Os penduras fp’s são uma casta especial… E ó que casta! São tão capazes e tão competentes e tão dinâmicos e tão multi-facetados que só como fp’s “desenvolvem” todo o seu “potencial criativo”…
Mas afinal a ADSE é de quem?!
Do Estado?
De quotizados?
Se é do Estado, não tem razão de ser, porque ´não pode haver cidadãos de 1ª e de 2ª.
Se é quotizados, o que é que o Estado tem a ver com isso?
Nem quero acreditar que a declaração postada é de JM.
É preciso uma lata descomunal para ser do Bloco de Esquerda.
Continuam a ser “esganiçadas” mas o termo mais adequado para nos referirmos a essas gajas (deliberado) é mesmo “imbecis” (diminutivo de “estúpidas que nem uma porta”).
1º – Para os funcionários públicos, o estado é também entidade empregadora;
2º – Como entidade empregadora pode criar um sistema de saúde para os seus trabalhadores;
3º – O ideal é que esse sistema seja sustentável;
4º – No caso da ADSE é. Tornou-se sustentável com o último governo a sério;
5º – A ADSE funciona com os descontos dos seus trabalhadores;
6º – Para se manter sustentável, há alguns, no topo do leque salarial, que com os descontos que fazem, compensam os descontos de quem ganha menos;
7º – Os seguros de saúde também abrangem os cônjuges ou os penduras (desde que pagues por eles)
8º – Caso esta lógica seja invertida, e entrem muitos elementos com salários baixos, é posta em causa a sustentabilidade;
9º – Não julgo que, uma vez que o sistema não conta com verbas do Orçamento de Estado, alguém tenha de se pronunciar sobre um sistema de saúde corporativo. Não estou a ver um funcionário público exigir as mesmas condições de acesso a hospitais privados de um funcionário do Grupo Melo ou da Google ou do BCP (exemplos);
10º – Compará-lo com o SNS é demagogia.
“2º – Como entidade empregadora pode criar um sistema de saúde para os seus trabalhadores;”
Será que qualquer empresa poderá fazer o mesmo?!
Será que eu, individualmente, posso também optar por qualquer sistema existente ou criar um só para mim?!
Será que o Estado não tem mais que fazer?!
Porque a lei lho permite e a outros não?!
Estamos conversados!
” 9º – Não julgo que, uma vez que o sistema não conta com verbas do Orçamento de Estado, alguém tenha de se pronunciar sobre um sistema de saúde corporativo.”
Então por que é que o Estado decide?!
Porque a lei lho permite e a outros não?!
Estamos conversados!
Desculpe, mas provavelmente não me fiz entender.
Aqui o Estado não tem de se comportar enquanto Estado, mas enquanto entidade empregadora.
Como tal e como qualquer empresa em que a gestão dos recursos humanos possa ser feita nas suas variadas vertentes (salarial, incentivos, etc…) é livre de contratualizar serviços de saúde para os seus funcionários. Como referi anteriormente, não é o que fazem as grandes empresas? Não obtém ganhos de escala que permitem aos operadores de saúde praticar preços mais reduzidos? Não são estas as grandes vantagens do ganho de escala? Obviamente que estes ganhos de escala não se obtêm individualmente! Mas isso não pode ser razão para proibir a existência de sistemas deste género! Onde anda a tão propalada liberdade? (não confundir com utilização indevida de dinheiros públicos)
Pois, mas para os do privado, têm de se arrumar com o SNS. Se os funcionários públicos (incluindo a mortágua), gostam tanto do privado, porque não se acaba com o SNS e não se expande a ADSE para todos?
Proponho que beneficiário da ADSE, tenha de ter cartão de militante do PS,BLOCO ou PCP (verdes incluidos). Assim já ninguém pode dizer que os empregados públicos são beneficiados.
Claro que deve. Isso de hospital público é bom para o preto.
E queixam-se por não terem todas as especialidades, o que é uma chatice porque assim ainda são obrigados a ir a outros médicos da função pública, na qual não confiam.
Esta Joana esganiçada como é mais feia que a irmã (sai ao terrorista do pai) tenta dar nas vistas sendo mais radical que a irmã. Esta é da fação UDP, a irmã da fação PSR.
Se os hospitais PRIVADOS e CHEIOS de funcionários como a menina Mortágua (onde uns pagam 65 euros a pronto por uma consulta enquanto os outros pagam 4 ou 5 euros) aceitarem neste “sistema” o resto dos portugueses, os funcionários deixam de poder ir às consultas e passam a ir a outras sem acordo, onde pagam como os outros, que são cidadãos de segunda. É natural que não queiram. É ir aos melhores hospitais privados do país e ver se aquilo está ou não a abarrotar com a malta do público.
Pedro Martins,
se então é uma questão de escala, o Estado que substitua o SNS pela ADSE;
ficaria uma escala ainda maior;
ou vice-versa…
não faria mais que a sua obrigação.
Os penduras fp’s são uma casta especial… E ó que casta! São tão capazes e tão competentes e tão dinâmicos e tão multi-facetados que só como fp’s “desenvolvem” todo o seu “potencial criativo”…
GostarGostar
Um povo que sustenta esta merda está muito bem representado.
GostarGostar
Castas Sociais é mais para os lados da India, talvez se agrave agora que temos um originário de Goa a comandar este pardieiro.
GostarLiked by 1 person
de facto o sns é uma MERDA
‘hoje já me viram 5 doentes’
GostarGostar
Gente coisa é outra fina…. Nada de misturas c’oa ralé…
GostarGostar
A geringonça está a levar a esquerdalhada a uma espontaneidade que revela bem toda cretinice em que se deleita.
GostarLiked by 1 person
Mas afinal a ADSE é de quem?!
Do Estado?
De quotizados?
Se é do Estado, não tem razão de ser, porque ´não pode haver cidadãos de 1ª e de 2ª.
Se é quotizados, o que é que o Estado tem a ver com isso?
Nem quero acreditar que a declaração postada é de JM.
GostarGostar
“Se é DE quotizados…”
GostarGostar
É preciso uma lata descomunal para ser do Bloco de Esquerda.
Continuam a ser “esganiçadas” mas o termo mais adequado para nos referirmos a essas gajas (deliberado) é mesmo “imbecis” (diminutivo de “estúpidas que nem uma porta”).
GostarLiked by 1 person
Gajas são as da tua família, ó malcriadão!
GostarGostar
Arlindo da Costa,
Pelo menos admite que as “suas” “damas” são estúpidas que nem uma porta.
GostarGostar
nada como reler o Triunfo dos Porcos de G.Orwell para se perceber o país socialista em que vivemos.
GostarLiked by 1 person
E como os jornais e TV’s são Marxistas esta frase não é um escândalo.
GostarLiked by 1 person
Não é primeira página, não abre telejornais, não se chama ninguém para comentar.
GostarLiked by 1 person
Os privados têm alternativas: a Medicare e a Médis.
GostarGostar
1º – Para os funcionários públicos, o estado é também entidade empregadora;
2º – Como entidade empregadora pode criar um sistema de saúde para os seus trabalhadores;
3º – O ideal é que esse sistema seja sustentável;
4º – No caso da ADSE é. Tornou-se sustentável com o último governo a sério;
5º – A ADSE funciona com os descontos dos seus trabalhadores;
6º – Para se manter sustentável, há alguns, no topo do leque salarial, que com os descontos que fazem, compensam os descontos de quem ganha menos;
7º – Os seguros de saúde também abrangem os cônjuges ou os penduras (desde que pagues por eles)
8º – Caso esta lógica seja invertida, e entrem muitos elementos com salários baixos, é posta em causa a sustentabilidade;
9º – Não julgo que, uma vez que o sistema não conta com verbas do Orçamento de Estado, alguém tenha de se pronunciar sobre um sistema de saúde corporativo. Não estou a ver um funcionário público exigir as mesmas condições de acesso a hospitais privados de um funcionário do Grupo Melo ou da Google ou do BCP (exemplos);
10º – Compará-lo com o SNS é demagogia.
GostarGostar
“2º – Como entidade empregadora pode criar um sistema de saúde para os seus trabalhadores;”
Será que qualquer empresa poderá fazer o mesmo?!
Será que eu, individualmente, posso também optar por qualquer sistema existente ou criar um só para mim?!
Será que o Estado não tem mais que fazer?!
Porque a lei lho permite e a outros não?!
Estamos conversados!
” 9º – Não julgo que, uma vez que o sistema não conta com verbas do Orçamento de Estado, alguém tenha de se pronunciar sobre um sistema de saúde corporativo.”
Então por que é que o Estado decide?!
Porque a lei lho permite e a outros não?!
Estamos conversados!
GostarGostar
Desculpe, mas provavelmente não me fiz entender.
Aqui o Estado não tem de se comportar enquanto Estado, mas enquanto entidade empregadora.
Como tal e como qualquer empresa em que a gestão dos recursos humanos possa ser feita nas suas variadas vertentes (salarial, incentivos, etc…) é livre de contratualizar serviços de saúde para os seus funcionários. Como referi anteriormente, não é o que fazem as grandes empresas? Não obtém ganhos de escala que permitem aos operadores de saúde praticar preços mais reduzidos? Não são estas as grandes vantagens do ganho de escala? Obviamente que estes ganhos de escala não se obtêm individualmente! Mas isso não pode ser razão para proibir a existência de sistemas deste género! Onde anda a tão propalada liberdade? (não confundir com utilização indevida de dinheiros públicos)
GostarGostar
Pois, mas para os do privado, têm de se arrumar com o SNS. Se os funcionários públicos (incluindo a mortágua), gostam tanto do privado, porque não se acaba com o SNS e não se expande a ADSE para todos?
GostarLiked by 1 person
Eles são funcionários públicos que não confiam neles próprios. Colégios particulares para os filhos e clínicas particulares para se tratarem.
malandros dos capitalistas.
GostarGostar
Proponho que beneficiário da ADSE, tenha de ter cartão de militante do PS,BLOCO ou PCP (verdes incluidos). Assim já ninguém pode dizer que os empregados públicos são beneficiados.
GostarLiked by 1 person
A igualdade segunda Joana Mortágua ou o “Triunfo dos Porcos” em todo o seu explendor.
GostarLiked by 1 person
Claro que deve. Isso de hospital público é bom para o preto.
E queixam-se por não terem todas as especialidades, o que é uma chatice porque assim ainda são obrigados a ir a outros médicos da função pública, na qual não confiam.
GostarGostar
Esta Joana esganiçada como é mais feia que a irmã (sai ao terrorista do pai) tenta dar nas vistas sendo mais radical que a irmã. Esta é da fação UDP, a irmã da fação PSR.
GostarGostar
Se os hospitais PRIVADOS e CHEIOS de funcionários como a menina Mortágua (onde uns pagam 65 euros a pronto por uma consulta enquanto os outros pagam 4 ou 5 euros) aceitarem neste “sistema” o resto dos portugueses, os funcionários deixam de poder ir às consultas e passam a ir a outras sem acordo, onde pagam como os outros, que são cidadãos de segunda. É natural que não queiram. É ir aos melhores hospitais privados do país e ver se aquilo está ou não a abarrotar com a malta do público.
GostarGostar
Pedro Martins,
se então é uma questão de escala, o Estado que substitua o SNS pela ADSE;
ficaria uma escala ainda maior;
ou vice-versa…
não faria mais que a sua obrigação.
GostarGostar