Estratégia de Costa
13 Outubro, 2015
António Costa não tem como objectivo formar governo com PCP e BE. Aliás, estes partidos já deram a entender que isso não vai acontecer. BE e PCP estão dispostos a derrubar o governo da PáF e a viabilizar um do PS. A partir daí, Costa está no poder e muda de estratégia. Vai procurar dividir e chantagear a PáF exigindo a aprovação do orçamento.
19 comentários
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E a comunicação social vai legitimar a estrategia…
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O doutor Costa quer ser Ministro.
O doutor Costa não pode ser nem porteiro de ministério.
O doutor Costa é um ativo tóxico de Portugal que o PS tem de resolver.
O doutor Costa é perigoso.
Se o PS não resolver o Costa, o costa resolve o PS.
O resto são fantasias e floridos em que o país está a ser mergulhado porque convém ao doutor Costa.
O país está a rodar à volta do doutor Costa, que é o que ele quer.
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Está na hora da PaF ter esféricos.
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Nem mais
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“BE e PCP estão dispostos a derrubar o governo da PáF e a viabilizar um do PS” SE O PR ALGUMA VEZ CONVIDASSE O PS A FAZER GOVERNO SOZINHO… esta parte da fraze ficou no tinteiro, porque será? Deve ter faltado a tinta…
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O numero daqueles que confundem, o resultado das eleições legislativas, com o resultado do festival da canção, ou com a tabela classificativa do campeonato nacional.
Revelam o défice democrático e a falta de conhecimento politico, de um grande numero de cidadãos.
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Este romance faz-me lembrar a discussão sobre se a Taça Teresa Herrera contava ou não como “Título” para desempatar os egos.
A diferença é que aquela outra discussão não teve qualquer consequencia na bolsa, nos ratings e nas taxas de juro, nem sequer no valor das acções do clube mais directamente interessado.
O PS até é capaz de fazer passar um governo por um ano. Mas já perdeu as próximas eleições. Metade do eleitorado socialista não vai querer qualquer aliança com os comunistas.
O Costa está a a formar um governo com o David Luis a defesa esquerdo.
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A solução para o embróglio é simples.
Basta o PSD convencer 8 deputados do PS ser consequentes com o que andam a dizer, e não viabilizarem um governo PS+BE+PCP.
É no mínimo tão legítimo quanto os jogos de bastidores do Costa.
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“Costa e o ps transformaram-se no desastre.
Costa destruiu o pouco capital político que tinha.
Costa ficou sem bússola ideológica e programática.
Costa perdeu a intuição
Costa tornou-se irreconhecível.
Já não comanda. Divide.
É uma ameaça.
Tem um descarado apetite pelo poder.
Costa quer fintar o resultado eleitoral.
O país vai mergulhar no caos pela mão traiçoeira de Costa.
Ele é um homem completamente desesperado.
Costa não tem nada mas mesmo nada a perder.
Costa não tem carácter.
Não é um homem de palavra.
Não olha a meios para atingir os fins.
Costa não é de confiança.
Costa quer ser 1º ministro para se manter como secretário -geral do seu partido depois de ter perdido as eleições…”
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Afinal costa é que devia estar com pulseira eletrotónica … ele é muitíssimo mais perigoso do que Sócrates!
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Não consegue por uma razão muito simples: é impossível ceder às exigências do PCP ou do BE sem mais um brutal aumento de impostos. A verdadeira dúvida que se põe agora é perceber como estarão as finanças e a economia de Portugal quando o governo do PS cair de podre. Um outro problema que se vai colocar é como estaremos de coesão nacional nessa altura; é que pelo caminho cada um de nós vai transformar-se num radical incapaz e sem vontade de procurar compromissos com quem nos desagrada…
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Estratégia “underground” (aka “sótão”):
«PS, Bloco e PCP reúnem-se ‘secretamente’ hoje e amanhã»
(notícias ao minuto)
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Costa não pode chantagear a direita, já que o apoio do PC/BE tem de contar com a necessidade de aprovar o orçamento. A maioria absoluta de esquerda que os aprove.
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Ontem tive uma epifania ou tipo “caiu-me a ficha”: se a coligação PSD+CDS ganhou as eleições sem maioria absoluta, o líder dessa coligação, Passos Coelho, é que devia andar a “cirandar” pelos outros partidos a procurar apoios e não o Costinha!
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Retrato de um candidato a doido varrido:
«Em entrevista à Reuters, António Costa vai mais longe do que já tinha ido até agora em relação às suas intenções. Argumenta que um Governo socialista tem mais hipóteses de durar quatro anos do que um Executivo PSD/CDS-PP.»
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É capaz de ter razão. Veja-se o syriza, já ganhou 2 vezes seguidas…
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Seja qual for a decisão do António Costa há algo que ele tem que ter em conta: os exemplos de verdade entre a esquerda e a direita.
Na direita que exemplo temos?
O Diogo Feio.
Exemplo verdadeiro – o homem é mesmo feio!
À esquerda?
O Honório Novo.
Exemplo Falso – o homem já não é tão novo quanto desejava ser!
São estes os exemplos que têm que guiar a decisão sobre quem deve apoiar ou coligar: uma direita feia na sua essência e uma esquerda velha!
Tudo o resto são eufemismos!
Não vai ser fácil a decisão… mas entre o velho e o feio…!
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António não ironize, olhe que os boys e a nomenclatura da maioria entra de diarreia, devem ser aí uns 5000 lugares para despejar e entrar os socialistas, comunistas e bloquistas. Ainda bem que este governo não extinguiu as fundações, observatórios, institutos e outras manjedouras, a esquerda vai tirar a barriga de misérias. Triste sorte a nossa, vamos continuar a pagar.
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O Parodiante é um estratega genial. Pôs a «direita» a rezar o terço 🙂 Costa é que manda!!!!
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