Miopia como táctica política
Será que JPP não enxerga o paradoxo da sua esforçada defesa dos ‘fidalgos’ do PSD? Que nesta posta desmente quase tudo aquilo que os críticos andam a querer mostrar? Não vislumbra que os ataques que faz à facção contrária à sua possuem um efeito boomerang iminente?
O grupo de que JPP é o guru é mais do que «funcionários do partido»?
O facto, indesmentível, de terem onde cair mortos não se deverá inteiramente ao protagonismo que o partido lhes deu? O que seria Ferreira Leite sem a política e sem o PSD? Alguém no seu juízo completo acreditará de que teria passado da cadeira de uma secretária do Banco de Portugal?
E Rui Rio? Depois de uns anitos, poucos, como técnico em pequenas empresas e como bancário não terá sido a sua condição de deputado durante vinte e tal anos que o levou onde chegou?
E Arnaut? E Capucho? E Macário Correia?
E a numerosa plêiade de supostos quadros de excelência tão ribombada pelos próprios e que se apressam a apoiar Ferreira Leite em nome da identidade da casta, não serão na sua esmagadora maioria (note-se que deixo Aguiar-Branco e Morais Sarmento fora do rol) pessoas que nada seriam sem o PSD?
Que também eles, os da sua facção, sobretudo eles (porque quanto mais alto se sobe maior é o tombo) sem a política e o partido onde se fizeram gente verão perigar em muito a sua «capacidade de manterem o estatuto, o carro, o telemóvel, o salário» e que, para isso, ««precisam de varrer tudo à frente, mesmo se for preciso destruir o partido pelo caminho»?
Que a sua putativa «influência profissional, capacidade e credibilidade junto do país», a existir, é resultado directo de terem andado décadas na política, a conspirarem, a engendrarem e a trairem alianças, a pactuarem com sistemas eleitorais internos menos límpidos que os do Zimbabwe, a comprometerem-se com jornalistas, a pedirem e a fazerem favores a quem estava um degrau acima na hierarquia do aparelhês até serem eles próprios a ditarem as regras desse jogo tão triste?
E, entretanto, sempre, a serem cúmplices activos no estado do País?
Não vê o JPP que tudo o que acusa ao outro lado está reflectido no seu próprio? E há muito, demasiado, tempo…

N.
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Rui Rio chegou onde chegou através do voto popular!
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No fundo CAA, LFM vai substituir as «máfias» de Lisboa pelas bases do resto de Portugal.
A partir do dia 25 teremos um Regionalismo de POrtugal contra o Regionalismo de Lisboa (leia-se Centralismo).
http://norteamos.blogspot.com/2008/04/lfm-tira-regionalismo-do-armrio.html
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«Rui Rio chegou onde chegou através do voto popular!»
Quando foi eleito presidente da CMP sim – mas faz o mesmo juízo para as suas muitas eleições como deputado? Eleito ‘em bando’ inserido em listas de favor?
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Seria simplesmente indecoroso que, caso a senhora Ferreira Leite ganhe as directas, aparecessem a setas viradas para baixo num blogue de um militante do PSD.
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Rui Rio já tem “onde cair morto.“
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O símbolo do psd vai mudar de vez. O melhor é colocar duas laranjas.
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«Rui Rio chegou onde chegou através do voto popular!»
E esta defesa é tão procedente para o referido como para Menezes, Ribau e tantos outros.
Já Manuela Ferreira Leite quando foi presidente da Distrital de Lisboa, não sei. Nem quando apoiou o seu amigo António Preto…
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Aquilo que o Pacheco fez no abrupto após a a eleição de Menezes que não se repita. Seria uma filhadaputice.
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Já está provado que a mala do braço direito de Ferreira Leite, A. Preto, não estava a abarrotar de carcanhol. Ferreira Leite seria incapaz de tal coisa!
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Pacheco tem razão: os ataques feitos a Menezes foram legitimos; mas pensar fazer os mesmos ataques a Ferreira Leite seria fatal para o PSD. Até porque como é bom de ver Ferreira Leite e Pacheco são de uma casta superior. Pacheco é muito inteligente. Só ele mesmo consegue ver que o rei está vestido.
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Sr. Blasfemo CAA. Por favor não esteja ressabiado. ja cansa…….
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Não se pense que a reunião que Pacheco teve na casa da Manela até às tantas da matina foi para preparar os tachos. Nada disso. Pacheco até nem gosta de estar colado ao poder. A questão é puramente ideológica. Como se sabe Ferreira Leite é radicalmente diferente de Sócrates com a vantagem de ter todo o futuro pela frente.
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O que era bom era que CAA apresentasse uma alternativa válida, porque este pseudo discurso já cansa.
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Tem toda a razão CAA. A verdade é que o próprio Pacheco só tem telemóvel (e protagonismo suficiente para haver quem lhe conheça o número) por causa da sua adesão ao “cavaquismo”.
Como ele é, de todos esses “aderentes”, o que tem menos “obra feita” (do que é que o Pacheco se poderá orgulhar da sua passagem pela política???), ficava-lhe bem ser menos narcisista e reconhecer que só é considerado um intelectual (e um portento de inteligência e capacidade de análise política) porque diz mal do partido que lhe arranjou um telemóvel.
O maior problema do país tem sido sempre haver tanta gente a prestar atenção ao que dizem e escrevem esses balões de ar quente…
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E, já agora, como é que o PSD atingiu o estatuto que já teve na política portuguesa? Isso não se deve bastante a muitos dos que agora apoiam Ferreira Leite e à própria?
Não é para si óbvio que palhaçadas erráticas, destituídas de projectos para Portugal, estratégias que passam mais pelas revistas cor de rosa e por golpes como o do pagamento das quotas em dinheiro do que na discussão séria de ideias (se as houvesse) contribuem para delapidar o património do seu partido e destruir a política e a democracia?
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Rafael Marques,
Eu até lhe respondia mas não o quero cansar.
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Não me canse. Converta-me. Olhe que pode ser útil.
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«Não me canse. Converta-me. Olhe que pode ser útil.»
Muitos são os chamados mas poucos os escolhidos…
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É um facto. E penso que não é nitidamente o seu caso.
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«E penso que não é nitidamente o seu caso.»
Só que não é V. que escolhe. E, como diz o mago, ‘não fui eu’ que pedi a conversão…
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Deixe-se de merdas e avance então com as ideias, o programa e PRINCIPALMENTE a obra de Menezes e Lopes.
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«Deixe-se de merdas e avance então com as ideias, o programa e PRINCIPALMENTE a obra de Menezes e Lopes.»
Não sou filiado na agremiação.
E apesar de instado (não por si, claro), não tenho espaço mental para competir com os cérebros privilegiados que por lá têm andado. É que aquilo está cheio de elites, fidalgos, liberais e gente plena de lugares onde caírem mortos e perante tal dose de excelência eu fico inibido.
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É difícl não é?
É que isto aqui não basta dizer-se que se é a favor ou contra, ou chamar uns nomes. Não é como na bola.
Quando se lhe pede respoata séria e concreta refugia-se em artimanhas ao nível de uma criança de seis anos. Muito bem, Ficamos esclarecidos.
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«É que isto aqui não basta dizer-se que se é a favor ou contra, ou chamar uns nomes. Não é como na bola.
Quando se lhe pede respoata séria e concreta refugia-se em artimanhas ao nível de uma criança de seis anos.»
A resposta que pede não é séria. É, concretamente, o contrário. Tal como as razões que alega. E o modo como as aduz.
Desde logo porque não sou militante. Depois porque comentar não obriga a jogar. Nem na política nem no futebol.
E peço desculpa pelo nível da minha argumentação. Depois das lições que aqui me deu achei que os tais 6 anos bastavam.
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Diz que deixa “Aguiar-Branco e Morais Sarmento fora do rol”. E Pacheco Pereira? Terá ele “onde cair morto”? Reconhece-lhe algum mérito como historiador, acha que o seu percurso no PSD mostra claramente que apenas procura manter “o estatuto, o carro, o telemóvel, o salário”?
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Aguarda-se o argumentário do CAA quando se tratar de sair em defesa de A.J.Jardim.
Vai ser bonito de se ver. 🙂
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António Carlos,
«E Pacheco Pereira?»
Para o bem e para o mal, está muito para além daqueles a quem indica o caminho.
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JPP tem toda a razão quando diz que as bases do PSD são meros funcionários públicos que só lhes interessa manter o trabalhinho no partido. Assim se explica como é que Santana Lopes foi proposto de novo depois da barracada toda que fez e do governo ter sido dissolvido. Ele não tinha a mínima hipótese de ganhar, todos sabiam isso, mas ninguém no PSD se aventurou a propor outro. Deixaram o seu eleitorado sem uma alternativa viável mas isso pouco lhes interessava, como bons funcionários que eram, o importante era não fazer ondas. JPP é o único que consegue retratar esse tipo de mentalidade e ajuda a explicar muita coisa. Explica como a “vidinha” de cada um é muito mais importante do que o país.
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Este deve ter sido o exercicio de “asnear quotidiano” do CAA.
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Tina,
«JPP tem toda a razão quando diz que as bases do PSD são meros funcionários públicos que só lhes interessa manter o trabalhinho no partido.»
As bases do PSD são milhares de pessoas. De Norte a Sul. De todos os extractos. Com preparações académicas e profissionais diversificadas. E nelas há quem pense pela sua própria cabeça e quem prefira pedir emprestado o resultado de pensar.
Como em todo o lado.
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Fujam que vem aí o Alberto João!
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Os resultados provam que no fim são todos meninos bem comportadinhos que não se querem meter ao barulho.
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Esta Posta é uma autentica barbaridade…
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Acho bem que apareça o AJJ. Esse fica como o representante do populismo, MFL como a escolha das “elites velhinhas”, e PPC passa a ser mais evidentemente a opção sensata. 😉
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Não venho aqui regularmente, mas em épocas “quentes” dou um salto a este e outros blogs, mais à direita ou mais à esquerda. Divirto-me (e aprendo) com algumas das coisas que leio pela blogosfera política.
Depois do que por este Blasfémias tenho lido nos últimos dias, e não conhecendo os protagonistas, permitam-me uma pergunta directa ao autor deste post (CAA)
Explique-me como se eu fosse uma criança de 6 anos (e está à vontade para considerar também o “como se eu fosse muito burro”): qual o SEU caminho para “salvar” Portugal? E com QUEM?
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«Justiniano Diz:
23 Abril, 2008 às 2:09 pm e
Esta Posta é uma autentica barbaridade…»
Não tem, de facto, comparação com o Corpus Iuris Civilis…
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O CAA vai apoiar ALberto Joao Jardim que será apoiado por Menezes e Santana?
ahhhhhhhhh!
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As eleiçoes do psd cada vez estao mais animadas.
Sao fantásticas!
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Filipe A S
«Explique-me como se eu fosse uma criança de 6 anos (e está à vontade para considerar também o “como se eu fosse muito burro”): qual o SEU caminho para “salvar” Portugal? E com QUEM?»
É o que eu mais alguns deste blogue andamos a tentar dizer há mais de 4 anos e muitos milhares de postas.
Mas começa com uma atitude: ‘lutar contra o estado geral de bovinidade’.
Neste caso, por exemplo, ‘bovinidade’ será aceitar sem rebuço as escolhas de uns senhores (mais um mago) que se acham elite por viveram há décadas à custa do sistema político que temos. Será recusar que uns quantos se sentem á volta de uma mesa e tirem quase à sorte quem vai governar a Oposição e, se calhar, o País. E perceber que Portugal não tem elites. Muito menos nos partidos.
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Agora gostava da resposta, se não for muito incómodo.
Qual o caminho e COM QUEM.
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«Qual o caminho e COM QUEM.»
É melhor largar os blogues e ir à igreja. Qualquer uma lhe dará a resposta.
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Anda para aí gente à procura de caminho, de um pai ou de uma mãe, de um chefe, de um deus …
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o CAA apoia a candidatura de ALberto Jardim??
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Regista-se a ausência de resposta.
Mandar “posts” de pescada é fácil. Propor soluções concretas, com gente concreta e levá-las a votos, isso é que ja é mais complicado.
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o que seria do JPP sem a sua ligação ao partido? seria igualmente comentador? de quê?
o que seriam todos os outros referidos, incluindo muito especialmente o Rui Rio sem o PSD?
Estranha divisão de classes feita pelo próprio JPP.
Elites, com influência profissional e bases, os funcionários.
Não podia estar mais em desacordo. Há com toda a certeza muita “base” pensante, técnicamente e profissionalmente bons e por isso capazes de defender boas ideias e muita “elite” verdadeiramente dependente do partido para viver…bem!!!
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“O que era bom era que CAA apresentasse uma alternativa válida, porque este pseudo discurso já cansa”.
Sinceramente, não tenho qualquer admiração pro CAA, Flopes, Menezes ou Ferreira Leite.
Mas, no combate político, “quem com ferros mata, com ferros morre”, só terminando este ciclo com uma cisão.
É a “cisão” que se precisa no PSD. Separem os “populistas” dos “pseudo-liberais”, dos “sociais democratas”…..e refundam-se. Mas para isso, seria necessário ter os “tais” que Sá Carneiro tinha.
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Lido o texto, uma pergunta aflorou: catarse?
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Mais do que o PSD de bases ou de alturas o JPP retrata a vida política em Portugal, quer seja do PS do PSD do PP, do PC do BE ,etc.
Uns estão a tratar da sepultura, outros já a arranjaram – quando foram coveiros ou tiveram amigos no ofício.
O que me desilude é quando as chamadas bases tratam o poder central como mero acessório do poder local, blindado por esses desinteressados militantes. Ex?: N. Miranda, Menezes.
O que fica?
O nosso país rumo ao desconhecido.
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JPP faz parte dessa vida política. Ele está dentro, nao está fora.
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Há quem esqueça que o desenvolvimento do país se deve em grande parte ao poder local.
E com mais poder local, com uma verdadeira regionalização o país não se perde, encontra certamente o bom caminho.
Ao contrário do que se pretende afirmar, no poder local há um exercicio do poder muito produtivo, com efeito muito positivo no desenvolvimento.
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JPP, Marcelo nao sao nada independentes da vida política. Pior, usam os media para fazer política e tramas e enredos.
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Sem um poder central coerente – quase que aposto que se o PS estivesse na oposição seria o principal contestatário do governo actual – o poder local acaba a fazer repuxos, rotundas e parques industriais vazios
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Parece que quem ganhou o referendo contra a regionalizaçao foi o psd de Marcelo. Se calhar o país já estaria bem melhor.
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O poder local não se resume a rotundas e repuxos. O poder local é também estradas, melhor, vias de comunicação, bem pensadas e estruturadas, ao serviço das populações, dos agentes económicos, a bem da sua qualidade de vida e dos negócios.
É também gestão de escolas e parques escolares, apoios à escolaridade, é dinamização das actividades económicas, do comércio, é reabilitação de centros históricos, é apoio á iniciativa privada…
É gestão de espaços, promoção de cultura, é desporto, é muita coisa.
Não se reduz ao repuxo no centro das praças…
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Sabe uma coisa estranha, CAA?
Eu simpatizo com o JPP pelos mesmos motivos que simpatizo consigo. Falam mais com o coração do que com a razão (eu acredito na força dos instintos) e nunca viram a cara a uma boa polémica. Não sei porque é que imbirra tanto com uma pessoa que parece ser, estruturalmente, tão parecida consigo
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Lololinhazinha,
Não concordo que sejamos parecidos. Não acho que o JPP atenda menos à razão. E não “embirro” com ele, pelo contrário. Até concordo com o que escreve em 95% dos casos. Os outros 5% são de quando fala sobre o PSD e é logo aí que me dá para exteriorizar alguma coisa.
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Os socialistas, não vão achar, piada, a ver a MFL por perto!
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“Qual o caminho e COM QUEM.”
A resposta é bastante simples: menos social-democracia plutocrata (mais conhecida por neo-liberalismo) e mais liberalismo popular.
Com Quem? Fácil: COm quem estiver disposto a seguir esse caminho.
Quanto aos amigalhaços das “elites”, não lhes conheço uma ideia para o país. Conhece alguma ideia diferente para o país de Ferreira Leite? Ou de Marques Mendes? Ou de Rui Rio?
Eu não. Apesar de algumas contradições, era muito mais claro o posicionamento do PSD com LFM do que com estes.
E agora, o posicionamento desta elite também se tornou muito mais claro: dominar a máquina do estado a todo o custo. Mesmo que custe o PSD.
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António Borges, seria quem é, sem o partido. Talvez seja um candidato demasiadamente sofisticado para grande parte do eleitorado, e até para o autor deste post, que ainda não entendeu que não se pode raciocinar deste modo. Quem seria Manuela Ferreira Leite sem o Partido? não se pode responder com honestidade intelectual a esta pergunta. A questão não tem a ver com fidalguia, tem a ver com valores, só deve ser chamado a ocupar lugar de liderança num partido quem já tenha desenvolvido actividade profissional revelando responsabilidade.
Estou cansado de Bernardinos Soares, Pedros Passos Coelhos, Antónios José Seguros Jamilas Madeiras, pessoas que aprendem o que é o aparelho partidário e o “politiquês” mas sem nada de substantivo a não ser a politica.
Manuela Ferreira Leite pode não ser a candidata ideal á liderança do PSD por muitos motivos, concordo, mas tem passado profissional e tem competências e conhecimentos técnicos indiscutíveis, ao passo que Pedro Passos Coelho acabou a sua licenciatura quando? e com que idade? e já agora qual e em que universidade?
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Tolstoi,
«Quem seria Manuela Ferreira Leite sem o Partido? não se pode responder com honestidade intelectual a esta pergunta. »
Pois não se fosse realmente uma pergunta. Mas não é – é somente uma questão retórica, mais uma resposta em forma de pergunta.
Resposta a quê? A JPP. Já que é ele que afirma que os da facção contrária à sua nada seriam sem o PSD.
É esse o devido contexto interpretativo.
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A afirmação de JPP é demasiadamente maniqueísta é verdade, mas não deixa de ter
razão em relação a muitos elementos que têm ocupado um espaço que poderia ser de outros, mais apetrechados tecnicamente.
Já agora, as pessoas também não questionam a que corresponde hoje ideologicamente
o PSD, é que a social democracia não é o que se convencionou chamar direita. O partido não estará a ser vítima do seu vazio ideológico.
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