A economia em parte recuperou graças à queda do preço do petróleo e de outra matérias-primas. Parte do nosso sucesso no turismo deve-se à insegurança nos países do Norte de África e no Mediterrâneo Oriental e Médio Oriente.
Se os próximos Governos não fizerem reformas profundas na Administração Pública, legislação laboral, segurança social, se não se aprofundar a concorrência em alguns sectores, se não se mexer na legislação do Ordenamento, em suma, se não houver mudanças profundas na máquina pública voltaremos a ter problemas, desta vez bem mais graves. Isto porque o peso da dívida total continua elevadíssimo, e os índices de fertilidade ou os padrões de emigração não vão mudar tão cedo.
Lamentavelmente as propostas do PS vão no sentido contrário, e nos últimos dois anos não houve força reformista no Governo da Coligação.
O sector privado mostra sinais de mudança, as exportações estão aí para o demonstrar, mas sem descida de impostos e desburocratização não haverá o salto necessário para crescermos acima de 2% ao ano e convergirmos com a Espanha e a Itália.
Para além disso os portugueses já demonstraram que sabem poupar, mas também sabem estoirar como ninguém. São de extremos e a pior coisa que poderíamos ter na próxima década seria um partido no poder que apelasse ao aumento do consumo. Precisamos de poupanças para reduzir o endividamento externo e para prevenir dependências futuras.
Com c***** os comunas nunca dão o braço a torcer… Mudem de vida…. emigrem de vez para os vossos Edens: Cuba Coreia do Norte ( há mais) ??? Emigrem, porra! Ou façam das Berlengas a vossa amada pátria… Deixem-nos em paz…
Com o inesperado ka-bra-broom do turismo (um boom só não chega), o aumento das exportações e a queda dos preços da energia e da logística, ficaria surpreendido se não atingissem os os 2℅ no crescimento do PIB, ademais num cenário de retrocesso populacional.
Estivemos com o rabo virado para a Lua, depois do descalabro grego, dos atentados no Egipto e no Magrebe e das polémicas que envolveram o Cristiano Ronaldo. Não sei se tal se irá repetir numa conjunção tão perfeita, mas a cavalo dado não se olha o dente.
Sou dos poucos que acreditam numa maioria absoluta em deputados para a coligação. Se não fizerem bosta da maior e mandarem o Poiares Maduro numas longas férias talvez lá cheguem.
Não é uma questão de pessimismo. Não estou com estados de alma. Vejo números, conheço os portugueses e tenho um pouco de «mundo».
Sem reformas duras a próxima crise será muito pior que esta e o próximo Governo deveria aproveitar os baixos preços do petróleo e de outras matérias-primas, a queda do euro face ao dólar depois dos máximos de anos atrás e o boom do turismo para aplicá-las.
A austeridade só custará muito a todos se não for acompanhada de cortes nos impostos. Por cada corte na despesa o Estado deve cortar nos impostos, taxas, portagens…
Não o contesto. Mas ambos sabemos que a Grécia, a Argélia e o Egipto deram muitos turistas a Portugal. Não esquecendo o Cristiano de rotunda fama.
Até ao Cameron deu uma ajudinha, vindo cá mais uma vez passar as férias. Onde mais é que ele poderia ir ao mercado com a família, protegido por um destacamento mínimo, comprar peixe, senda ele chefe de governo do Reino Unido?
O importante é reconhecer que se hoje isso aconteceu amanhã poderá não acontecer. O ovo poderá não estar na traseira do galináceo. Especialmente se o Galo Costa fosse ao poleiro.
A imprensa anglo-saxónica anda há meses a anunciar que a próxima crise global será pior que a última.
Contudo se os países não tiverem fardos de dívida em cima e problemas estruturais por resolver conseguirão passar entre os pingos da chuva.
Não será o caso português.
Lá fora o Medina Carreira não está sozinho mas uma revista para massas como a The Economist é demasiado sofisticada para os jornaleiros locais, que andam entretidos a fazer listas de melhores praias e melhores restaurantes.
Nota-se perfeitamente no Expresso ou na Visão que os opinadores e jornaleiros não acompanham a imprensa internacional e a cena global, salvo raras excepções.
De acordo consigo nisto: peçam a PMaduro para não falar antes das legislativas. Hoje, mais um disparate para justificar a vinda de refugiados sírios.
Mesmo sem PMaduro, muito dificilmente a coligação vencerá.
Desculpe-me lá dizer-lhe assim, mas o Luís está a compreender mal as coisas. A Coligação não tem de ter uma política de comunicação alguma. A Coligação nem precisa de comunicar e faz melhor em não abrir a boca. Basta que o PS comunique, e o melhor comunicador da Coligação será António Costa.
Qualquer governo com um ministro chamado Relvas tem problemas. Este governo teve condições únicas que não quis ou soube aproveitar.Em alguns campos foi incompetente, noutros alinhou com o politicamente correcto de uma forma que demonstrou que se está totalmente nas tintas para o seu eleitorado. Veja-se o caso da adopção de casais homossexuais. Veja-se a loucura do acordês – que continuou a impor sem que haja a mínima base legal para o fazer!
Os outros (Costas & Cia) são péssimos e não terão o meu voto mas não patrocino o amadorismo e a insuficiência destes.
Os Outros (Costa & Cia), a EDP, a PT, a Brisa, a Scutvias, a Mota-Engil apreciam essa sua abstinência de patrocínio. Não deve estrear, contudo, qualquer gratidão.
As sondagens estão em empate técnico. Da última vez que estiveram em empate técnico o empate foi de 38-26, empatou o PSD fora de casa.
Se o PS tivesse uma vantagemzinha que fosse isso estaria meis que propalado, exagerado, hiperdimensionado e colado nos mérdia elitistas, sulistas e liberais. E n’O Observador, a Fox News cá do burgo, a quem eu chamo afectuosamente a «Quinta Coluna», aludindo aos tempos da Guerra Civil Espanhola, depois do episódio infeliz de Marinaleda.
Sondagens são sondagens. A 60 ou 30 ou 20 dias dum acto eleitoral, nada garantem. No caso, porque podem surgir factos imprevisíveis e decisivos –e vão surgir, lembrar-se-á do que agora e aqui “aviso”– e também porque apesar duma lenta recuperação económica, financeira e anímica, a realidade é que determina a tendência e decisão do voto.
A maioria dos tugas foi atingida brutalmente nas suas vidas, sem pé-de-meia para aguentar qualquer embate, mediano que fosse. Grande percentagem não compreende o que aconteceu em 2011 e outra não quer punir o partido que pediu humilhante ajuda externa pela terceira vez. Desprezam quem recuperou o país. Quer “sangue” porque os parcos euros que desde há poucos meses lhes caem a mais nos ordenados, pensões e reformas não chegam para estabilizar as suas vidas, muito menos melhorá-las e, continuam a pagar dívidas, empréstimos e a ajudar familiares em apuros.
É esta a realidade que muito possivelmente dará vitória tangencial ao Costa&seus com consequências previsíveis: desatinos, incompetências, desmandos, retrocessos.
Em 2019 ou antes (se o PR agir apartidariamente) o P”SD” provavelmente vencerá as legislativas.
Diz e bem que os portugueses não compreendem o que se passou em 2011.
Mas que me diz do papel da comunicação social neste processo?
Pois parece-me que esta falta de compreensão se deve em boa parte às nossas televisões e jornais. Que em vez de informar com isenção e de instruir os portugueses se tornaram em máquinas de propaganda ideológica da Esquerda irresponsável, dos totalitários comunistas, da caridadezinha da mama hipócrita da Santa Casa, da Direita ai Jesus valha-me Deus que a minha reformazinha de 3000 euros não pode levar um corte pois depois não poderei pagar o colégio da mina neta e os festivais de Verão do meu neto, das associações rosas e fauna afim e do PSI-20 que vive encostado ao Estado.
Uma coisa que me faz confusão em Portugal é a quase ausência de informação internacional.
A diferença entre a RTP e a TVE neste campo é brutal.
A larga maioria dos portugueses informam-se através dos telejornais das 13h e das 20h, é ver as audiências, e via rádio. E é aí que estão as maiores manipulações.
E depois há a questão da linguagem. Não há imigrantes, mas migrantes, não há prostitutas mas trabalhadoras do sexo ou acompanhantes, são alguns exemplos…
O 25 de Abril mudou radicalmente a linguagem jornalística num sentido orwelliano de doutrinação esquerdista/socialista/comunista inconsciente das massas.
O Ambiente é de Esquerda, mesmo que o grande pai das áreas protegidas portuguesas seja um homem de Direita e monárquico (adivinhem quem), a Cultura é de Esquerda, mesmo quando o Estado Novo teve uma política cultural com uma dimensão que nunca mais se repetiu, o Feminismo é de Esquerda e Republicano, mesmo quando foi a Esquerda que durante décadas achou as mulheres digamos «inferiores», na Primeira República, mesmo quando eram os Monárquicos que davam destaque a uma Rainha Dona Amélia e a misógina Esquerda Republicana ficava irritada.
Nada disto se discute. Tudo o que é causa simpática em Portugal tem de ser de Esquerda. Ponto. É assim para a nossa comunicação social e não há espaço para o contrário.
False flags e October Surprises é lá mais para o lado de lá do charco. Aqui, a única surpresa que poderia acontecer era o Costa dizer alguma coisa que tivesse jeito.
Ou isso ou o Sócrates anunciar o seu noivado com um gajo qualquer, levando a imprensa a não falar em mais nada. Ou morrer na prisão, causando uma vitória Sousa Franco por simpatia e pena. Só assim a coligação poderia perder as eleições.
Para que tudo fique mais que certo o PS deveria arranjar um vídeo de apoio do Varasfracas, o filósofo da teoria dos jogos que nenhum parretido na Grécia parece querer para si próprio.
Luis: Já na economia e finanças a mensagem também é sempre a mesma: Pagar um emprestimo umas 4 ou 5 vezes o seu valor inicial é bom, quem é contra isso é um caloteiro. Euro é fixe, quem é contra isso é euro-céptico e de extrema esquerda.
Julian Assange e Edwards Snowden são crimonosos e terroristas que violaram segredos de estado. Um blogger qualquer cubano que critica o regime comunista cubano na internet, já é um preso politico e em Cuba não há liberdade.
Justo justo é poder pedir empréstimo a perder de vista e com o dinheiro dos outros de preferência não pagar nada, nem o próprio empréstimo.
Tem é duas soluções……ou recusa-se a pedir dinheiro ou mesmo pode ir para Cuba onde não os há.
E seria feliz para sempre.
Cuba tiene deuda externa, y no despreciable. Non hablo aquí de la deuda heredada de Batista, qué se renegó ya. Cuba benefició de un perdón de nueve décimos de su deuda a Rusia, y mesmo así tiene dificultad en honrar sus compromisos.
Isto tem de ser em Espanhol, por causa dos nossos Cubófilos de serviço. São todos de Cuba, Alentejo.
“Sou dos poucos que acreditam numa maioria absoluta em deputados para a coligação.”
.
Deve ser muito difícil, tantas foram as asneiras que fizeram nestes 4 anos perdidos.
Só pecaram por não terem ido longe nas Reformas. Olhando para trás o que se vê? Pagamos impostos mais altos e a máquina pública pouco mudou. Se tivessem desmantelado a sério o monstro o Costa teria mais problemas a engordá-lo, se vencesse as eleições.
Não exagere, Joseph. Ainda não há assim tantas pessoas que tenham os olhos abertos. Mas 3/4 do deputedo é que era bom. Mandava-se o Catarpácio Desconstrucional às malvas e fazia-se uma outra, mais fina, legível e com direitos negativos assegurados. Desta, com pouco azo a desinterpretações e para cumprir realmente.
Quando se coloca a indefectíveis do ACosta a previsibilidade de não vencer as legislativas porque o seu discurso não pega e as promessas não convencem, ripostam com a desculpa JSócrates preso que nada beneficia o P”S”…
Mas se lhes colocarmos antes da previsível derrota a hipótese de venceram mesmo com o caso JSócrates, dizem que não afecta o ACosta… Uns castiços.
Por acaso, hoje de manhã e mais uma vez fiz esse teste a dois amigos reformados que contestavam JSócrates e o seu governo, votaram em 2011 no P”SD” e em Outubro votarão no P”S”…
A minha experiência por cá é contrária. Todos me dizem “mal por mal, fiquem os que lá estão”. Ainda nãovi quem, não sendo militante do PS ou seu marido, queira votar no Costa-Concordia.
Continuo a dizer: empate técnico é sinal evidente de grande distanciamento à frente da Coligação.
A Espanha cresce mais que Portugal. Vim ao Algarve uns dias, fui a Ayamonte comprar umas coisas, enchi o depósito e ainda dei umas voltas pelas praias da costa de Lepe e Cartaya. Diferenças brutais nos preços de inúmeros produtos e muitos portugueses a consumir… em Espanha.
Agora imaginem que os nossos impostos eram muito mais baixos que os espanhóis. Como estaria o comércio de Vila Real de Santo António, Elvas, Valença e de outras cidades perto da fronteira?
Mas a ala PSD do Governo não anda a vender ilusões.
A Ministra Maria Luís fala na «pedra», ou seja, no peso da divida, que limitará o crescimento nos próximos anos. E o PM disse no Parlamento há dois ou três meses que com este endividamento público e privado, e com esta carga fiscal, não cresceremos muito no médio prazo.
Que se veja a diferença em relação às fantasias demagógicas do PS.
É bem verdade. É este realismo não neo-realista que os transforma em males menores.
Neste momento é pena que a Coligação não possa dar um PaF no CDS e metê-lo de vez dentro de um Táxi. Eu até já votei CDS, nos idos dos anos 90. Neste CDS nunca votaria. Socialista a fingir-se democrata-cristão. Nunca mais terá o meu voto.
Não deixa de ser irónico e com tons de cinismo. Um homem que chegou ao poder no PS acusado de deslealdade e traição pelo Seguro que foi vergonhosamente corrido como se fosse incompetente depois de ganhar as eleições…
A vida é dura…
Uns que se julgam espertalhões nem se olham ao espelho!
A comunicação social tuga, toda ela, precisa de dinheiro e de audiências. É dirigida por fulanos e fulanas vulneráveis a esquemas, interesses próprios, objectivos doutros. Simplesmente vende-se a quem lhes garantir benesses. Note, há jornalistas, poucos, que tentam ser e trabalhar adversos ao que constatam nas redações. Mas não podem e se conseguem, mais tarde ou mais cedo são afastados ou “sensibilizados” para agirem conforme…
A falta de compreensão dos tugas sobre o que aconteceu em 2011 tem culpados — precisamente os tugas que não conseguem ou não querem(!) evoluir intelectual ou socialmente, por isso são manobráveis, influenciáveis, bovinizáveis e direccionados. E os governos, quaisquer que sejam. aproveitam “o povo é sereno”.
Ouvi há momentos na SICN o Santana Lopes a justificar a sua desistência. Para além de lamúrias esperadas, disse muitas verdades sobre os bastidores numas eleições, mais traições, sondagens convenientes, etc.
E a coligação que se prepare –como eu escrevi aqui há dias– para no mínimo umas sibilinas alfinetadas do PSLopes. Tal como acontecerá por parte de RRio ou de MRSousa. Rio e Marcello já sabem quem PPCoelho escolheu…
O Santana Lopes, por quem ainda tenho alguma simpatia, lidera uma máquina de transferência de dinheiro de pobres e iludidos para o Estado, para os ministérios, com o pretexto da acção social. Se já pagamos uma brutalidade em impostos para sustentar o Estado Social, por que motivo ainda temos de pagar a caridade dos privados? Não lhes basta terem benefícios fiscais?
A hipocrisia inquestionável do esquema da Santa Casa de Lisboa mostra o quão adormecidos andam os portugueses. Jogo… é jogo. Mas o jogo da Santa Casa parece ser «santo». Mesmo com probabilidades desastrosas para o jogador…
Ainda por cima esta monopólio custou durante anos a fio dezenas de milhões de euros em publicidade que os clubes e as modalidades não receberam das casas de apostas internacionais e centenas de empregos que nunca foram criados por serem proibidas as casas de apostas físicas e as corridas de cavalos e galgos organizadas por privados sem a mão santa da Misericórdia…
É que a caridade dos boys da SCML… é a miséria do desporto português, dos apostadores e jogadores enquanto consumidores e de todo um sector que poderia gerar emprego e riqueza e está bloqueado…
Mas os portugueses continuam loucos com a raspadinha.. a sustentar os Ministérios e os boys da SCML.
SCML: uma pescadinha com rabo na boca da qual os tugas raramente saboreiam somente o óleo que a fritou.
O desporto tuga não é nem está miserável (vidé por exemplo o atletismo, o resurgimento doutras e medalhadas modalidades). Os principais clubes de futebol, embora com passivos assustadores, impagáveis e pasme-se, no activo com acréscimo anual de dívidas, são eles e só eles os culpados pelas suas situações que influenciam a situação periclitante ou involutiva de alguns clubes mais pequenos. Mas essa é outra estória… Se a PJ e o MP actuassem livremente, duvido que certos gajos continuassem dirigentes e que a I Liga prosseguisse com os principais protagonistas.
A receita dos jogos sociais de todo o país é gasta, na sua larga maioria, no concelho de Lisboa.
É um mecanismo perverso de transferência de dinheiro para a capital.
Uma injustiça que em 40 anos de democracia nunca foi contestada.
E porquê? Seja para a Direita, seja para a Esquerda, a SCML é ninho para cargos políticos, gasta milhões em publicidade, dá emprego a inúmeros boys e girls partidários, faz contratos com empresas amigas…
acrescente lá os outros índices do ine: o da desaceleração da produção industrial, mais um outro que também desacelerou e um terceiro, sobre o ambiente económico, que estabilizou, interrompendo o crescimento desde 2013. e vamos ter a China
Informa-nos da data desses índices ? E quais são “mais um ou outro que também desacelerou” ?
Sobre a China está boa como o milho, esta manhã passeava-se atrevidota, provocadora.
Não imagina o que anda neste momento a passear na China em direcção à costa. Ela anda muito atrevidota, disso pode ter a certeza. Especialmente nas Sensaku/Diaomin.
Está muito bom como está. Sem Império e sem ditadura isto também nunca foi grande coisa em matéria de economia e finanças. Só cresceu alguma coisa visível e com alguma sustentabilidade entre a Segunda Guerra e 1974, com uma ditadura, ou antes das Invasões francesas, depois das reformas de outro ditador, Sebastião José de Carvalho e Melo.
Com a dívida que temos às costas e sem mais reformas estruturais, já é milagre que assim estejamos.
Veja bem a curva de crescimento do produto entre 1985 e 1991. Devíamos estar a fazer alguma coisa certa, já que os sonsos suicidas subsídios nunca representaram mais que 1% do PIB.
Será, sei lá!, a abertura dos mercados internos ao exterior e o comércio livre? Sem ASAE que nos lixasse nem IVA a 23% que nos tolhesse?
Nota, a dívida externa líquida diminuiu sensivelmente nesse período.
E os caramelos de manteiga que fiz já devem estar frios. Isso é o que realmente interessa.
Luís, o Colaço tem razão, de 1986 a 1992, Portugal cresceu bastante, aproximando-se da Europa. E não foram os subsídios, que então começaram a chegar da Europa, que fizeram a diferença – ajudaram, mas foram em montante relativamente reduzido, tendo subido muito sempre durante o reinado do Guterres, para atingiram o pico no curto governo do Santana Lopes.
Mas o certo é que as oposições, com a conivência da Comunicação Social, fizeram esquecer esse feito.
Obviamente desconheço qual a sua vivência, por onde anda e que experiência com quem, mas a minha constatação é precisamente esta: pessoas não militantes nem simpatizantes do P”S” que pelas razões que eu lhe coloquei, vão votar no Costa. A sede de vingança é latente — e não me refiro exclusivamente a funcionários públicos no activo ou reformados.
E as histórias de deitas lágrimas dos pobres migrantes, já não imigrantes, fugidos à guerra feroz do Paquistão, do Bangladesh e da Índia.
Ninguém fala dos milhares de violações sobre brancas em Malmö. Nem das centenas de jovens brancas violadas no Reino Unido por imigrantes, aliás, por refugiados. Nem dos abrigos de imigrantes que são incendiados por estes porque querem mais dinheiro e apartamentos privados pagos pelo tolo do contribuinte. Nem das no-go zones em Bruxelas. Nem das patrulha Sharia em bairros de maioria muçulmana. Nem dos planos de contingência da Surété e do exército francês para retomar parte do território em caso de revoltas — expressão deles.
No caso dos sírios, aceitamos os que se chamarem Aziz ou Yussef e rejeitamos os Mohamed e os Suleiman, mesmo sem os ver. Problema resolvido.
É a vida … como diz o comissário para os refugiados (?) Os adorados muçulmanos encontraram um modo novo para entrarem na Europa.
Aquela terra de abundância e de tantos valores de vida, como a esquerda, gosta de os catalogar fogem (?) para as terras capitalistas.
E os filhos da puta ainda proclamam aos 4 ventos que querem ocupar EL Andaluz, todo o Norte de África etc. etc. etc.
Quadrilhas de engajadores,negoceiam a vinda para cá. No meio vêm milhares de terroristas, vriminosos… para destruir a Europa.
A Rússia nem pia.
Os países esquerdistas / comunistas estão salvos destas invasões
Mas tal como o Costa defendem as políticas do atraso e da desgraça.
São uns Troca.Tintas, unsFalas – baratos
Pista: O inimigo do seu inimigo vive melhor na casa do seu inimigo do que na sua. Ora, para isso tem de considerar alguém seu inimigo e querer destruí-lo.
Porque é que o BE quer tanto os refugiados no meio de nós?
Regressei de férias na Venezuela.
Alegrem-se. As notícias que trago são boas.
Nas lojas há enorme segurança porque os militares estão lá para proteger os patriotas revolucionários dos fássistas, os que queriam comer tudo e deixar o povo magrinho.
O maduro é lixado a proteger o povo venezuelano. É verdade que há menos banha, mas isso até foi bom porque anda tudo mais elegante.
O maduro vai muito mais à frente que o costa.
Garante a “felicidade para todas as pessoas”.
Melhores salários para quê?
Pois não é a felicidade que mais importa?
Eu vou voltar em Novembro porque ele vai voltar a antecipar o natal para essa altura.
Como é que o costa ainda não se lembrou disso? Pode-se confiar na nossa esquerda?
Na Venezuela o povo anda feliz, “O combate à amargura” é um sucesso.
Têm saudades do 44. Deixou saudades na Venezuela, no Brasil e na Líbia. A propósito:
já há papel higiénico, o maduro mandou montar uma fábrica para o efeito.
Fiquei surpreendido quando olhei para o papel e pareceu-me ver as suas feções.
Perguntei à menina dos quartos do hotel o que era aquilo. Ela disse que era para que as pessoas se lembrassem dele em todas as ocasiões.
O costa e o que fica entre a nódoa e a névoa, tem que começar a aprofundar a respectivas campanhas. Há muito espaço para a cara de ambos. E só contratar com a Renova.
Ao passar por um jardim degradado do centro de Caracas, ouvi o passarinho cantar, quase me vieram as lágrimas aos olhos. Desculpem-me, eu continuo um tipo muito sensível.
No tempo do Andropov, os correios soviéticos colocaram em circulação uma série de selos com a cara do Secretário Geral. Após algumas semanas retiraram-nos por “inadequação ao uso”. Inquiridos em que consistia essa inadequação responderam:
A propósito deste pré eleitoralismo para tolo ir apoiando reparem nesta pérola escrita por Hitler no seu livro «Mein Kampf»:
– “A melhor maneira de controlar um povo na totalidade é, suprimindo gradualmente a sua liberdade, desgastando progressiva e discretamente os seus direitos, pela introdução de reduções imperceptíveis. Deste modo, as pessoas não se apercebem de estarem a ser-lhes retirados os direitos e liberdades, até ao ponto em que as mudanças já não podem ser revertidas”.
Que tal?
E já agora sabem que meio milhão de portugueses ganha menos de 419 euros por mês (abaixo do salário mínimo “oficial”)?
Fiquem a saber que se esta gente ganhar outra vez as eleições, vai ser seguramente o regresso das favelas a Portugal.
A minha senhoria no Reino Unido é do Médio Oriente.
Foi para lá há mais de 4 décadas. O marido pertencia a uma família agnóstica que fugiu de lá, em parte, por razões de ordem religiosa.
Está preocupada com esta invasão da Europa.
Diz que as pessoas daqueles países são más. Nas famílias os homens dão valentes enxertos de porrada aos filhos e às mulheres. Nos negócios, impera a falsificação, a vigarice. A corrupção não tem paralelo com o Sul da Europa. Diz também que tratam muito mal os animais e o ambiente. E depois há a questão do fanatismo religioso.
E fala ainda da hipocrisia nos costumes. Entre quatro paredes, sem homens a ver, as mulheres são iguais às Ocidentais. Quando podem, bebem, fumam, e se puderem apanhar um europeu, brincam na cama.
É mais fácil fazer assim: se se chamarem Aziz ou Yussef, ficamos com eles. Se se chamarem Suleiman ou Mohamed mandamo-los à procedência, onde não são os perseguidos, mas os perseguidores.
Ai Costa, a vida costa…..
GostarGostar
deve ser por acharem q o costa ganha em outubro.
GostarGostar
Não sei se o Costa ganha, sei é que a quadrilha vai ter uma derrota humilhante, basta ouvir a rua.
GostarGostar
Na rua escura? 🙂
GostarGostar
será também uma estimativa rápida… ou provisória?
GostarGostar
“Essa conclusão é falsa !” — ACosta, se a conhecesse.
ou: “Ó Galamba, o João, não o António, desmente já isso nas televisões, pá” — AC
GostarGostar
O INE está ao serviço do governo. O INE e a realidade. 🙂
GostarGostar
É uma confiança algo ilusória.
A economia em parte recuperou graças à queda do preço do petróleo e de outra matérias-primas. Parte do nosso sucesso no turismo deve-se à insegurança nos países do Norte de África e no Mediterrâneo Oriental e Médio Oriente.
Se os próximos Governos não fizerem reformas profundas na Administração Pública, legislação laboral, segurança social, se não se aprofundar a concorrência em alguns sectores, se não se mexer na legislação do Ordenamento, em suma, se não houver mudanças profundas na máquina pública voltaremos a ter problemas, desta vez bem mais graves. Isto porque o peso da dívida total continua elevadíssimo, e os índices de fertilidade ou os padrões de emigração não vão mudar tão cedo.
Lamentavelmente as propostas do PS vão no sentido contrário, e nos últimos dois anos não houve força reformista no Governo da Coligação.
O sector privado mostra sinais de mudança, as exportações estão aí para o demonstrar, mas sem descida de impostos e desburocratização não haverá o salto necessário para crescermos acima de 2% ao ano e convergirmos com a Espanha e a Itália.
Para além disso os portugueses já demonstraram que sabem poupar, mas também sabem estoirar como ninguém. São de extremos e a pior coisa que poderíamos ter na próxima década seria um partido no poder que apelasse ao aumento do consumo. Precisamos de poupanças para reduzir o endividamento externo e para prevenir dependências futuras.
GostarGostar
Com c***** os comunas nunca dão o braço a torcer… Mudem de vida…. emigrem de vez para os vossos Edens: Cuba Coreia do Norte ( há mais) ??? Emigrem, porra! Ou façam das Berlengas a vossa amada pátria… Deixem-nos em paz…
GostarGostar
Venho aqui defender que o Estado gaste menos e baixe impostos e sou apelidado de comuna?
GostarGostar
Colono,
Leia bem o que o Luís escreveu.
GostarGostar
Com o inesperado ka-bra-broom do turismo (um boom só não chega), o aumento das exportações e a queda dos preços da energia e da logística, ficaria surpreendido se não atingissem os os 2℅ no crescimento do PIB, ademais num cenário de retrocesso populacional.
Estivemos com o rabo virado para a Lua, depois do descalabro grego, dos atentados no Egipto e no Magrebe e das polémicas que envolveram o Cristiano Ronaldo. Não sei se tal se irá repetir numa conjunção tão perfeita, mas a cavalo dado não se olha o dente.
Sou dos poucos que acreditam numa maioria absoluta em deputados para a coligação. Se não fizerem bosta da maior e mandarem o Poiares Maduro numas longas férias talvez lá cheguem.
GostarGostar
Não é uma questão de pessimismo. Não estou com estados de alma. Vejo números, conheço os portugueses e tenho um pouco de «mundo».
Sem reformas duras a próxima crise será muito pior que esta e o próximo Governo deveria aproveitar os baixos preços do petróleo e de outras matérias-primas, a queda do euro face ao dólar depois dos máximos de anos atrás e o boom do turismo para aplicá-las.
A austeridade só custará muito a todos se não for acompanhada de cortes nos impostos. Por cada corte na despesa o Estado deve cortar nos impostos, taxas, portagens…
GostarGostar
“Com o inesperado ka-bra-broom do turismo “, Francisco, não se esqueça de 2 coisas:
1- Podemos prestar um bom serviço e conquistar clientes, independentemente do Magrebe.
2- As Low cost foram o motor destes turistas, não foi o Magrebe.
GostarGostar
Emigra tu para os Estados Unidos ou para Bruxelas, seu corrupto merdoso.
Deixem-nos vocês em paz.
GostarGostar
Baptista da Silva,
Não o contesto. Mas ambos sabemos que a Grécia, a Argélia e o Egipto deram muitos turistas a Portugal. Não esquecendo o Cristiano de rotunda fama.
Até ao Cameron deu uma ajudinha, vindo cá mais uma vez passar as férias. Onde mais é que ele poderia ir ao mercado com a família, protegido por um destacamento mínimo, comprar peixe, senda ele chefe de governo do Reino Unido?
O importante é reconhecer que se hoje isso aconteceu amanhã poderá não acontecer. O ovo poderá não estar na traseira do galináceo. Especialmente se o Galo Costa fosse ao poleiro.
GostarGostar
Pois. O Luís, a par das opiniões do perigoso Medina Carreira, adora armado em ‘comuna’ he he.
GostarGostar
A imprensa anglo-saxónica anda há meses a anunciar que a próxima crise global será pior que a última.
Contudo se os países não tiverem fardos de dívida em cima e problemas estruturais por resolver conseguirão passar entre os pingos da chuva.
Não será o caso português.
Lá fora o Medina Carreira não está sozinho mas uma revista para massas como a The Economist é demasiado sofisticada para os jornaleiros locais, que andam entretidos a fazer listas de melhores praias e melhores restaurantes.
Nota-se perfeitamente no Expresso ou na Visão que os opinadores e jornaleiros não acompanham a imprensa internacional e a cena global, salvo raras excepções.
GostarGostar
É assim: sempre que a propaganda pela confiança aumenta a confiança aumenta…
A oeste nada de novo!
GostarGostar
Está tudo confiado na desconfiança de que nos livraremos dos desastres socialistas por mais quatro anos.
GostarGostar
De acordo consigo nisto: peçam a PMaduro para não falar antes das legislativas. Hoje, mais um disparate para justificar a vinda de refugiados sírios.
Mesmo sem PMaduro, muito dificilmente a coligação vencerá.
GostarGostar
Desde o início que a Coligação tem graves problemas de comunicação.
A Direita em Portugal tem de perceber que quando estiver no poder tem de ter cuidados extremos neste campo. Portanto o melhor é estarem calados.
GostarGostar
Luís,
Desculpe-me lá dizer-lhe assim, mas o Luís está a compreender mal as coisas. A Coligação não tem de ter uma política de comunicação alguma. A Coligação nem precisa de comunicar e faz melhor em não abrir a boca. Basta que o PS comunique, e o melhor comunicador da Coligação será António Costa.
GostarGostar
Qualquer governo com um ministro chamado Relvas tem problemas. Este governo teve condições únicas que não quis ou soube aproveitar.Em alguns campos foi incompetente, noutros alinhou com o politicamente correcto de uma forma que demonstrou que se está totalmente nas tintas para o seu eleitorado. Veja-se o caso da adopção de casais homossexuais. Veja-se a loucura do acordês – que continuou a impor sem que haja a mínima base legal para o fazer!
Os outros (Costas & Cia) são péssimos e não terão o meu voto mas não patrocino o amadorismo e a insuficiência destes.
GostarGostar
Os Outros (Costa & Cia), a EDP, a PT, a Brisa, a Scutvias, a Mota-Engil apreciam essa sua abstinência de patrocínio. Não deve estrear, contudo, qualquer gratidão.
GostarGostar
MJRB,
As sondagens estão em empate técnico. Da última vez que estiveram em empate técnico o empate foi de 38-26, empatou o PSD fora de casa.
Se o PS tivesse uma vantagemzinha que fosse isso estaria meis que propalado, exagerado, hiperdimensionado e colado nos mérdia elitistas, sulistas e liberais. E n’O Observador, a Fox News cá do burgo, a quem eu chamo afectuosamente a «Quinta Coluna», aludindo aos tempos da Guerra Civil Espanhola, depois do episódio infeliz de Marinaleda.
GostarGostar
FMColaço,
Sondagens são sondagens. A 60 ou 30 ou 20 dias dum acto eleitoral, nada garantem. No caso, porque podem surgir factos imprevisíveis e decisivos –e vão surgir, lembrar-se-á do que agora e aqui “aviso”– e também porque apesar duma lenta recuperação económica, financeira e anímica, a realidade é que determina a tendência e decisão do voto.
A maioria dos tugas foi atingida brutalmente nas suas vidas, sem pé-de-meia para aguentar qualquer embate, mediano que fosse. Grande percentagem não compreende o que aconteceu em 2011 e outra não quer punir o partido que pediu humilhante ajuda externa pela terceira vez. Desprezam quem recuperou o país. Quer “sangue” porque os parcos euros que desde há poucos meses lhes caem a mais nos ordenados, pensões e reformas não chegam para estabilizar as suas vidas, muito menos melhorá-las e, continuam a pagar dívidas, empréstimos e a ajudar familiares em apuros.
É esta a realidade que muito possivelmente dará vitória tangencial ao Costa&seus com consequências previsíveis: desatinos, incompetências, desmandos, retrocessos.
Em 2019 ou antes (se o PR agir apartidariamente) o P”SD” provavelmente vencerá as legislativas.
GostarGostar
Diz e bem que os portugueses não compreendem o que se passou em 2011.
Mas que me diz do papel da comunicação social neste processo?
Pois parece-me que esta falta de compreensão se deve em boa parte às nossas televisões e jornais. Que em vez de informar com isenção e de instruir os portugueses se tornaram em máquinas de propaganda ideológica da Esquerda irresponsável, dos totalitários comunistas, da caridadezinha da mama hipócrita da Santa Casa, da Direita ai Jesus valha-me Deus que a minha reformazinha de 3000 euros não pode levar um corte pois depois não poderei pagar o colégio da mina neta e os festivais de Verão do meu neto, das associações rosas e fauna afim e do PSI-20 que vive encostado ao Estado.
GostarGostar
Uma coisa que me faz confusão em Portugal é a quase ausência de informação internacional.
A diferença entre a RTP e a TVE neste campo é brutal.
A larga maioria dos portugueses informam-se através dos telejornais das 13h e das 20h, é ver as audiências, e via rádio. E é aí que estão as maiores manipulações.
E depois há a questão da linguagem. Não há imigrantes, mas migrantes, não há prostitutas mas trabalhadoras do sexo ou acompanhantes, são alguns exemplos…
O 25 de Abril mudou radicalmente a linguagem jornalística num sentido orwelliano de doutrinação esquerdista/socialista/comunista inconsciente das massas.
GostarGostar
O Ambiente é de Esquerda, mesmo que o grande pai das áreas protegidas portuguesas seja um homem de Direita e monárquico (adivinhem quem), a Cultura é de Esquerda, mesmo quando o Estado Novo teve uma política cultural com uma dimensão que nunca mais se repetiu, o Feminismo é de Esquerda e Republicano, mesmo quando foi a Esquerda que durante décadas achou as mulheres digamos «inferiores», na Primeira República, mesmo quando eram os Monárquicos que davam destaque a uma Rainha Dona Amélia e a misógina Esquerda Republicana ficava irritada.
Nada disto se discute. Tudo o que é causa simpática em Portugal tem de ser de Esquerda. Ponto. É assim para a nossa comunicação social e não há espaço para o contrário.
GostarGostar
MJRB,
False flags e October Surprises é lá mais para o lado de lá do charco. Aqui, a única surpresa que poderia acontecer era o Costa dizer alguma coisa que tivesse jeito.
Ou isso ou o Sócrates anunciar o seu noivado com um gajo qualquer, levando a imprensa a não falar em mais nada. Ou morrer na prisão, causando uma vitória Sousa Franco por simpatia e pena. Só assim a coligação poderia perder as eleições.
Para que tudo fique mais que certo o PS deveria arranjar um vídeo de apoio do Varasfracas, o filósofo da teoria dos jogos que nenhum parretido na Grécia parece querer para si próprio.
GostarGostar
Luis: Já na economia e finanças a mensagem também é sempre a mesma: Pagar um emprestimo umas 4 ou 5 vezes o seu valor inicial é bom, quem é contra isso é um caloteiro. Euro é fixe, quem é contra isso é euro-céptico e de extrema esquerda.
Julian Assange e Edwards Snowden são crimonosos e terroristas que violaram segredos de estado. Um blogger qualquer cubano que critica o regime comunista cubano na internet, já é um preso politico e em Cuba não há liberdade.
GostarGostar
Justo justo é poder pedir empréstimo a perder de vista e com o dinheiro dos outros de preferência não pagar nada, nem o próprio empréstimo.
Tem é duas soluções……ou recusa-se a pedir dinheiro ou mesmo pode ir para Cuba onde não os há.
E seria feliz para sempre.
GostarGostar
Slint,
Os bloggers cubanos que criticam Cuba e conseguem permanecer livres fazem-no da maior cidade cubana do Mundo: Miami.
Em Cuba diz-se que até os gatos miam Miaaami!
GostarGostar
Tiradentes, terá de dizer isto ao Slint.
Cuba tiene deuda externa, y no despreciable. Non hablo aquí de la deuda heredada de Batista, qué se renegó ya. Cuba benefició de un perdón de nueve décimos de su deuda a Rusia, y mesmo así tiene dificultad en honrar sus compromisos.
Isto tem de ser em Espanhol, por causa dos nossos Cubófilos de serviço. São todos de Cuba, Alentejo.
GostarGostar
O Colono não entendeu nada, cum caraças!…
GostarGostar
“Sou dos poucos que acreditam numa maioria absoluta em deputados para a coligação.”
.
Deve ser muito difícil, tantas foram as asneiras que fizeram nestes 4 anos perdidos.
GostarGostar
Só pecaram por não terem ido longe nas Reformas. Olhando para trás o que se vê? Pagamos impostos mais altos e a máquina pública pouco mudou. Se tivessem desmantelado a sério o monstro o Costa teria mais problemas a engordá-lo, se vencesse as eleições.
GostarGostar
No pouco que tentaram o Senhô Dotô Honorável Magistrado Jaquim do Pirete lixou quanto pôde. E muito mais deveriam ter feito, mas nem tentaram.
Não vou senão votar num mal menor, por medo do que o mal maior nos pode fazer.
GostarGostar
Eu sou mais 1 Q acredita como o Francisco e creio Q se vai aproximar dos 2/3’s
GostarGostar
Não exagere, Joseph. Ainda não há assim tantas pessoas que tenham os olhos abertos. Mas 3/4 do deputedo é que era bom. Mandava-se o Catarpácio Desconstrucional às malvas e fazia-se uma outra, mais fina, legível e com direitos negativos assegurados. Desta, com pouco azo a desinterpretações e para cumprir realmente.
GostarGostar
Quando se coloca a indefectíveis do ACosta a previsibilidade de não vencer as legislativas porque o seu discurso não pega e as promessas não convencem, ripostam com a desculpa JSócrates preso que nada beneficia o P”S”…
Mas se lhes colocarmos antes da previsível derrota a hipótese de venceram mesmo com o caso JSócrates, dizem que não afecta o ACosta… Uns castiços.
GostarGostar
Essa ainda não tinha ouvido, MJRB. Mas do PS ouve-se de tudo.
Qualquer dia até os extraterrestres serão culpados da derrota do PS.
GostarGostar
Por acaso, hoje de manhã e mais uma vez fiz esse teste a dois amigos reformados que contestavam JSócrates e o seu governo, votaram em 2011 no P”SD” e em Outubro votarão no P”S”…
FMColaço experimente e verificará que é assim
GostarGostar
MJRB,
A minha experiência por cá é contrária. Todos me dizem “mal por mal, fiquem os que lá estão”. Ainda nãovi quem, não sendo militante do PS ou seu marido, queira votar no Costa-Concordia.
Continuo a dizer: empate técnico é sinal evidente de grande distanciamento à frente da Coligação.
Por mérito exclusivo do Costa, isso concedo.
GostarGostar
A Espanha cresce mais que Portugal. Vim ao Algarve uns dias, fui a Ayamonte comprar umas coisas, enchi o depósito e ainda dei umas voltas pelas praias da costa de Lepe e Cartaya. Diferenças brutais nos preços de inúmeros produtos e muitos portugueses a consumir… em Espanha.
Agora imaginem que os nossos impostos eram muito mais baixos que os espanhóis. Como estaria o comércio de Vila Real de Santo António, Elvas, Valença e de outras cidades perto da fronteira?
GostarGostar
Via-se isso na gasolina, quando os espanhóis vinham cá encher o tanque.
GostarGostar
Mas a ala PSD do Governo não anda a vender ilusões.
A Ministra Maria Luís fala na «pedra», ou seja, no peso da divida, que limitará o crescimento nos próximos anos. E o PM disse no Parlamento há dois ou três meses que com este endividamento público e privado, e com esta carga fiscal, não cresceremos muito no médio prazo.
Que se veja a diferença em relação às fantasias demagógicas do PS.
GostarGostar
É bem verdade. É este realismo não neo-realista que os transforma em males menores.
Neste momento é pena que a Coligação não possa dar um PaF no CDS e metê-lo de vez dentro de um Táxi. Eu até já votei CDS, nos idos dos anos 90. Neste CDS nunca votaria. Socialista a fingir-se democrata-cristão. Nunca mais terá o meu voto.
GostarGostar
O cartaz do Costa diz: “Tempo de confiança”
Não deixa de ser irónico e com tons de cinismo. Um homem que chegou ao poder no PS acusado de deslealdade e traição pelo Seguro que foi vergonhosamente corrido como se fosse incompetente depois de ganhar as eleições…
A vida é dura…
Uns que se julgam espertalhões nem se olham ao espelho!
GostarGostar
Costalhão perdeu a pena.
Não há mal que lhe não venha.
Se me me pedirem muito gloseio o mote.
GostarGostar
Força! Vamos à glosa! O mote está dado!
GostarGostar
Luís, 21:36,
A comunicação social tuga, toda ela, precisa de dinheiro e de audiências. É dirigida por fulanos e fulanas vulneráveis a esquemas, interesses próprios, objectivos doutros. Simplesmente vende-se a quem lhes garantir benesses. Note, há jornalistas, poucos, que tentam ser e trabalhar adversos ao que constatam nas redações. Mas não podem e se conseguem, mais tarde ou mais cedo são afastados ou “sensibilizados” para agirem conforme…
A falta de compreensão dos tugas sobre o que aconteceu em 2011 tem culpados — precisamente os tugas que não conseguem ou não querem(!) evoluir intelectual ou socialmente, por isso são manobráveis, influenciáveis, bovinizáveis e direccionados. E os governos, quaisquer que sejam. aproveitam “o povo é sereno”.
GostarGostar
Ouvi há momentos na SICN o Santana Lopes a justificar a sua desistência. Para além de lamúrias esperadas, disse muitas verdades sobre os bastidores numas eleições, mais traições, sondagens convenientes, etc.
E a coligação que se prepare –como eu escrevi aqui há dias– para no mínimo umas sibilinas alfinetadas do PSLopes. Tal como acontecerá por parte de RRio ou de MRSousa. Rio e Marcello já sabem quem PPCoelho escolheu…
GostarGostar
O Santana Lopes, por quem ainda tenho alguma simpatia, lidera uma máquina de transferência de dinheiro de pobres e iludidos para o Estado, para os ministérios, com o pretexto da acção social. Se já pagamos uma brutalidade em impostos para sustentar o Estado Social, por que motivo ainda temos de pagar a caridade dos privados? Não lhes basta terem benefícios fiscais?
A hipocrisia inquestionável do esquema da Santa Casa de Lisboa mostra o quão adormecidos andam os portugueses. Jogo… é jogo. Mas o jogo da Santa Casa parece ser «santo». Mesmo com probabilidades desastrosas para o jogador…
Ainda por cima esta monopólio custou durante anos a fio dezenas de milhões de euros em publicidade que os clubes e as modalidades não receberam das casas de apostas internacionais e centenas de empregos que nunca foram criados por serem proibidas as casas de apostas físicas e as corridas de cavalos e galgos organizadas por privados sem a mão santa da Misericórdia…
É que a caridade dos boys da SCML… é a miséria do desporto português, dos apostadores e jogadores enquanto consumidores e de todo um sector que poderia gerar emprego e riqueza e está bloqueado…
Mas os portugueses continuam loucos com a raspadinha.. a sustentar os Ministérios e os boys da SCML.
GostarGostar
SCML: uma pescadinha com rabo na boca da qual os tugas raramente saboreiam somente o óleo que a fritou.
O desporto tuga não é nem está miserável (vidé por exemplo o atletismo, o resurgimento doutras e medalhadas modalidades). Os principais clubes de futebol, embora com passivos assustadores, impagáveis e pasme-se, no activo com acréscimo anual de dívidas, são eles e só eles os culpados pelas suas situações que influenciam a situação periclitante ou involutiva de alguns clubes mais pequenos. Mas essa é outra estória… Se a PJ e o MP actuassem livremente, duvido que certos gajos continuassem dirigentes e que a I Liga prosseguisse com os principais protagonistas.
GostarGostar
A receita dos jogos sociais de todo o país é gasta, na sua larga maioria, no concelho de Lisboa.
É um mecanismo perverso de transferência de dinheiro para a capital.
Uma injustiça que em 40 anos de democracia nunca foi contestada.
E porquê? Seja para a Direita, seja para a Esquerda, a SCML é ninho para cargos políticos, gasta milhões em publicidade, dá emprego a inúmeros boys e girls partidários, faz contratos com empresas amigas…
Um país podre.
GostarGostar
acrescente lá os outros índices do ine: o da desaceleração da produção industrial, mais um outro que também desacelerou e um terceiro, sobre o ambiente económico, que estabilizou, interrompendo o crescimento desde 2013. e vamos ter a China
GostarGostar
Desaceleração ainda significa crescimento. Com o Costa deixavam os de ter crescimento.
É a diferença.
GostarGostar
Informa-nos da data desses índices ? E quais são “mais um ou outro que também desacelerou” ?
Sobre a China está boa como o milho, esta manhã passeava-se atrevidota, provocadora.
GostarGostar
acima, para MBranco.
GostarGostar
Não imagina o que anda neste momento a passear na China em direcção à costa. Ela anda muito atrevidota, disso pode ter a certeza. Especialmente nas Sensaku/Diaomin.
GostarGostar
Está muito bom como está. Sem Império e sem ditadura isto também nunca foi grande coisa em matéria de economia e finanças. Só cresceu alguma coisa visível e com alguma sustentabilidade entre a Segunda Guerra e 1974, com uma ditadura, ou antes das Invasões francesas, depois das reformas de outro ditador, Sebastião José de Carvalho e Melo.
Com a dívida que temos às costas e sem mais reformas estruturais, já é milagre que assim estejamos.
GostarGostar
Detesto, abomino ditadores de esquerda, do centro, de direita, de cima, de baixo e dos lados. Prefiro competência, conhecimento e democracia.
GostarGostar
Veja bem a curva de crescimento do produto entre 1985 e 1991. Devíamos estar a fazer alguma coisa certa, já que os sonsos suicidas subsídios nunca representaram mais que 1% do PIB.
Será, sei lá!, a abertura dos mercados internos ao exterior e o comércio livre? Sem ASAE que nos lixasse nem IVA a 23% que nos tolhesse?
Nota, a dívida externa líquida diminuiu sensivelmente nesse período.
E os caramelos de manteiga que fiz já devem estar frios. Isso é o que realmente interessa.
GostarGostar
Luís, o Colaço tem razão, de 1986 a 1992, Portugal cresceu bastante, aproximando-se da Europa. E não foram os subsídios, que então começaram a chegar da Europa, que fizeram a diferença – ajudaram, mas foram em montante relativamente reduzido, tendo subido muito sempre durante o reinado do Guterres, para atingiram o pico no curto governo do Santana Lopes.
Mas o certo é que as oposições, com a conivência da Comunicação Social, fizeram esquecer esse feito.
GostarGostar
FMColaço, 22:50,
Obviamente desconheço qual a sua vivência, por onde anda e que experiência com quem, mas a minha constatação é precisamente esta: pessoas não militantes nem simpatizantes do P”S” que pelas razões que eu lhe coloquei, vão votar no Costa. A sede de vingança é latente — e não me refiro exclusivamente a funcionários públicos no activo ou reformados.
GostarGostar
Luís, 23:05,
Um país podre, pobre mas alegrete, carago ! E viva o futebol mais a indigência !
GostarGostar
E as histórias de deitas lágrimas dos pobres migrantes, já não imigrantes, fugidos à guerra feroz do Paquistão, do Bangladesh e da Índia.
Ninguém fala dos milhares de violações sobre brancas em Malmö. Nem das centenas de jovens brancas violadas no Reino Unido por imigrantes, aliás, por refugiados. Nem dos abrigos de imigrantes que são incendiados por estes porque querem mais dinheiro e apartamentos privados pagos pelo tolo do contribuinte. Nem das no-go zones em Bruxelas. Nem das patrulha Sharia em bairros de maioria muçulmana. Nem dos planos de contingência da Surété e do exército francês para retomar parte do território em caso de revoltas — expressão deles.
No caso dos sírios, aceitamos os que se chamarem Aziz ou Yussef e rejeitamos os Mohamed e os Suleiman, mesmo sem os ver. Problema resolvido.
GostarGostar
Porra, Vc. coloca um rol de abusos e prevenções…
Vou mas é beber uns líquidos com amigos (e amigas) antes que qualquer invasão esvazie garrafas.
GostarGostar
É a vida … como diz o comissário para os refugiados (?) Os adorados muçulmanos encontraram um modo novo para entrarem na Europa.
Aquela terra de abundância e de tantos valores de vida, como a esquerda, gosta de os catalogar fogem (?) para as terras capitalistas.
E os filhos da puta ainda proclamam aos 4 ventos que querem ocupar EL Andaluz, todo o Norte de África etc. etc. etc.
Quadrilhas de engajadores,negoceiam a vinda para cá. No meio vêm milhares de terroristas, vriminosos… para destruir a Europa.
A Rússia nem pia.
Os países esquerdistas / comunistas estão salvos destas invasões
Mas tal como o Costa defendem as políticas do atraso e da desgraça.
São uns Troca.Tintas, unsFalas – baratos
GostarGostar
Não me perece que sejam filhos da puta, mas sim filhos de puta. E porquê? Porque são acarinhados por muitos de-puta(dos) europeus.
GostarGostar
Na mouche. Pergunte-se porquê, Fernandes.
Pista: O inimigo do seu inimigo vive melhor na casa do seu inimigo do que na sua. Ora, para isso tem de considerar alguém seu inimigo e querer destruí-lo.
Porque é que o BE quer tanto os refugiados no meio de nós?
GostarGostar
Regressei de férias na Venezuela.
Alegrem-se. As notícias que trago são boas.
Nas lojas há enorme segurança porque os militares estão lá para proteger os patriotas revolucionários dos fássistas, os que queriam comer tudo e deixar o povo magrinho.
O maduro é lixado a proteger o povo venezuelano. É verdade que há menos banha, mas isso até foi bom porque anda tudo mais elegante.
O maduro vai muito mais à frente que o costa.
Garante a “felicidade para todas as pessoas”.
Melhores salários para quê?
Pois não é a felicidade que mais importa?
Eu vou voltar em Novembro porque ele vai voltar a antecipar o natal para essa altura.
Como é que o costa ainda não se lembrou disso? Pode-se confiar na nossa esquerda?
Na Venezuela o povo anda feliz, “O combate à amargura” é um sucesso.
Têm saudades do 44. Deixou saudades na Venezuela, no Brasil e na Líbia. A propósito:
já há papel higiénico, o maduro mandou montar uma fábrica para o efeito.
Fiquei surpreendido quando olhei para o papel e pareceu-me ver as suas feções.
Perguntei à menina dos quartos do hotel o que era aquilo. Ela disse que era para que as pessoas se lembrassem dele em todas as ocasiões.
O costa e o que fica entre a nódoa e a névoa, tem que começar a aprofundar a respectivas campanhas. Há muito espaço para a cara de ambos. E só contratar com a Renova.
Ao passar por um jardim degradado do centro de Caracas, ouvi o passarinho cantar, quase me vieram as lágrimas aos olhos. Desculpem-me, eu continuo um tipo muito sensível.
GostarGostar
Lembra-me uma Anedota Soviética.
No tempo do Andropov, os correios soviéticos colocaram em circulação uma série de selos com a cara do Secretário Geral. Após algumas semanas retiraram-nos por “inadequação ao uso”. Inquiridos em que consistia essa inadequação responderam:
— As pessoas cospem sempre do lado errado.
GostarGostar
A propósito deste pré eleitoralismo para tolo ir apoiando reparem nesta pérola escrita por Hitler no seu livro «Mein Kampf»:
– “A melhor maneira de controlar um povo na totalidade é, suprimindo gradualmente a sua liberdade, desgastando progressiva e discretamente os seus direitos, pela introdução de reduções imperceptíveis. Deste modo, as pessoas não se apercebem de estarem a ser-lhes retirados os direitos e liberdades, até ao ponto em que as mudanças já não podem ser revertidas”.
Que tal?
E já agora sabem que meio milhão de portugueses ganha menos de 419 euros por mês (abaixo do salário mínimo “oficial”)?
Fiquem a saber que se esta gente ganhar outra vez as eleições, vai ser seguramente o regresso das favelas a Portugal.
GostarGostar
A minha senhoria no Reino Unido é do Médio Oriente.
Foi para lá há mais de 4 décadas. O marido pertencia a uma família agnóstica que fugiu de lá, em parte, por razões de ordem religiosa.
Está preocupada com esta invasão da Europa.
Diz que as pessoas daqueles países são más. Nas famílias os homens dão valentes enxertos de porrada aos filhos e às mulheres. Nos negócios, impera a falsificação, a vigarice. A corrupção não tem paralelo com o Sul da Europa. Diz também que tratam muito mal os animais e o ambiente. E depois há a questão do fanatismo religioso.
GostarGostar
E fala ainda da hipocrisia nos costumes. Entre quatro paredes, sem homens a ver, as mulheres são iguais às Ocidentais. Quando podem, bebem, fumam, e se puderem apanhar um europeu, brincam na cama.
GostarGostar
É gente deste calibre que vão meter na Europa.
GostarGostar
É mais fácil fazer assim: se se chamarem Aziz ou Yussef, ficamos com eles. Se se chamarem Suleiman ou Mohamed mandamo-los à procedência, onde não são os perseguidos, mas os perseguidores.
GostarGostar