Se fosse hoje a mãe do Ricardinho era acusada de violência, o Ricardinho ficava traumatizado e não jogava mais e a Autoridade Tributária ficava com dinheiro
isto “passou-se”? neste país? e a CPCJ não actua (paga pelos impostos de todos nós)… Isto está tudo doido? Bom, Mãe objecto de processo e cadeia já… Palavra, qual palavra… isso vale o quê? Ricardinho com acompanhamento psicológico para ultrapassar os traumas… de preferência , homem de saia (não mirandense nem escocês),.. e que o instrua sobre a bandeira nacional, que o Ricardinho nos seus predicados futebolísticos já tantas vezes defendeu… e já agora para continuar (e não acabar a bandalheira) o TAVARES como comentador, na SIC, RTP, TVI CMTV em horário nobre, sobre as consequências psicológicas e profundamente traumáticas de um tabefe no crescimento e desenvolvimento de um grande jogador de futebol de salão.
A mãe do Ricardinho tinha razão porque tinha razão, ou tinha razão por causa do tabefe?
Concordo com a ideia de que faltam valores a muita gente, concordo com a denuncia de algum exagero nas ações da CPCJ. Não vejo, de qualquer forma, a necessidade de selar a sentença com uma tramplona nas ventas do miúdo.
Como dizia o outro: ‘Nem tudo ao mar, nem tudo à terra.’
Não sou apologista de tabefes (embora tenha levado alguns quer na primária quer nos jesuítas onde fiz o secundário) … no post que deixei, pretendi somente sublinhar a necessidade dos valores, do não vale tudo… se para isso foi preciso um par de tabefes para assentar a pessoa nos valores… paciência…. a Mãe do Ricardinho tinha razão porque moral e eticamente ela tinha,,, toda… mas agora inverto a questão… (sem pretender justificar o tabefe) … e sela os não tinha dados… que valores tinha associado… vai-me dizer… os valores não vão ao tabefe… claro que não… mas contudo no contexto parece-me que não foi nenhum pecado…
Não, não foi propriamente um pecado… De acordo.
E sim, a meu tempo, também levei uns tabefes. Não sei se todos foram justos e não me parece que todos fossem necessários. (A violência tem lógicas esquisitas (repare na lógica expressa pelos imbecis das praxes académicas: se eu levei, os mais novos também poderão levar…).
Repare que o Ricardinho tinha exemplos de honestidade, de coerência e de retidão lá em casa, daí a vergonha que o miúdo sentiu. Vai daí que me parece que um NÃO firme teria sido suficiente…
Concordo consigo… na imbecilidade da lógicas académicas de que eu fui objecto e “a posteriori” não participei..,, e concordo consigo quando afirma que a “violência tem lógicas esquisitas”… agora quando escrevi, não conheço o contexto íntimo da Ricardinho nem os valores éticos ou morais que o contextualizam e à família… simplesmente… remeti-me ao que a imprensa e a Helena F. Matos deixaram transparecer publicamente…
A questão não é essa meio filosófica e até metafísica. Em termos pragmáticos se a mãe do Ricardinho tivesse chamado o menino e “conversado” com ele sobre questões ético-sociais teria tido o mesmo resultado? ou o Ricardinho teria aceite a mala cheia de dinheiro? Deixem-me dizer que pela amostra da sociedade ora reinante a “conversa” teria resultado em ele aceitar a mala se borrifado para a “conversa”. Isto não é apologia da violência, apenas e tão só uma constatação de facto do que ocorre nos dias de hoje.
E muitos só compreendem com tabefes, bofetadas, chapadas, etc.. Mas a culpa é dos que não querem compreender, e não das bofetadas.
A bofetada é uma invenção muito inteligente para endireitar filhos, que querem andar por caminhos tortos. Pais que amam verdadeiramente os filhos fazem-o. E nenhum pai gosta de as dar. Nenhum, que ama verdadeiramente. A culpa é sempre dos filhos. Lógico.
P.S.:
Isto tudo é um horror para a canalha da esquerda, que prega o total contrário. A igreja ateia não gosta nada disso, de manter a palavra dada, por isso, pregam a infidelidade, todos os domingos, nas igrejas deles, do macaco e Lda.
O Lula da Silva, esse gatuno ordinário, que conseguiu governar o Brasil muito mal, proibiu com uma lei essas coisas. Ele não gostava nada das mães super-inteligentes, como aquela do Ricardinho. E a lei castigava os pais, que quisessem endireitar os próprios filhos.
Pais que não gostam dos filhos, deixam-os andar com os trafulhas, criminosos, ladrões, mentirosos, etc.. E depois temos os governos que temos. Lógico.
Uns são filhos dignos e os outros são os tais filhas da puta. E os últimos estão nos a governar e muitos a queixarem-se. Lógico.
Também tenho uma chapada fulcral na minha vida. Na escola havia (como sempre houve) um colega que fazia “bullyng” (ai que palavra moderna) a todos os colegas agredindo-os. Eu tinha passado pelos pingos da chuva até ao dia em que “apanhei forte e feio” no terreiro de saída. Humilhado e sujo cheguei a casa e logo por azar o pai tinha saído mais cedo do trabalho que vendo-me perguntou o que se tinha passado….ao que choraminguei que o “Domingos bateu-me”. Automaticamente levei um tabefe e foi-me dito que filho dele não vinha para casa fazer “queixinhas”, que se tinha problemas fora de casa os tinha de resolver. Entre a dupla humilhação e alguma desorientação o ardor do segundo tabefe (ainda hoje não sei se foi muito forte ou se foi fraco)…… no dia seguinte o Domingos, as contínuas e até duas professoras que nos tentavam separar levaram socos pontapés arranhões . Nunca mais sofri bullyng, nunca mais levei as “merdices” de crianças para casa e aprendi a enfrentar e resolver os meus problemas . Anos depois numa situação de guerra, ainda muito jovem, em que a minha vida e dos meus estava por um fio, foi essa bofetada que me safou (e aos meus) de sermos chacinados. Nunca agradeci o suficiente ao meu falecido pai por essa bofetada (não há forma de o fazer), embora tenha ficado na nossa cumplicidade a famosa frase “O Domingos bateu-me”.
Sim tal como o teu veio do navegador “fássista” por causa do trauma com que os teus pais ficaram. Já que não sabes sobre Tiradentes não deves saber sobre o teu também.
Estou rodeado de gente que se diz letrada e recuaram à palavra do que 10 meses antes tinham dito. Acreditei e não o escrevi e como consequência perdi.
A palavra para mim é vital! Tive essa má experiência com os outros.
A cena passou-se certamente noutro planeta.
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G’anda Mãe!!!
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Ora aí está a importância da educação na família.
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Oportuno post. Na mouche de quem não tem sensatez nem honestidade.
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isto “passou-se”? neste país? e a CPCJ não actua (paga pelos impostos de todos nós)… Isto está tudo doido? Bom, Mãe objecto de processo e cadeia já… Palavra, qual palavra… isso vale o quê? Ricardinho com acompanhamento psicológico para ultrapassar os traumas… de preferência , homem de saia (não mirandense nem escocês),.. e que o instrua sobre a bandeira nacional, que o Ricardinho nos seus predicados futebolísticos já tantas vezes defendeu… e já agora para continuar (e não acabar a bandalheira) o TAVARES como comentador, na SIC, RTP, TVI CMTV em horário nobre, sobre as consequências psicológicas e profundamente traumáticas de um tabefe no crescimento e desenvolvimento de um grande jogador de futebol de salão.
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A mãe do Ricardinho tinha razão porque tinha razão, ou tinha razão por causa do tabefe?
Concordo com a ideia de que faltam valores a muita gente, concordo com a denuncia de algum exagero nas ações da CPCJ. Não vejo, de qualquer forma, a necessidade de selar a sentença com uma tramplona nas ventas do miúdo.
Como dizia o outro: ‘Nem tudo ao mar, nem tudo à terra.’
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Não sou apologista de tabefes (embora tenha levado alguns quer na primária quer nos jesuítas onde fiz o secundário) … no post que deixei, pretendi somente sublinhar a necessidade dos valores, do não vale tudo… se para isso foi preciso um par de tabefes para assentar a pessoa nos valores… paciência…. a Mãe do Ricardinho tinha razão porque moral e eticamente ela tinha,,, toda… mas agora inverto a questão… (sem pretender justificar o tabefe) … e sela os não tinha dados… que valores tinha associado… vai-me dizer… os valores não vão ao tabefe… claro que não… mas contudo no contexto parece-me que não foi nenhum pecado…
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Não, não foi propriamente um pecado… De acordo.
E sim, a meu tempo, também levei uns tabefes. Não sei se todos foram justos e não me parece que todos fossem necessários. (A violência tem lógicas esquisitas (repare na lógica expressa pelos imbecis das praxes académicas: se eu levei, os mais novos também poderão levar…).
Repare que o Ricardinho tinha exemplos de honestidade, de coerência e de retidão lá em casa, daí a vergonha que o miúdo sentiu. Vai daí que me parece que um NÃO firme teria sido suficiente…
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Concordo consigo… na imbecilidade da lógicas académicas de que eu fui objecto e “a posteriori” não participei..,, e concordo consigo quando afirma que a “violência tem lógicas esquisitas”… agora quando escrevi, não conheço o contexto íntimo da Ricardinho nem os valores éticos ou morais que o contextualizam e à família… simplesmente… remeti-me ao que a imprensa e a Helena F. Matos deixaram transparecer publicamente…
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Verdade e ‘progressismo’ não são palavras de uma mesma língua.
E onde não há verdade não há honra.
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A questão não é essa meio filosófica e até metafísica. Em termos pragmáticos se a mãe do Ricardinho tivesse chamado o menino e “conversado” com ele sobre questões ético-sociais teria tido o mesmo resultado? ou o Ricardinho teria aceite a mala cheia de dinheiro? Deixem-me dizer que pela amostra da sociedade ora reinante a “conversa” teria resultado em ele aceitar a mala se borrifado para a “conversa”. Isto não é apologia da violência, apenas e tão só uma constatação de facto do que ocorre nos dias de hoje.
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A palavra dada continua a valer mais do que tudo.
A mãe do Ricardinho é muito inteligente, muito!
E muitos só compreendem com tabefes, bofetadas, chapadas, etc.. Mas a culpa é dos que não querem compreender, e não das bofetadas.
A bofetada é uma invenção muito inteligente para endireitar filhos, que querem andar por caminhos tortos. Pais que amam verdadeiramente os filhos fazem-o. E nenhum pai gosta de as dar. Nenhum, que ama verdadeiramente. A culpa é sempre dos filhos. Lógico.
P.S.:
Isto tudo é um horror para a canalha da esquerda, que prega o total contrário. A igreja ateia não gosta nada disso, de manter a palavra dada, por isso, pregam a infidelidade, todos os domingos, nas igrejas deles, do macaco e Lda.
O Lula da Silva, esse gatuno ordinário, que conseguiu governar o Brasil muito mal, proibiu com uma lei essas coisas. Ele não gostava nada das mães super-inteligentes, como aquela do Ricardinho. E a lei castigava os pais, que quisessem endireitar os próprios filhos.
Pais que não gostam dos filhos, deixam-os andar com os trafulhas, criminosos, ladrões, mentirosos, etc.. E depois temos os governos que temos. Lógico.
Uns são filhos dignos e os outros são os tais filhas da puta. E os últimos estão nos a governar e muitos a queixarem-se. Lógico.
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Tenha pena de quem não levou umas chapadas na hora certa.
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Também tenho uma chapada fulcral na minha vida. Na escola havia (como sempre houve) um colega que fazia “bullyng” (ai que palavra moderna) a todos os colegas agredindo-os. Eu tinha passado pelos pingos da chuva até ao dia em que “apanhei forte e feio” no terreiro de saída. Humilhado e sujo cheguei a casa e logo por azar o pai tinha saído mais cedo do trabalho que vendo-me perguntou o que se tinha passado….ao que choraminguei que o “Domingos bateu-me”. Automaticamente levei um tabefe e foi-me dito que filho dele não vinha para casa fazer “queixinhas”, que se tinha problemas fora de casa os tinha de resolver. Entre a dupla humilhação e alguma desorientação o ardor do segundo tabefe (ainda hoje não sei se foi muito forte ou se foi fraco)…… no dia seguinte o Domingos, as contínuas e até duas professoras que nos tentavam separar levaram socos pontapés arranhões . Nunca mais sofri bullyng, nunca mais levei as “merdices” de crianças para casa e aprendi a enfrentar e resolver os meus problemas . Anos depois numa situação de guerra, ainda muito jovem, em que a minha vida e dos meus estava por um fio, foi essa bofetada que me safou (e aos meus) de sermos chacinados. Nunca agradeci o suficiente ao meu falecido pai por essa bofetada (não há forma de o fazer), embora tenha ficado na nossa cumplicidade a famosa frase “O Domingos bateu-me”.
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O nome “Tiradentes” também veio dessa último confronto com o Domingos?
😉
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Sim tal como o teu veio do navegador “fássista” por causa do trauma com que os teus pais ficaram. Já que não sabes sobre Tiradentes não deves saber sobre o teu também.
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Estou rodeado de gente que se diz letrada e recuaram à palavra do que 10 meses antes tinham dito. Acreditei e não o escrevi e como consequência perdi.
A palavra para mim é vital! Tive essa má experiência com os outros.
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