Não sei mesmo como estamos vivos tendo comido tanta amêndoa feita numas instalações sem dimensão?!
«A ASAE exigiu que a fábrica tivesse mais espaço para poder laborar e nós não temos para já essas condições. Por isso, aconselhou-nos a encerrar», declarou.
A empresa, que trabalhava sazonalmente, já cessou a actividade junto dos serviços de finanças de Portalegre.
As amêndoas de Portalegre, produzidas de forma artesanal, constituem um dos ‘cartões de visita’ da região, sobretudo na época da Páscoa.
Todos os anos, pela época do Carnaval, Joaquina Vintém, também conhecida pela confecção de doçaria conventual, começava a trabalhar nas amêndoas pascais, com grande procura na Grande Lisboa e no Grande Porto.
«Ainda solicitei aos agentes da ASAE se poderia fazer, em menor quantidade, umas amêndoas para agradar aos clientes e para que a tradição não se quebrasse, mas a resposta foi negativa», lamentou.
No entanto, a única família da região de Portalegre que fabrica as tradicionais amêndoas promete não baixar os braços e, talvez, segundo Joaquina Vintém, regresse já no próximo ano à laboração.
Um dos filhos de Joaquina Vintém prevê construir, na zona industrial da cidade, uma fábrica para produzir doces conventuais, que poderá integrar a produção das tradicionais amêndoas de Portalegre.
Enquanto as amêndoas de Portalegre não regressam ao mercado, Joaquina Vintém promete guardar o segredo da produção deste doce a «sete chaves».
Confeccionadas à base de amêndoas provenientes de amendoeiras da região, este doce, confeccionado em redor de duas caldeiras aquecidas (género betoneiras), era unicamente produzido pela empresária e o marido.
Nessas caldeiras, que rodam sem parar cerca de oito horas, tempo que dura a produção, o casal colocava açúcar e chocolate suficiente até a amêndoa ganhar a textura e o seu tamanho normal.
As caldas eram produzidas à parte, em tachos de cobre.
No ano passado, as amêndoas de Portalegre tinham um preço de mercado de dez euros o quilograma, sendo também comercializadas em pacotes de 250 gramas.»
SOL

quando é que se começa a fazer uma recolha de casos como este?
para quando manifestações contra estes imbecis da ASAE?
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Que façam como o outro do tasco…
Almendras de Portalegre hechas en España
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“Vila de S, concelho F”
Uma residencial impecável, com seis quartos, numa grande aldeia/vila do interior, em funcionamento há década e meia, desde que os seus proprietários regressaram da Suiça e ali investiram em benefício da povoação.
Dispõe de uma piscina muito concorrida nos meses de verão, quando a vila se enche de emigrantes em férias.
Dispõe/dispunha de um restaurante, aspecto impecável, que fruto das visitas da ASAE, está agora fechado.
Causas:
a) Cozinha de pequenas dimensões, pese uma alimentação de boa qualidade;
b) As refeições confeccionadas na cozinha, tinham de percorrer um percurso de dez metros, na zona do bar, para chegarem à sala de jantar; nunca perderam qualidade e segurança por isso.
Da residencial:
a) Muito útil na zona apesar de por vezes sem qq ocupante;
b) Os utentes dos quartos, tomavam os pequenos almoços no bar, situado no andar de baixo, na zona do bar, sem qq problema de espaço;
b) Há um ano e fruto dos novos requisitos técnicos, os proprietários iniciaram a construção de uma pequena cozinha e casas de banho de apoio, no piso dos quartos, para cumprir os novos regulamentos da ‘hotelaria’.
Resultado: acabam de ter de encerrar o serviço de restaurante.
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Para não fazer como certos jornalistas que escrevem segundo o que lhes parece, escrevi no Google, três palavras “amêndoas Portalegre Asae” e surgiu isto.
Numa das entradas, dá-se conta que o deputado Pedro Mota Soares, do CDS, já se pronunciou sobre o… “excesso de zelo”.
Mesmo sem procurar saber muito mais, o excesso aqui já nem é de zelo: é de ridículo.
E parece que não se pode exterminar…
Depois do que se passou no salão do Casino Estoril com a cigarrilha do Inspector-geral, não há ridículo que mate seja o que for.
Diz o povo que a quem perde a vergonha, todo o mundo é seu. Por isso, o caso é perdido.
Mas não será assunto perdido, formular algumas perguntas:
Quem é que forma os fiscais da ASAE? Que lhes ensinam? Onde aprendem e por que manuais? Quanto tempo tem o curso? Quem é que na prática os estimula a acções deste tipo?
E uma última: depois do que se passou no Casino Estoril, o Inspector Geral, o que é que ainda está lá a fazer?
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Quero uma ASAE para o banca isso é que era tomates..
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Quero uma ASAe para os gestores publicos para ver os seus curricula.
Para contar os que não têm cartão do partido e para ver os que frequentaram escolas de gestão.(não vale cursos comprados)
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E quem são os idiotas, ignorantes, que passam as leis que a ASAE enforça?
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Quanto vale um gestor publico ? Qual a sua produtividade ? O que faz para alem de receber
e-mails pornográficos ? para estes anormais ( alguns claro) ´que devia haver ASAE.
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ASAE…s,Jamais…,ALLGarv…,a sra. ministra ceguinha(a da educação),a permanente e despodurada mentira…e muito mais confirmam o que muitos já sentem:este país está nofim,este país não é viável.
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Nada como se falar do que não se conhece.
O povo gosta.
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Miguel Pereira:
Esclareça lá os incultos que não gostam dos métodos tipo ASAE…
Pode ser que ganhe um adepto e seja obrigado a desdizer o que disse. O que aliás, farei com todo o gosto, se não tiver razão.
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Ah, pois!
Atão coméquié?
Se calhar o primo Belmiro descobriu caquilo é capaz de dar “algum” e vai daí é correr ca concorrência…
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A fábrica é de amêndoas da Páscoa, não é de Zepplins!
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“Quero uma ASAE para o banca isso é que era tomates..”
Antes da banca, dava jeito uma para a política…
Todos criticamos a ASAE (eu incluído), mas, em princípio, eles limitam-se a aplicar a lei. Se calhar o problema está mais em quem fez as leis.
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A(inda) S(obra) A(algo) por E(ncerrar)?
Belo episódio da prevalência da forma sobre o conteúdo. Mas é este último que se esperava ser objecto de inspecção.
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O melhor era mesmo fazer as amendoas em Valência de Alcantara, do outro lado da fronteira.
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O problema, la bem no fundo, depois do alçapão, deve estar, parece-me, em quem vota (e volta a votar) em quem aprova estas leis e como as aprova …
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Antes de haver a Asae, já havia regulamentos a cumprir, mas que ninguem vigiava. Veja-se o caso dos lagares de azeitona, onde a porcaria era muita e a higiene pouca! Parece que estamos num país de ignorantes, que já chamaram à Asae, Pide ou nazistas!
Este caso das amendosa, vem muito mal explicado, a mulher deu baixa nas finanças, mas na noticia diz que vai para obras!
Só quem comer rissõis sem camarão, empadas de galinha sei eu co que tipo de recheio? Um tipo que anda 10 metros com uma travessa até chegar ao cliente, que lhe acontece pelo caminho? Que dizem ao matadouro de Albufeira que tinha congelados, com 3 anos etc
etc, a merda que se faz nas cozinhas dos restaurantes, cantinas
etc merecem que alguem zele pela nossa saude, pois de vez vem uma caganeira que ninguem explica, foi depois de umjantar em que não sabemos o que ia dentro do empadão! Olhem para vários estbelecimentos em Lisboa, que tem um letreiro na porta e diz, desculpem ir para obras, mas abrimos brevemente………….
todos nós já compramos fumados ou queijos, quando viajamos por esta santa terra, a chatice, è quando chegamos a casa qualidade è mais do que deficiente. Um amigo meu foi a Chaves e ofertou-me
um chouriço, que tinha ali comprado. Foi para o caixote e porquê?
Em vez de fumado, era práticamente crua. A margem de lucro de quem vendeu aquele chouriço em Chaves foi mais de muita, pois foi fazer e vender, não se importando da má fama que dá a Chaves,
pois conta que o cliente está de passagem e não vai reclamar!
Ainda continuam contra a Asae? para clarificar não sou do PS nem vou com a politica do Socrates, mas pouparem-nos de ir para o hospital è gratificante! Só mais uma amostra: quantas àguas, vendidas como tal, que metidas a garrafa à boca, ingerimos um liquido quimico? contimuem a odiar a Asae…….
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Que é feito do Anónimo?
É preciso alguém que nos explique que a ASAE está cheia de razão, que o nosso amado PM não gosta de porcarias e já iniciou a grande reforma chamada “acabe-se com esses porcos!”
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“E quem são os idiotas, ignorantes, que passam as leis que a ASAE enforça?”
Pois, é que até pode-se acusar com uma certa razão excesso de zelo, e de devarios como terem treino paramilitar… mas no fundo estão a aplicar apenas as leis. Estão apenas a funcionar.
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«10 metros com uma travessa até chegar ao cliente»
É para isso que há travessas/recipientes cobertos ou fechados.
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E ainda há quem defenda esta polícia dos costumes. Pobre povo, que nao quer nada com a liberdade…
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O problema com estas trapalhadas da ASAE é os responsáveis não perceberem que estão a descredibilizar um serviço bem necessário e que devia ter conquistado a simpatia dos portugueses. Com atitudes destas ( e a das bolas de berlim, mais a das facas às cores, etc), entrou-se no domínio da anedota e do descrédito.
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Tribunus, já reparou que salvo o caso da carne fora de validade, todos os casos mediáticos da ASAE têm versado aspectos não relacionados com a qualidade do produto mas mais com aspectos formais? (Por acaso, a validade da carne também é um aspecto formal…)
Eu também não estou interessado em comer, por exemplo, rissóis de camarão sem camarão ou empadas de galinha com sabe-se lá o quê a fazer de recheio. Para prevenir estas situações, é necessário proceder à recolha de amostras e posterior análise. É isso que a ASAE tem feito?
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Até a ginjinha do Rossio deixou de ter sabor!Porra para a ASAE!
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Senhor RV
Os processos levantados pela Asae, estão a acumular-se nos tribunais sem despacho dos mesmos. Não misturem Socrates com a
Asae, o senhor, devia ter reparado, que não vou com o PS nem com o Socrates, mas conheço bem a minha terra, parea saber como se fazem mistelas e se ganha fortunas! Se a Asae verifica camaras frigorificas, com material queimado do frio, pelo tempo que ali está, só resta aos jornalistas dos jornais e da televisão que dão imagens não se limitarem a dar noticias e não indicar o nome dos hoteis, fabricas de congelados etc. Tambem nunca vi nenhum proprietario, vir dar a cara e dizer que è mentira o que se publica sobre o assunto!
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“As amêndoas de Portalegre, produzidas de forma artesanal”
Since when are almonds produced in a factory? Almonds *grow* on almond trees:
http://en.wikipedia.org/wiki/Almond
These Portuguese right-wingers are thick as a wooden door. Looks like I’ll have to keep on paying huge taxes to subsidize these people.
By the way, it is clear ASAE is acting on behalf of laws produced by big and greedy corporations.
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Afinal qual são as dimensões da fábrica ?
Estão a falar de quê ?
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“Since when are almonds produced in a factory? Almonds *grow* on almond trees”
Ó Hydrofluoric: não me diga que nunca ouviu falar do “choque tecnológico” aplicado pelo nosso governo…
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metia-lhe as amêndoas no ‘trou du cul’
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@ Hydrofluoric
Claro que as amendoas são produzidas na fabrica.
Das arvores colhe-se só a calda de açúcar que depois de enxertada nas amendoas daquela fabrica produz os tais pacotinhos de 250g já etiquetados.
O problema da ASAE foi o rotulo não trazer o símbolo CE nas dimensões legalmente determinadas.
D’oh!… 😛
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Aquelas amêndoas pequeninas, feitas com pinhões, parece que também estão proibidas, para evitar que as crianças as metam no nariz.
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Caro Tribunus, não sugeri ligação sua ao PS :O Tinha lido isso? :O Mas olhe que a campanha de mediatização da acção da ASAE decorre dos convites da própria ASAE para a comunicação social participar nessas acções. O jornalistas relataram aquilo que viram. Digamos que pela boca morre o peixe, não será?
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Os inspectores da ASAE andam claramente a fazer-se ao envelope fechado. Em breve encabeçarão a lista dos mais corrompidos. Nessa altura, não faltarão as carpideiras do costume a exigir a intervenção do Estado em mais um foco de corrupção. Até lá, viva o fascismo higiénico.
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Será que PIDASAE já se lembrou de fazer uma exame oftalmológico aos cozinheiros? Se eles forem daltónicos, como é que vão distinguir a cores dos cabos das facas de cozinha ?
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No outro dia uma tascinha na fronteira foi para Espanha. Segundo os espanhóis é asseada, segunda a ASAEE ia fechar.
Assim se cria empregos , mas é fora de Portugal.
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Portugal também esta a ficar pequeno para tanta legislação!
Será que também teremos de mudar de instalações?
Já há quem nos receba e não se importe!
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