o mundo ao contrário
21 Dezembro, 2015
Passos Coelho, chefe do governo de direita mais conservador e amigo do grande capital de que há memória, entregou os prejuízos do BES aos seus accionistas, ou seja, àqueles que tinham a responsabilidade de garantir que o banco tivesse lucros. Já Costa, Jerónimo e Catarina, que chefiam o governo de esquerda mais amigo do povo desde o de Vasco Gonçalves, preparam-se para salvar os accionistas do BANIF com o dinheiro de quem nada tinha a ver com o banco, isto é, os contribuintes. O mundo está muito estranho.
23 comentários
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Já dizia a Lili Caneças: “Cúerências, darling. Cúerências!”
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O PS é um acérrimo defensor do crony capitalism.
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Quando é que este gajo se demite?
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Os accionistas também sofrem com esta crise. Costa é cuerente
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O problema desta análise é que, segundo dizem, por causa da desvalorização das ações, cerca de 90% do banco já é do Estado…
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Não são os mesmos que passavam o tempo a falar do dinheiro dos contribuintes que a resolução do BES ia custar?
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Dão aumentos miseráveis aos pensionistas e depois têm dinheiro para salvar o grande capital. Vão entregar mais um banco aos capitalistas abutres estrangeiros e com a ajuda do dinheiro do povo.
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A Jerónimo/Martins vai aprovar o orçamento retificativo que está associado a este contrário do seu mundo?
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É claro que vai. Afinal, assim o deficit em 2015 fica muito acima dos 3%.
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Que parvoice. Ambos os bancos foram “resolvidos”. Tanto no BES como no BANIF os acionistas e os obrigacionistas ficaram sem nada. A única diferença é que o caso BANIF está fechado, o banco tem novo dono, e sabemos que os contribuintes vão pagar, no máximo, 2,25 mil milhões. No caso do BES o estado já lá meteu 3,9 mil milhões, o banco continua a arrastar-se e a sua posição financeira a deteriorar-se, com impactos negativos para todo o sistema, nomeadamaeye ao nível da incerteza que resulta da situação não ser resolvida, e uma fatura futura a crescer a cada dia que passa,
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Sabe que o principal acionista do Banif é i Estado, certo? E que foi Passos que fez esta “nacionalização”, sem direito a aministrador executivo, certo? O prejuizo para os contribuintes vinha mesmo que se deixasse falir. Talvez um bocadinho de decoro, não?
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O Exmo. Sr. Dr. Daniel Oliveira precisa de se informar melhor sobre o regime juridico das sociedades anónimas nas quais o Banif se insere.
É que segundo esse regime, caso o Banif vá à falência os acionistas só são responsáveis pelo capital investido, ou seja, os 800 milhões que custaram ao estado os 60% das acções.
Estes novos 1.450 milhões que os contribuintes vão ter de pagar são uma borla da esquerda para o vosso adorado “grande capital”.
Já agora, comprar acções de uma sociedade anónima, mesmo que se trate de uma participação maioritária, está muito longe de uma “nacionalização”. Sei que pretende salientar essa diferença com o uso das “”, mas nunca é demais salientar esse facto.
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Daniel Oliveira bastava esperar uma semana e meia e os contribuintes não tinham que perder mais do que os 800 milhões que já pagaram pelas acções do banco. Estes 1 450 milhões são pura estupidez, a extrema esquerda a salvar o grande capital.
http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/detalhe/regras_de_resolucao_de_bancos_ameacam_depositos_acima_de_100_mil_euros_em_2016.html
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Razão tem o PCP…
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DO, diga lá ao que vem homem. Acha que deviam deixar falir o banco, nacionalizá-lo, aplicar a receita do BES ou acha que esta kostada sem-tino é o melhor que se podia arranjar?
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Quais são as ligações entre o Santander, o PSOE, o PS e aTVI?
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«Talvez um bocadinho de decoro, não?», não lhe ficaria nada mal, pois não.
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“Decoro”, ó Rui?? Mas houve algum decoro no pseudo-acordo entre o PS o BE e o PCP? haveria “decoro” sim, se estes partidos que tão mal falaram da solução encontrada e possivel para o BES, se mantivessem a sua postura e não aprovassem – já – qualquer orçamento rectificativo – mesmo que o Orçamento de Estado ainda nem sequer esteja preparado, LOL – que tenha de ser aprovado, pela “solução” encontrada pelo actual Governo…enfim pá!
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Não tenho acompanhado o processo. Mas se o banco não fosse vendido até 31 de dezembro não deveria ser fechado pelas novas regras comunitárias? (com prejuízo de todos)
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Mesmo nesse caso, os contribuintes apenas perderiam o dinheiro já investido. Quem perderia mais seriam os “grandes” depositantes.
Assim, os contribuintes vão perder mais 1.450 milhões de euros e os “grandes” depositantes não vão perder nada.
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Prejuízo de “todos”, quem? Quem são esses “todos”?
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Todos: contribuintes, depositantes, funcionários, emigrantes.
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Daniel Oliveira fica lhe tao mal ser pouco isento, eu posso ser o senhor nao…e tambem lhe fica muito mal falar como se fosse o dono da razão e as restantes pessoas fossem burras ou pouco informadas
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