Até do Capitalismo, da Espanha, da Oposição, de que se queixa o camarada
Mad uro, lá na Venezuela . . .
E para nós, ainda para mais, temos a pavorosa, socialmente insensível, rancorosa
Merkel, a Nazi..
Até do Capitalismo, da Espanha, da Oposição, de que se queixa o camarada
Maduro, lá na Venezuela . . .
E para nós, ainda para mais, temos a pavorosa, socialmente insensível, rancorosa
Merkel, a Nazi..
Excelente artigo. Relevo o ponto da cooperação com a França na luta contra o EI, será o primeiro caso em vou ver o PàF a votar com o PS e o BE, PCP e Verdes a votar contra. Lá mais para a frente repete-se a cena com outros temas, tal como a nova democracia apoiava o Tsipras. A Grécia é muito parecida connosco como escrevia o Eça no século 19.
No caso do pedido da França, como em tudo o que seja iniciativa dos golpistas, a PaF deve simplesmente abster-se ou votar contra. Quem está no governo que governe com a maioria que o suporta.
Por tudo aquilo que tem feito o PS de Antonio Costa mereceria sem duvida que o PàF não lhe desse a mão sempre que o PCP e o BE não viabilizarem medidas que são do interesse nacional e que o PàF tenderia a aprovar noutras circunstancias.
Mas eu penso que o PàF deve votar a favor destas medidas.
Primeiro porque o interesse nacional, mesmo imediato, deve passar à frente do interesse partidario, mesmo estratégico.
Segundo porque o interesse nacional e o interesse do PàF bem compreendido são coïncidentes no sentido de que o PàF venha a ter uma confortavel maioria absoluta nas proximas eleições.
Acontece que o eleitorado mais centrista, indispensavel para a obtenção dessa maioria, é sensivel ao sentido de responsabilidade de quem, mesmo estando na oposição nas circunstancias que são conhecidas, viabilize medidas que são do interesse do pais.
De qualquer modo, quanto mais vezes ocorrerem estas situações de ruptura da “maioria de governo” mais claramente vai aparecer aos olhos da opinião a inconsistencia dessa “maioria” e a ilegitimidade politica do actual governo.
Para mais, a repetição destas situações mostraria a fragilidade da actual “solução” governativa e pressionaria o Presidente da Republica então em funções a convocar eleições antecipadas tão rapidamente quanto possivel.
A melhor vingança ainda é aquela que se serve fria !
Concordo com a tua análise, isso só prova que a estratégia da dupla Passos&Portas não tem qualquer consistência. É do interesse nacional que PSD e PP renovem as lideranças por gente não comprometida com o programa de ajustamento. Penso sinceramente que após a condecoração que Passos vai receber do PR, faça o que se impõe para salvaguarda do partido e do país, o irrevogável sairá igualmente de cena. São possíveis grandes vitórias ao centro-direita, tal como o presidente Cavaco conseguiu, nada menos que 4 (quatro) maiorias absolutas. Existem sinais encorajadores no mundo, veja-se a vitória de Macri na Argentina.
Manuel,
Receio que não tenhas percebido bem a minha posição …
Ela parte do principio que o programa de ajustamento levado a cabo pelo governo anterior (“a dupla Passos&Portas”) foi o que era preciso fazer, que os resultados foram positivos, que deve ser prosseguido com a mesma politica e pelos mesmos responsaveis politicos.
Ou seja, o que se passou nestes ultimos anos e nas ultimas eleições, ganhas pelo PàF apesar de ter seguido uma politica impopular, provou antes que estavam errados todos aqueles que anunciaram a “espiral recessiva” e o falhanço politico da coligação liderada por Passos Coelho.
Refiro-me não apenas à esquerda mas também ao “fogo amigo” vindo de personalidades ditas de “direita”, tipo : Ferreira Leite, Pacheco Pereira, Rio, Capucho, Félix, Freitas do Amaral, Franco Nogueira, etc, etc.
Com as quais suponho teres estado e estares de acordo e que para ti devem representar a orientação das “lideranças não comprometidas com o programa de ajustamento”.
Esta gente foi aliada objectiva da esquerda e representa precisamente as perspectivas “à direita” que menos perceberam e mais resistiram à ideia de que era preciso romper com o modelo despesista anterior e de que é preciso continuar nesta via.
Eu não defendo de modo nenhum uma aliança entre os PSD e PP, por um lado, e o PS, pelo outro, para abandonar a politica de ajustamento seguida até agora e voltar ao modelo que nos levou à estaganação e à quase bancarrota.
Antes pelo contrario.
Considero que o PàF deve continuar a apresentar-se como oposição e alternativa global ao PS (aliado ou não com o PCP e o BE).
O que não exclui o sentido de responsabilidade, a salvaguarda do que é menos mau para o pais nas circunstancias actuais, a viabilização de medidas que vão neste sentido (por exemplo, quando o PS for pressionado pela UE e credores para aplicar medidas de austeridade e ajustamento que evitem uma nova derrocada do pais, que é o que vai certamente acontecer daqui a algum tempo em resultado dos desmandos anunciados e que começam ja a ser praticados).
Como disse no meu comentario anterior, esta estratégia de oposição clara e responsabel ao PS é aquela que me parece poder ser mais favoravel à obtenção de uma maioria absoluta suficiente para voltar a por o pais no rumo que vem sendo seguido nos ultimos anos.
Logo à primeira, dois golos. O nosso querido líder, ao querer dar o primeiro show e brilhar à porta de uma reunião europeia, enganou-se, deu a NATO como fundada em 1959 e também se enganou na entrada da Turquia, com ares de quem pensava que o que aconteceu durante toda a campanha foi apenas um conjunto de pequenos azares e não a indelével marca do ser que quer parecer sem o ser.
Esta é a criatura que está à frente do nosso país! 🙂
Em menos de seis meses, todos os que se têm andado a queixar, se queixarão ainda mais!
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Ótimo texto, só um problema, a culpa vai continuar a ser dos mercados, da Europa liberal, da falta de solidariedade, de tudo menos da esquerda.
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Até do Capitalismo, da Espanha, da Oposição, de que se queixa o camarada
Mad uro, lá na Venezuela . . .
E para nós, ainda para mais, temos a pavorosa, socialmente insensível, rancorosa
Merkel, a Nazi..
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Até do Capitalismo, da Espanha, da Oposição, de que se queixa o camarada
Maduro, lá na Venezuela . . .
E para nós, ainda para mais, temos a pavorosa, socialmente insensível, rancorosa
Merkel, a Nazi..
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Excelente artigo. Relevo o ponto da cooperação com a França na luta contra o EI, será o primeiro caso em vou ver o PàF a votar com o PS e o BE, PCP e Verdes a votar contra. Lá mais para a frente repete-se a cena com outros temas, tal como a nova democracia apoiava o Tsipras. A Grécia é muito parecida connosco como escrevia o Eça no século 19.
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No caso do pedido da França, como em tudo o que seja iniciativa dos golpistas, a PaF deve simplesmente abster-se ou votar contra. Quem está no governo que governe com a maioria que o suporta.
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Abster-se não chega. Para abstenções o PS terá que pagar qualquer coisa. Deve é votar contra.
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Por tudo aquilo que tem feito o PS de Antonio Costa mereceria sem duvida que o PàF não lhe desse a mão sempre que o PCP e o BE não viabilizarem medidas que são do interesse nacional e que o PàF tenderia a aprovar noutras circunstancias.
Mas eu penso que o PàF deve votar a favor destas medidas.
Primeiro porque o interesse nacional, mesmo imediato, deve passar à frente do interesse partidario, mesmo estratégico.
Segundo porque o interesse nacional e o interesse do PàF bem compreendido são coïncidentes no sentido de que o PàF venha a ter uma confortavel maioria absoluta nas proximas eleições.
Acontece que o eleitorado mais centrista, indispensavel para a obtenção dessa maioria, é sensivel ao sentido de responsabilidade de quem, mesmo estando na oposição nas circunstancias que são conhecidas, viabilize medidas que são do interesse do pais.
De qualquer modo, quanto mais vezes ocorrerem estas situações de ruptura da “maioria de governo” mais claramente vai aparecer aos olhos da opinião a inconsistencia dessa “maioria” e a ilegitimidade politica do actual governo.
Para mais, a repetição destas situações mostraria a fragilidade da actual “solução” governativa e pressionaria o Presidente da Republica então em funções a convocar eleições antecipadas tão rapidamente quanto possivel.
A melhor vingança ainda é aquela que se serve fria !
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Concordo com a tua análise, isso só prova que a estratégia da dupla Passos&Portas não tem qualquer consistência. É do interesse nacional que PSD e PP renovem as lideranças por gente não comprometida com o programa de ajustamento. Penso sinceramente que após a condecoração que Passos vai receber do PR, faça o que se impõe para salvaguarda do partido e do país, o irrevogável sairá igualmente de cena. São possíveis grandes vitórias ao centro-direita, tal como o presidente Cavaco conseguiu, nada menos que 4 (quatro) maiorias absolutas. Existem sinais encorajadores no mundo, veja-se a vitória de Macri na Argentina.
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Manuel,
Receio que não tenhas percebido bem a minha posição …
Ela parte do principio que o programa de ajustamento levado a cabo pelo governo anterior (“a dupla Passos&Portas”) foi o que era preciso fazer, que os resultados foram positivos, que deve ser prosseguido com a mesma politica e pelos mesmos responsaveis politicos.
Ou seja, o que se passou nestes ultimos anos e nas ultimas eleições, ganhas pelo PàF apesar de ter seguido uma politica impopular, provou antes que estavam errados todos aqueles que anunciaram a “espiral recessiva” e o falhanço politico da coligação liderada por Passos Coelho.
Refiro-me não apenas à esquerda mas também ao “fogo amigo” vindo de personalidades ditas de “direita”, tipo : Ferreira Leite, Pacheco Pereira, Rio, Capucho, Félix, Freitas do Amaral, Franco Nogueira, etc, etc.
Com as quais suponho teres estado e estares de acordo e que para ti devem representar a orientação das “lideranças não comprometidas com o programa de ajustamento”.
Esta gente foi aliada objectiva da esquerda e representa precisamente as perspectivas “à direita” que menos perceberam e mais resistiram à ideia de que era preciso romper com o modelo despesista anterior e de que é preciso continuar nesta via.
Eu não defendo de modo nenhum uma aliança entre os PSD e PP, por um lado, e o PS, pelo outro, para abandonar a politica de ajustamento seguida até agora e voltar ao modelo que nos levou à estaganação e à quase bancarrota.
Antes pelo contrario.
Considero que o PàF deve continuar a apresentar-se como oposição e alternativa global ao PS (aliado ou não com o PCP e o BE).
O que não exclui o sentido de responsabilidade, a salvaguarda do que é menos mau para o pais nas circunstancias actuais, a viabilização de medidas que vão neste sentido (por exemplo, quando o PS for pressionado pela UE e credores para aplicar medidas de austeridade e ajustamento que evitem uma nova derrocada do pais, que é o que vai certamente acontecer daqui a algum tempo em resultado dos desmandos anunciados e que começam ja a ser praticados).
Como disse no meu comentario anterior, esta estratégia de oposição clara e responsabel ao PS é aquela que me parece poder ser mais favoravel à obtenção de uma maioria absoluta suficiente para voltar a por o pais no rumo que vem sendo seguido nos ultimos anos.
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Logo à primeira, dois golos. O nosso querido líder, ao querer dar o primeiro show e brilhar à porta de uma reunião europeia, enganou-se, deu a NATO como fundada em 1959 e também se enganou na entrada da Turquia, com ares de quem pensava que o que aconteceu durante toda a campanha foi apenas um conjunto de pequenos azares e não a indelével marca do ser que quer parecer sem o ser.
Esta é a criatura que está à frente do nosso país! 🙂
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Percebe-se o porquê da choldra não querer exames…
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o menino com o seu novo brinquedo!
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Que o aproveite bem durante o Natal porque pelo Carnaval estará estragado!
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Um artigo muito bom! O ac não presta mesmo.
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O Parodiante trocou o passo aos insignes articulistas do Blasfémias. Como se diz na minha terra: deu baile…
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Ele que continue a dar baile, pode ser que leve com um tiro nos cornos.
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E se deu baile, só mostra que chegou ao poder sem ética!
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