Métodos chavistas
2 Julho, 2015
São cada vez mais descarados os métodos chavistas do Syriza. Na foto, apelo ao “Não” no edifício do ministério das finanças grego.
Mais grave do que esta utilização de meios públicos é a resposta sonsa do ministro, no Twitter:
Entretanto o painel for removido.
PS. Outro caso de interferência pública na campanha.
7 comentários
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Ou seja, foi um chavista quem colocou o cartaz e um não-chavista quem o tirou.
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e como se chama aquilo que fazem os “iluminados” da europa quando apelam ao voto no “sim”?
ingerência? chantagem?
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Mais um “tiro no pé”, by João Miranda 🙂
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Não é só:
Mudar as regras do referendo:
http://www.ekathimerini.com/198563/article/ekathimerini/comment/switching-the-rules-for-the-referendum
(…)If this applied just for him and his coalition partner Panos Kammenos it would simply confirm the party-centric interpretation of the constitution. However, the new amendment imposes the two thirds and one third allocation to those supporting the other campaign, even if they do not want it.
This amendment was drafted after the referendum was announced, which on its own creates a legal issue. The amendment is clearly illegal as it adapts the rules to the needs of the ruling party. Not only does it seek to hide the fact that Golden Dawn, which is in court on charges of being a criminal gang, is aligning itself with SYRIZA but it also obstructs those who support Greece remaining within Europe (the “yes” campaign) to appear united, above party-related patriotism. This is an unacceptable intervention in the strategy of the rival camp for self-serving reasons.
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O Syrtiza vai ficar num rodapé da História como um círculo de rapazes conseguiu vencer as eleições e a seguir fizeram tudo para descredibilizar o país.
Ele é diz não disse, quero já não quero mas talvez queira.
A única coisa de boa foi terem desmascarado a falta de objectivos do PS, a fragilidade do BE e similares e a falta de autoridade da UE.
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A última foi a do parvalhão do ministro francês a tentar desculpar-se no café que os maus não são eles mas os países pequenos.
Como se as reuniões da UE fossem uma espécie de A.G. de bancos portugueses.
Se eu fosse a ele faria uma conferência de imprensa para o IE explicando-lhes que eles (França) até não são maus.
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É absolutamente natural.
A esquerda, quando está no poder, acha que tudo lhe pertence.
Democraticamente aplicam a sua lei.
A semelhança entre isto e um piquete de greve é total.
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