Não há paciência
Observador: Os óscares ganharam agora outro foco além do cinematográfico propriamente dito. Trata-se da cor da pele e do sexo dos nomeados. Enfim o cinema é uma indústria e a indignação também e cada um faz nessas indústrias o que quer ou pode para ganhar a vida. Mas à liberdade dos senhores Will Smith e Spike Lee de dizerem e fazerem o que lhes apetece – nomeadamente o anúncio de que não participarão na cerimónia dos óscares por só terem sido nomeados actores no dizer deles caucasianos (confesso que no caso do Stallone após tantas operações e tanto botox nem consigo garantir que ele seja humano, quanto mais caucasiano ou asiático!) – corresponde o direito dos outros lhes responderem que boa parte do que dizem não passam de rotundas parvoíces.

e que tal boicotar o Will Smith e o Spike Lee (este sim um verdadeiro racista)….?
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nunca fui racista.
sempre direi preto.
assisto com tristeza ao racismo dos pretos para com os brancos
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As palavras dependem do contexto e da carga emotiva com que são proferidas! Na língua Inglesa é ao contrário: black é diplomático, niger é pejorativo.
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Novos tempos.
Há que mudar a escolha dos nomeados.
Acho que o ideal é cada um nomear-se a si próprio, depois de acordo com o censo oficial apuravam-se as percentagens de brancos, pretos, hispânicos e outros.
Colocado então os papelinhos na urna. chamava-se o Fernando Mendes, e ele com a técnica que usa no seu programa encontrava os vencedores.
Assim é que era justo.
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E indianos? e chineses? e peles-vermelhas?
Isto agora do racismo é só para pretos?
E realizadores pretos, onde estão eles, tirando o Spike Lee?
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Então a invenção do «latino» é de esfrangalhar a rir!
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E como bem alerta a articulista e porque não quotas por idade? E por beleza? E por peso? E por grau académico? Não nos cinjamos à raça!
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Ora aí está uma ideia gira , Óscares por quotas , o Louçã vai morrer de inveja .
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Quotas mas não apenas pela raça, também pela orientação sexual e pelo género. Por exemplo, os nomeados para melhor actor teriam sempre que incluir uma lésbica e as nomeadas para melhor actriz teriam sempre que incluir um homem transexual.
Mas a “proposta” de que mais gostei foi a de criar uma cerimónia paralela aos Óscares, os “Black Oscars”, só para artistas negros. Para acabar com o racismo.
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20% de microcéfalos e 80% de imbecis.
Parece o Bloco de Esquerda.
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Confesso que me desagradam também sempre as denominadas “discrminações positivas”. Mas existem! Na Alemanha há quotas para mulheres na função pública! Na Noruega até há quotas para mulheres nos cursos de informática. No próprio parlamento português existe a lei da paridade, que obriga a 1/3 de mulheres. Na África do Sul, agora há uma lei que cada empresa tem de contratar uma percentagem específica de negros. Mas repare ainda que por exemplo em quase todas as instituições europeias, há quotas oficiosas para a nacionalidade dos trabalhadores em função da população.
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