em 2011 houve uns que se coligaram… após…
um porque precisava de evitar a morte política e de evitar problemas judiciais…
o outro porque tinha menos votos que a soma da esquerda…
e já se sabe que o das feiras se “agarrava” a qualquer bóia…
Em 2011, o outro que tinha menos votos que a soma (dos votos) da esquerda foi o que teve mais votos por partido, ou seja, ganhou as eleições e formou governo mas, para poder governar sem a interferência negativa, nociva e irresponsável da esquerda (que não governa nem deixa governar), coligou-se com o partido com que tinha mais afinidade política para poder ter maioria e poder governar durante uma legislatura completa, coisa impossível de se fazer durante a I República e difícil nesta III República.
Em 2015, a coligação, que governou o País impedindo o colapso, voltou a ter menos votos que a soma (dos votos) da esquerda mas foi o que teve mais votos por partido, ou seja, ganhou as eleições e deve formar governo. Não deve formar governo o conjunto de partidos que perderam as eleições!
Percebeu a diferença? Pode achar que são situações iguais mas é que nem sequer são semelhantes!
Este tipo e a tal relação azeda com o 44 cada vez cheiram mais a queimado. Pergunto-me como foi possível construir aquela imagem sem que [quase] ninguém desse conta. Brevemente veremos como o país vai azedar para níveis a que não estamos habituados.
Este Costa demonstra dia após dia que não pouco mais é que um comentador do nível do Pacheco.
Fala, fala, mas não produz qualquer ideia que sobreviva o programa de televisão.
Hoje teve um encontro muito produtivo com os Verdes quando o partido ecologista que mais teve votos foi o Pan. Não acha que aí terá mais interesse em recolher ideias?
Estou à espera que ele se reúna com os abstencionistas para discutirem programas de governo.
Acho que ninguém votante contava com tamanho desnorte da parte de um candidato de um partido com tanta responsabilidade governativa.
A ronda dos tristes pelos partidos torna-se penosa de ver para todos aqueles que não estão à espera de um tacho.
O Costa vai acabar na retrete da História e podia perfeitamente evitá-lo.
Será que o dossier grego não existiu para o PS?
Convidem o Tsipras para vir cá dar uma palestra.
Talvez aprendam.
por acaso até disse. foi na quadratura do círculo. comentava que o sistema partidário tinha um pé são – o direito – e um pé coxo, o esquerdo e que isso não era bom.
parece que também há lisboa, não é?
agora se me perguntar se liga juntar o ps ao pcp e ao be, aí tenho muitas dúvidas dada a disparidade de posições.
e quanto ao democrático, prec e coisa que tal lembro apenas duas coisas:
– a URSS acabou há muito, os comunistas nem falam em marxismo, muito menos em marxismo-leninismo (não leio os papéis da congregação),
– o cds é sociológica e até ideologicamente o herdeiro do Estado Novo de Salazar. E no entanto, desde 1978, pela mão de mário soares. tornou-se respeitável. foi o único que votou contra a constituição. depois também evoluiu. tornou-se numa espécie de partido ladrão. vai para o poder para roubar e sai sempre de lá de mãos cheias. dada a ligação umbilical ao estado novo dá para pensar o que não deve ter sido naquele tempo a ladroeira. mesmo que salazar fosse probo.
Por exemplo, no Luxemburgo, há um caso que até poderia ser decalcado da situação portuguesa. O Partido Democrata do actual primeiro-ministro, Xavier Bettel, ficou em terceiro lugar nas últimas legislativas.
Os resultados oficiais deram mais uma vitória ao Partido Popular Social Cristão, que obteve 33,7% dos votos e 23 deputados. Apesar disto, o Partido Socialista dos Trabalhadores do Luxemburgo (20,3%), o Partido Democrata (18,3%) e Os Verdes (10,1), entenderam-se e conseguiram uma maioria para formar Governo.
Já na Bélgica, o primeiro-ministro Charles Michel é do partido MR, que teve 9,64% dos votos, e foi o quinto mais votado nas legislativas. O N-VA ganhou com 20,36% dos votos, seguido do PS (11.67%), CD&V (10.85%), Open VLD (9.78%) e só depois o MR.
Por sua vez, na Dinamarca há muitos anos que não há governos maioritários de um só partido e o primeiro-ministro Lars Løkke Rasmussen é do terceiro partido mais votado. O Partido Liberal teve apenas 19,5% e 34 deputados em 179, numas eleições vencidas pelo Partido Social-Democrata, com 26,3% e 47 deputados.
Na Noruega governa Erna Solberg, do Partido Conservador, depois de uma vitória nas eleições do Partido Trabalhista (liderado por Jens Stoltenberg). Os conservadores tiveram nesse acto eleitoral 26,8%, contra 30,8% dos trabalhistas.
Na Letónia, Laimdota Straujuma é a primeira-ministra. Governam três partidos e nenhum ficou em primeiro nas eleições.
eu não sou dos que pensa que o Estado Novo era fascista. Tinha traços disso mas não era isso. Freitas até foi delfim de Marcelo e o pai da isabelinha ministro do ultramar. É vê-los e ouvi-los; “nesse tempo sim, era a valer”. Estão para o antigo regime como os comunistas estão para o PREC, “uma época de libertação”.
Se nunca tive nada a ver com comunistas era o que mais faltava ter que aturar as viúvas e os netos do salazarismo. Compreendo-os; comeram, beberam, soube-lhes bem, barriga satisfeita, queriam mais.
E mesmo quanto a chefias, mesmo com os ziguezagues de Freitas, que diferença há entre os que lá estiveram e o que comprou a botica do padre sousa martins ou lá como se chama. Nos tempos do botas já teria sido levado pela ramona a altas horas da noite para ser julgado pelo crime de vadiagem – era assim o código penal.
manuel branco,
O meu “fascista” era ironico !…
Eu também não penso que o “Estado Novo” fosse “fascista”.
Como não penso que Freitas do Amaral, o Adriano Moreira, o Veiga Simão (que o anonimo recorda aqui em cima), ou outros personagens ligados ao regime anterior o fossem.
Como não penso que o PS, que recolhe a preferencia destes e de tantos outros ilustres conhecidos e desconhecidos que foram protagonistas ou apoiaram o regime anterior, seja, nem mais nem menos que o CDS, “sociológica e até ideologicamente o herdeiro do Estado Novo de Salazar”.
Do AC/DC tudo se espera — ambiguidade, traição, contradiçao, bas-fond, sociabilidade camaleónica…
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Não vai ter próxima.
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Marcello pode começar a escolher mais gravatas e sapatos, tirar medidas a fatos para vestir como PRepública. Está eleito.
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Buuuuuuuh, que medo!
Ahahahahahahahahah!
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em 2011 houve uns que se coligaram… após…
um porque precisava de evitar a morte política e de evitar problemas judiciais…
o outro porque tinha menos votos que a soma da esquerda…
e já se sabe que o das feiras se “agarrava” a qualquer bóia…
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Olha o Insider
https://miquels007.files.wordpress.com/2012/02/burro-bmw-petra-medio-oriente-g.jpg?w=365&h=487
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Em 2011, o outro que tinha menos votos que a soma (dos votos) da esquerda foi o que teve mais votos por partido, ou seja, ganhou as eleições e formou governo mas, para poder governar sem a interferência negativa, nociva e irresponsável da esquerda (que não governa nem deixa governar), coligou-se com o partido com que tinha mais afinidade política para poder ter maioria e poder governar durante uma legislatura completa, coisa impossível de se fazer durante a I República e difícil nesta III República.
Em 2015, a coligação, que governou o País impedindo o colapso, voltou a ter menos votos que a soma (dos votos) da esquerda mas foi o que teve mais votos por partido, ou seja, ganhou as eleições e deve formar governo. Não deve formar governo o conjunto de partidos que perderam as eleições!
Percebeu a diferença? Pode achar que são situações iguais mas é que nem sequer são semelhantes!
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PAAAF 😛

Coitado do PS
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Nos EEUU, o Burro é a esquerda e o Elefante é a Direita.
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Olhem o nivel, é uma mulher que escreve, um cavalheiro deve respeitar isso, sem reservas.
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E onde fica a igualdade de género?
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Este tipo e a tal relação azeda com o 44 cada vez cheiram mais a queimado. Pergunto-me como foi possível construir aquela imagem sem que [quase] ninguém desse conta. Brevemente veremos como o país vai azedar para níveis a que não estamos habituados.
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Este Costa demonstra dia após dia que não pouco mais é que um comentador do nível do Pacheco.
Fala, fala, mas não produz qualquer ideia que sobreviva o programa de televisão.
Hoje teve um encontro muito produtivo com os Verdes quando o partido ecologista que mais teve votos foi o Pan. Não acha que aí terá mais interesse em recolher ideias?
Estou à espera que ele se reúna com os abstencionistas para discutirem programas de governo.
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Acho que lá para terça-feira o Costa falará com o PAN…
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Acho que ninguém votante contava com tamanho desnorte da parte de um candidato de um partido com tanta responsabilidade governativa.
A ronda dos tristes pelos partidos torna-se penosa de ver para todos aqueles que não estão à espera de um tacho.
O Costa vai acabar na retrete da História e podia perfeitamente evitá-lo.
Será que o dossier grego não existiu para o PS?
Convidem o Tsipras para vir cá dar uma palestra.
Talvez aprendam.
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Costa disse: “Reunião foi um vazio total”.
Claro, ele é um acéfalo!
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Julgou que entrava derrotado e saía ministro 🙂
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No Largo das Ratas entra vivo e sai morto!
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Detesto sondagens !

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Será uma colonoscopia? Não, é um electroencefalograma ao Costa!
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Nos EEUU, a Direita por vezes também se perde com este tipo de curiosidade.
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O Parodiante está pondo vocês todos lélés da cuca! Força Costa! Enraba estes neo-estalinistas com emblemas «liberais» 🙂
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“está pondo vocês”
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por acaso até disse. foi na quadratura do círculo. comentava que o sistema partidário tinha um pé são – o direito – e um pé coxo, o esquerdo e que isso não era bom.
parece que também há lisboa, não é?
agora se me perguntar se liga juntar o ps ao pcp e ao be, aí tenho muitas dúvidas dada a disparidade de posições.
e quanto ao democrático, prec e coisa que tal lembro apenas duas coisas:
– a URSS acabou há muito, os comunistas nem falam em marxismo, muito menos em marxismo-leninismo (não leio os papéis da congregação),
– o cds é sociológica e até ideologicamente o herdeiro do Estado Novo de Salazar. E no entanto, desde 1978, pela mão de mário soares. tornou-se respeitável. foi o único que votou contra a constituição. depois também evoluiu. tornou-se numa espécie de partido ladrão. vai para o poder para roubar e sai sempre de lá de mãos cheias. dada a ligação umbilical ao estado novo dá para pensar o que não deve ter sido naquele tempo a ladroeira. mesmo que salazar fosse probo.
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“o cds é sociológica e até ideologicamente o herdeiro do Estado Novo de Salazar”
Deve estar a pensar no “fascista” Freitas do Amaral, não ?
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ou em Veiga Simão
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Por exemplo, no Luxemburgo, há um caso que até poderia ser decalcado da situação portuguesa. O Partido Democrata do actual primeiro-ministro, Xavier Bettel, ficou em terceiro lugar nas últimas legislativas.
Os resultados oficiais deram mais uma vitória ao Partido Popular Social Cristão, que obteve 33,7% dos votos e 23 deputados. Apesar disto, o Partido Socialista dos Trabalhadores do Luxemburgo (20,3%), o Partido Democrata (18,3%) e Os Verdes (10,1), entenderam-se e conseguiram uma maioria para formar Governo.
Já na Bélgica, o primeiro-ministro Charles Michel é do partido MR, que teve 9,64% dos votos, e foi o quinto mais votado nas legislativas. O N-VA ganhou com 20,36% dos votos, seguido do PS (11.67%), CD&V (10.85%), Open VLD (9.78%) e só depois o MR.
Por sua vez, na Dinamarca há muitos anos que não há governos maioritários de um só partido e o primeiro-ministro Lars Løkke Rasmussen é do terceiro partido mais votado. O Partido Liberal teve apenas 19,5% e 34 deputados em 179, numas eleições vencidas pelo Partido Social-Democrata, com 26,3% e 47 deputados.
Na Noruega governa Erna Solberg, do Partido Conservador, depois de uma vitória nas eleições do Partido Trabalhista (liderado por Jens Stoltenberg). Os conservadores tiveram nesse acto eleitoral 26,8%, contra 30,8% dos trabalhistas.
Na Letónia, Laimdota Straujuma é a primeira-ministra. Governam três partidos e nenhum ficou em primeiro nas eleições.
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E se comparássemos o salário mínimo nacional no Luxemburgo, Bélgica, Dinamarca e Noruega?
AH, pois é, isso agora não interessa nada!
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Só não percebo porque o Prof. Jorge Miranda ainda não foi consultado sobre a matéria.
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fernando s
eu não sou dos que pensa que o Estado Novo era fascista. Tinha traços disso mas não era isso. Freitas até foi delfim de Marcelo e o pai da isabelinha ministro do ultramar. É vê-los e ouvi-los; “nesse tempo sim, era a valer”. Estão para o antigo regime como os comunistas estão para o PREC, “uma época de libertação”.
Se nunca tive nada a ver com comunistas era o que mais faltava ter que aturar as viúvas e os netos do salazarismo. Compreendo-os; comeram, beberam, soube-lhes bem, barriga satisfeita, queriam mais.
E mesmo quanto a chefias, mesmo com os ziguezagues de Freitas, que diferença há entre os que lá estiveram e o que comprou a botica do padre sousa martins ou lá como se chama. Nos tempos do botas já teria sido levado pela ramona a altas horas da noite para ser julgado pelo crime de vadiagem – era assim o código penal.
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manuel branco,
O meu “fascista” era ironico !…
Eu também não penso que o “Estado Novo” fosse “fascista”.
Como não penso que Freitas do Amaral, o Adriano Moreira, o Veiga Simão (que o anonimo recorda aqui em cima), ou outros personagens ligados ao regime anterior o fossem.
Como não penso que o PS, que recolhe a preferencia destes e de tantos outros ilustres conhecidos e desconhecidos que foram protagonistas ou apoiaram o regime anterior, seja, nem mais nem menos que o CDS, “sociológica e até ideologicamente o herdeiro do Estado Novo de Salazar”.
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