O país não está, de facto, em condições de suportar qualquer deriva eleitoralista.
Jorge Sampaio, Julho de 2004, tomada de posse de Santana Loes
Nos limites constitucionais da separação e interdependência entre os órgãos de soberania, pode Vossa Excelência,(…) contar com toda a colaboração do Presidente da República. Esta cooperação não pode, todavia, assentar numa distorção ou num apagamento das concepções e visões estratégicas próprias do Presidente da República e do Governo. Só por esta via se respeitará a vontade do eleitorado que sufragou livremente, em momentos distintos, o distinto entendimento que cada um destes órgãos tem sobre a melhor forma de servir o interesse nacional.
(…)
O país não está, de facto, em condições de suportar qualquer deriva eleitoralista.
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não poderá haver agora hesitações ou ambiguidades na defesa do caminho europeu que, num extenso e quase consensual entendimento político, temos percorrido, e que os vários Governos têm sabido proteger.

Outros tempos…
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Este presidente envolveu a CML num processo de milhões de euros, ao teimosamente não autorizar o que já estava autorizado, ou seja as duas torres do Colombo.
Dizia que iam ficar muito feias, ele gostava de uma Lisboa campestre.
Claro que a Sonae que tinha tudo em ordem ganhou em tribunal e o resto foi o que se viu e pagou.
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Eles não se lembram … é memória de peixe: peixe morto!
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Não era deste senhor o duplo registo de chamadas telefónicas dirigidas ao gabinete do Desembargador da Relaçao dd Lisboa que libertou aquele protagonista da telenovela que envolveu o Granda Cagão para o Segredo de Justiça ?
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