O que aconteceu ao Banif?
26 Dezembro, 2015
Porque é que um banco com rácio de capital de 8,5% e com captais próprios de cerca de 600 milhões de euros necessita de um processo de resolução com perdas da ordem dos 2 a 3 mil milhões de euros?
Há duas respostas possíveis:
- Não há de facto uma perda de 2 a 3 mil milhões de euros porque esse valor pode ser recuperado através da venda dos activos que passam para o fundo de resolução.
- A perda existe de facto porque as contas do banco empolavam o valor dos activos, e isso tem vindo a acontecer desde 2012.
66 comentários
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O que aconteceu é que os xuxas regressam ao velho esquema do 44.
A pergunta que se põe e:
— Quanto é que os xuxas e o Costa vão meter ao bolso.
Começam bem estes costistas
E isto é para quem é a favor das nacionalizações
e começa logo com a venda de coisa pública
Esquisito, não é?
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” Quanto é que os xuxas e o Costa vão meter ao bolso.”
Armandinho,
Vamos a ver se entendi: Os outros deixam-lhe a bomba nos braços, pronta a explodir e os xuxas é que vão meter o dinheiro ao bolso.
No minimo afirmações destas devia de ser julgadas e condenadas.
Sabes o que é esquesito??? É que nem mesmo o 2º Ponto do JoãoMiranda te consegue parar de dizer parvoices. Condenado, ouviste bem??? Devias ser condenado
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Bolota,
Agora é que fiquei mesmo baralhado.
Então mas a resposta anti-austeritária de esquerda não era nacionalizar o banco e pô-lo ao serviço da revolução anti-ultra-liberal e contra o empobrecimento? Ou o conceito só se aplica aos transportes de Lisboa e Porto e à TAP? Vocês são uns finórios meu! Ou pensas que não fica claro que o poucachinho vermelho fêz um frete aos banqueiros (que PPCoelho/MLuis Albuquerque recusaram) a quem vai cobrar o favor mais tarde? Sim, os xuxas metem agora a mão no bolso dos contribuintes para pagar graças futuras dos banqueiros. Esperemos pelo orçamento para ver se o poucachino e o sem tino têm bolas para passer um imposto estraordinário sobre a banca para devolverem aos contribuintes os bail-outs pagos desde o BPN. Se eles tiverem esse golpe de rasgo, até considerarei votar contra a austeridade futura.
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Congratulations . . .
Só se for por ironia
Ao Maduro os parabéns,
Que o pêcê lhe envia
Com todos os seus Améns:
Uma derrota total
Foi resultado final.
Nas Eleições, pois então,
Na louca Venezuela
Os da Oposição
Dobram a magra parcela
Da do Maduro, eu lembro,
No dia 6 de Dezembro.
Também o Fidel de Castro
Mais o maroto maninho
A armar-se em astro
Seguem o mesmo caminho:
Se desta vez não produz,
Para a outra, catrapuz.
licas fecit
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Duarte de Aviz,
Não ficaste baralhado nada, queres é baralhar , mas és curto .
No tempo do PREC havia o grupo dos 9, lembraste??? Este não é um grupo mas uma quadrilha e ainda faltam ai as reservas…

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No blog “O Antonio Maria”,
o Cerveira Pinto explica o que é explicável, porque, para além de incompetências e abusos (não puníveis, claro !, banqueiros e políticos autoprotegem-se…) algo mais foi tramado, e que ainda não se conhece.
(O AC/DC aproveitou a oportunidade para brilhar,,,)
O cidadão comum, que não seja cliente do BANIF, que nada deva ao Estado, cumpridor, tem o direito de perguntar ao poder político: Por que há-de o Estado (contribuintes) intervir –já meteu há meses avultada quantia– num banco privado e de média importância na economia tuga ? O que temos a ver com o caso ? Porque havemos de pagar ?
Este ou outro governo colocará milhões numa grande empresa tuga com importância na economia e na sociedade, se estiver na eminência de falir ? Ou só a banca tem esse privilégio ?
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Impressionante e preocupante a passividade da maioria dos tugas ao serem esmifrados pelo Estado: impostos avultados e pagantes de falcatruas, dolos, incompetências doutros…
Acarinham, obedecem e compreendem o seu partido no poder…
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só se revoltam na área do futebol. No resto gritam, bracejam, ameaçam, mas….é só fumaça.
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O futebol tem uma influência crescente (!) e enorme no cérebro, nos comportamentos, nas opções da vastíssima maioria dos tugas.
Culpa dos próprios, de políticas governamentais, das televisões, dos media em geral — uma portentosa e bovinizante indústria irmanada com certos partidos e políticos… Todos lucram.
Muitos tugas, alarves, totós, ignorantes, contentinhos com o partido e com o seu quintalinho social e cultural ao não reagirem perante o esbulho que lhe fazem, que não se queixem.
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A grande golpada que pagou/vai pagar a falência do PS!
O Santander a comprar a preço de saldo, à custa dos Portugueses!
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Então esperem pela reTAP….Transportes Publicos …. TGV …. Mais 1 autoestrada Lxa-Porto …. Nova Ponte sobre o Tejo…. aumento da fundação pública….
…
Eu já estou safo: 2,5 eu X mês na pensão! Não chega para pagar o aumento da eletricidade….paciência!
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A sociedade portuguesa é doente na medida em que se verificam níveis preocupantes de passividade, de anomia. Várias explicações podem ser dadas para este estado mental.
1) Doutrinação da Igreja católica portuguesa, com culto da pobreza como salvação, por oposição ao culto do trabalho e da submissão do plano terreno à acção humana como via para a evolução da Humanidade.
2) Medo incutido pela Inquisição e pelo Estado ao longo de séculos.
3) Excessiva presença materna na educação, especialmente entre o povo, o que se traduz numa sociedade infantilizada, conservadora e efeminada.
4) Grave iliteracia financeira das elites e do povo. Iliteracia humanista das elites e do povo. Ausência de valorização do conceito de bem comum entre as elites e o povo. Em boa verdade, elites que cultivam os mesmos defeitos do povo, e que por vezes não demonstram as suas virtudes.
Todos os pontos acima podem ser demonstrados por estudos e comprovados por historiadores, filósofos e antropólogos.
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De acordo.
Se quiser, pode colocar também o “parece mal”…
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5) Os portugueses (a grande maioria) vão ao Pingo Doce quando necessitam e trazem o carrinho cheio de coisas boas (só de iogurtes há 23 modalidades, e todas desaparecem)…
A “coisa” não está tão má como a pintam.
Os descobrimentos, a maior realização do povo português, foram feitos recrutando gente faminta e esfarrapada para as caravelas do Gama.
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Tudo bem.
Mas quem paga a dívida?
Quem tira da pelintrice meio país?
Acham que será a «Europa» a pagar-nos as contas?
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Uma reestruturação da dívida portuguesa terá um impacto brutal com riscos que a Merkel e o Hollande não querem assumir.
A Finlândia não cresce por aí além e vai para a segunda década perdida.
Na Europa de Leste salários e pensões são mais baixos e o Estado não é generoso como o português.
Em França a Le Pen não perderá a oportunidade.
No Reino Unido o «não» à UE crescerá.
Schauble opor-se-á veemente e abrirá a porta para a saída do euro.
Um novo resgate implicará ou Reforma do Estado ou corte brutais em pensões e salários, e mais impostos. A Reforma do Estado implica despedimentos. A Constituição «não deixa».
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não vás ao médico não. E depois os outros é que estão doentes.
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Max Weber já explicou há muito tempo.
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> Max Weber já explicou há muito tempo.
Convem repetir a mentira, os nossos donos são cuidadosos em manter as culturas adubadas.
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«Então esperem pela reTAP….Transportes Publicos …. TGV …. Mais 1 autoestrada Lxa-Porto …. Nova Ponte sobre o Tejo…. aumento da fundação pública….»
Não vai haver dinheiro.
A Le Pen agradecerá.
O «não» à UE crescerá no Reino Unido.
A Europa de Leste perguntar-se-á por que motivo os portugueses já estão mais pobres mas têm salários e pensões muito acima das suas.
A comunicação social em toda a Europa e no mundo anglo-saxónico fará as devidas comparações com a Espanha, Irlanda e Europa de Leste.
Portugal adoptou décadas atrás um modelo económico desastroso baseado no desprezo pela agricultura, indústrias locais tradicionais, pequenas e médias empresas do sectores primário e secundário (com excepção da construção), e na valorização dos grandes do PSI-20 com proteccionismo contra a concorrência, apoios públicos e crescimento monstruoso e irracional da especulação imobiliária e da área urbana e comercial do país.
Com Costa caminhamos mais do que nunca para sair do euro e para décadas de atraso em relação à UE.
A democracia fica também em risco.
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Todo começou com os desastrosos acordos de Cavaco, que trocou a agricultura e as pesca por autoestradas (tapetes rolantes para a colocação dos excedentes de produção fa França e Alemanha, em dumping), e abriu caminho à destruição do pequeno comercio (licenciamento de grandes superfícies comerciais por todo o lado) e da pequena indústria que deixou de poder concorrer em preço com as importações atrás referidas.
Claro que só pode haver um culpado deste estado das coisas: Sócrates!
Cambada de bimbos!
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Recue um pouco pois o problema começa antes. E começa com o PREC.
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Durante os anos Cavaco, a autosuficiência alimentar aumentou.
Pena que tão linda teoria não se consubstanciem em factos. O Manolo daria um bom marido para a Catarina, bastando, com certeza plena, ser amblíope ou cego, para além das restantes qualidades de que se poderá no presente gabar.
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Luis,
Tás enganado , começou com o Afonso Henriques a querer mamar a mãe.
Tem vergonha caramba, Lava essa cabeça por dentro com aguarás que é um pivete que não se aguenta.
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Oh rato chuça… a adesão à CEE foi negociada pelo chefe do teu gang, o soares. Cavaco ganhou eleições a 5 de Outubro de 1985, a assinatura da adesão foi em 1 de janeiro de 86, em Junho de 85 já Lisboa e o resto do país estava cheio de cartazes a dizer “Conseguimos, Portugal na CEE – P.S.”. PS, rato, ps. Vai lançar lama para cima da tua tia, o teu chefe de gang é que nunca trabalhou e foi um menino benzoca que achou que não era preciso sujar as mãos a trabalhar (já para roubar sujou-as toda a vida).
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Andei pela manhã em Cartaya.
Ontem pelo Andévalo.
As terriolas espanholas têm zonas industrias que produzem bens transacionáveis. Não faltam unidades industriais familiares e grandes armazéns agrícolas. Do lado de cá, não há nada assim. Absolutamente nada. Por cá, vive-se dos empregos na Banca, comércio, autarquia, empresa municipal, e das pensões e outros apoios sociais. Há o emprego sazonal no turismo. Mas isso também existe em Espanha. Os campos espanhóis estão todos cuidados. A propriedade é grande. Não há desordenamento urbanístico. As povoações têm limites definidos. Não há casinhas espalhadas pela paisagem. Inúmeros bens e serviços são mais baratos. Por vezes a diferença supera os 50%. É brutal e inexplicável. Portugal já foi assim. Há 30 anos. De lá para cá, mudámos. Ontem um indústrial da área dos presuntos, na serra de Aracena, disse-me que somos excessivamente tranquilos e loucos.
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Dada a propriedade actual da TVI, é estranho que o acosta via PSOE não estivesse a par da notícia e mesmo da sua origem. O be e o pcp fizeram de conta que não gostavam, mas logo lhes passou. Ou seja, estão feitos!
Gostava de reiterar o meu desafio (https://blasfemias.net/2015/12/21/e-tudo-tao-lindo/#comment-1951062) para se organizar um grupo para levar a marca do ps de 3 bancarrotas ao guiness.
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Prefiro uma manifestação contra a negociata Banif.
Eu vou. Esteja onde estive, pago o bilhete de avião ou Alfa e vou.
Uma manifestação de portugueses independentes. Faz falta rua. Mas não a rua da comunada dos sindicatos nem a rua dos partidos.
A mim não me tomam por parvo. O monstro Estado tem de perceber que não andamos a dormir. E a comunada tem de perceber que a rua não é sua.
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São conciliáveis. No restante faço minhas as suas palavras!
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Luís, alinho! Mas onde estão os portugas não acéfalos? Ninguém tem tomates para nada. Ficam a ver por trás da TV ou das cortinas. Ainda não perceberam que, ou acordam, ou vão pagá-las a gemer com um palmo de língua de fora. Isto é demais! Não se aguenta tanto bovino manso e tanta carneirada!
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Três é pouco, mas é um começo!
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Aqui está um olhar diferente, de alguém que acompanha estas matérias com interesse, que dá para pensar: http://blogues.publico.pt/tudomenoseconomia/2015/12/23/algumas-notas-soltas-sobre-o-banif/
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Tiro ao Alvo,
Ou seja….

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Sim, sim, mas a favor de quem?
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Toda a gente discute de quem é a culpa de não haver médicos nas urgência de Faro ou de ter falecido um adulto (com 29 anos já não se é jovem) num hospital da capital.
Ninguém discute se este modelo de SNS é viável e funcional? Porquê? Falta coragem para tocar na vaca sagrada. No dia que alguém «se chegar à frente», especialmente alguém de Esquerda, todos já dirão que afinal temos um modelo de saúde medíocre.
Pergunto.
Por que motivo os FPs têm ADSE e a plebe não tem?
Por que motivo os médicos não têm exclusividade no SNS?
Por que motivo não há consultas de especialidade nos centros de saúde?
Por que motivo o salário médico base é baixo?
De quem é a culpa de termos tido pouquíssimas vagas para ingresso em Medicina nos anos 80 e 90?
Justificar-se-á a existência de uma Ordem dos médicos?
Por que motivo continuamos a abusar dos exames de diagnóstico e do consumo de alguns fármacos como antibióticos?
Por que motivo há carência de médicos em algumas especialidades?
Por que motivo não há ensino privado de Medicina em Portugal?
Uma privatização parcial do SNS prejudicaria o acesso aos serviços de saúde para todos os portugueses?
Deverão as classes médias pagar mais pelo acesso ao SNS, sendo a contrapartida uma Reforma profunda do sistema que implique menos custos para o Estado?
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Atente-se, sobretudo, na conclusão a que se chegou no texto acima citado:
“O passa-culpas (“pass the buck”) já começou há algum tempo. Mas é peculiar a defesa e argumentação do governador do Banco de Portugal: “as consequências de uma provável declaração de ilegalidade do auxílio de Estado ao Banif pela Comissão Europeia que criaria uma gravíssima insuficiência de capital;”
– Ou seja: não há decisão final, o Banif cumpre os rácios de capital, mas se a decisão fosse desfavorável o Banif teria, posteriormente, de devolver 125 milhões de euros ao Estado – e só quando tal viesse a ocorrer, é que se concretizaria uma “gravíssima insuficiência de capital”. Note-se que o governo poderia ainda contestar uma decisão desfavorável (mantendo no entretanto o Banif capitalizado). Por isso, o melhor mesmo, é gastar já 3 mil milhões de euros de dinheiros públicos numa resolução bancária – “just-in-case”…
8. Por último e mais importante ainda, é quase certo que as perdas no Banif não eram de 2,2 a 3 mil milhões de euros. Uma parte dessas perdas resulta da forma apressada e sob pressão como foi tomada a decisão e como o banco foi vendido, num mau “remake” do que ocorreu no caso BES!”
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A negociata BANIF vai servir para os amigos do ps arrecadarem uns milhões à vista de todos e sem ninguém ver, como num passe de magia.
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Não duvido que alguns administradores e banqueiros ficarão ilibados, com contas pessoais descongeladas e comemorarão pela passividade da justiça — e se o poder político cercear e/ou aligeirar investigações…
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Manolo Heredia, 14:26,
Porque “a coisa não está tão má como a pintam” (sic), desde 2009 a maioria dos tugas vão ao Pingo Doce, compram só coisas boas e caras como último recurso (mania de amontoar nas d”i”spensas…) porque antes passaram pelas lojas Gourmet, esgotando-as.
(Já não há tugas famintos para mais caravelas. O Sócrates deixou um país rico e bem administrado).
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Ou então vai haver eleições 🙂
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Nunca percebi por que os bancos não são como as outras empresas.
Por que, quando dão raia, não são os donos a arcar com os prejuízos e outras consequências.
Será que os bancos também têm uma função social solidária?!
Subscrevo o sentido dos comentários.
Também vou a qualquer manifestação que exija o apuramento de responsabilidades e a aplicação das respetivas sanções.
Até às últimas consequências!
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Quando as empresas dão raia os donos perdem o capital que lá investiram. Ponto. Quem fica a arder são os credores, sejam bancos, fornecedores, trabalhadores, etc.
Não consta que os acionistas do BES ou do BANIF vão conseguir vender as suas acções por mais de 0, pelo que os donos também perdem tudo, como perdem alguns credores (os obrigacionistas, por exemplo).
Os maiores credores dos bancos são os depositantes. Quando os bancos vão à falência, os depositantes perdem o dinheiro e o estado assegura uma parte desse dinheiro através dum fundo do estado que (neste momento) não tem dinheiro, e que por isso teria que ser financiado com impostos. Em troca o estado fica com o banco, e liquida-o.
A resolução é um processo de falência em que o estado pode optar por garantir (ou não) os depósitos acima de €100k. Quem tem mais de €100k na conta não são só ricos. São também por exemplo entidades públicas, médias empresas, etc, que entretanto deixam de ter dinheiro para pagar salários. É natural que isso aconteça mas não deve ser tomado de ânimo leve.
Até agora o estado optou sempre por manter os depósitos, excepto no caso do BPP.
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Comentário com que concordo até ao momento.
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Para mim, a questão central é essa mesmo: por que é que os contribuintes hão de garantir os depósitos?!
Ninguém garante as ações, por exemplo.
Quando um indivíduo aceita depositar dinheiro num banco deveria assumir-se como participante do capital desse banco, com tudo o que isso implica.
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João de Brito,
Quando perceber, terá percebido que favor frito com o su dinheiro hoje comprará uma vivenda a um xuxa amanhã.
Xuxas precisam de dinheiro para injectar na economia. Parte dele vem de si HOJE, através de extorsão à ponta d’arma. A outra virá de si AMANHÃ, adiantada pelos bancos com o João de Brito como credor, fiador e papalvo.
E quem diz o Brito diz o Colaço, que nestas coisas somos compagnons de route, ou, melhor dizendo, co-espoliados do Banco Pinto de Sousa.
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O Bolota quando não compreende os outros ou não concorda, pois não entra no dogma do Templo do Povo da Esquerda portuguesa, ofende e está tudo dito. Argumentos? Números? Factos? Nem vê-los. Está tudo dito sobre o comentador.
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Luis,
Um Facto, anteriormente ao PREC vivíamos em DITADURA. Por isso VIVA o PREC
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Ditadura essa com uma economia relativamente saudável.
Portanto para si não há terceira via. Democracia sem PREC. Ou há PREC, ou há ditadura. Preto ou branco. Tudo ou nada.
O PREC estoirou a economia do país mas isso a si nada lhe diz.
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Em Espanha não houve PREC nem aventuras esquerdistas como por cá na transição para a democracia e essa é uma das causas do nosso atraso relativamente aos nossos vizinhos. Tínhamos até vantagens que ao lado os espanhóis não têm e que nos poderiam levar a aspirar antes da revolução a um PIB superior.
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Luis,
Este é o meu 2º comentário o outro foi censurado .
Conta lá como é que a economia estava relativamente saudável se a força de trabalho estava a morrer na GEURRA , guerra que tinha 3 frentes???
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Durante o PREC só não vivemos numa ditadura, Bolota, por causa da Fonte Luminosa. E das bravas gentes do Norte.
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Colaço,
Não vivemos e ponto final.
No tempo do Botas VIVEMOS em ditadura
As bravas gentes do norte estão ai como exemplos a seguir,,,Major Valentão, Duarte Lima…bem vou mais longe
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Não foi ponto final para os comunistas não havermos vivido em ditadura. Foram muitas reticências e um travessão na garganta.
Para mostrar o respeito dos vermilhóides pela democracia, diga-me qual foi a percentagem do PCUS nas eleições russas de 1917. Dou-lhe uma pista: foi menor do que a do Costa nas eleições passadas. Dou-lhe outra: veja o que sucedeu na primeira reunião do novo parlamento em Janeiro de 1918.
Ouvir um comunista a falar de democracia soa tão estranho como ouvir um maometano a falar de qualidades, cores, texturas e matizes de enchidos beirões.
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É típico de parte da tugalhada.
Quando não compreendem ou não concordam, ofendem, partem para o ataque pessoal.
São normalmente os mesmos que trazem a palavra democracia na boca para tudo e mais alguma coisa…
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A democracia é uma marca de pastilha elástica? Imagino que dizer ter democracia na boca soe menos mal que ter um gorila, um pirata, ou mesmo o Adams.
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Quanto ao que disse sobre Espanha, completamente de acordo estou, e mais acrescento: tudo o que somos diferentes da Espanha hoje ao PCP o devemos. Gostaria de pagar essa dívida com um bilhete de avião sem volta para um dos diversos paraísos comunistas comunistas existentes para Bolota e quejandos.
Será que a Coreia do Norte aceita os nossos comunistas gratuitamente, sem taxa de deposição de resíduos sindicais perigosos?
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A “bomba” do Banif deixada pela Mariana Mortágua do PSD (Maria Luís-nem mais um tostão dos contribuintes é um brinquedinho de 3 mil milhões comparada com a bomba deixada pelo famoso esquerdista 44 de 200 mil milhões
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Afinal a direita não quis lá meter nem mais um tostão dos contribuintes e por isso “é culpada” pela esquerda que a primeira coisa que faz é meter os contribuintes a pagar aquilo que a direita não queria pagar e que a esquerda Diz que não quer mas faz
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JM: sabe muito bem que os activos do Banif são maioritariamente lixo. A dúvida é se devemos aplicar a taxa de 50% ou 66%, como aplicada à parte retirada do Banif pela resolução.
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https://www.youtube.com/watch?v=t1FzK_ler9c
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Segundo sabemos o BANIF teve avultados lucrs o an transacto. Então? Aldrabice na contabilidade? Onde estão os ROC’s responsáveis, a auditoria externa, o BdP, a AT, a CMVN, os accionistas?
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E os activos dos outros bancos? Só os do BANIF é que estavam mal avaliados? Como é que estão os da caixa?
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Os governos xuxas estão mais preocupados em conhecer os activos dos contribuintes, versão passiva e bem calada do cidadão, para os reinjectar na economia.
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Quanto aos activos da Caixa, estão bem e recomendam-se, mormentenporque quando estiverem mal e não se recomendarem eu e o Zé iremos, independentemente da nossa vontade, repor a sua bondade e recomendação.
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A herança que a geringonça herdou:
in https://twitter.com/nticomuna/status/681075363414409216
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O Geringonça anda desconfortável. Tem de ir ao quiropracta. Dizem-me fontes mal informadas que anda a falar muito de almofadas nestes dias.
O déficit de 2,7% significa para ele pouco dinheiro na economia. Mais dinheiro pode ser injectado à mata-cavalos, dinheiro a ser pago pelos filhos dos meus filhos ou pelos credores, se estes forem parvos o suficiente para meter mais dinheiro nesta economia centénica-martinhense, os novos prémios ignóbeis da nobre ciência económico-alvitrense.
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