Pois. A Assembleia Nacional de antes, reunia e trabalhava durante três meses.
Não falemos dos milhares de novos empregos do partido a cada quatro anos.
A AR, paga a 230 deputados, vencimentos superiores aos dos generais.
Há aqui neste assunto inúmeras questões que devem ser levantadas.
1) Como é que um adolescente sabe se é homossexual? Ora no meu tempo estudei que os homossexuais definiam a sua orientação tardiamente, já no início da idade adulta. Para além disso comportamentos homossexuais em instituições deste tipo sempre estiveram descritos na literatura e conheço testemunhos dos mesmos. No entanto esses comportamentos são transitórios e não definem uma orientação sexual. Quando aqueles que os têm abandonam esses meios de internato, não voltam a essas práticas, mal têm contacto com o sexo oposto.
2) Parece-me sensato que um aluno em regime de internato que se disponha a certas práticas seja convidado a sair da instituição. Os colegas acabarão por perder o respeito e o ambiente gerado não será o melhor. A principal vítima acabará por ser quem cedeu a esse comportamento. Será, por exemplo, alvo de troça por parte de alguns colegas.
3) Como é que se classifica um aluno como hetero ou homossexual? Com um exame genético? Obviamente que um aluno que não seduza os colegas nem tenha maneirismos, mesmo tendo sentimentos homossexuais, nunca será catalogado como tal. Tenho um colega de primária que se «assumiu» há dois anos e nunca imaginei que tivesse essa natureza, até lhe conheci namorada. Certamente que muitos dos leitores deste blogue conhecem casos idênticos.
4) Depois de passar esta moda e esta fase, concluiremos que todas estas definições e ideias sobre homossexualidade são um constructo, uma falácia, uma teoria sem fundamento na realidade da sexualidade humana, feita por uma Esquerda radicalizada em universidades de França, dos EUA ou do Reino Unido.
“Demitiu-se alguém? Algum ministro pediu explicações a quem quer que fosse? Alguém sabe em que resultaram os inquéritos a esses casos? Foram levados até ao fim?”
O nosso sistema tem casos que são completamente abafados, alguns deles por simples negação da existência do problema. Classificações, postos e/ou conotação política de chefes de agrupamentos, incompetência, medo de recolocações no ano seguinte, etc. Inclusivamente, casos escondidos da Escola Segura e inspeção escolar, que os descobre muito mais tarde por outras vias. Não existe sequel manual de procedimentos a despoletar, nem convém que tal exista, caso contrário estariam feitos à décadas com penas para quem com eles não cumprisse. Isto foi o que eu vi durante o consulado daquela senhora de má memória do governo falido, que pôs as escolas a viver de reuniões atrás de reuniões. A omissão é inclusivamente para com os pais, que só o descobrem anos mais tarde e ainda são sujeitos a tentativas de lavagem cerebral tipo Coreia do Norte. É absolutamente assustador. É a merda de gente que temos no nosso país, fruto dos compadrios, amigos, política local, etc. No fundo, é exatamente o mundo que se pode ver nos reality shows, por muito que custe às pessoas acreditar que aquela realidade não só existe, como abunda.
Três observações:
1) O homem que haveria de conduzir o exercito de um país na guerra, coisa séria, em que se manda matar e morrer, se destroem nações e se semeia miséria por gerações, demite-se porque o chefe lhe pede explicações sobre uma coisa, que tem a ver com uma patetice de um azelha que falou para os media sem fazer a minima ideia da tática do inimigo.
2) Uma instituição como o Exército de um país de quase 900 anos, onde a cena socio-política tem sido dominada nos últimos 5 anos por causas “fraturantes” da esganiçada agenda LGBT, que administra uma instituição de ensino para crianças e adolescentes, aceita deixar fazer uma reportagem no seu interior e autoriza um azelha – que por acaso é sub-director ou lá o que seja – a dar uma entrevista para falar sobre o sexo dos anjos (sim, porque as crianças são uns anjos) sem que antes tenha feito uma preparação da entrevista minimamente adequada para enfrentar os reporteres espertalhaços, para quem o mundo gira à volta dum buraco ao fundo das costas.
3) A mesma instituição autoriza que um jovem adolescente dê uma entrevista para falar de assuntos para o qual a angelical personagem não tem nem maturidade nem preparação intelectual para abordar.
Em conclusão. a sociedade portuguesa e as suas melhores instituições são uma lástima.
Ponham um Comunista da ala dura à frente do CM e vão ver que imbecilidades como aquela que se desenrolou na semana passada jamais acontecerão.
Qual é o problema? Generais não faltam! Há mais hoje do que em 1974.
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O mais destemido que conheço é um que já morreu há séculos.
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Pois. A Assembleia Nacional de antes, reunia e trabalhava durante três meses.
Não falemos dos milhares de novos empregos do partido a cada quatro anos.
A AR, paga a 230 deputados, vencimentos superiores aos dos generais.
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Na paneleiragem ninguém toca!
O direito de pernada vem a seguir!
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todos os dias só apresentam o pr e o pm
QUIM BARREIROS fazia melhor figura
não há crispação
está toda no apoio a que chamam governoo
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Huuuummmmm, andam sempre encostadinhos um ao outro.
Ai os afectos, os afectos…
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Um “país” entregue…às bichas…
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Há aqui neste assunto inúmeras questões que devem ser levantadas.
1) Como é que um adolescente sabe se é homossexual? Ora no meu tempo estudei que os homossexuais definiam a sua orientação tardiamente, já no início da idade adulta. Para além disso comportamentos homossexuais em instituições deste tipo sempre estiveram descritos na literatura e conheço testemunhos dos mesmos. No entanto esses comportamentos são transitórios e não definem uma orientação sexual. Quando aqueles que os têm abandonam esses meios de internato, não voltam a essas práticas, mal têm contacto com o sexo oposto.
2) Parece-me sensato que um aluno em regime de internato que se disponha a certas práticas seja convidado a sair da instituição. Os colegas acabarão por perder o respeito e o ambiente gerado não será o melhor. A principal vítima acabará por ser quem cedeu a esse comportamento. Será, por exemplo, alvo de troça por parte de alguns colegas.
3) Como é que se classifica um aluno como hetero ou homossexual? Com um exame genético? Obviamente que um aluno que não seduza os colegas nem tenha maneirismos, mesmo tendo sentimentos homossexuais, nunca será catalogado como tal. Tenho um colega de primária que se «assumiu» há dois anos e nunca imaginei que tivesse essa natureza, até lhe conheci namorada. Certamente que muitos dos leitores deste blogue conhecem casos idênticos.
4) Depois de passar esta moda e esta fase, concluiremos que todas estas definições e ideias sobre homossexualidade são um constructo, uma falácia, uma teoria sem fundamento na realidade da sexualidade humana, feita por uma Esquerda radicalizada em universidades de França, dos EUA ou do Reino Unido.
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A esquerda não precisa de viajar para ser radicalizada: há por cá inveja, parolice e cretinice bastante para promover esse efeito.
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Só precisavam de ser subsidiados pela Venezuela e pelo Estado Islâmico, como os de Espanha…
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“Demitiu-se alguém? Algum ministro pediu explicações a quem quer que fosse? Alguém sabe em que resultaram os inquéritos a esses casos? Foram levados até ao fim?”
O nosso sistema tem casos que são completamente abafados, alguns deles por simples negação da existência do problema. Classificações, postos e/ou conotação política de chefes de agrupamentos, incompetência, medo de recolocações no ano seguinte, etc. Inclusivamente, casos escondidos da Escola Segura e inspeção escolar, que os descobre muito mais tarde por outras vias. Não existe sequel manual de procedimentos a despoletar, nem convém que tal exista, caso contrário estariam feitos à décadas com penas para quem com eles não cumprisse. Isto foi o que eu vi durante o consulado daquela senhora de má memória do governo falido, que pôs as escolas a viver de reuniões atrás de reuniões. A omissão é inclusivamente para com os pais, que só o descobrem anos mais tarde e ainda são sujeitos a tentativas de lavagem cerebral tipo Coreia do Norte. É absolutamente assustador. É a merda de gente que temos no nosso país, fruto dos compadrios, amigos, política local, etc. No fundo, é exatamente o mundo que se pode ver nos reality shows, por muito que custe às pessoas acreditar que aquela realidade não só existe, como abunda.
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“feitos há décadas” (estou a ficar como os apresentadores na TV) 🙂
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Desconhecia que a comunidade homossexual no Exército fosse tão elevada.
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Tudo se resolveria a contento “dos e das “das”, se se criasse um quartel exclusivo para eles
e para elas”
A Assembleia da República tem bastantes “psicólogos” encartados na matéria… pensem na ideia!
Make Love Not War
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Três observações:
1) O homem que haveria de conduzir o exercito de um país na guerra, coisa séria, em que se manda matar e morrer, se destroem nações e se semeia miséria por gerações, demite-se porque o chefe lhe pede explicações sobre uma coisa, que tem a ver com uma patetice de um azelha que falou para os media sem fazer a minima ideia da tática do inimigo.
2) Uma instituição como o Exército de um país de quase 900 anos, onde a cena socio-política tem sido dominada nos últimos 5 anos por causas “fraturantes” da esganiçada agenda LGBT, que administra uma instituição de ensino para crianças e adolescentes, aceita deixar fazer uma reportagem no seu interior e autoriza um azelha – que por acaso é sub-director ou lá o que seja – a dar uma entrevista para falar sobre o sexo dos anjos (sim, porque as crianças são uns anjos) sem que antes tenha feito uma preparação da entrevista minimamente adequada para enfrentar os reporteres espertalhaços, para quem o mundo gira à volta dum buraco ao fundo das costas.
3) A mesma instituição autoriza que um jovem adolescente dê uma entrevista para falar de assuntos para o qual a angelical personagem não tem nem maturidade nem preparação intelectual para abordar.
Em conclusão. a sociedade portuguesa e as suas melhores instituições são uma lástima.
Ponham um Comunista da ala dura à frente do CM e vão ver que imbecilidades como aquela que se desenrolou na semana passada jamais acontecerão.
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“Ponham um Comunista da ala dura …”
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Há outras alas no Comunismo além da ala dura?
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Com os comunistas a pandeleiragem não vai ter vida fácil.
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