Há frases que são todo um programa:
30 Setembro, 2008
A Sr.a Vereadora da habitação da CML “Devolveu-a [à casa da CML que ocupava há 20 anos] precisamente porque, preparando-se nessa altura para assumir a pasta da Habitação, não queria ser “senhoria de si própria“, como ontem disse António Costa.” (no DN).
52 comentários
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Há mouro na Costa!
Não há é vergonha.
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Portugal está cada vez mais parecido com a Venezuela.
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Esta bujarda é uma séria candidata à frase do ano!
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“sem pastor, varapau, e cão, o rebanho tresmalha-se”, dizia o meu pai. Eu nao concordava com ele, muitas discusões aconteceram, mas perante esta escumalha parece que faz falta um pau e um cão. Merecem umas boas chibatas e corridos a pontapé!!
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O que se passa em Lisboa passa-se em muitas outras câmaras municipais. Investiguem. Podem começar por Oeiras
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ora aí está: oeiras essa bela localidade…
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Este, é um caso com bastante despudor ao usar um cargo (vereadora ao tempo de Abecassis) para usufruto próprio.
E ontem nebulosamente explicado com o suporte de ACosta.
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E no Porto como é que será? Ou em cada cidade?
Era melhor investigar, que a coisa é mesmo muito feia.
Nem se consegue entender como é que ainda é funcionária pública.
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“Nem se consegue entender como é que ainda é funcionária pública.”
Não?!!! eu consigo entender muito bem…
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Não vejo o que tenha o CL a criticar.
Ana Sara Brito tinha uma casa que lhe tinha sido legitimamente arrendada, de acordo com a lei vigente. Não precisava de devolver a casa, uma vez que, tendo o arrendamento sido efetuado em 1977 de acordo com a lei pré-Cavaco, era sem termo. E, apesar disso, devolveu a casa – sem pedir “indemnização” ao senhorio, ao contrário daquilo que muitos inquilinos fazem.
Portanto, a senhora agiu bem, e nenhuma crítica há a fazer-lhe.
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Mr. Luís Lavoura,
Vc ouviu ontem todas as explicações da vereadora ?
Aconselho-o a ler o “Público” de hoje.
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Desculpem lá, mas não consigo sossegar esta revolta: Sporting-Porto! Árbitro LUCÍLIO BAPTISTA!
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ULuís Lavoura, uma pessoa que não encontra problema nenhum durante 20 anos em usufurir duma casa de renda baixa da camara de Liboa, ganhando bem, não pode ser responsável pela habitação de Lisboa. Para mim é inconcebível. E é inconcebível que a camara de Lisboa e a lei vigente permite-se uma coisa dessas. Quem não mudou a lei é responsável por isto. Incompetentes. E depois andam a cobrar IMI a quem compra casa do seu bolso. Imperdoável. Que as casas sejam alugadas a renda baixa a quem precisa tudo certo. Assim é um ultrage. E maior ultrage é a pessoa achar que estava tudo normal, era da lei.
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Lucílio Baptista, quando arbitra jogos “do” Sporting, se erra, normalmente é em desfavor deste clube.
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“Portanto, a senhora agiu bem, e nenhuma crítica há a fazer-lhe.”
e pronto, há sempre alguém que lava mais branco que o OMO… será isto o liberalismo social?
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digo ultraje. É um ultraje o que fazem nas camaras. E não deve ser só ali. Deve haver muita porcaria por aí. Depois não possuem dinheiro para nada. Pois não. Roubam descaradamente.
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«não queria ser “senhoria de si própria“»
sim, porque uma vereadora é senhoria, gere como se fosse seu: põe e dispõe. Pelos vistos foi assim durante 30 anos. É mesmo uma questão de mentalidade, já que não há lei.
como diz com graça, julgo que involuntária, Ruben de Carvalho, «não há nenhuma irregularidade, porque não havia regularidade».
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Caro Luís Lavoura,
As palavras não são da Sr.a vereadora, são, segundo o DN, do Presidente da Câmara. A frase que justifica o título do post é “não queria ser “senhoria de si própria“”.
Durante anos, ao que parece, foi assim que os vários titulares do poder em Lisboa entenderam exercer as suas funções: tratar as casas que constituíam património municipal como se estas lhes pertencessem (como se fossem os titulares dos órgãos e não o Município os senhorios) ou pior, já que se fossem eles os proprietários dificilmente as arrendariam, mesmo a amigos, por valores como os que têm vindo ao conhecimento público…
Quanto ao caso concreto, pouco há a dizer, mas a justificação para a devolução da casa parece-me errada. Se a casa foi, como refere no seu comentário, arrendada de acordo com a Lei, a sua devolução pela entrega a arrendatária do pelouro da habitação não era motivo para a devolver, já que o senhorio continuaria a ser o Município, não a Sr.a Vereadora.
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“É um ultraje o que fazem nas camaras.”
mas o povo gosta, gosta tanto que até volta a reelege-los: oeira, felgueiras, valongo…
é este o sinal que os portugueses dão aos políticos… não importa o que fazem desde que façam rotundas e ajudem o clube da terrrinha…
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Ana Sara Brito, foi uma extraordinária e incansável ajudante-de-campo da candidatura de Manuel Alegre à presidência da República.
Post eleições, “separou-se” de MAlegre e do MIC.
Helena Roseta, sempre alegrista, candidatou-se à câmara.
António Costa foi “buscar” ASBrito ao que resta da candidatura de Alegre, do MIC, e para atrair algum eleitorado alegrista.
Touché !
Mas, inesperadamente, HRoseta obteve um resultado eleitoral excelente. E está como vereadora.
As relações não são pacíficas.
ACosta tem, hoje, ASBrito e HRoseta.
Touché nos que –como eu– ainda acreditam na linearidade das “coisas”. Sempre aprendendo….
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O Ruben de Carvalho acerta quase sempre em assuntos e casos na câmara de Lisboa.
Sabe de Lisboa e da orgânica da câmara como poucos.
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CL,
o valor do arrendamento não me parece anormal. Tendo em conta que a casa foi arrendada em 1977, acho normal que em 1997 a renda fosse de 100 euros.
“a justificação para a devolução da casa parece-me errada”
A Ana Sara Brito, tal como qualquer inquilino, não tem que dar justificações para o facto de abandonar a casa. Não a quis mais, abandonou-a, prontos. Não tem que se justificar, nem ao senhorio nem a ninguém. Ela tinha o direito legal de continuar com a casa, mas não quis usufruir desse direito.
Eu creio que há aqui uma mistificação. A Ana Sara Brito nada fez de errado. Ela defendeu os seus interesses e direitos durante um certo período de tempo, e depois decidiu, livremente, prescindir desses direitos.
Quem fez tudo de errado foi quem lhe arrendou a casa, e quem fez a lei do arrendamento pela qual essa casa foi arrendada. Não podemos criticar a Ana Sara pelo congelamento das rendas, pelos contratos de arrendamento sem termo, nem por Kruz Abecasis (que a sua alma arda nas profundas do inferno) lhe ter arrendado a casa.
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Realmente…palavras para quê: é uma artista portuguesa!
Digo eu…
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Pois claro. Para mim todos os vereadores da habitaçao da camara de Lisboa ou quem teve responsabilidade sobre essa matéria eram banidos de funcionários públicos. Que vergonha!
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Andam por aqui uns comentadores (da lavoura ou não…) que tentam tapar o sol com a peneira.
É certo que a pouca vergonha sempre teve defensores. Mas o despudor com que certa gente procura legitimar o ilegitimável não deve ficar sem censura.
Há, felizmente, quem abomine a indignidade e não queira confundir-se com as Saras Brito, os Antónios Costa e seus apaniguados.
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Ó Luis Lavoura, tu deves ser parvo ou queres fazer os outros de parvos. A senhora em questão era carenciada ou usufruia de parcos rendimentos, para necessitar de uma casa da CML? vai dar banho ao cão…..
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Mr. Luís Lavoura,
(…)”a autarca explicou que quando tentou alugar a casa, em 1987 –era então vereadora da Acção Social pela primeira vez–, percebeu que o seu proprietário, tinha problemas com o munic
ipio que o impediam de o fazer. “Apresentei a situação a Abecassis”, o então presidente da câmara, que, actuando como se o imóvel pertencesse ao município, lho arrendou. Como ? Porquê ? Sara Brito invocou motivos “pessoais” para não responder, não tendo também esclarecido que tipo de problema deu à autarquia o direito de se tornar senhoria de um imóvel que pertencia a um particular”. — im Público, hoje.
O arrendamento processou-se há 20 e não há 30 anos.
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Caro Luís Lavoura,
Peço-lhe o favor de ler de novo o meu comentário. Quem deu a justificação que me parece errada para a devolução da casa foi o Presidente da Câmara, não a arrendatária. A posta não faz qualquer juízo de valor sobre esta última.
Clarificando: dizer-se que alguém devolve uma casa da Câmara para não ser senhorio de si próprio é um absurdo, que só se justificaria se se entendesse que os vereadores ou directores de serviço com poder para decidir o destino do património municipal o tratam como se fosse seu. Não é.
Como escreveu o Gabriel, a frase vale pela mentalidade que revela (estou certo que, conscientemente, António Costa nem se deu conta das implicações do que disse), independentemente da regularidade ou da irregularidade do caso concreto que lhe deu origem.
Já agora, António Costa terá pedido à CNPD autorização para divulgar a lista de inquilinos. Fez bem. Só não percebo como é que há no site da CML vários documentos, nominativos, sobre propostas de compra e de venda de algum do tal património disperso aos arrendatários, com valores de rendas, moradas e tudo.
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Anda por cima era da candidatura de Manuel Alegre. Toda coisa com questoes sociais e tal, e não via problema nenhum em estar a ocupar uma casa da câmara de renda baixa que podia fazr jeito a alguém mais necessitado. Isto mesmo só visto. É só tristeza.
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“Não podemos criticar a Ana Sara pelo congelamento das rendas, pelos contratos de arrendamento sem termo, nem por Kruz Abecasis (que a sua alma arda nas profundas do inferno) lhe ter arrendado a casa”.
Os “princípios” de um homem de Esquerda!
É cego ideológicamenet, pois só vê o mal naqueles que estão do outro lado. Um “adiantado mental”. Que Deus lhe perdoe!
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E não deixem cair no olvido esse escritor-jornalista metido a pedinte, ou será pedinte metido a jornalista?, (em tempos, muito das bandas do pc), o badalado e presumido batista-bastos.
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Para o vereador comunista, “trata-se de uma titular de um cargo público que usufruiu indevidamente de uma benesse pública, embora não ilegalmente”.
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Don’t blame the players, blame the game.
E claro… ajuda conhecer os arbitros
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O estado anda a pagar o arrendamento jovem que é um balúrdio a jovens e tal quando as camaras possuem casas alugadas baratas a quem ganha mais do que a média. É uma coisa que dá vontade de berrar e os por todos a mexer dali para fora.
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As “cunhas” na atribuição das casas de Lx. são da responsabilidade do R.Rio, do Pinto da Costa e dos autarcas da junta metropolitana do metro do porto.
Em LISBOA não pode ter acontecido uma coisa destas. É tudo uma inventona da comunicação social como aquela do arrastão na praia de Carcavelos!
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A ética aqui defendida por Luís Lavoura é uma ética de caca.
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Mas que p*** de m*** é esta?
Falam disto com a maior das naturalidades, pronto agora devolve-se a casa e não se fala mais nisso, e os restantes também vão devolvendo e tudo se passa sem stress.
Estou como o CAA. EXIJO EXPLICAÇÕES. Quero ver os nomes publicados, quanto pagam de renda e quais os seus rendimentos (sim, porque para terem renda subsidiada pela câmara a declaração de rendimentos deve ter sido apresentada juntamente com o pedido e renovada todos os anos)
VERGONHA
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é o Lavoura aqui e o Miranda nos sequestros. Tudo é defensável, questionável. Filosoficamente falanda, são exercicios puramente académicos. Cá para mim isto dava queda da CML, culpa do de agora ou de outro? Não interressa, vão todoa para a rua!!!
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Nem se consegue entender como é que ainda é funcionária pública.
A senhora já está reformado com 3350 euros por mês.
Não leram no Público?
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“ULuís Lavoura, uma pessoa que não encontra problema nenhum durante 20 anos em usufurir duma casa de renda baixa da camara de Liboa, ganhando bem, não pode ser responsável pela habitação de Lisboa.”
Pois olhe que, para mim, a dita senhora percebe da poda como poucos!
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Este senhor Lavoura é uma pessoa a evitar a todo custo caso nos calhe em sorte. Mostrou bem com o seu comentário que não tem qualquer moral e que está pronto à vergonha pública (ainda por cima com nome próprio, que desgraça) para defender situações perfeitamente imorais, sob o pretexto de que têm cobertura “legal”.
Como é óbvio, contribui também para isto ele ter as costas quentes e estas imoralidades não o afectaram de modo nenhum (e se se dá ao trabalho de o demonstrar: já nos falou por dezenas de vezes que é senhorio de n casas).
“És do PS e por isso tens uma casa? Tudo bem, tá na lei, não tenho qualquer crítica a fazer. Tudo bem neste meu país. Sou um liberal-social, né.”
Patético!
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Sr.a Vereadora da habitação da CML demonstrou que tem a consciência limpa.
Nem todas as enfermeiras o podem dizer.
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o batista bastos ede esquerda. tem segunda casa n alentejo.pessoal integra. c carateres e vota sempre n esquerda pudera. Quiqnto a srª vereadora ex enferneira tem sode pensao contos antigos ha e e de esquerda. n mexam mais da caca. ateha sedes de partidos a pagar 5 euricos por mes ouvi hoje da radio. calate boca.
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Uma coisa que ainda ninguem me explicou: TODAS as casas arrendadas pelos municipios são de renda social e de acordo com os rendimentos? Muitos comentadores aqui partem desse pressuposto (que me parece aceitável como principio) mas não vi nada na lei que o obrigue…
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É o Mota Engil , é o Costa , é os Magalhães … é o PS , o PRI da Europa
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Peço desculpa por ter feito uma afirmações erradas no meu comentário 22. Ana Sara Brito arrendou a sua casa em 1987 (e não em 1977, como por lapso escrevi), portanto já ao abrigo da lei do arrendamento de Cavaco Silva, segundo a qual os arrendamentos não são perpétuos nem as rendas congeladas.
Claro que Ana Sara Brito usou de manha e cunha para influenciar a Câmara no sentido de ela lhe arrendar a casa. Manha e cunha que são muito feias mas que, infelizmente, são coisa corrente em Portugal, incluindo em praticamente todas as empresas privadas portuguesas.
Agora, parece-me evidente que se deve culpar essencialmente, não a Ana Sara Brito, mas sim o sistema, isto é, o modo de funcionamento da Câmara Municipal de Lisboa, e todos os responsáveis por esse modo de funcionamento, a começar por Nuno Kruz Abecasis, que foi quem indevidamente arrendou a casa a Ana Sara Brito.
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A frase é potente.
Se a “renovarem”, podemos ter aqui uma fonte de energia barata, limpinha e inesgotável…
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O Lavoura, se não existisse, tinha de ser inventado.
Para ele, o culpado de tudo é o sistema, não existe responsabilidade individual. Esta só se aplica aos mortos, caso do eng. Abecasis. À Sara Brito, claro que não. Sabia lá ela que lhe estavam a arrendar a casa “indevidamente”…
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este país continua a ser a mesma m3rda.
Quer dizer que destas pessoas bem formadas, detentoras de cargos públicos e conhecidas não podemos conhecer as rendas que pagam já que é do foro privado?
E no caso da quinta da fonte?
Então as rendas de 5€ dos ciganos que não pagam também não eram do foro privado?
Todos diferentes, todos iguais?
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Nuno Silva, pior é só visitar os sites das câmaras para ver deliberações sobre pedidos de Munícipes como licenças para isto e para aquilo, estão online e cada um pode lê-las. Mas o que se faz dos bens públicos já é segredo.
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Queremos ver a lista , e comparar quem são são os artistas e intelectuais que as têm , e por que partido aparecem a fazer campanhas eleitorais …
explicaria muita coisa … acho.
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o lavoura discordará … mas prontos .a culpa é do Busha
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