Ganhar 2 votos à custa de 2000?
24 Setembro, 2015
Faz sentido prometer o fim do exame de acesso à docência? Para a plateia que ouviu o marajá da incompetência, não; a saber, todos os professores da plateia já passaram ou foram dispensados da realização do exame. Faz sentido para o burrinho que – enfim – não passa naquilo? Faria se o bronco percebesse as notícias que ouve, algo que é extremamente improvável pela incapacidade de realizar com sucesso uma prova de triagem dos hiper-energúmenos. Faz sentido para os pais que ouvem? Claro que não! Que socialista comum quereria para a educação dos seus filhos um professor aprovado pela mediocridade de um decreto? Faz sentido para totós que elaboram estratégias para o PS? Faz! E, como se tem visto, estas têm funcionado lindamente.
13 comentários
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Costa em pânico por temer o colapso patético da sua carreira já ali ao virar da esquina.
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falam sempre de etnia cigana
qual é a etnia do monhé?
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Já disse mil vezes.
É caneco, filho de caucasiana e de indiano.
Também se pode dizer, filho de branca e de monhé.
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atribui-se a rodrigo da fonseca
‘nascer entre brutos.
viver entre brutos,
morrer entre brutos’
viveu na Travessa dos Ladrões, actual rua da Estrela
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O que é preciso é acabar com os exames todos.
Preservem só os exames ao domingo, em Lisboa.
As outras cidades estão no campo, não precisam disso.
Assegurem a tecnicalidade da língua.
Como no caso do inglês.
Aperfeiçoem a língua da tecnicalidade
Reabram a Independente.
De lá saíram génios incompreendidos
Pulhíticos de primeirissima água
Com aureolas de inocência bruxuleantes.
Ponham picante na chamuça até fartar.
Acompanhem com fígado de rato anafado
Vinho feito a martelo nas tascas do Bairro Alto
Vomitem assim, de vez, todas as vergonhas
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Como seria bom que no leilão ao voto da grei – não passasse a léria fedorenta do alvissareiro…
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Síndroma Sócrates/Relvas no seu melhor!!!
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“Ó doutor Portas, não era um mero registo contabilístico quando os défices aumentaram porque tivemos de registar os submarinos que o senhor comprou? Não era um mero registo contabilístico quanto tivemos de mobilizar dinheiro para procurar estabilizar o sistema bancário depois das brincadeiras e da roubalheira dos seus amigalhaços do BPN?”
in http://observador.pt/2015/09/24/o-dia-em-que-pediram-a-costa-para-dar-menos-cheques-e-em-que-ele-deixou-de-ser-bambi/
Já não há vergonha na cara desse energúmeno!
Demagogia escandalosa do energúmeno Bosta ao perguntar se o pagamento dos submarinos ou do prejuízo do BPN que lixaram o défice dos governos PS também são exercício contabilístico, como o défice gerado pelo empréstimo do Estado ao Fundo Resolução do BES.
Submarinos e BPN tiveram que ser pagos em dinheiro, que nunca será devolvido, não são exercício contabilístico. Não fica bem a um possível PM pôr em causa as opções das forças armadas portuguesas, que fizeram dos submarinos uma prioridade.…E o BPN, já se sabe, se o contribuinte teve que o pagar foi por culpa do PS.
Foi Guterres que encomendou os submarinos (e foram logo seis!). Infelizmente, quando chegou a data de entrega, o Guterres já tinha desistido de governar e foi o Ministro da Defesa da altura (só por coincidência, Paulo Portas) que teve de pagar a conta.
Foi o Sócrates, que num Domingo nacionalizou o BPN. É por demais evidente que não sabia o que estava a fazer nem quanto iria custar aos contribuintes. Tenta o PS justificar que o banco era dos laranjas e queria estabilidade?
Houve roubalheira, sim, mas numa empresa privada, e quem a devia ter pago eram os accionistas, os gestores e em último caso, os depositantes que arriscavam lá meter o dinheiro em troca de juros muito acima do mercado.
E o energúmeno Bosta esqueceu-se de mencionar as roubalheiras dos amigos dele nos submarinos (sim, é verdade! Por isso o Paulo Portas andou a fotocopiar tudo na altura em que foi despedido pelo inefável “cenoura”), BPN, PPP´s, Freeport, TGV, Magalhães…
Não é isto alijar responsabilidades? Não é isto mentir, até que a mentira se transforme em verdade?
O que lhe encaixa bem é o negócio dos cabritos…
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“Uma parte dos mais de 20 milhões de euros que o Ministério Público (MP) atribui a José Sócrates, e que estão formalmente depositados em nome do empresário Carlos Santos Silva, teve origem numa offshore de Hélder Bataglia, presidente da Escom, uma das sociedades do Grupo Espírito Santo (GES), que assessorou o negócio de compra dos submarinos.”
“Segundo os registos bancários já reunidos na Operação Marquês, uma offshore de Bataglia efectuou, em 2006, uma transferência de 6,5 milhões para uma offshore de José Paulo Bernardo Pinto Sousa – um primo de Sócrates que vive em Angola, já antes conhecido por outros casos judiciais e que agora também é uma figura-chave nesta investigação. É que José Paulo transferiu depois grande parte dessa quantia – um total de 5,5 milhões de euros – para uma das contas na Suíça tituladas por Carlos Santos Silva, onde, segundo o MP, o ex-primeiro-ministro acumulou a sua fortuna, que se suspeita ter origem em ‘luvas’.”
http://www.sol.pt/noticia/386490/milh%C3%B5es-de-s%C3%B3crates-passaram-por-homem-do-grupo-esp%C3%ADrito-santo#close
No tempo de Socrates PM, num debate quinzenal, a Fera vociferava para Portas -insinuando as luvas que Portas teria recebido – “Foi o Senhor deputado que comprou os submarinos, mas fui eu que arranjei dinheiro para os pagar”.
Não sei se Portas ou o CDS receberam. Sei que essa investigação foi arquivada.
Mas pelos vistos, as luvas dos submarinos são dadas como indícios no processo Marquês.
Há ironias do camandro !
E o coitado do Costa, que não quer falar de Sócrates na Campanha, vem por o rabinho mesmo ao jeito a mexer nos submarinos.
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Ó Procópio, de que universidade saiu o Relvas? Afinal, são todos muito espertíssimos uns e outros.
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Maria de Lurdes e Crato são considerados os piores ministros da história da educação pelos professores e respetivos sindicatos.
Não admira.
Foram os que verdadeiramente tentaram mudar alguma coisa, após Veiga Simão.
Mas, nisto dos exames, Crato confunde um pouco os alvos a avaliar.
No ensino obrigatório, que agora vai até ao 12º, os verdadeiros alvos dos exames nacionais realizados pelos alunos não deveriam ser os mesmos alunos mas sim os respetivos professores.
Ou seja, os professores que fizessem progredir os alunos deveria ser avaliados positivamente e devidamente compensados, ao passo que aqueles que fizessem estagnar ou regredir os alunos seriam avaliados negativamente e penalizados.
E este seria o verdadeiro exame aos professores.
Passaríamos da teoria à prática e com uma paulada matar-se-iam dois coelhos (salvo seja!…).
E não me venham com a falácia de que há alunos de bairros pobres e marginais e há alunos privilegiados socialmente e que tal impossibilita…
Mentira!
Após os primeiros exames nacionais do 1º ciclo, os alunos têm um histórico individual.
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É muito curioso que hoje no ginásio na conversa de treta do costume que oscila entre gajas, futebol e baixa politica, um dos mais intervenientes disse exactamente isso, apenas dando os números mais perto da realidade.
No fim concluímos que o Costa é burro.
E fomos para as passadeiras e demais máquinas.
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O Costa já nem precisa de galambices e porfitices para perder as eleições; ele próprio trata do assunto!!
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