uma campanha alegre
Ao contrário de quase toda a gente, ando satisfeitíssimo com a actual campanha eleitoral para as presidenciais e com a dimensão de cada um e de todos os dez candidatos. O cargo de Presidente da República, tal como foi desenhado em 1976, revisto em 1982 e exercido por todos os seus titulares, coloca-o quase ao nível das inexistentes funções políticas da Rainha de Inglaterra. E, como o titular do cargo é eleito em disputada eleição ideológica e partidária, nem sequer a função de representação simbólica da comunidade nacional é capaz de desempenhar, ao contrário do que acontece com a Rainha de Inglaterra, saliente-se. Por isso, é absolutamente injusto acusar os nossos dez garbosos candidatos de vacuidade intelectual: não são os cérebros deles que não existem; é o cargo que estranhamente querem ocupar.

SEM PALAVRAS
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Com os candidatos ‘satisfeitos’ com os poderes actuais do PR, estamos entendidos sobre o que poderão trazer de novo.
Satisfeitos com um ‘híbrido’ semi qq coisa, e com uma ‘corte’ de centenas de funcionários no palácio. Para quê?
Posto isto, para que serve, neste sistema e na sua versão pós 82, um Presidente?
O reverso do almirante Tomás, ou do presidente (do CM) Marcelo (Caetano)?
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O estranho disto tudo, é que parecem todos iguais ao Tino, sem ideias, sem tocar nos problemas que mais afectam os portugueses. É lamentável mas para isto, prefiro ver os palhaços no circo..
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Sou de direita e não sou parvo; por isso, voto sempre no mal menor. Obviamente, voto Marcelo para impedir que um idiota da extrema-esquerda, um tal Nóvoa que militou na Luar e toda a vida navegou nas águas da extrema esquerda, ganhe a Presidência. Já chega de extremistas de esquerda no Governo.
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Meu caro,
Está errado o Nódoa conta filmes de aventuras porque ninguém o confronta com a realidade.
A LUAR em 74 já não existia.
Voltou a aparecer em 75 com meia dúzia de gangues meio obscuros meio finesse.
O resto do tempo o Mr. Nódoa era um combativo corporativista.
Entre ele e o médico da AMI escolheria o médico.
Sempre foi mais útil.
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Também sempre interpretei o cargo como absolutamente inútil para o país, pelo que apenas votarei quando for candidato uma jarra de flores.
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O circo desceu à cidade. O palhaço-rico, o Marcello, só me faz rir 🙂
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