justiça revolucionária «à la carte»
Em 2015, Sandro Santos, dirigente do Bloco de Esquerda de Guimarães, foi detido pela PSP por ser o cabecilha de uma rede de plantação de cánabis, organizada em quatro apartamentos onde cultivava essa planta. A produção e venda de cánabis são um crime público em Portugal.
Em 2018, um empregado da empresa de segurança 2045 espancou selvaticamente uma mulher, enquanto estava ao serviço nos STCP. Bater em pessoas é um crime de ofensas corporais, que, no caso, pode ser agravado por ter sido cometido por motivos raciais, que o Código Penal qualifica como circunstância agravante.
Hoje, no seguimento deste último acontecimento, a dirigente do Bloco de Esquerda Catarina Martins exigiu que a empresa 2045 fosse responsabilizada pelo comportamento criminoso do seu funcionário, pretendendo que o governo lhe retirasse a licença e, na prática, a encerrasse.
Aplicando a mesma lógica ao que aconteceu em 2015, o que acham que deveria ter acontecido ao partido da azougada Catarina?

Rui A, deixe lá…
esta gentalha foi criada na abundância do estado novo, armou em progressista e em divindade: a verdade está neles.
A das Pombinhas nem para ‘actora’ deu…
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A revolução libertará o cânhamo.Lenine fumava.Trotski também.Estaline e Mao.Castro e o das camisolas avantinas.É capaz de haver obrigatoriedade,consonância com os Mestres.
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A parvoeira é mais que isso:
O mando arbitrário é a sua inclinação maior; aí têm os seus heróis.
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O sentido patriotico da Nação Portuguesa declinou no início nos anos 70 e se agravou no pós 25 abril 74. O dinheiro, a cobiça e a inveja fazem parte do carácter da “azougada” assim como o da maioria do povinho inculto, alinhado e caracterizado. É o que se nos apresenta…!
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Exigir coerência a esse tipo de gente é como esperar laranjas de uma pereira. Um exercício de futilidade…
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A lógica do Rui a. é deveras preocupante.
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