Das caixas de comentários:
“Daniel Fernandes A função publica, não sei se é só em Portugal, mas essa gente não vale nada profissionalmente, são uma despesa excessiva, não gostam do que fazem, tratam mal o público e recebem melhor que um trabalhador que anda aqui a sustentar esta miséria”.
“Joaquim Garcia No funcionalismo a regra, apesar das excepções:
1. Atendimento grosseiro e com desprezo daqueles que lhes pagam . Mal-humorado com ares de enfado e pouquíssima atenção ao nosso problema
2. Ritmo devagar, devagarinho e com calma.
3. O funcionário público só tem que ser eficiente uma só vez na vida: – NO DIA DO CONCURSO ( e isto se o houver pois pode ter sido indigitado ou nomeado pelo “padrinho”
4. Não apreciam mudanças, desafios ou inovações. Basta deixar o tempo passar para atingir melhores salários
5. Amam a burocracia e procuram arduamente gerar complexidade nas questões mais simples para assim se sentirem valorizados
6. Reclamam de tudo e de todos, mas trabalham menos horas e com menos comprometimento. ….No final tem privilégios que o comum dos mortais, que lhes paga o salário, não aufere…. mas ainda assim reclamam. Santa paciência….
“Porreiro pá”
Na função pública existem cada vez menos funcionários de nível. É bem de ver porquê.
Apesar das parcas vantagens, a tendência é fugir para o privado ou para fora.
Os tugas estão ensanduichados entre a pepineira e a ganância do patronato.
O patronato tuga, com honrosas excepções e para não destoar, é uma desgraça.
Pactua miseravelmente com a geringonça e só isso diz tudo.
Por agora o círculo está fechado e continuam a rir-se na nossa cara.
A seguir ao anúncio “surpresa” de que os cofres estão vazios, há que partir pedra.
O liberalismo vem depois.
Das caixas de comentários:
“Daniel Fernandes A função publica, não sei se é só em Portugal, mas essa gente não vale nada profissionalmente, são uma despesa excessiva, não gostam do que fazem, tratam mal o público e recebem melhor que um trabalhador que anda aqui a sustentar esta miséria”.
“Joaquim Garcia No funcionalismo a regra, apesar das excepções:
1. Atendimento grosseiro e com desprezo daqueles que lhes pagam . Mal-humorado com ares de enfado e pouquíssima atenção ao nosso problema
2. Ritmo devagar, devagarinho e com calma.
3. O funcionário público só tem que ser eficiente uma só vez na vida: – NO DIA DO CONCURSO ( e isto se o houver pois pode ter sido indigitado ou nomeado pelo “padrinho”
4. Não apreciam mudanças, desafios ou inovações. Basta deixar o tempo passar para atingir melhores salários
5. Amam a burocracia e procuram arduamente gerar complexidade nas questões mais simples para assim se sentirem valorizados
6. Reclamam de tudo e de todos, mas trabalham menos horas e com menos comprometimento. ….No final tem privilégios que o comum dos mortais, que lhes paga o salário, não aufere…. mas ainda assim reclamam. Santa paciência….
“Porreiro pá”
Na função pública existem cada vez menos funcionários de nível. É bem de ver porquê.
Apesar das parcas vantagens, a tendência é fugir para o privado ou para fora.
Os tugas estão ensanduichados entre a pepineira e a ganância do patronato.
O patronato tuga, com honrosas excepções e para não destoar, é uma desgraça.
Pactua miseravelmente com a geringonça e só isso diz tudo.
Por agora o círculo está fechado e continuam a rir-se na nossa cara.
A seguir ao anúncio “surpresa” de que os cofres estão vazios, há que partir pedra.
O liberalismo vem depois.
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Alguém obriga os patrões não subirem o ordenado mínimo para os seus empregados?
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