Entretanto em França
7 Janeiro, 2009
Une adolescente juive agressée dans le Val-d’Oise
Libération a décidé de ne pas ouvrir cet article aux commentaires. e Gaza : Libé.fr bloque les commentaires (E note-se que o Libé não é propriamente conhecido pela sua falta de simpatia para com a causa palestiniana)
Gaza : France 2 piégée par la propagande palestinienne (Em boa verdade a France 2 não costuma ser piégée pela propaganda palestiniana mas sim fazer o que bem quer e se é denunciada então diz que foi enganada pelos palestinianos)
76 comentários
leave one →

è comunicar aos “suspeitos do costume”, e ver se eles dizem que ali há censura…
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Neste tema irritam-se 3 coisas, nenhuma que se prenda com o autor ou blogue:
1. A França foi o país que mais perseguiu os judeus, mesmo à frente dos Alemães e Austríacos. Só Napoleão abuliu as judiarias. Este presidente mexe-se muito por duas razões; agenda europeia e o peso da França nela, virtuosismos na criação de virtualidades; interesses económicos nos países árabes (venham as energias alternativas!)
2. O Papa e os católicos em geral, preocupam-se mais com este conflito regional do que com os genocídios em África de cristãos contra cristãos.
3. Ninguém critica veementemente o Hamas! Porque será que a carta dos direitos do homem tem de se sujeitar às especificidades de uma religião, de uma cultura?
Enfim, vivemos num tempo sem Rei! ONU e UE têm marionetas que nada fazem… a não ser preservar o lugar.
Conclusão: não há guerras justas, há, isso sim, situações insuportáveis…
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Pois
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consta que a república islâmica de frança vai alterar o nome de ville-juif
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Quando nos libertarmos do petróleo deixaremos de falar nos islamistas.
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Eh pá, o meu primo estava lá num daqueles 300 refúgios de gaza onde andamos a armazenar bombas para matar israelitas desde 2007, vai daí entram uns gajos possantes começaram a metralhar tudo, o rapaz só teve tempo de fugir pelo buraco que dá para o egipto. Ele até tinha o cuidado de levar com ele três famílias com grávidas e criancinhas como é da praxe para os proteger do frio. Eu disse-lhe cá de cima: “Põe-te a pau, se te limparem o sebo preserva-te o mais possível da cintura para baixo, as virgens cá não aceitam desculpas”. “Eh pá, e a propósito cá de cima começa-se a ver que são cada vez menos os infiéis que vos levam a sério. Ainda há uns tansos a pensar que se nos derem apoio nós os poupamos, mas a coisa está a mudar, eu se fosse a ti ia dar baho ao cão esse animal impuro que não despega”.
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Olha que surpresa! Nunca me tinha ocorrido. Então, os ataques selvagens dos israelitas geram reações igualmente selvagens por parte daqueles que são atacado?
Surpreendente, de facto. Ainda niguém se tinha lembrado disso.
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Ó sofia vai lá ajudar que eles precisam de gente corajosa. E pode ser que fiques bem na fotografia, mas tem cuidado com a malta que não gosta de trajos e costumes ocidentalizados, além de que… eu estava para te dar algumas sugestões mas como me pareces muto entendida não há como ires até lá o mais rápido possível.
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Os árabes e os seus amigos colaboracionistas e simpatizantes não querem aceitar a realidade: Israel vencerá sempre, nem que para isso se destruam todos os países árabes. A Razão e os Bons Costumes vencem sempre!
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Os árabes estão no tempo dos profetas, dos apocalipses, das guerras, do desespero, ou seja, o obscurantismo.
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E por aqui vão-se censurando comentários.
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sim, sempre que existam insultos. É das regras.
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Helena, eu sou a pessoa mais paciente que ja se cruzou consigo.
Não me apague comentários.
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Sarcozy é judeu, assim por acaso da parte da mãe. E depois? Não tem nada a ver para o caso.
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Gabriel:
Temos sido regularmente insultados neste blogue.
Curioso Você considerar os nossos comentários insultuosos. Deve ser por sermos entre tantas outras coisas bem piores, tolinhos.
Uma lição.
Falta-vos realmente muita coisa. Aliás. Já nos queixamos a propósito dos insultos do nível da sua caixa de comentários. Sem reacção nenhuma Vossa.
Quem concorda, insulta. Quem discorda ou responde à letra, farto de provocações, apaga-se.
Clap, clap, clap. Não é impunemente que Vocês apoiam Israel, de facto.
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Acção Directa:
no blasfémias não há «vocês», só cada um é responsável pelo que escreve.
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Se, se REALMENTE, nos falta, como parece um comentário. Se não for o caso, mea culpa.
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A censura no seu melhor. Depois apoiam Isreal com oo argumento de ser aúnica democracia de região bla bla bla.
Não se apagam comentários de ninguém a não ser manifestamente off topic, spam ou publicidade não solicitada. Mas isso só nas comunidades democráticas que não é o forte do PNR e dos seus membros (aparentemente) aqui representados como “postadores” de serviço.
Percebe-se logo do que são feitos.
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Se fazem isto aqui imaginem o que fariam à frente de uma empresa ou à frente de um governo.
É esta a direita Portuguesa. E depois não percebem porque o zé povinho, tão limitado coitadinho, não vota neles.
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Um insulto (como pode ser interpretado o meu comentário) mereceu censura no com estilo de Salazar que a autora parece conhecer tão bem (estou enganado na Helena?) mas isto:
“Israel vencerá sempre, nem que para isso se destruam todos os países árabes.”
merece “honras” de figurar na caixa de comentários.
Que conslusões se pode tirar sobre o carácter da autora?
Que perfil, o Português que se depara com isto, imagina logo estar perante?
Não se apagam comentários!
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Os terroristas estão mortos: os colaboracionistas ocidentais podem agora elogiá-los à vontade!
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Por falar em GENOCÍDIO:(Criminosamenre esquecido pelos media)
http://bl112w.blu112.mail.live.com/mail/InboxLight.aspx?FolderID=00000000-0000-0000-0000-000000000001&InboxSortAscending=False&InboxSortBy=Date&n=235571216
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PARIS — Looters ransacked a Paris watchmaker and grabbed more than EUR 200,000 worth of stock in the wake of a protest against Israel’s Gaza offensive, the shop said Monday.
A manager of the Louis Pion boutique in central Paris’ Opera district said “40 vandals came in, in three successive waves at three-minute intervals,” on Saturday. Police confirmed they had opened an inquiry.
More than 20,000 demonstrators marched in Paris on Saturday to protest Israel’s assault on Palestinian Hamas militants in the Gaza Strip and, while most dispersed peacefully, between 200 and 300 went on the rampage. Following the protest, mobs that peeled off from the main march overturned around a dozen cars, burning several of them, and smashed the windows of several shops on Paris’s iconic shopping street, the Boulevard Haussmann.(…)
http://www.expatica.com/fr/news/local_news/Looters-ransack-Paris-watch-store-after-Gaza-demo-_48395.html
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“Os terroristas estão mortos”
Tem a certeza? Imagine que todos (sem excepção) os membros do braço armado do Hamas eram eliminados.
Acha que resolveu o problema da Palestina?
Quantos miúdos que se têm literalmente mijado na cama vão aderir ao um novo Hamas?
Ódio é o seu móbil na crítica de uns (por serem os mais diferentes) e apoio a outros por estarem a fazer o que lhe apetecia a si.
É insulto Helena? Passa no filtro da censura?
E Helena, em vez de postar postas de pescada como esta porque não nos explica o que está a contecer de facto em França? Quais as causas? Como evitá-lo no futuro? Ah pois, a mioleira está formatada, esqueça. O ódio cega a razão de facto. Continue então a sua saga pela perpectuação do que aparentemente condena. A Helena faz parte da causa e não da solução. Assim como o Zé Preto. E isto não é um insulto.
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Abaixo o multiculturalismo colonizador!5as colunas que só vêm na sua esmagadora maioria viver dos pobretanas do burgo…
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24 – Pode contactar a redacção do Liberation – jornal onde o trotskismo e a capacidade de escrever bem andam de mãos dadas – e perguntar-lhes porque tiveram de impedir os comentários.
Ou perguntar a qualquer pessoa que aborde este assunto: se um miúdo judeu agredir um árabe, falamos de agressão e, independentemente de todas as explicações, a agressão é uma agressão.
Se um miúdo árabe agredir um judeu fala-se do receio da importação do conflito israelo-palestiniano para a Europa, da Guerra dos Seis Dias, da Transjordânia… mas não se fala da agressão
Helena matos
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“Abaixo o multiculturalismo colonizador”
Aqui está a causa. Ou melhor aqui está o que é usado.
Foi isto que foi usado para mobilizar apoio para quase todas as guerras modernas (e não só mas principalmente) desde antes da primeira guerra global. E não pode ser insulto chamar-lhes patetas. Porque são isso mesmo os que são usados tão fácilmente sem darem por isso. Istigados pelas Helenas deste mundo por sua vez usadas com mestria pelos mesmos do costume.
Uma pobreza que teima em criar raízes. Plantada entenda-se.
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“mas não se fala da agressão”
Por isso a Helena está a fazê-lo. Mesmo sabendo de todas as consequências que isso pode ter ao fundo do tunel.
Despertando os sentimentos esquecidos dos Zé Pretos deste mundo.
Brilhante!
Pressionar uma paz verdadeiramente duradoura e que retire argumentos aos diferentes é que não. Não está na moda, faz 8 anos.
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Instigados e outras gralhas
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27 – Vai desculpar-me mas não acho compatível com a dignidade viver num país cujos vizinhos têm um governo que se entretém a mandar rockets e a organizar atentados.
Experimente adoptar essa estratègia aqui na pacífica Europa e verá onde acaba. Ou dedicar-se a essa actividade nas fronteiras do Brasil, da Argentina, do Chile, da Bolívia, da Venezuela, da Colômbia … e vai ver o pacifismo.
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o comentário 30 é meu
Helena Matos
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2-Peço desculpa, mas a segunda conclusão não corresponde à verdade.
Pelo que acompanho na net, O Papa tem utilizado todos os meios para ajudar e salvar Cristãos perseguidos em todo o Mundo, desde a Índia, China, Vietname e em todos os países islâmicos.
http://www.oecumene.radiovaticana.org/BRA/Articolo.asp?c=240333
http://www.oecumene.radiovaticana.org/BRA/Articolo.asp?c=235507
http://www.zenit.org/article-19878?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-18796?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-20182?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-20181?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-19840?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-20212?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-19887?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-18530?l=portuguese
http://www.zenit.org/article-16222?l=portuguese
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O que é que o já volto anda a fazer por estas paragens? Ele deve transformar-se no jávou, juntar-se à desventurada sofia e rumar em direcção a gaza para mostrar os seus dotes internacionalistas.
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«Experimente adoptar essa estratègia aqui na pacífica Europa e verá onde acaba.»
Qual estratégia? Ocupar território e expulsar o povo autóctone?
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“Vai desculpar-me mas não acho compatível com a dignidade viver num país cujos vizinhos têm um governo que se entretém a mandar rockets e a organizar atentados.”
Eu também não!
Mas acredita que alguém acha?
E a resposta dada a esses atentados e rockets vai resolver a questão? Ou melhor, a resposta dada vai ajudar Israel a ficar mais seguro nos próximos anos?
A diferença dos que aqui são catalogados de bloquistas e dos zé pretos não é que os primeiros sejam pacifistas e os segundos belicistas. É que os primeiros acreditam que tudo isto é vão movido pela vingança (e principalmente com consequencias nefastas para todos nós que vamos ao supermercado – só para sublinhar as mais light – olhe o tema deste seu post) e os segundos não pensam em mais nada do que castigar os que fazem atentados, nem que para isso “se destruam todos os países árabes”, nem que para isso se crie condições (pretexto) para o que está a acontecer em França e se acender o rastilho de outras quantas Franças. Para o petróleo aumentar, para o Irão ganhar espaço no palco mundial, etc.
Para os segundos nada disso importa. O que importa é eliminar os elementos (actuais) do Hamas a qualquer preço.
Vistas curtas. Movidas, sem qualquer dúvida (sim posso estar enganado mas estou convencido), por questões ideológicas.
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Plantadas claro. Para serem usadas sem serem notadas.
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Daqui envio um recado ao já volto, vem até cá nós treinamos-te de graça e passas a figurar num genocida de judeus tendo como prémio tudo o que só allah te pode dar e tu mereces mas eu não digo para te aguçar o apetite. Vem cá meu bem. Em kandhar está um griso danado, mas não esmoreças, meu filho.
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Ah! Eos segundos apagam comentários.
🙂
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“figurar num genocida de judeus tendo como prémio tudo o que só allah te pode dar”
Eu sei que faz uns anos largos os jovens saiem das escolas sem conseguirem interpretar o mais simples dos textos. Provas abundam. Como mostras limpidamente.
Abre a pestana, mais tarde ou mais cedo vais ter uma família para sustentar mas com esse nível vais passar a a vida a sustentar a família dos outros. Como a minha por exemplo.
Abre a pestana, faz-te à estrada.
(Isto é insulto?)
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37. Que se passa com este biltre que só fala em comentários apagados?
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38. sustentar fanáticos, era o que mais faltava, para isso já existe o rendimento de inserção, só que já não há espaço.
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“Que se passa com este biltre que só fala em comentários apagados?”
Incomodo, logo…
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33- Povo autóctone???
Importa-se de olhar para o mapa e ir ver quem habitava naquela zona em 1948? Constatará que o povo era constituído por vários povos. Em 1948 foram criados dois estados, UM PALESTINIANO E OUTRO israelita. Note que nunca tinha existido um estado palestiniano e que muitas dos países da zona que hoje achamos que sempre existiram só se tornaram independentes após o desmembramento do Império Otomano. Logo Israel é uma ocupação de território no mesmo sentido em que a Jordânia também o é.
Quanto ao território do Estado Palestiniano existem na minha opinião razões para que os palestinianos pretendam rever as suas fronteiras. Mas não apenas com Israel. Por exemplo também com a Jordãnia. Já agora e a propósito de autóctones veja o que os autóctones da Jordãnia e os autóctones palestinianos fizeram uns aos outros até os primeiros massacrarem os segundos no chamado setembro negro. E se lhe sobrar estômago veja como os autóctones do Egipto e os autóctones de gaza se tratam mutuamente
Helena Matos
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33- e se quiser transportar esse conceito dos autóctones aqui para casa não faltam razões a portugueses e espanhóis para começarem a disparar dum lado para o outro. E se caminhar até às fronteiras alemãs, polacas, checa, eslovaca… só lhe sobram autóctones que levaram boa parte do século XX a perder o seu país.
Suponha que se constituíam em movimentos que pretendiam voltar às fronteiras anteriores e às anteriores das anteriores e no entretanto se faziam explodir e atiravam rockets!
Helena matos
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Ai ai Helena, pensava-a mais.
O que é isto?:
“Suponha que se constituíam em movimentos que pretendiam voltar às fronteiras anteriores e às anteriores das anteriores e no entretanto se faziam explodir e atiravam rockets!”
De certeza que é a Helena que penso ser? Devo estar enganado.
Vamos às fronteiras. Na primira pessoa, depois retiro-me por hoje. Já Volto.
…”No entanto ele [o pai] olhava sempre para o passado para entender o presente. Se o mundo não tivesse entrado em guerra em 1914, se não tivessemos sido tão egoistas a fazer o acordo de paz… Nós, que vencemos, prometemos a independência aos árabes e o apoio a uma pátria judaica na Palestina. Supõe-se que as promessas são para cumprir. De facto, estas promessas – os judeus pensaram, naturalmente, que a sua pátria se situaria em toda a Palestina. – foram traídas e os milhões de árabes e judeus do Médio Oriente estão hoje condenados a viver com as consequências.
No médio oriente, tudo se passa, por vezes, como se nenhum acontecimento da história encontrasse um termo, um ponto de não regresso, um momento em que pudéssemos dizer: «Parém! Basta! É aqui que nos libertamos.»”
…
“Se sinto tudo isto de uma maneira pessoal é porque assisti a acontecimentos que, passados anos, apenas podem ser definidos como uma manifestação da arrogância do poder. Os Iranianos costumavam chamar aos Estados Unidos o «centro da arrogância mundial» e eu ria-me disso, mas comecei a entender o que isso sgnifica. Após a vitória dos Aliados em 1918, no termo da guerra do meu pai, os vencedores dividiram as terras dos seus antigos inimigos. No espaço de apenas 17 meses, criaram as fronteiras da Irlanda do Norte, da Jugoslávia e da maior parte do Médio Oriente. Aliás, passei toda a minha carreira em Belfast e Sarajevo, em Beirute e Bagdad a ver a fúria dos circunscritos por estas fronteiras. Os Estados Unidos invadiram o Iraque, não por causa das míticas «armas de destruição maciça» de Saddam Hussein, que tinham sido destruidas há muito, mas para mudar o mapa do Médio Oriente, à semelhança do que fizera a geração do meu pai há mais de 80 anos.”
…
Penso, afinal, que nós, jornalistas, tentamos – ou devemos tentar – ser as primeiras testemunhas imparciais da História. Se há razão para existirmos, o mínimo que se pode exigir é a nossa capacidade para relatar a história à medida que vai acontecendo para que ninguém possa dizer: «Não sabíamos; ninguém nos disse nada.» Amira Hass, uma jornalista Israelita brilhante do jornal Ha’aretz, cujas reportagens sobre os territórios ocupados da Palestina ofuscaram tudo o mais que foi escrito pelos jornalistas não Israelitas, analisou isto comigo há mais de dois anos. Eu insistia que tínhamos a vocação de escrever as primeiras páginas da história, mas ela interrompeu-me. «Não Robert, estás enganado», disse ela, «a nossa tarefa é vigiar os centros de poder.» Na verdade, acabo por pensar que esta é a melhor definição de jornalismo que já ouvi: desafiar a autoridade, todas as autoridades, sobretudo quando os governos e os políticos nos conduzem à guerra, após terem decidido que eles irão matar e outros irão morrer.”
….
Robert Fisk
Beirute, Junho de 2005
Deve ser do bloco. Ele e a História.
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O Robert Fisk, como muitos outros “progressistas”, não tem autoridade para ser intocável.
A China pratica um verdadeiro genocídio no Tibete: O QUE É QUE ELE JÁ ESCREVEU?
AH!, claro, o genocida não é pró-USA!
E sobre a permanente coacção do Hamas em Gaza, que começa nas escolas segue nas TVs, empregos, ruas,etc. em que a cabeça de quem pensa de maneira diferente dos turras salta do pescoço?
Só uma amostra (para além dos beijos do Hamas à Fatah mostrados em vídeo…)
http://xinhuar.blogspot.com/2009/01/la-causa-terrorista-palestina.html
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2-Peço desculpa, mas não é bem assim (conclusão 2):
http://www.zenit.org/article-17210?l=portuguese
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Mais um vídeo:
http://www.marthacolmenares.com/2009/01/05/el-video-te-muestra-por-que-israel-ataca-a-gaza-muy-fuerte/
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41. incomoda quem, só incomoda quem pode, não incomoda só porque de si emana um chorrilho de asneiras. Com tipos desses sentados ao teclado podemos nós bem. Punha umas bombas à cintura e mostre coerência, haverá sempre quem he tire uma boa foto
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Sátiro,
Quanto à primeira parte só lhe posso dizer que ele era correspondente do The Times no Médio Oriente e não no Tibete. queria qu escrevesse sobre o quê? Queria que relatasse o quê? O melhor modo de beber uma imperial com tremoços?
Noto o desprezo por quem viveu tudo o que se passa no Médio Oriente por dentro em oposição a vénias a “postadores” de blogs tugas que não se levantam do sofá e falem de fronteiras do Médio Oriente sem referir as causas das mesmas que estão no texto acima.
Quanto ao
“para além dos beijos do Hamas à Fatah mostrados em vídeo”
O que pensa que se passam em guerras cívis? Quer que enumere? Mesmo aqui na Europa? Mesmo aqui ao lado na Catalunha? Ou quer falar de Israel no Líbano?
Porque este video o incomoda tanto e os outros não?
….
Que tal ler Amira Hass? Será que ela também não tem autoridade?
Quem tem? A Helena e o jcd? Tá boa!
Quer uns copy paste ou prefere passar na FNAC ou usar o google?
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47. O video do sátiro diz tudo.
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Júpiter,
isto:
“incomoda quem, só incomoda quem pode, não incomoda só porque de si emana um chorrilho de asneiras. Com tipos desses sentados ao teclado podemos nós bem. Punha umas bombas à cintura e mostre coerência, haverá sempre quem he tire uma boa foto”
é um argumento?
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O Vaticano considera Gaza um campo de concentração…
El Vaticano: ‘Un campo de concentración’
La situación creada tras los ataques continuados e indiscriminados de las Fuerzas Armadas israelíes, que Tel Aviv justifica como una forma de contener a Hamas, ha sido también objeto de críticas por parte del cardenal Renato Martino, presidente del Consejo Pontificio de la Justicia y la Paz del Vaticano.
“Observemos las condiciones [de vida] en Gaza: se asemeja cada vez más a un campo de concentración”, asegura el cardenal en una entrevista publicada por el diario electrónico Il Sussidiario.
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NÂO CENSUREM O VATICANO, POR FAVOR !
Um censurado
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israel não é um país, é uma cambada de terroristas ladrões de terras alheias, de bandoleiros fora da lei ninternacional… Kassans neles…
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Porque razão recorrem a videos tão chocantes (eu não os consigo ver). Porque apelam assim à emoção em vez de à razão?
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Qual a definição de área fechada, onde é negada a saida das pessoas presentes, onde é negada água, onde é negada electricidade, onde é negado aquecimento, onde é negada energia, onde é negada comida e onde se matam inocentes sem os deixar sair de lá e onde as crianças se molham de noite p caua do medo extremo?
Já toda a gente percebeu o que se passa em Gaza menos alguns dos que apoiaram (muitos aki deste postador de tretas) os States na Invasão do Iraque. Por que será?
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#49- O genocídio da China no Tibete começou há CINQUENTA anos.
A escolha dos locais, temas, guerras, mortes tem muito significado.
Como se diz em Direito:
“O silêncio como valor declarativo”
E não venha com a História da guerra civil: era suposto os palestinianos serem irmãos na luta contra Israel; e o Hamas provocou a guerra civil porquê?
E não venha com supostas “culturas” que isso só me faz rir:tb há milhentso livros a gabar Stali e o gajo não passou de um carrasco de perto de vinte milhões de pessoas.
(Até há um “jornalista do NYT que ganhou o prémio Pulitzer nos anos 30 com artigos a colocar o stali nos píncaros da Lua -ou Sol segundo o Cunhal)
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“Quanto à primeira parte só lhe posso dizer que ele era correspondente do The Times no Médio Oriente e não no Tibete. queria qu escrevesse sobre o quê? Queria que relatasse o quê?”
Podia escrever sobre como o Arabismo subjuga outros povos no Medio Oriente e que só quando o Arabismo puder ser questionado por todos os povos que vivem no Médio Oriente é que haverá liberdade.
Infelizmente a interferéncia Ocidental no Médio Oriente e o seu Romantismo do século XIX aumenta o poder do Arabismo.
Enquanto as liderança politico/cultural for exclusivamente Arabista não haverá liberdade no N.Africa,Levante e Médio Oriente pois nada é permitido existir que não siga o padrão Arabista. Idem para o Islão.No Médio Oriente temos o integrismo Racial/Cultural do Arabismo e o integrismo Religioso/Cultural do Islamismo.
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51. O argumento é suficiente.
Está talvez a chegar o momento de cada um mostrar o que quer e pode fazer perante a agressão de que é alvo. Quando chegar esse momento veremos os resultados.
É curioso o jáfoste se preocupar com as “áreas fechadas”. Gaza tem sido uma área aberta a todo o tipo de traficâncias a começar de armas dirigidas a todos os infiéis e em particular ao povo israelita a que resta apenas ser eliminado segundo as mentes tresloucada que tanta simpatia provocam em certos meios. Vai sendo tempo do jáfoste se inteirar que a sobrevivência dos infiéis não se faz com meninos mimados e argumentos pardacentos. Vai chegar a altura em que se tem de escolher o lado certo, porque gaza pode ser só o princípio. Os islamitas podem ser muitos, alguns bem armados e bem treinados. Os infiéis podem não ser tão poucos como os que estão em israel, nem todos estão drogados com as papoilas do afeganistão, muitos estão a acordar para a realidade. Nova iorque, londres , madrid, mumbai são exemplos históricos, outros poderão seguir-se a comprovar o que aqui digo, mas caro jáfoste, existem respostas à medida para isso e muito mais. O euroliberal, o jáfoste são ocidentais com ódio de si mesmos, ganham uma importância como formadores de opinião nas universidades, na mídia, nas instituições religiosas e nas artes. Servem os islamistas como mujahideen auxiliares.
Entre alguns predomina a convicção de que “não existe solução militar” para os problemas da atualidade, um mantra aplicado a todas as questões do Oriente Médio — Líbano, Iraque, Irão, Afeganistão, os curdos, o terrorismo e o conflito árabe-israelense. Mas esse pacifismo pragmático ignora o facto de que a história moderna está repleta de soluções militares. As derrotas do Eixo, dos Estados Unidos no Vietname ou da União Soviética no Afeganistão, o que foram senão soluções militares?
Tenhamos calma e aguardemos enquanto folheamos o corão.
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“Vai desculpar-me mas não acho compatível com a dignidade viver num país cujos vizinhos têm um governo que se entretém a mandar rockets e a organizar atentados.”
O Hamas não é governo,é uma organização que usurpou o poder da autoridade palestiniana. Mas é por atitudes como a ofensiva de Israel que o Hamas ganha eleições. E na rua árabe o mundo ocidental é odiado porque para eles Israel só se “aguenta” com a cobertura ocidental.
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http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2009/01/06/a-guerra-em-gaza-o-odio-israel-587900364.asp
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É incrível as linhas que se gastam a discutir esta guerra particular.
E o conflito no Darfur? E os genocídios no Ruanda?
Uma vez que ainda ninguém falou sobre este assuntos, declaro-vos coniventes com as atrocidades lá praticadas!
E de caminho ficam já a saber que somos todos cúmplices de todo o mal do mundo!
“No single raindrop believes it is to blame for the flood”
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tanta tinta gasta***nestes blogs falhados***tentam produzir opniôes***mas so enviam recados………é um epitlo fechado***nesta efemera ilusâo***concluida esta autopsia*** pode-se fechar o caixâo. PINTO PARIS
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#63- Tem toda a razão!
Com o mesmo ardor com que se discute Gaza, peço que ajudem o DARFUR:
24 Horas por Darfur – Sê parte desta campanha de solidariedade!
A plataforma porDarfur convida-te a associares-te a centenas de pessoas solidárias com a população martirizada do Darfur. Participa com o teu comentário de sensibilização na mega-mensagem vídeo que faremos chegar aos mais altos responsáveis nacionais e internacionais.
O procedimento é muito simples e acessível:
Basta utilizares a tua webcam, para enviares directamente para a Organização do “24 Hours for Darfur”, (não é preciso ser um “Spielberg”!) e enviar o teu comentário usando o link abaixo.
Podes também enviar os teus vídeos para a plataforma “porDarfur”, através do email 24hpordarfur@gmail.com, para que, posteriormente, sejam visualizados por todos em http://youtube.com/user/24hpordarfur. A plataforma “porDarfur” responsabiliza-se pelo envio dos teus vídeos para a Organização “24 Hours for Darfur”.
O teu sketch pode ter até 1 minuto, faz uma chamada de atenção ou pedido dirigido aos nossos decisores, por exemplo, no sentido de que Portugal assuma as suas responsabilidades no compromisso de acabar com o genocídio no Darfur.
A organização da «24 Hours for Darfur», que pretende lembrar à comunidade internacional as suas responsabilidades para com os milhões de vítimas da região de Darfur, no Sudão, compromete-se a fazer chegar as mensagens aos seus destinatários.
Por cá, a plataforma porDarfur irá também fazer chegar as vídeo-mensagens aos Exmos. Sr. (s) Primeiro-ministro, Ministro dos Negócios Estrangeiros, Alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados e ao Presidente da República, entre outros, como um abaixo-assinado, em formato vídeo.
Envia o teu vídeo para a Plataforma “porDarfur”
24hpordarfur@gmail.com
Podes também gravar o teu vídeo directamente para a Organização “24 Hours for Darfur”
http://www.24hoursfordarfur.org/
Faz chegar esta mensagem a todos os teus contactos. A tua voz pode salvar.
Mais informções em http://www.pordarfur.org.
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É preciso trabalhar no duro para lá chegar.
End to smuggling?
Electro-optic technology has been used by researchers from the Technion-Israel Institute of Technology for an urgent purpose – locating tunnels through which arms and other goods are smuggled by terrorists.
The research, by Dr. Assaf Klar and Dr. Raphael Linker of the faculty of civil and environmental engineering, will be presented in April at the Defense, Security and Sensing Conference of SPIE, the International Society for Optical Engineering in Orlando, Florida.
“Smuggling tunnels enable uncontrolled movement of people, drugs and weapons and are a security threat to Israel,” they said on Tuesday. “Recent advances in distributed strain [an indicator of distortion] measurements using fiber optics enable the development of smart, underground security fences capable of identifying and locating tunnel excavations. Tunnel excavation is accompanied by the release of stresses that cause permanent displacements and strains – although very tiny – in the ground. By measuring the developed strains in the soil with sensitive equipment, one can find the tunnel’s location.”
Their research lays the groundwork for the initial stages in developing an underground fence based on the BOTDR (Brillouin optical time-domain reflectometry) technology, which allows the distributed strain measurements along optical fiber. Parametric analysis shows that such a detection system is capable of locating very narrow tunnels even at depths greater than 20 meters, with only a limited number of false alarms.
BOTDR technology, they said, is ideal for this purpose because 30 kilometers of the border can be monitored simultaneously using one device. In addition, the optical fiber used for measurement is the kind utilized for conventional telecommunication and is cheap, costing only a few shekels per meter.
The researchers explored two alternatives for locating tunnels. One is based on embedding optical fibers at a shallow depth, while the other is based on embedding fiber optics in small-diameter vertical piles.
The research combines aspects of soil mechanics and takes into account the interaction among the fiber optics, the soil and the embedded structure.
The proposed detection system is based on wavelet decomposition of the BOTDR continuous signal and its characterization by a neural network, which was trained to locate tunnels using computer simulation of tens of thousands of cases. These also include disturbances not related to the tunnels, such as rain and surface loads that were measured and characterized in soil trenches at the Technion. The tunnel excavation has a very clear spatial characterization that differs from other disturbances. The ability of the BOTDR approach to supply a continuous profile of soil distortions along the fiber optic – and the ability of the neural network to identify the relevant profile that characterizes the excavation – are the key to the system’s success.
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Os túneis usados para o tráfico de armas pelo grupo radical Hamas, que controla a faixa de Gaza, estão localizados na região conhecida como “corredor Philadelphi”, uma faixa com cerca de 15 quilómetros ao longo da fronteira entre Gaza e o Egito. O exército israelita já destruiu dezenas deles em diversos ataques aéreos e vai acabar por destrui-los todos.
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sem argumentos porque contra certezas dogmaticas não há argumentos.Sou pro-israel e peço com a maior sinceridade que a ajuda humanitária a gaza não seja feita pelo fujão guterres ou qualquer dos que ajudam o DARFOR nem o mais fanático palestiniano pode ter tal martirio
È um vergonha o moluscolo guterres ser portugues que digo Humano
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…”não se faz com meninos mimados e argumentos pardacentos.”
🙂
Meninos mimados? Pardacentos? Anda a ouvir muitas músicas romanticas. Quem diria!
Se invocar o argumento de erros históricos por corrigir faz dezenas de décadas e que a força militar ainda não resolveu faz de mim um menino mimado… então é encher o peito, rapar a cabeça, deixar sair o ódio, calçar as botas da tropa, cuspir muito para o chão e fazer voz grossa para ver se resolve o maior problema que a Humanidade enfrenta neste momento. Deve ser mais fácil. Se conseguir fazer figura de ignorante e gritar “DEVES SER DO BLOCO” então ficaremos muito mais perto da solução e aí sim, atingiremos o píncaro da masculinidade e bravura. E razão, claro!
“Vai chegar a altura em que se tem de escolher o lado certo, porque gaza pode ser só o princípio.”
🙂
Esclarecedor desses seus sentimentos. Quando o seu alfa a oeste mudar a moda você mudará também. Até lá nada feito.
Como diz a(o?) celestine num comentário a um post anterior: …”como dos sabujos, sempre ao lado dos mais fortes, serviçais”… Sempre ao toque do alfa, usar a mioleira e a História dá muito trabalho. Geração PlayStation. Bem formatada. Sempre aos restos, como as hienas a seguir os leões e os leopardos.
“Nova iorque, londres , madrid, mumbai são exemplos históricos”
🙂 Ena! Tem razão! São exemplos históricos de como se tem lidado de forma errada com a situação. Boa machão!
“O euroliberal, o jáfoste são ocidentais com ódio de si mesmos,”
🙂 Olha uma projecção!!! Macho! Viril!
“Servem os islamistas como mujahideen auxiliares.”
🙂 É precisamente o contrário Júpiter, é precisamente o contrário. Não vou explicar de novo leia alguns dos meus comentários que já expliquei aos postadores de serviço porque estes posts jogam a favor do Irão e porque não passam, como o machão Júpiter, de marionetas pré-formatadas pelos Alfas.
Aqui:
e aqui:
Mais uma vez, é precisamente o contrário e é um dos pontos que mais me tenho esforçado para explicar neste blog. Alguns “postadores” parece que já compreenderam.
“As derrotas do Eixo, dos Estados Unidos no Vietname ou da União Soviética no Afeganistão”
🙂 Ena ena! Mais uma vez de acordo! Foram soluções militares que acabaram sempre com a derrota do invasor. Do ocupa. Não se oprime e toma um povo pela força. Isso não é praticável, nunca foi. A não ser que mate todos, o que o tornaria… qual é a palavra que eu procuro… ah um verdadeiro MACHO!
:))) Será o Zézé Camarinha?
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“The first commercial flight between Western Europe and Baghdad in at least 17 years has landed in Iraq.”
Courtesy of G.W.Bush.
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Sátiro,
“O genocídio da China no Tibete começou há CINQUENTA anos.
A escolha dos locais, temas, guerras, mortes tem muito significado.”
Ele começa logo no inicio do livro a explicar a escolha do lugar. Passe numa livraria e folheie a introdução.
Resumo que se juntou a fome à vontade de comer. A vontade de comer estava lá, a fome veio de um telefonema que ele recebeu em Porto Covo (sim, esse do alentejo em férias da cobertura do pós 25 abril) do editor do The Times a perguntar-lhe: Middle East? Do you want a ride? 🙂
Bom, já agora resumo a vontade de comer. O pai combatente de primeira guerra, infancia a passear nos antigos campos de batalha da mesma, o procurar sempre perceber o antigo império Inglês, o que se passava nos antigos territórios, o saber das divisões que a Inglaterra e aliados tinham feito no médio oriente, a humilhação da vitória do primeira guerra como pretexto para asegunda, a Coreia, toda a “afinidade” e até responsabilidade que a geração dele sentia sobre o que se passava no médio oriente, o “centro do mundo” que era o médio oriente para um correspondente de guerra, as reservas de energia do mundo que poderiam fazer mudar o rumo do platena inteiro… Etc.
O que acha que ele ia responder a quem lhe telefonou?
“ah e tal, não estou interessado. O que eu queria mesmo era ir para o Tibete. Não gosto de comunas!
Santa paciência.
E antes de terminar,
o rótulo “progressista” que lhe colocou, sabe e compreende que foi posto pelos mesmos alfas que o formataram a si não sabe? Se a verdade histórica de quem quer deixar um legado imparcial contado na primeira pessoa (sem nada a ganhar contando mentira) com uma qualidade inatacável então há que recorrer à regra numero 1: Catalogá-lo com um carimbo inconveniente e contar a mentira muitas vezes usando a máquina da comunicação social quase global que se possui até os distraidos dos Sátiros do mundo pegarem nela e começarem a usá-la.
Um pouco como os pobres criacionistas usados pelo Discovery Institute, usados pelos mesmíssimos (não me parece bem escrito) que o usam a si.
Cumpts
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Ops, não foi um telefonema, foi uma carta.
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Nova arma: aproveitar o baixo QI dos terroristas!
Os primeiros 300 mortos foram de responsáveis do Hamas, que estavam numa cerimónia de formatura de novos elementos da academia de polícia na Cidade de Gaza. Os terroristas pensavam que estavam protegidos pelos seus cúmplices ocidentais e que os israelitas não os atacariam.Burros!
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Parem lá de apelar contra os genocídios dos “tibetes darfures congos ruandas e zimbabués” (entre outros).
Os américas não estão lá metidos portanto não tem importância nenhuma.
Ora bolas.
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jáfoste, ser macho pode não ser moderno mas ainda há quem goste e quem precise. Tire o rabo do teclado e vá a gaza fazer as suas necessidades. Ninguém o proibe.
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“Israel vencerá sempre, nem que para isso se destruam todos os países árabes. A Razão e os Bons Costumes vencem sempre!”
!!!
33.
“O que é que o já volto anda a fazer por estas paragens?”
A espalhar um bocado de luz na escuridão.
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