Ou desmancha ou tem que casar

Nem tudo tem que acabar mal. Pronto, houve sexo desprotegido pré-nupcial entre socialistas e comunistas, temos que aceitar: a excitação era tanta que o doutor Costa já estava pronto para derrubar muros em Berlim, declaração que pretendia mostrar ao mundo a figura masculina da relação. Agora, com a criança a caminho, temos duas opções: ou o criamos como se o amassemos, incutindo-lhe o sentimento de culpa por ter destruído a nossa hipótese de sermos felizes, ou o desmanchamos, originando em nós o sentimento de culpa desfolhado de quem faz um filho fá-lo por gosto.
Resta ao Presidente das uniões civis, o professor Cavaco, se quiser mesmo tentar trazer a criança ao mundo evitando o aborto, exigir um acordo pré-nupcial que garanta que o petiz é governado por todos os progenitores, não um acordo que permita que o menino fique com o pai terasexual à primeira oportunidade. De outra forma, já se está a ver a história: o derrubador de muros arranja outra parede para pichar num ápice, deixando as donzelas comunistas maculadas e sós a carpir um pirralho que nem o pai queria nem da sua guarda pode abdicar.

ontem na tv apareceu um xuxa a falar
esqueceram-se legendas
dizem que distribuia subsidios nos açores (obrigar a imediata independência)
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A sida não perdoou.
Dizem que o virus não conagia pela boca.
Pois, mas foi um xoxo profundo.
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Alguém acredita que Jerónimo iria dispensar o Arménio da rua e das empresas? Costa até pode carregar como troféu um saco de cimento empedernido do camarada Jorge das obras
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Se os seguranças do Avante vissem estes dois…
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Na mouche.
Muito a propósito…
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Ou seja, no mais excelso sentido do termo, e mais não digo: houve fornicação assumida/não assumida. Mas quem se phode é o cidadão…e o resto é conversa.
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Bom post sobre a vigente concubinagem partidária
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Estes dois são bispos no gay pride de Roma, mais conhecido como sínodo sobre a família?
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Não vai haver casamento nenhum.
Enquanto se tratou de namoro, mais apalpão menos apalpão, mão na coisa e coisa na mão tudo bem.
O problema foi quando se começou a falar nos papéis.
Um dos noivos queria fazer apenas promessas e não assinava nada.
O outro ainda não sabe o que fazer, até porque para tudo ser perfeito tinha que haver outro, e esse outro era mulher.
Só resulta nos filmes franceses.
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Menáge à trois governativo. Inovação e futuro. Vós sois passado.
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