Ridículo… Estes LGBT cultivam mesmo a bizarria. Ser pessoas normais não lhes está na massa do sangue. Levam os outros a considerá-los esquisitos, em vez de os integrarem.
a malta ri, mas a verdade é que eles estão a ganhar a guerra cultural em curso e a impor a pedagogia da sua orientação sexual. Da tolerância passámos rapidamente para a imposição e promoção de um estilo de vida contra-natura. Daqui a duas gerações as anedotas de larilas serão coisa do passado, e as escolas estarão na linha da frente da doutrinação gay desde o infantário, com milhares e milhares de crianças com duas mães ( e sem pai ) ou com dois pais ( e sem mãe).
AHAHAHAHAHAHAHAHHA
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Ridículo… Estes LGBT cultivam mesmo a bizarria. Ser pessoas normais não lhes está na massa do sangue. Levam os outros a considerá-los esquisitos, em vez de os integrarem.
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Chiça! Não sei se chore ou ria.
Dá-se muita importância para os “disfuncionais”.
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O Direitalho 🙂 Observador com o rabinho a abanar !
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Só passei por aqui para vos dizer que estais muito carentes. Grandes fufas sois vós!
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a malta ri, mas a verdade é que eles estão a ganhar a guerra cultural em curso e a impor a pedagogia da sua orientação sexual. Da tolerância passámos rapidamente para a imposição e promoção de um estilo de vida contra-natura. Daqui a duas gerações as anedotas de larilas serão coisa do passado, e as escolas estarão na linha da frente da doutrinação gay desde o infantário, com milhares e milhares de crianças com duas mães ( e sem pai ) ou com dois pais ( e sem mãe).
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Falta de jeito.
Impõe-se um sistema de direitos e quotas – as crianças têm direito a 50% de pais e 50% de mães.
“Sorted. Next!”
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Sobre coisas aparentemente normais que não o são queiram ler a história (*) de Yi-Fen Chou.
http://www.independent.co.uk/news/world/americas/yifen-chou-white-author-uses-asian-pen-name-because-it-helps-him-get-published-more-often-10490578.html
(*) Cheguei lá graças a uma dica do Correio da Manhã.
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