Por mim deve chamar-se trabalhador que desejaria ser precário
O PÚBLICO na sua senda de nos integrar em todas as causas alerta-nos para o problema das legendas nos museus. Por exemplo este «Thomas Hees com os seus primos Jan e Andries Hees e um criado (1687), de Michiel van Musscher. O que chamar a um criado que é tratado como um escravo?» pergunta o PÚBLICO. Ao que parece «escravo» agora é perjorativo.
Coisa misteriosíssima porque se as pessoas não eram escravas por livre vontade passá-las de escravas a criadas é no mínimo escamotear o que lhes aconteceu. Mas enfim o passo seguinte será passarem das legendas para as obras propriamente ditas e quiçá taparem-nas. Os caixotes em Itália para o presidente do Irão foram apenas o princípio. Mas voltando ao escravo que não pode ser escravo proponho que se chame «trabalhador que desejaria ser precário»


ok, que volte ao original: nome 52 anos, nome 16, e nome, 24 e o negro tomas. os outros parece que eram tio e sobrinhos, mas seja.
não acho bem que se mude o nome aos quadros. mais gostei de ver uma escultura de messalina mãe que ficaria linda em qualquer igreja. lá teríamos o padre: Maria, sempre silenciosa, sempre disponível no seu amor obediente. messalina também era disponível. Mais era uma voluntária!
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A tua mãe é que fez mal em não se ter recusado.
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Uns imbecis.
Vi, em Londres, a exposição na Tate Britain acerca dos Artistas e o Império. Excelente mas viram-se aflitos para a fazer. Comprei o catálogo e o texto de introdução exemplifica este mundo de politicamente correcto em que se caiu.
E até eles lá tiveram de inventar uma última sala onde se expõe colonialismo às avessas com os ingleses a serem ridicularizados pelos negros e indianos.
Enfim. A hipocrisia a mandar, a doutrinar e a legislar.
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Chamar uma mulher vestida de caixa de correio num casamento a 4 mulheres um homem ninguém se atreva a chamar escravatura sexual ou humilhação da mulher.
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zazie, se ainda não deu por isso, fala e pensa como uma lésbica; se é que é mulher e não um marmanjo disfarçado.
basta ler o que escreveram os antigos sobre a dita virgem, por exemplo, que abriu as pernas a um soldado romano, de nome bem conhecido. a mulher parece que ficou grávida e daí o pobre coitado do marido ou noivo marchou para outro lado, há quem diga que para a babilónia. este sim é o milagre do espírito santo. vão chatear outro – já ninguém vos liga com o relambório da avé maria.
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Lésbica foi a que te cagou e ponto final que não há conversa com alimárias
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e quanto à pintura: tem a ver com o preto. era escravo, servo, criado ou lá o que era? escravo não devia ser pois parece que na Holanda a escravatura era proibida; mas negociaram bem fora de portas. falta saber se quem pintou ou encomendou o quadro lhe deu nome, tratando-se como parece de um quadro para uso familiar. quem perceba de arte daquela época que diga – não de mísulas e outras porcarias.
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Educando o ignoramus…
http://www.ascleiden.nl/content/webdossiers/dutch-involvement-transatlantic-slave-trade-and-abolition
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as pqp esta gentalha e a que no desgoverna
deviam ter abortado
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pejorativo… vs perjorativo
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