Rui Rio e as Europeias

Com o desafio de Luis Montenegro parece que Rui Rio teve um sobressalto de ânimo.
Porém, depois de um ano encostado a António Costa (passe o pleonasmo) e com um discurso político alinhado com a narrativa da Esquerda, caso a reunião do Conselho Nacional do PSD lhe seja favorável, conviria que o presidente desta agremiação se comprometesse a lutar pela vitória nas eleições para o Parlamento Europeu e, no mínimo, a ter um resultado próprio de um partido grande.
É natural que a Direita sociológica (incluindo abstencionistas) se reparta em votos também pelo CDS, Iniciativa Liberal e Aliança, nestes últimos aproveitando o factor de novidade da IL e a empatia pessoal com Santana Lopes. No entanto, cabe a Rui Rio afirmar o PSD como o partido largamente maioritário e de referência neste espaço político.
Apesar de as eleições serem europeias, o voto do eleitorado de Direita certamente irá sinalizar se a estratégia de Rui Rio é ou não a mais acertada e eficaz para combater a geringonça. É isto que os não-socialistas terão em mente quando estiverem perante as urnas.
O sentido de urgência que a Direita tem em se libertar da frente de esquerda não se compagina com a espera pelas Legislativas para ser esse o momento de confirmação ou substituição dos protagonistas partidários.
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Finalmente !, o RRio começou a fazer oposição — mas ao LMontenegro. Ao AC-DC e à geringonça, nicles.
Tanto que há para criticar e outro tanto ou mais para propor como alternativa ao desgoverno, mas prefere calar-se. Estranha a insondável “estratégia” aliada a falta de projecto global para o país. Talvez não tenha estratégia alguma porque sonso líder.
O RR sabe que tem fama de rigoroso e teimoso autarca, de “boas contas”, etc. Pensa que esse cartão de visita serve para o país. Engana-se, está mal aconselhado.
Se assim continuar ou pouco melhorar, será responsável por humilhantes derrotas nas europeias e nas legislativas. Portanto e logo a seguir, congresso extraordinário e rua !
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Os salários só aumentam quando a mão de obra escasseia.
Os governos que governam mal são derrotados nas eleições.
As inversas também são verdadeiras…
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pode ganhar no conselho
mas já perdeu as eleições e escavacou o partido
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10% no Porto
11% em Lisboa
Quem andou a escavacar o partido?
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As eleições europeias, quanto a mim, pouco costumam sinalizar.
Os que votam são uma minoria. De entre estes, os que votam sem birra estão em minoria…
Vai daí que as Europeias não costumam ser um sinal: serão um arrufo, um sinalzinho, Assim, tipo, coisinho, coisinho, coisinho…
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“Com um poder político fraco,como aquele que actualmente este regime proporciona,não é possível melhorar o país.A crescente perda de governabilidade e o fortalecimento dos interesses corporativos pressupôem que o interesse público é mal defendido.O regime que estamos a viver já tem muito pouco de democrático.O regime está a ir borda abaixo e o que se seguirá pode ser pior do que uma ditadura,a anarquia completa.” – Rui Rio na Revista Visão de 27-10-2011
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E o artigo do Rui Ramos hoje vem a propósito https://observador.pt/opiniao/a-crise-do-psd-e-a-crise-de-todo-o-regime/
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E por falar em europeias(agora que o brexit está cada vez mais embrulhado) http://www.thelibertybeacon.com/italy-building-anti-eu-axis-globalist-aachen-treaty-the-response/
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