Uma canção para o Syriza
No céu cinzento sob o astro mudo
Batendo as asas pela noite calada
Vêm em bandos com pés de veludo
Chupar o sangue fresco da manada
Se alguém se engana com seu ar sisudo
E lhes franqueia as portas à chegada
Eles comem tudo eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada
A toda a parte chegam os vampiros
Poisam nos prédios poisam nas calçadas
Trazem no ventre despojos antigos
Mas nada os prende às vidas acabadas
São os mordomos do universo todo
Senhores à força mandadores sem lei
Enchem as tulhas bebem vinho novo
Dançam a ronda no pinhal do rei
Eles comem tudo eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada
No chão do medo tombam os vencidos
Ouvem-se os gritos na noite abafada
Jazem nos fossos vítimas dum credo
E não se esgota o sangue da manada
Se alguém se engana com seu ar sisudo
E lhe franqueia as portas à chegada
Eles comem tudo eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada
Eles comem tudo eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada
(José Afonso)

MESTRE ALDRABÃO
Por muito menos
Honestos palhaços de profissão
Foram corridos a ovos podres
e á tomatada
E esta cambada!
De gaita nos beiços
Como bradaram
Fujam logo daqui
Se nos trouxerem
O FMI
E esta cambada!
Eles cortam tudo
Eles comem tudo
Vão a direito
A velhos e novos
Da cova ao peito
E esta cambada!
Troca de beiços e gaita
Já não é nada
Tudo a preceito
É do melhor
Sou eu que vos digo
Mestre aldrabão
Velha gaita sempre á mão
Cambada dum cabrão
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Uma cantilena pró PS, acenta-lhe como uma luva. Ainda bem que o autor já marou senão mandava retirá-la da circulação…
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Embora haja controvérsia sobre a existência de vampiros, a nossa história recente abre essa possibilidade em dois tempos. O primeiro serviu de referência ao poeta. O segundo tempo corre à nossa frente e envolve uma trama mnais sofisticada onde o vampiro nº 1 procurou dominar ou ter o apoio de importantes meios de três sectores nevrálgicos:
Banca, com a CGD, o BPN, o BCP e o BES. Com os três primeiros foi à força e com a utilização de apparatchiks miseráveis como o vara, o joe da madeira e o santos ferreira.
No caso do BES foi pura combinação com o ddt. O parolo de vilar de maçada seria o ddt do poder político aliado ao ddt do domínio do dinheiro.
Há provas, serão reveladas a seu tempo sobre o domínio do vampiro sobre a comunicação social, com a RTP, a RDP, o DN, a TSF, o JN e a tentativa de compra da TVI
Ainda hoje não se ouve uma única voz dissonante na xuxaria. O abismo esteve perto.
A reedição está nos dedos curtos do nº 2.
O poder vampiresco atravessa épocas, regimens e circunstâncias. É um poder multifacetado que passa despercebido. Descrevemos apenas algumas das manhas dos vampiros que vemos todos os dias no palco dos merdia, na central de negócios e nas tascas.
O Vampiro crítico: crítica tudo e todos, só critica negativamente. Usa a calúnia como arma, tipo bolota. O adulador, adula o ego da vítima, cobrindo-a de elogios falsos, tentando seduzi-la. É o caso do ferro a amaciar o marcelo. O que reclama, exige, reivindica, protesta sem parar. As artistas do berloque. O inquiridor, serve-se da língua como metralhadora. Dispara perguntas sobre tudo e não dá tempo para responder. Na verdade ele não quer respostas, mas sim desestabilizar o equilíbrio mental da vítima, perturbando seu fluxo de pensamentos. É o geróimo gasto de todas as frustrações infligidas pelo berloque. O dos lamentos. Ataca pelo lado emocional e afetivo. Chora, lamenta-se e faz tudo para despertar pena. Hino aos coitados. É a base de muita entrevista da tv merdosa e de todo o tipo de intervenções tipo lágrima de crocodilo.
Por último, temos o raivoso. Vem para a rua disfarçado de sindicalista. Éreincidente e sábio na desestabilização das vítimas. Enfraquece-as na medida em que perturba os transportes, lança o caos nas escolas. Suga-as sem contemplação e na maioria dos casos ainda recebe o seu apoio.
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A filha da putice do caneco revelou-se ao fingir nao saber o que ja devia saber
http://www.tvi24.iol.pt/videos/economia/bes-governador-do-banco-de-portugal-desmente-primeiro-ministro/56c62e340cf2682026483793
Pouca divulgacao foi dada pelos OCS as palavras do presidente do B de P.
Pois…
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mais uns meses e acaba-se a comida
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Vai acabar a comida para ti. Quem não trabalha não come. É uma das máximas do comunismo. Tira aí o cu do sofá.
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