Camarada Helena, essa máquina é a máquina dos trabalhadores contra o grande capital.
De que lado está afinal? Das forças conservadoras? Ou do povo que luta na rua por melhores condições de vida contra o grande capital, de que esse fassista está ao serviço?
Camarada Helena, se não se rectificar nós ainda a mandaremos para um campo de reeducação, onde aprenderá o básico dos básciso e os príncipios da revolução operária.
O Álvaro Santos Pereira continua com o seu discurso simples, desempoeirado e lúcido que não pode ser levado em consideração. O óbvio é inimigo do desenvolvimento. Isto só lá vai com abordagens que o pobre eleitorado não entende, pá!
A primeira cria que o casamento deu foi o recuo das concessões dos transportes públicos do Porto e de Lisboa. É muito difícil perceber que a primeira coisa que Costa deu aos radicais foi a manutenção de uma força de bloqueio ilegítima que é usada indevidamente à 40 anos com custos dantescos para este país? Costa está tão ancorado em 75 como o PC mas por motivos diferentes, os do PC continuam a ser idealistas os de Costa continuam a ser de clientela.
Estar a analisar o problema do serviço público de transportes, por aquilo que o PC quer, é o mesmo que debater a importância das transfusões sanguíneas pelo interesse dos fabricantes de seringas. Estou-me nas tintas para os interesses do PC. O que quero é um serviço público de transportes de qualidade que sei não dar lucro em parte alguma, mas que, se for bem organizado, permite evitar muita despesa noutras áreas. Ora, temos um serviço público de transportes de qualidade? Não! As alternativas privadas têm oferecido qualidade? Não! Então, mude-se a agulha do debate. Não ponho em causa a competência do economista Álvaro Santos Pereira, mas, como comunicador, sempre mostrou ser um desastre.
Sr Almeida isso está tudo muito bem, mas explique-me lá de maneira que o meu neto com três anos perceba, porque é que eu, humilde alentejano residente na “Mui Nobre e Sempre Leal Cidade de Évora”, hei-de ser chamado a pagar com o dinheiro dos meus impostos os mega prejuízos que os transportes públicos que o transportam a si e a quem vive em nas regiões de Lisboa e do Porto produzem todos os anos.
Eu não tenho nada contra que o sr Almeida almeje para si e para os que habitam perto de si “um serviço público de transportes de qualidade”, mesmo que dêm prejuizo, mas se não se importa, pague-o o sr Almeida e quem usufrui desses transportes. Não me venham é pedir a mim que não os uso que os pague.
Seria óptimo se cada um de nós apenas pagasse o que o Alexandre Carvalho Silveira diz. O problema é que paga muito mais, desde a necessidade de resolver particularmente os péssimos transportes que temos através da inevitável compra e manutenção de transporte individual, até todos os problemas resultantes do gritante desordenamento do nosso território: a imparável construção de parques de estacionamento que nunca chegam, as horas gastas em deslocações, etc.
Camarada Helena, essa máquina é a máquina dos trabalhadores contra o grande capital.
De que lado está afinal? Das forças conservadoras? Ou do povo que luta na rua por melhores condições de vida contra o grande capital, de que esse fassista está ao serviço?
Camarada Helena, se não se rectificar nós ainda a mandaremos para um campo de reeducação, onde aprenderá o básico dos básciso e os príncipios da revolução operária.
Quem a avisa, amigo é. Tenho dito. ehhehehh
http://tinyurl.com/pavbpns
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Não consigo perceber se Vexa é comuna, xuxa, enfim, um equerdalho. com esses comentários ou se está a usar ironia.
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José Ribeiro, está a usar ironia.
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Obrigado pelo esclarecimento. Fico mais descansado!
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Pelo estilo é o anti-comuna
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Não é estilo. É a minha nova via revolucionária. 😉
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Olha olha!
Já desconfiava de que era o anti…
Boa malha, pá!
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Agora mesmo na TSF:
“O Estado não pode empregar toda a gente”
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Quem disse esse slogan austeritáiro e fassista? Era de o meter no Campo Pequeno.
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O Álvaro Santos Pereira continua com o seu discurso simples, desempoeirado e lúcido que não pode ser levado em consideração. O óbvio é inimigo do desenvolvimento. Isto só lá vai com abordagens que o pobre eleitorado não entende, pá!
A primeira cria que o casamento deu foi o recuo das concessões dos transportes públicos do Porto e de Lisboa. É muito difícil perceber que a primeira coisa que Costa deu aos radicais foi a manutenção de uma força de bloqueio ilegítima que é usada indevidamente à 40 anos com custos dantescos para este país? Costa está tão ancorado em 75 como o PC mas por motivos diferentes, os do PC continuam a ser idealistas os de Costa continuam a ser de clientela.
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até é o pcp que está por trás de mais uma longa greve da lufthansa…
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Areia para os olhos. Vc. não está na Escandinávia? Qual o seu problema com a companhia alemã? Areia para os olhos?
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Parafraseando os “revolucionários”….ora amigo porque é que dá exemplos dos outros países o que importa é o nosso.
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Estar a analisar o problema do serviço público de transportes, por aquilo que o PC quer, é o mesmo que debater a importância das transfusões sanguíneas pelo interesse dos fabricantes de seringas. Estou-me nas tintas para os interesses do PC. O que quero é um serviço público de transportes de qualidade que sei não dar lucro em parte alguma, mas que, se for bem organizado, permite evitar muita despesa noutras áreas. Ora, temos um serviço público de transportes de qualidade? Não! As alternativas privadas têm oferecido qualidade? Não! Então, mude-se a agulha do debate. Não ponho em causa a competência do economista Álvaro Santos Pereira, mas, como comunicador, sempre mostrou ser um desastre.
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Sr Almeida isso está tudo muito bem, mas explique-me lá de maneira que o meu neto com três anos perceba, porque é que eu, humilde alentejano residente na “Mui Nobre e Sempre Leal Cidade de Évora”, hei-de ser chamado a pagar com o dinheiro dos meus impostos os mega prejuízos que os transportes públicos que o transportam a si e a quem vive em nas regiões de Lisboa e do Porto produzem todos os anos.
Eu não tenho nada contra que o sr Almeida almeje para si e para os que habitam perto de si “um serviço público de transportes de qualidade”, mesmo que dêm prejuizo, mas se não se importa, pague-o o sr Almeida e quem usufrui desses transportes. Não me venham é pedir a mim que não os uso que os pague.
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Seria óptimo se cada um de nós apenas pagasse o que o Alexandre Carvalho Silveira diz. O problema é que paga muito mais, desde a necessidade de resolver particularmente os péssimos transportes que temos através da inevitável compra e manutenção de transporte individual, até todos os problemas resultantes do gritante desordenamento do nosso território: a imparável construção de parques de estacionamento que nunca chegam, as horas gastas em deslocações, etc.
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