E tudo isto passava por jornalismo de referência
2015: Mais filhos. Natalidade pode subir pela primeira vez em cinco anos
Em 1998 quando ainda se discutia a reforma da Segurança Social e foi dado a conhecer o respectivo Livro Branco surge a notícia de que em 1997tinham nascido mais mais três mil bebés. E logo se tiraram conclusões espantosas. Mesmo em jornais de referência como o Expresso tiravam ‑se conclusões, no mínimo, delirantes: «O aumento da natalidade ocorrido desde o segundo semestre de 1996 – que contraria uma evolução negativa registada durante 21 anos – contribuirá para repensar a amplitude da reforma do sistema de Segurança Social (SS). Segundo diversas fontes, esta realidade “derrota” a maioria das projecções efectuadas no relatório do Livro Branco da Segurança Social (LBSS). Talvez por isso, vários especialistas em estatística manifestaram discordância quanto às projecções demográficas utilizadas para os cenários do LBSS.»
Quem seriam as “diversas fontes” e os “especialistas em estatística” que o Expresso invocava? Espantosamente esta versão dos factos vingou: de repente, mais três mil nados‑ vivos em 1996 pareciam ter a chave da sustentabilidade da Segurança Social na mão. E tudo isto passava por jornalismo de referência.

Por falar em jornalismo de “referência”. Lembram-se qual foi o jornalista ameaçado pelo Parodiante de Lisboa? Que é feito dele? Já foi despedido? Metido na prateleira?
E é assim que se fazem as coisas. Na dita “imprensa de referência”.
De um modo análogo, desde que o patético Santos Silva descobriu que foram os seus inimigos internos no PS que tudo fizeram para o correr da TVI, que o tipo calou a matraca. lol
O PS deste Parodiante continua com os mesmos vícios do mesmo PS do Presso 44. Quem diria que, vira o disco e toca o mesmo?
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Caro «anti-comuna», ou melhor,
caro Parodiado,
permita-me que copie um comentário que fiz num outro sítio e o reescreva, agora a si dirigido:
Não é por nada mas ao ler os seus comentários, veem-me à memória as aulas de latim que tive no secundário. Não tendo eu grande aptência para línguas, nesses dois anos (10º e 11º) acumulei com francês, mais uma outra disciplina de técnicas de tradução desta língua e alemão – diga-se que desta última, não recordo nada nem mesmo nenhum palavrão!, para além do obrigatório português.
Das aulas de latim recordo a forma brilhante de como a professora nos cativava enlaçando a chata gramática com as declinações, as traduções e retroversões, etc., etc, com a história e episódios da vida quotidiana dos romanos, mais do nosso agrado.
Veio-me pois, com este seu texto e a repetição contínua da sua mensagem, à memória um episódio romano: o de Catão – o Velho (vou tentar falar, escrever de memória, sem recorrer ao google).
Reza a história que este senador romano, antes das Guerras Púnicas, era um assaz defensor da guerra com Cartago e por via disso fosse qual fosse o assunto em discussão no Senado, terminava sempre as suas intervenções com uma frase que o celebrizou:
Delenda Cartago est! – É preciso destruir Cartago!
Parece pois então que a Cartago do «anti-comuna», ou melhor, do Parodiado, está, lendo este e outros seus textos, claramente definida!
Vamos ver para quando é que muda de mensagem e a mesma se torne no episósio do «rapto das sabinas»!
Copiado e ligeiramente alterado de: http://oinsurgente.org/2015/07/14/eu-culpo-francois-hollande/#comment-280044
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E V. Exa. quer que lhe responda o quê? Que estudou Latim e é um profundo conhecedor dos Clássicos mas um sectário por não gostar de ler o que escrevo? lol
Olhe, enquanto Vc. andava no Latim, eu anda no corte & costura. Sabe, sou do povo e nós, o povo, podemos não saber Latim mas sabemos cozer e costurar. 😉
Se não compreender vá aos Clássicos. Ou ao Camões que até tem mais valor. 🙂
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Caro Parodiado,
por certo não entendeu o que escrevi. Claro que gosto de ler o que escreve, mas se me permite, a mensagem que pretende passar é um tanto ou quanto repetitiva, daí o sentido do meu comentário anterior.
Caro Parodiado,
também eu sou do povo, estudei latim sim mas foi numa escola pública não foi em nenhum colégio jesuita e prefiro Fernão Mendes Pinto a Camões, entendo que a Peregrinação define melhor o papel do verdadeiro povo na expansão portuguesa do que nos Lusiadas!
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“…as aulas de latim que tive no secundário'”
mais um Q andou no seminario à pala ( desistiu o …)
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Mas óh António… A designação do costa como o “parodiante de lisboa” já ganhou a eleição para a melhor deste ciclo eleitoral, homem.
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Ò minha senhora, nem o Costa Trafulha diria melhor o que a senhora escreve.
Vexa faz-me lembrar uma melância
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Tal como o Costa que neste momento (11h20) está a debitar disparates com um fundo branco e verde, na SIC
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“Caro Parodiado,
por certo não entendeu o que escrevi.”
Compreendi perfeitamente. Sou Rústico e conheço também o seu Catão. Vc. é que nunca o leu. E arma-se em intelectual da treta. Como copy pastes.
Em suma, mais um que sabe Latim mas não sabe cozer e costurar. Se lesse o catão até era capaz de pegar numa enxada, não? 😉
” mas se me permite, a mensagem que pretende passar é um tanto ou quanto repetitiva, daí o sentido do meu comentário anterior.”
Sim é repetitiva. E qual é? Sabe-me dizer? Ou continua a pensar que leu mesmo Catão? Quer mesmo uma enxada? Eu sou mais cozer e costurar. Não sei se me etendeu, mas se tiver que repetir, também terei o gosto de o fazer.
“e prefiro Fernão Mendes Pinto a Camões, entendo que a Peregrinação define melhor o papel do verdadeiro povo na expansão portuguesa do que nos Lusiadas!”
Alguma coisa haveria de concordar consigo pese embora o Camões ser mais para quem se arma que sabe Latim. E Francês, oh voilá, tu est jolie, mon ami. 😉
Vá, não fique triste, que a sua tristeza ainda se irá agravar mais. E, parafraseando o tal suposto Catão, que o meu amigo certamente não o leu: é preciso cavar, colher e semear. Todas as vezes que forem necessárias. É repetitivo, como as estações do ano. Até já pareço o tal Catão, diabos. 🙂
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ó c´um caraças queres tu ver que andei na mesma escolinha do anti? a tal do corte e costura repetitiva com a enxada a ver se semeio e quiçá nasça para poder colher. Apenas um pouco mais descrente na capacidade algum dia virem a pegar na enxada.
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Se calhar andamos na mesma escolinha. 😉
E não precisamos de mostrar que sabemos Latim para perceber o que nos tentou ensinar o tal Catão.
Há quem leia mas não retire nada do que lê, senão memorizar as passagens bonitas para engalanar nas festas da aldeia. Sim, que isto do Latim, já é antigo, tanto servia para o padre da aldeia fazer figura, como o mestre-escola que lhe respondia com versos em Latim. Um regurgitava o que memorizava para pregar nas homilias, sem o compreender. O outro respondia na mesma moeda, para mostrar estar á altura do padreco. 🙂
Na aldeia os dois eram os mais destacados membros da sociedade civil. Não sabiam pegar numa enxada nem costurar ou cozer mas eram sabios. Falavam entre em Latim. lol
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Caro Parodiado,
em boa hora lhe coloquei este epiteto, Parodiado, pois o meu amigo é mesmo uma paródia, agora confunde uma enxada com o facto de ter a sua mão inchada! Presumo que seja a sua mão direita! Não?
Sabe, em tempos li uma crónica parecida com o episódio que apresenta, se me permite partilho consigo, pode ser que sinta alguma afinidade com o episódio relato.
http://arquivo.expresso.pt/o-homem-que-casou-com-a-sua-mao-direita=f626444
Cumprimentos!
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ò AntónioF,
E se tu fosses para o mastro mais alto com tanta erudição.
Gastares tanto latim, tanta linha de texto, só para tentares apoucar o anti-comuna só merece que te vás meter com o teu pai se souberes quem ele é.
O que te incomodou foi o nick, não é ? leste anti-comuna e subiu-te o cerebro á cabeça.
Olha, vai para a puta da tua mãe vermelha, seu comuna rassabiado!
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Fernão mentes? Minto 🙂
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Em 96 apareceram logo os primeiros efeitos da grande libertação guterrista. Promoveu-se a fecundação generalizada e a adesão popular foi tal que só anos mais tarde se dá conta, já atolados no lodo, de uma tal deriva pantanosa de que ainda sofremos.
O aumento actual da natalidade deve estar relacionado com a sabedoria popular, assim:
“Fecundados por 100 fecundados por 1000”, bora lá que se faz tarde.
Mas onde é que entra aqui o jornalismo de referencia?
É fácil, os portugueses, quando chamados a atenção para a inconsciência de trazer ao mundo novos seres neste cenário de crise e instabilidade, invariavelmente respondem:
“Não faz mal limpa-se ao jornal” e aí convém que os jornais sejam em formato maiorzinho, Quando alguém pede um jornal para tal efeito, até diz olha do tamanho do XXXXXXXX.
Penso poder ter contribuído para explicar isso do jornalismo de referência
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Os especialistas em estatística que o Expresso falava não seriam o Batista da Silva e o Nicolau? Os do costume digo eu q não sou de intrigas
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“Parodiado, pois o meu amigo é mesmo uma paródia, agora confunde uma enxada com o facto de ter a sua mão inchada! Presumo que seja a sua mão direita! Não?”
Não, não confundo. Vc. Exa. é que, à laia de ignorar o que escreveu mesmo o Catão, está a levar um baile de todo o tamanho. lol
Nós os rústicos podemos não falar latim mas sabemos gozar com o pagode. Repita as vezes que forem necessárias:
Ah! Catão, tu bem tentaste os ensinar a pegar numa enxada mas eles preferem apenas decorar o teu Latim. lol
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Caro Parodiado,
o meu amigo é mesmo uma paródia ambulante, e diga-se de passagem, com graça, por vezes faz é figura de desgraçado, como é caso desta foto.
Num blog, penso eu de direita, publica uma foto de alguém que faz da esquerda a sua força!
É mesmo um pândego!
É o que lhe digo, como não sabe nada de enxadas, confunde enxada com a sua mão inchada!
Isso, com tratamento, desincha não se apoquente!
Permita-me que copie uma frase sua: «está [sem saber] a levar um baile de todo o tamanho. lol»
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Mas Vc. leu ou não leu o tal Catão? Claro que não o leu. Esse é o seu problema. Não o leu, mas andou a copiar textos em latim, copia-os para demonstrar um não sei quê contra os blogues da direita. Copiou-os mas não os entendeu. Leu-os ao menos?
Se Vc. tivesse mesmo lido o tal Catão, já tinha estado calado para não mostrar que não leu o Catão, apesar de supostamente saber o que ele escreveu. Mas como não o leu, para si uma enxada é um mão inchada. lol
Vá, vá ler o tal Catão e depois venha-me dar lições de Latim, está bem? Mas leia mesmo o tal Catão. Se for homem de trabalho vai gostar imenso. 😉
Se for um tretas, vai achar maçudo e repetitivo. lol
PS Se quiser, troque a enxada por isto:
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Caro Parodiado,
presumo que o meu amigo saiba ler, ler não é somente saber o significado sonoro das letras e sabe-las juntar, ler significa compreender. Assim sendo, remeto-o para o meu primeiro comentário.
Com a publicação desta foto dizendo-se, o Parodiado, rustico – somente para inglês ver-, confessa duas coisas: primeiro, confessa que não percebe nada de enxadas (como deve ter lido a crónica que lhe enviei enamorou-se definitivamente pela sua mão inchada, a direita), e, igualmente confessa, não perceber nada da propriedade agricola portuguesa. A propriedade agricola portuguesa é o minifundio onde dificilmente máquinas agricolas, como a que esta foto representa, podem operar!
Fica a pergunta: percebe, o meu amigo Parodiado, algo de alguma coisa?
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Se a PJ te vê a plantar maconha estás feito… vais de cana…Esconde essa m**** pá.
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Num ponto tem razão: passava. Já não passa.
Razões: tantas, mas basta pensar numa. O editor do FT é formado em Oxford. O do Sunday Times, idem. Por cá nem licenciatura têm ou quando têm é coisa de armazém em Pedrouços ou coisa que o valha.
Isto para não falar noutro ponto. Lá fora notícia é notícia, opinião é opinião, cá mistura-se a água com o azeite.
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Como se formado em Oxford fosse alguma coisa de especial…
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e já agora: gostei de ver o camarada do Sol em paladino da liberdade de imprensa, ontem na RTP2, com o homem da tv a dizer amen, vítimas sacrificiais do poder económico. Tem apenas um problema: deste lado do écran fiquei-me a rir com o descamisado a lutar contra o banqueiro – que bem que ele cantava que o sol brilhará por todos nós.
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pode , pode subir. dia 31 de dezembro confirmamos se a tendencia se manteve. eh q pode acontecer como nas previsoes de colecta .
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“. A propriedade agricola portuguesa é o minifundio onde dificilmente máquinas agricolas, como a que esta foto representa, podem operar!”
“E o Alentejo há-de ser nosso! E o Alentejo há-de ser nosso! ”
Pior a emenda que o soneto. Vc. não leu o Catão. Ponto final, paragrafo. É um tretas que acha que metendo supostas citações do Catão, ganha credibilidade. Não ganha, só entre quem nunca leu Catão. Como Vc.
E lá vem a estória do padreco a recitar homilias em latim e o mestre-escola e responder com versos em latim. lol
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Sim, caro Parodiado,
Há alguma dúvida que maioria da propriedade agricola portuguesa, de norte a sul, seja o minifundio?
Caro Parodiado, as suas máximas reaccionárias a mim não me dizem nada, até porque eu não sou comunista!
Sobre as suas estórias do padreco a recitar homilias…, vá lá conte… sofreu algum trauma na infância!
Se não percebeu a essência do que escrevi, revela uma grande deficiência interpretativa, permita-me que lhe diga numa outra linguagem que talvez conheça, fazendo juz ao nome com que se apresenta – para mim será sempre Parodiado:
– Ó homem, mude de cassete!
Pois… o analógico já foi…. como diremos então?
Olhe, dir-lhe-ei então assim!
Ao ler os seus comentários, veem-me à memória as aulas de latim que tive no secundário.
Não tendo eu grande aptência para línguas,
nesses dois anos (10º e 11º) acumulei com francês,
mais uma outra disciplina de técnicas de tradução desta língua
e alemão – diga-se que desta última, não recordo nada nem mesmo nenhum palavrão!,
para além do obrigatório português.
Das aulas de latim
recordo a forma brilhante de como a professora nos cativava,
enlaçando a chata gramática
com as declinações, as traduções e retroversões, etc., etc,
com a história e episódios da vida quotidiana dos romanos,
mais do nosso agrado.
Veio-me pois,
com este seu texto e a repetição contínua da sua mensagem,
à memória
um episódio romano: o de Catão – o Velho
(vou tentar falar, escrever de memória, sem recorrer ao google).
Reza a história que este senador romano, antes das Guerras Púnicas, era um assaz defensor da guerra com Cartago e por via disso fosse qual fosse o assunto em discussão no Senado, terminava sempre as suas intervenções com uma frase que o celebrizou:
Delenda Cartago est! – É preciso destruir Cartago!
Parece pois então que a Cartago do «anti-comuna», ou melhor, do Parodiado,
está, lendo este e outros seus textos,
claramente definida!
Vamos ver para quando é que muda de mensagem e a mesma se torne no episósio do «rapto das sabinas»!
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“– Ó homem, mude de cassete!
Pois… o analógico já foi…. como diremos então?”
Não posso. Eu li mesmo o tal Catão. lol
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Caro Parodiado,
duvido que o meu amigo tenha lido alguma coisa na vida, assim como saiba o que é uma enxada!
Cumps!
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Caro Anacrónico,
O Anti-Comuna é quem diz que é. Um homem que trabalhou numa fábrica enquanto fazia o seu curso. Não clama ter lido que não leu, e sabe de certeza a cronologia dos episódios mais genéricos da História Romana. Sabe por exemplo que o rapto das sabinas precede a conquista de Cartago.
Eu não estudei humerdísticos. Estudei engenharia, com muita matemática e física à mistura, mas dou baile a muitos ratos das merdaletras. Ao contrário de si, não clamo ter perdido o meu tempo em aulas de latim onde mal se dava latim, estava em aulas de física onde se fazia contas, era trabalhador estudante e, no autocarro para o trabalho ou nos poucos tempos livres, lia história e inutilidades diversas que se tornaram muito úteis. Por exemplo, várias línguas em dois alfabetos e um conjunto de caracteres ideográficos.
Tenho a agradecer ao amigo Anacrónico ter-me dado o tema para a minha próxima novela histórica. Mais um Licenciado Vidraça ou um muito amado Vasco Moscoso de Aragão, velho marinheiro de Jorge Amado. Vou colocá-lo em Bruges, de Lunes a Viernes. Imagino que um estudante de humerdísticos conheça a referência.
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O Parodiante de Lisboa não foge ao seu estilo. Se eles não acreditam em mim, há que ampliar a pantominice. 🙂
De…
“PS prevê 45 mil novos postos de trabalho até 2019”
in http://observador.pt/2015/05/27/ps-promete-45-mil-postos-de-trabalho-ate-2019/
Para…
“PS promete a criação de 207 mil empregos até 2019”
in http://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica/eleicoes/legislativas/detalhe/ps_promete_a_criacao_de_207_mil_empregos_ate_2019.html
Impressionante. Não há ninguém naquele partido que medite nas coisas. “É tudo à grande!” lol
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Até o aumento da (…..) dos portugueses, chateia e contraria o “abaixismo” da malta…
Devia ser motivo de euforia: — Finalmente ele começa a levantar – se! A sair da crise!
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Só no próximo ano saberemos se se trata de uma anomalia estatística ou não.
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Mais filhos? Mais portugueses? De origem africana, cigana, sarracena e indiana!
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Quantos filhos tem, Diogo?
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como se director de publicação de imprensa de referência com o certificado de habilitações do décimo segundo ano do ensino secundário não fosse um feito especial.
isto num lugarejo que atira foguetes por ter três universidades entre as quinhentas melhores, quer dizer, com a de Lisboa a meio dessa tabela da nossa infâmia. Oxford é a décima na lista.
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