Querem saber como foi o PREC?
A propósito de debate com Heloísa Apolónia, Paulo Portas declarou “em nenhum país comunista haveria um debate com os adversários políticos, porque, se houvesse, era o último” “Como sabem, ou lhes cortavam a cabeça ou os prendiam. Em democracia trocamos ideias naturalmente, civilizadamente”
Imediatamente um deputado do PCP retorquiu: “para andares com essa conversa de pide reformado, deves estar com uma carga de ressabiamento do tamanho de um submarino“
Acreditar que os comunistas mudaram mudou é pura ilusão. À mínima crítica soltam a verborreia das acusações. Como estamos em 2015 tudo isto parece um folclore meio desfasado mas é pura ilusão acreditar que o PCP é apenas um caturra grupo etnográfico neo-realista. Se pudessem voltariam a fazer o mesmo.

Quase toda a gente sabe que os comunas são um bando da pior espécie.
Se algum dia vierem a tomar o poder farão pior que o pior da Coreia do Norte.
Não matam e não prendem dezenas de milhões porque nós somos pouco mais de 10 milhões.
Felizmente resumen-se a 7 % e mesmo assim já são muitos
GostarGostar
Portugal está a caminhar para ser uma coreia do norte e não são os comunistas que estão no poder.
GostarGostar
Se toda a gente votasse nao chegariam a 2%. Subsistem a custa da abstencao.
GostarGostar
Há mais reformados da Pide no PCP do que em todos os outros partidos, por mais estranho que pareça.
GostarGostar
lol
Esses já morreram. 🙂
GostarGostar
mas os pides e os ante-fássistas tem sucessão heriditária como é comum nesse tipo de ideologias…morrem mas renascem das catacumbas .
Eu só não sabia era que a PIde já dava reformas aos 14 anos (idade do PP)
GostarGostar
E digo-lhe mais anti.(aprenda que eu não duro sempre).
Em Portugal houve alguns (não muitos) anti-fáscistas mas depois do 25A nasceram como cogumelos milhões de ante-fássistas hahahahha
GostarGostar
Ó leninha, em Portugal não houve um regime fascista que prendeu, matou e tentou silenciar de todas as formas os comunistas ?
Regime fascista esse que tem hoje dignos continuadores, dos quais portas e tu são exemplo.
Mas leninha, está sossegado, os teus “avós” não conseguiram calar os comunistas e nem tu, nem portas, nem os vossos “filhos” o vão conseguir!
GostarGostar
“…em Portugal não houve um regime fascista que prendeu, matou e tentou silenciar de todas as formas os comunistas ?”…
A sério? Prendeu e tentou silenciar de todas as formas até concordo, mas matou?!? Quem?
GostarGostar
na cabeça desta gente morreram milhões de “ante-fássistas” portugueses.
Tem de compreender que os comunistas faziam isso mesmo. matavam milhões de “reaccionários” (ainda não eram neoliberais) pelo que, sem querer, eles olham para o espelho.
GostarGostar
• 1931, o estudante Branco é morto pela PSP, durante uma manifestação no Porto;
• 1932, Armando Ramos, jovem, é morto em consequência de espancamentos; Aurélio Dias, fragateiro, é morto após 30 dias de tortura; Alfredo Ruas, é assassinado a tiro durante uma manifestação em Lisboa;
• 1934, Américo Gomes, operário, morre em Peniche após dois meses de tortura; Manuel Vieira Tomé, sindicalista ferroviário morre durante a tortura em consequência da repressão da greve de 18 de Janeiro; Júlio Pinto, operário vidreiro, morto à pancada durante a repressão da greve de 18 de Janeiro; a PSP mata um operário conserveiro durante a repressão de uma greve em Setúbal
• 1935, Ferreira de Abreu, dirigente da organização juvenil do PCP, morre no hospital após ter sido espancado na sede da PIDE (então PVDE);
• 1936, Francisco Cruz, operário da Marinha Grande, morre na Fortaleza de Angra do Heroísmo, vítima de maus tratos, é deportado do 18 de Janeiro; Manuel Pestana Garcez, trabalhador, é morto durante a tortura;
• 1937, Ernesto Faustino, operário; José Lopes, operário anarquista, morre durante a tortura, sendo um dos presos da onda de repressão que se seguiu ao atentado a Salazar; Manuel Salgueiro Valente, tenente-coronel, morre em condições suspeitas no forte de Caxias; Augusto Costa, operário da Marinha Grande, Rafael Tobias Pinto da Silva, de Lisboa, Francisco Domingues Quintas, de Gaia, Francisco Manuel Pereira, marinheiro de Lisboa, Pedro Matos Filipe, de Almada e Cândido Alves Barja, marinheiro, de Castro Verde, morrem no espaço de quatro dias no Tarrafal, vítimas das febres e dos maus tratos; Augusto Almeida Martins, operário, é assassinado na sede da PIDE (PVDE) durante a tortura ; Abílio Augusto Belchior, operário do Porto, morre no Tarrafal, vítima das febres e dos maus tratos;
• 1938, António Mano Fernandes, estudante de Coimbra, morre no Forte de Peniche, por lhe ter sido recusada assistência médica, sofria de doença cardíaca; Rui Ricardo da Silva, operário do Arsenal, morre no Aljube, devido a tuberculose contraída em consequência de espancamento perpetrado por seis agentes da Pide durante oito horas; Arnaldo Simões Januário, dirigente anarco-sindicalista, morre no campo do Tarrafal, vítima de maus tratos; Francisco Esteves, operário torneiro de Lisboa, morre na tortura na sede da PIDE; Alfredo Caldeira, pintor, dirigente do PCP, morre no Tarrafal após lenta agonia sem assistência médica;
• 1939, Fernando Alcobia, morre no Tarrafal, vítima de doença e de maus tratos;
• 1940, Jaime Fonseca de Sousa, morre no Tarrafal, vítima de maus tratos; Albino Coelho, morre também no Tarrafal; Mário Castelhano, dirigente anarco-sindicalista, morre sem assistência médica no Tarrafal;
• 1941, Jacinto Faria Vilaça, Casimiro Ferreira; Albino de Carvalho; António Guedes Oliveira e Silva; Ernesto José Ribeiro, operário, e José Lopes Dinis morrem no Tarrafal;
• 1942, Henrique Domingues Fernandes morre no Tarrafal; Carlos Ferreira Soares, médico, é assassinado no seu consultório com rajadas de metralhadora, os agentes assassinos alegam legítima defesa (?!); Bento António Gonçalves, secretário-geral do P. C. P. Morre no Tarrafal; Damásio Martins Pereira, fragateiro, morre no Tarrafal; Fernando Óscar Gaspar, morre tuberculoso no regresso da deportação; António de Jesus Branco morre no Tarrafal;
• 1943, Rosa Morgado, camponesa do Ameal (Águeda), e os seus filhos, António, Júlio e Constantina, são mortos a tiro pela GNR; Paulo José Dias morre tuberculoso no Tarrafal; Joaquim Montes morre no Tarrafal com febre biliosa; José Manuel Alves dos Reis morre no Tarrafal; Américo Lourenço Nunes, operário, morre em consequência de espancamento perpetrado durante a repressão da greve de Agosto na região de Lisboa; Francisco do Nascimento Gomes, do Porto, morre no Tarrafal; Francisco dos Reis Gomes, operário da Carris do Porto, é morto durante a tortura;
• 1944, general José Garcia Godinho morre no Forte da Trafaria, por lhe ser recusado internamento hospitalar; Francisco Ferreira Marques, de Lisboa, militante do PCP, em consequência de espancamento e após mês e meio de incomunicabilidade; Edmundo Gonçalves morre tuberculoso no Tarrafal; assassinados a tiro de metralhadora uma mulher e uma criança, durante a repressão da GNR sobre os camponeses rendeiros da herdade da Goucha (Benavente), mais 40 camponeses são feridos a tiro.
• 1945, Manuel Augusto da Costa morre no Tarrafal; Germano Vidigal, operário, assassinado com esmagamento dos testículos, depois de três dias de tortura no posto da GNR de Montemor-o-Novo; Alfredo Dinis (Alex), operário e dirigente do PCP, é assassinado a tiro na estrada de Bucelas; José António Companheiro, operário, de Borba, morre de tuberculose em consequência dos maus tratos na prisão;
• 1946, Manuel Simões Júnior, operário corticeiro, morre de tuberculose após doze anos de prisão e de deportação; Joaquim Correia, operário litógrafo do Porto, é morto por espancamento após quinze meses de prisão;
• 1947, José Patuleia, assalariado rural de Vila Viçosa, morre durante a tortura na sede da PIDE;
• 1948, António Lopes de Almeida, operário da Marinha Grande, é morto durante a tortura; Artur de Oliveira morre no Tarrafal; Joaquim Marreiros, marinheiro da Armada, morre no Tarrafal após doze anos de deportação; António Guerra, operário da Marinha Grande, preso desde 18 de Janeiro de 1934, morre quase cego e após doença prolongada;
• 1950, Militão Bessa Ribeiro, operário e dirigente do PCP, morre na Penitenciária de Lisboa, durante uma greve de fome e após nove meses de incomunicabilidade; José Moreira, operário, assassinado na tortura na sede da PIDE, dois dias após a prisão, o corpo é lançado por uma janela do quarto andar para simular suicídio; Venceslau Ferreira morre em Lisboa após tortura; Alfredo Dias Lima, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Alpiarça;
• 1951, Gervásio da Costa, operário de Fafe, morre vítima de maus tratos na prisão;
• 1954, Catarina Eufémia, assalariada rural, assassinada a tiro em Baleizão, durante uma greve, grávida e com uma filha nos braços;
• 1957, Joaquim Lemos Oliveira, barbeiro de Fafe, morre na sede da PIDE no Porto após quinze dias de tortura; Manuel da Silva Júnior, de Viana do Castelo, é morto durante a tortura na sede da PIDE no Porto, sendo o corpo, irreconhecível, enterrado às escondidas num cemitério do Porto; José Centeio, assalariado rural de Alpiarça, é assassinado pela PIDE;
• 1958, José Adelino dos Santos, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR, durante uma manifestação em Montemor-o-Novo, vários outros trabalhadores são feridos a tiro; Raul Alves, operário da Póvoa de Santa Iria, após quinze dias de tortura, é lançado por uma janela do quarto andar da sede da PIDE, à sua morte assiste a esposa do embaixador do Brasil;
• 1961, Cândido Martins Capilé, operário corticeiro, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Almada; José Dias Coelho, escultor e militante do PCP, é assassinado à queima-roupa numa rua de Lisboa;
• 1962, António Graciano Adângio e Francisco Madeira, mineiros em Aljustrel, são assassinados a tiro pela GNR; Estêvão Giro, operário de Alcochete, é assassinado a tiro pela PSP durante a manifestação do 1º de Maio em Lisboa;
• 1963, Agostinho Fineza, operário tipógrafo do Funchal, é assassinado pela PSP, sob a indicação da PIDE, durante uma manifestação em Lisboa;
• 1964, Francisco Brito, desertor da guerra colonial, é assassinado em Loulé pela GNR; David Almeida Reis, trabalhador, é assassinado por agentes da PIDE durante uma manifestação em Lisboa;
• 1965, general Humberto Delgado e a sua secretária Arajaryr Campos são assassinados a tiro em Vila Nueva del Fresno (Espanha), os assassinos são o inspector da PIDE Rosa Casaco e o subinspector Agostinho Tienza e o agente Casimiro Monteiro;
• 1967, Manuel Agostinho Góis, trabalhador agrícola de Cuba, morre vítima de tortura na PIDE;
• 1968, Luís António Firmino, trabalhador de Montemor, morre em Caxias, vítima de maus tratos; Herculano Augusto, trabalhador rural, é morto à pancada no posto da PSP de Lamego por condenar publicamente a guerra colonial; Daniel Teixeira, estudante, morre no Forte de Caxias, em situação de incomunicabilidade, depois de agonizar durante uma noite sem assistência;
• 1969, Eduardo Mondlane, dirigente da Frelimo, é assassinado através de um atentado organizado pela PIDE;
• 1972, José António Leitão Ribeiro Santos, estudante de Direito em Lisboa e militante do MRPP, é assassinado a tiro durante uma reunião de apoio à luta do povo vietnamita e contra a repressão, o seu assassino, o agente da PIDE Coelha da Rocha, viria a escapar-se na “fuga-libertação” de Alcoentre, em Junho de 1975;
• 1973, Amilcar Cabral, dirigente da luta de libertação da Guiné e Cabo Verde, é assassinado por um bando mercenário a soldo da PIDE, chefiado por Alpoim Galvão;
• 1974, (dia 25 de Abril), Fernando Carvalho Gesteira, de Montalegre, José James Barneto, de Vendas Novas, Fernando Barreiros dos Reis, soldado de Lisboa, e José Guilherme Rego Arruda, estudante dos Açores, são assassinados a tiro pelos pides acoitados na sua sede na Rua António Maria Cardoso, são ainda feridas duas dezenas de pessoas.
GostarGostar
Catarina Eufemia
GostarGostar
nessa lista do PCP não há mortos matados dos séculos XIV e XV? e os mortos na estradas não contam?
GostarGostar
Caro A. Silva,
Você conseguiu fazer uma coisa que eu nãoo sou capaz! Os meus parabéns!…
Eu não sou capaz – e dúvido que alhguém seja – de listar todos os que entre 1931 e 1974 foram mortos pelos seus heróis Estaline, Mao, Pol Pot, Brejnev, Che e Fidel…
O PCP nunca lutou pela democracia: lutou apenas para substituir um regime musculado, por uma ditadura do proletariado, e eu não conheço uma única ditadura do proletariado que não assassinasse todos os que se lhe opunham.
Já agora: é altamente duvidoso para não dizer apenas que é mentira, que o Amílcar tenha sido morto sem uma ajuda dos seus «amigos» no PAIGC, mas isto é demasiada areia para a sua camioneta…
GostarGostar
Olha-me um filho da puta destes! Voces comunas merdosos foram responsaveis por mais mortos dos “vossos” do que os fassistas que voces tanto enchem a boca.
GostarGostar
E vocês corruptos merdosos são resposnaveis pelas mortes todas desde o 25 abril, fruto das politicas corruptas que apoiam.
GostarGostar
Dizes muito bem, sempre haverá comunistas:
– enquanto houver inveja
– enquanto houver quem leve a vida de letra e a coçar o camarada dirigente
– enquanto o poder seduzir os incapazes de viver em liberdade
Sendo tudo isto a maior das certezas – sempre haverá comunas ou similares, totalitarismos em todo o caso.
GostarGostar
Sim, e enquanto houver corruptos como tu e o pessoal do PS/PSD/CDS também nada vai mudar.
E vida de letra? o que é o Pssos fez de util para a sociedade?0 O que é que Cavaco fez de util para sociedade?0
Esses sim, são os verdadeiros preguiçosos, corruptos, incompetentes, não sabem nada, não fazem nada, nem deixam os outros fazer. Os verdadeiros ciganos, o cancro da especie humana.
Inveja? inveja de quê? de ser corrupto? poupa-me seu burro de merda.
GostarGostar
A.Silva,
O comentador holonist já disse tudo.
De uma lista tão pequena comparada com as mortes e purgas causadas pelos seus queridos camaradas vai uma distância muito grande!
O que ainda não compreendo é que chamam de fascistas a quem é de direita ou de ideologia contrária ao socialismo/comunismo.
GostarGostar
Da mesma maneira que vocês chamam a toda a gente comunistas se não apoia a corrupção do PS/PSD/CDS. E não, eu nunca votei na CDU, simplesmente não tenho nada contra um partido que nunca esteve no poder nos últimos 40 anos.
E que importa as mortes das purgas? Isso foi na União SOviética, que eu eu saiba estamos em Portugal e a discutir história de Portugal. Se quiserem discutir história da Rússia, concretamente história Rússia recente, tudo bem. Mas quando se dsicute mortes durante o estado novo em Portugal e a resposta é: “ahh mas na União Soviética também mataram pessoas” que é que dá vontade de responder? Mas tu és és burro ou fazes-te?
GostarGostar
S. Manços: uma velha e um bébe mortos à bomba pelas FP25. Excelentes exemplos do humanismo comunista. A PIDE nunca matou bébés e velhas. Em 25A de 74 entre presos políticos e presos de delito comum estavam menos de 1200 pessoas na cadeia em Portugal… Quantos aos presos políticos – como se percebeu a seguir – nem deviam ter sido libertados: eram pura e simplesmente potenciais delinquentes como está à mostra.
GostarGostar
Em Portugal a seguir ao 25 do A o que não faltou foram mandados de prisão em branco, prisões arbitrárias, e só não chegámos aos assassinatos porque a escumalha do PCP foi corrida do poder – na minha opinião cedo demais: devia ter havido uma guerra civil para nos livrarmos da comunagem por várias gerações, e da trampa do socialismo na constituição.
GostarGostar
Mais uma coisa…
É absolutamente falso que Amilcar Cabral tenha sido assassinado por um bando a soldo da PIDE.
É só falar com os seus familiares que obterá a resposta.
Idem para Eduardo Mondlane.
Humberto Delgado não era e nunca foi comunista/socialista.
Estude melhor a história 🙂
GostarGostar
As vitímas Comunistas da Ditadura cabem num post the blog!?
Olha A.Silva. As vítimas Comunistas assassinadas por outros Comunistas não cabiam aqui. Porque os movimentos totalitários matam-se uns aos outros.
Se o PCP tivesse tomado o poder não só teria assassinado muitos mais Portugueses que a Ditadura. Como muitos deles seriam Comunistas caídos em desgraça.
Um Comunista caído em desgraça num regime Comunista não tem um grande futuro.
E o mesmo para a sua família se não o renegar.
Porque o ódio Comunista não tem limites.
GostarGostar
HM: “Se os comunistas pudessem voltavam a fazer o mesmo”.
É errado pensar assim. Se voltassem ao poder não voltavam seguramente a fazer o mesmo. Fuzilavam uns largos milhares de reacionários e enchiam as prisões com outros milhares, tal qual Lenine ensinou e tão exemplarmente praticou.
GostarGostar
Se os comunas voltassem a sem poder, fariam exactamente o mesmo que fizeram no passado!
Só um exemplo: só nos gulag soviéticos foram exterminados uma média superior a um milhão e meio de presos políticos, por ano, entre os anos de 1930 e 1953.
GostarGostar
Curiosidade apenas. Ontem na opinião pública da SIC esteve Jerómino PC. Uma srª dizia, falam de CUBA, COREIA N, etc. Cá é que existem pessoas e crianças com fome nos refeitórios. Pois, Cuba e Venezuela é onde existem mais -sopas de pobres- no mundo a começar nos idosos, adultos e crianças.Quando um cirurgião oftálmico não tem dinheiro para comprar 2 bonecas para as suas filhas!
Há gente burra que o PC faz lavagem ao cérebro e ficam burros.
GostarGostar
nahhhhhhhhh…em Cuba? que mentira….aquilo é um paraíso monótono de bem-estar que até fogem em bóias para o inferno capitalista. Já descobriram várias curas para o cancro, toda a gente tem casa (a cair de podre ou numa qualquer sub-cave), alimentos são fornecidos quase gratuitamente através de senhas de racionamento que acabam (e o dinheiro também) em 15 dias do mês. Produzem mais médicos que os chineses smarhphones e por isso eles ganham 20 dólares por mês.
Quem lhe contou tantas mentiras sobre Cuba?
GostarGostar
Tiradentes ,
Qual Cuba???? Se for a do Alentejo tem uma pomada…A outra bem sei onde fica, nunca lá fui.
GostarGostar
Doutores Cubanos fogem da Socialista Venezuela e não querem voltar ao maravilhoso sistema de saúde Cubano.
Protestam por os EUA não lhes entregarem Visas com rapidez:
Over 700 Cuban doctors working in Venezuela have fled across to Colombia
Deteriorating conditions in Venezuela are causing increasing numbers of Cuban medical personnel working there to immigrate to the United States under a special US program launched in 2006 that expedites their applications.
http://en.mercopress.com/2015/08/25/over-700-cuban-doctors-working-in-venezuela-have-fled-across-to-colombia
GostarGostar
O comunismo é dogma. Com eles não há discussão possível. Acham-se superiores intelectualmente e seguidores de uma verdade única e inviolável. Não vale a pena perder tempo a discutir com fanáticos. Lamentavelmente parece que o PS também enveredou pelo fanatismo. Mas o PS é mais uma espécie de Templo do Povo e o seu profeta é Sócrates.
GostarGostar