, no caso, uma parte não implica a outra, não há deturpação, nem contradição, nem subversão de coisa nenhuma.
Muito boa tarde!
GostarGostar
Castanheira Antigo,
Não creio ser próprio responsabilizar os credores pelas dívidas dos devedores. Tenho a certeza de que os credores não nos empurraram o crédito pela boca abaixo, mas fomos nós que colocamos a dívida em mercado, prometendo pagar.
Os responsáveis pela crise portuguesa e a corrupção não estão no lado da origem dos fundos, estão no da sua aplicação. Ali é que se congeminaram os verdadeiros esbulhos e a dívida paralizante.
GostarGostar
João de Brito
Peço-lhe desculpa pelo lapso que lamento sinceramente.
Quanto á substancia concordo que coincidimos em parte.
Boa tarde
GostarGostar