Situacionismo (532)
JPP prossegue com os patéticos apelos à turba. Depois dos caricatos ataques a Francisco Almeida Leite, reincide em acusações torpes, de forma sintomaticamente indirecta, a profissionais da comunicação social. Tudo por causa do irremediável pecado de não subscreverem integralmente as suas teses ultra-conspirativas. Agora, colocou um texto de um leitor em que o comentário feito por Rui Baptista na revista de imprensa de hoje de manhã, na RTP, é avaliado como “pura propaganda política”.
Seria cómico se não fosse grave.
Vi o programa e não se passou nada disso. O comentário foi sóbrio e justo. Considero Rui Baptista um dos comentadores mais equilibrados da nossa televisão. Ponderado e sempre com preocupações de isenção – digo-o com total à vontade porque esses estão longe de ser os meus parâmetros. Mas JPP não se importa de apoucar o profissionalismo de um jornalista, alicerçado no ‘ouvir dizer’.

Somos um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio,
fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas somos capazes de sacudir as moscas …’ Guerra Junqueiro escrito em 1886
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O grande problema é que: JPP tem toda a razão.
A Comunicação Social tem, no geral, prestado um óptimo serviço a Sócrates e um péssimo serviço ao país. O pior de tudo é que, quando o «socretinismo» cair aos pedaços – como parece já estar a ocorrer com o caso Freeport-, a mesma Comunicação Social vai ser a primeira trucidar mais esta nefasta governação.
Enfim, o costume.
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Wallace,
«O grande problema é que: JPP tem toda a razão.»
V. viu o programa em causa? Conhece o trabalho de Rui Baptista? Ou está a falar por reflexo pavloviano?
Um pouco mais de ética, s.f.f.
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JPP era um situacionista no tempo em que o psd estava no governo. Depois mudou quando o psd mudou para um líder que não concordava e os outros todos passaram a situacionistas e a propagandistas e só ele é que não faz propaganda nenhuma em nenhum lado.
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«JPP era um situacionista no tempo em que o psd estava no governo.»
Pois era. E é-o ainda.
Não vejo grande diferença entre os situacionistas do PS e os do PSD – são cachorrinhos da mesma ninhada…
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são cachorrinhos da mesma ninhada…
Baixo nível … nada que se estranhe vindo de sim, já foi capaz de pior.
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O Anónimo #1 é um imbecil resignado, humilde e macambúzio,
fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas …’ Pi-Erre escrito em 2009
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“O Anónimo #1 é um imbecil resignado, humilde e macambúzio,”
AHAHAHAH até que enfim alguém diz alguma coisa de jeito para esse tipo.
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Se calhar CAA viu o programa antes de tomar o café, porque se vir de novo o programa aqui: http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=12711&formato=flv , ao minuto 45, está lá tudo o que é transcrito no Abrupto, e até mais!
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de vez em quando vejo o programa e parece-me de facto que o jornalista em questão é uma pessoa equilibrada que tenta ser isenta e coisa rara no nosso jornalismo.
o problema é que JPP não é pessoa isenta e que apenas se limita a puxar as brasas às suas sardinhas, quem não o conhecer, ou que pertença à sua capelinha, que o compre!
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“Ex-Ministro de Guterres”
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Concordo. Essa iniciativa do “indice do situacionismo” e uma pura demagogia. Se JPP tem ou nao razao, esfuma-se no estilo da intervencao, nesse catalogar papal e indescriminado de tudo o que nao diz mal do governo.
Nao julgava ser este o estilo de JPP o que sugere que desta vez tem mesmo uma agenda politica.
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Lá voltou Vossência a reincidir…
Mas só quem não quer é que não vê que o homem tem toda a razão.
Cpmts.
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Vi o programa agora mesmo. Só falta o pin do Clube de Fans de Sócrates na lapela.
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CAA, sem retirar algo ao “circunstancialismo” de JPP que define muito bem (e eu partilho inteiramente, JPP é um dos responsáveis, porque os há dois dois lados da barricada dessa barracada, da balcanização do PSD em que se encontra a contrafacção de Gaia);
posso assegurar-lhe que, vendo eu quase diariamente esse programa matinal pelo interesse que me causa uma análise mais alargada às capas dos jornais,
esse Rui Baptista foi o primeiro que deixei de ver, precisamente por me cheirar a mofo, um bafio insuportável travestido de aspecto sacerdotal, talvez por ser altura de missa dominical, tal o seu “situacionismo”,
e se o CAA estivesse atento, só esta semana passaram pela RTP-N, a comentar as capas dos jornais, três responsáveis da Lusa, na 4ª, na 6ª feira e este domingo,
pode, por isso, recuperar os registos desses programas e chamo a atenção especial para o de 6ª feira, um tal Domingos Andrade,
por sinal, um dia que era ocupado, regularmente, por um comentador desvinculado a partidos e aparelhos, órgãos de CS ou “tachos” como o dr. Eduardo Paz Barroso subitamente desaparecido da pantalha…
isto tudo para que o sr. CAA tenha uma visão clara, alargada, do problema que esse leitor de JPP (não o próprio JPP) teve por um episódio; imagine o resto.
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O JPP coloca textos dos seus leitores, como eu coloco comentários das minhas tias. Se calhar não existem.
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Mas JPP não se importa de apoucar o profissionalismo de um jornalista alicerçado no ‘ouvir dizer’.
Se assim é, não pode levar-lhe a mal. Um jornalista não deve pronunciar-se a partir de um básico ‘ouvir dizer’.
Agora, se para apoucar o profissionalismo de um jornalista JPP é que baseia a sentença no mero ‘ouvir dizer’, então, please, numa simples virgulinha, escreva: “Mas JPP não se importa de apoucar o profissionalismo de um jornalista, alicerçado no ‘ouvir dizer’. E estamos de acordo, assim.
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nem estranho não estranhar,
Conheço bem a RTPN há 3 anos. Nunca aí notei qualquer ‘situacionismo’. Sempre disse o que pensava e nunca ouvi um reparo em matéria de opinião. Ontem quem comentou em directo antes e depois da Conf. de Imp. do primeiro-ministro fui eu: disse o que pensava, livremente.
Sei por experiência própria que muitas dessas queixas são meras armas políticas de ocasião. Sobretudo quando as estratégias prioritárias não correm nada bem.
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CAA À RASCA (218)
E o CAA a dar-lhe. Se há coisa que já é certa, é que a iniciativa do JPP no seu blogue está a surtir efeito e a acertar no alvo. É só ver as reacções que está a provocar, até a directores de jornais, que reagem sem apresentar provas em contrário das provas que JPP apresenta. Contra factos, poucos argumentos há.
O CAA nem teve o cuidado de verificar primeiro o que se tinha passado no programa, porque se se desse a esse trabalho, facilmente constataria que o leitor do blogue do JPP não mentiu. Eu vi agora as imagens, graças à leitora aqui do Blasfémias que deixou aqui o link e o que constatamos, é que o Rui Baptista por muito bom profssional que seja, convém não esquecer que trabalha na Lusa, a tal a quem foi recomendada a exclusão da palavra recessão, ao comentar a imprensa de hoje e o caso Freeport, foi longe de mais, na não equidistância que devia manter sobre o assunto.
Para além de repisar que isto não era nada de novo em relação a 2005, o que desde logo deixa transparecer como avalia o caso, diz-nos esta coisa extraordinária. Não sabe o que ainda poderá por aí vir com o caso Freeport, mas o primeiro-ministro fez muito bem em ter já “agarrado o touro pelos cornos” e até poderá reverter a situação a seu favor.
Ou seja, o Rui Baptista não sabe ainda quanto pesará o “touro” do caso Freeport, não sabe ainda se será “touro” bravo ou manso, se avança de frente e cabeça baixa ou de lado e aos saltos, mas acredita nas capacidades de pega do primeiro-ministro.
Resumindo, o Rui Baptista, se fosse chefe de forcados seria daqueles que levaria os seus bravos rapazes para o bar em amena descontracção enquanto na arena o cavaleiro ia lidando o touro que estava destinado ao grupo, prescindindo da mínima observação de como investia o touro e de como reagia.
Não sei como fazem a maioria dos grupos de forcados mas creio que todos observam atentamente o touro que vão pegar a seguir enquanto está o cavaleiro na arena, para melhor definirem como o vão pegar. E mesmo assim, não raras vezes, é vê-los andar no ar derrubados violentamente pelo touro.
Rui Baptista, que me parece boa pessoa, quanto a mim, errou nesta forma como abordou o assunto.
O que está em causa neste caso Freeport, é um caso de polícia e de investigação criminal, onde há que apurar a verdade. O que não está em causa são as capacidades políticas de José Sócrates, essas avaliam-se nas suas políticas governativas.
Ora, o Rui Baptista falou-nos mais nas supostas capacidades físicas e de valentia de José Sócrates.
E já agora, se isto é uma repetição do caso de 2005, porque não conseguiu o Rui Baptista há muito tempo uma entrevista em exclusivo com esta nova figura que despontou de nome Júlio Monteiro?
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Do rui pouco se falará quando o vendavel britânico se abater sobre a capital do ex império. Os tugas vão engolir uma realidade semelhante a tantas outras, todos percebem o que aconteceu, o avental vai cobrir o precurso fatídico rato/belém, mas o mundo é grande demais, o avental não chega a todo lado. O tuga já é desvalorizado, vai passar a ser ridicularizado, o tuga está por tudo, já se sabe, o pior são os ratings onde a porcaria se reflecte.
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Bumba no lombo dele, CAA. Bumba no déspota, bumba no pedante, bumba no ínvido do relevo alheio, bumba no frouxo, que se eterniza no maldizer e não confronta, pessoalmente, o escrutínio popular das suas opiniões. Bumba no lombo dele, CAA.
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CAA,
Ou Você é um eterno ingénuo, ou é
algo ainda pior.
É evidente que o RB é educado. É evidente que o RB parece ter bom senso. Mas, tenha dó, é um evidente apaniguado. Não berra como o “dono”, mas sabe quem o prende pelo salário.
Mas, Você apoiou com unhas e dentes o Monteiro e o Menezes. Ou é ingénuo, ou é algo ainda pior.
Lamento, mas esta conclusão é inevitável.
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6.
«são cachorrinhos da mesma ninhada…»
… cães de fila, diria eu. Os cachorrinhos são animais indefesos, e nem mesmo “metaforicamente” gosto de os ver referidos.
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7.
Presunção e água benta…
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CAA, por acaso estava a tomar o pequeno-almoço, não sabia quem era o comentador e lembro-me de, face ao que dizia, ter dito para quem estava comigo, e que por acaso até é do PS, que até parecia que o homem era porta-voz do PS.
Até me recordo de ter dito que era um comentário habilidoso, como aquelas arbitragens habilidosas.
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“disse o que pensava, livremente.”
CAA, essa nem parece sua. É óbvio que você diz o que pensa, tal como o comentador de hoje terá dito aquilo que pensa.
Não acredito que gente com esta exposição pública faça fretes sub rosa.
Mas obviamente são escolhidos para comentar, exactamente porque pensam de determinada maneira.
Quem convida por exemplo a Dr Ana Gomes para um debate sobre os “voos da CIA”, não precisa de lhe encomendar o discurso. Já sabe, com uma razoável certeza, o que ela irá dizer.
Uma televisão estatal, paga com os nossos dinheiros, deve escolher para comentar, pessoas de reconhecida capacidade ou especial comunicabilidade, mas procurando equilibrar as cosmovisões.
Um dia a Ana Gomes, outro dia o João Miranda, umm dia o Pinto da Costa, outro dia o Vieira, um dia o Cardeal Patriarca, outro dia a Fernanda Câncio, um dia o Paulo Mascarenhas, outro dia o Daniel Oliveira.
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O CAA a avaliar a ponderação e isenção de outros. LOL
Afinal, o Blasfémias tem mesmo um “comic relief”.
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CAA, como não ouço o PM, não o ouvi a si, a seguir.
Mas se o CAA saiu a perorar pela RTPN que conhece há 3 anos, também uma série de comentadores do regime saíram em defesa do PM, quer na RTPN quer na SICN: nesta, ainda hoje fizeram desfilar o rol de louvaminhas apanhados aqui e ali para um compacto de opiniões iguais. Também mal os ouço, sabendo quem são e o que já não suporto ouvir mais dos mesmos.
O que o CAA não avalia, a começar pelo que disse RB e o Lidador (23) aponta, é o rol de figuras louvaminhas que desfilaram da Lusa em 3 dos sete dias da semana… na RTPN.
Tudo bons sequazes, perdão, rapazes.
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Todos menos a Ana Gomes e o Daniel de Oliveira.
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«Considero Rui Baptista um dos comentadores mais equilibrados da nossa televisão. Ponderado e sempre com preocupações de isenção»
Depois de ter visto a análise política feita por este comentador que aprecio imenso, pelo seu espírito de isenção na abordagem sempre séria que faz dos temas, concordo em absoluto com o que diz. Inclusivamente no que diz respeito a PPC.
A preocupação de Rui Machete é óbvia quando refere que ele devia ser integrado na equipa de MFL. Pessoalmente, penso que dada a grande probabilidade que ele tem de vir a ser o próximo líder do PSD, não deveria assumir, a curto prazo, nenhum cargo relevante dentro do partido.
Até porque cada vez mais figuras relevantes da política e da sociedade civil o começam a apoiar, e não será só pelos seus bonitos olhos…
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#25
Estava mesmo a pensar nisso.
É um bom serviço prestado a JPP.
Quem diaboliza, quase sempre, pessoas de elevada craveira para apoiar Monteiros e Menezes, nem imagina os efeitos que produz.
Quanto ao tal Rui só quem nunca o tenha ouvido… ele mostra-se sempre com uma enorme fotografia de Sócrates colada na testa ao lado do emblema do PS… Querem enganar quem?
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16.
… ainda não tinha pensado nisso!
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A citação do Anónimo # 1 teve graça da primeira vez, mas agora até já enjoa. Será que o sujeito não tem imaginação para mais nada? Que avance mais uma páginas na leitura do Guerra Junqueiro e talvez encontre material menos estafado.
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19. Salvaterra
«Ou seja, o Rui Baptista não sabe ainda quanto pesará o “touro” do caso Freeport, não sabe ainda se será “touro” bravo ou manso, se avança de frente e cabeça baixa ou de lado e aos saltos, mas acredita nas capacidades de pega do primeiro-ministro.»
E porque não pode Rui Baptista acreditar na seriedade do primeiro-ministro? Só pelo facto de ser jornalista e jornalista da agência noticiosa Lusa?
É verdade que terá existido tráfico de influências, mas não é isso que todos nós fazemos diariamente ao sair de casa?
Se o tráfico de influências degenerou em corrupção, caberá aos respectivos orgãos judiciais averiguar; mas quanto a isso JS parece estar bastante despreocupado…
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Então quem são aquelas senhoras que vejo todos os Domingos a sair da missa? Não são as tias do Piscoiso?
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Caro CAA,
Considerou o comentário de Rui Baptista “sóbrio e justo”. Creio que fiquei esclarecido sobre a sua capacidade de avaliação, e de qual é o seu ‘standard’ para os valores da sobriedade e justiça.
Considera cómica a minha avaliação do comentário de hoje no “Bom Dia Portugal”. Conforme referi quando enviei o texto em tempo real para JPP, parecia-me não passar de propaganda política. Não sabia sequer, note-se quem era a pessoa em questão. Agora que revi a peça informativa em questão, não digo que me parece: afirmo que é propaganda política, em espaço supostamente imparcial. Mas é a minha opinião, que o CAA considera “cómica e grave”.
É o lado mais positivo de ter informação facilmente acessível nos dias de hoje. O programa está disponível na Web, cada pessoa pode avaliar por si própria a isenção de Rui Baptista. Mediante o post que colocou no blog, e como já referi, também eu posso fazer uma avaliação sobre a sua capacidade enquanto opinador. E fiquei mais uma vez esclarecido em relação a isso.
Melhores cumprimentos,
Daniel Rodrigues
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Especialmente dedicada ao CCA, postador que admiro, mas que por vezes mete água.
MANIFESTO ANTI-PACHECO
Com a devida vénia a A. Negreiros
“O Pacheco não sabe pensar
O Pacheco não sabe escrever
O Pacheco é do PSD
O Pacheco tem a mania que é bom
O Pacheco não corta a barba
O Pacheco cheira mal da boca
O Pacheco não lava os dentes
O Pacheco usa ceroulas de malha
O Pacheco cheira a chulé
O Pacheco não lava os pés
O Pacheco é um atraso de vida
etc., etc., etc,
Fora com o Pacheco
Matem o Pacheco – PIM!”
(extraído “Das minhas incursões no Reino do Pacheco”, obra inédita à espera de editor).
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São São as tias do Piscoiso mais a Fernanda Valente disse
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36. São São
É que o tráfico de influências rege-se por uma escala que vai de 0 a 20…
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Meus caros,
Baste seguir o conselho de Helena Dias
http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=12711&formato=flv
minuto 47, lá está o Rui qualquer coisa, editor de polítia da Lusa. Parece um suporter do PS a falar. É impressionante!
Cumprimentos,
Paulo
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36. São São
Um exemplo tipico do tráfico de influências praticado diariamente:
A Inocência tem uma cliente marcada para as 10 am, no meu cabeleireiro. Eu quero ser atendida pela Inocência que é de longe a melhor cabeleireira, e, ainda por cima, a hora que mais me convem, é mesmo às 10 am.
Um contacto para a patroa é suficiente para desmarcar a outra cliente, remetendo-a lá para as 3 da tarde, passando eu a ter o privilégio do atendimento. É que o meu estatuto social permite-me utilizar desse “modus faciendi”…
(Tráfico de influências: escala entre 0 a 2).
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“Considero Rui Baptista um dos comentadores mais equilibrados da nossa televisão”, diz o CAA.
Consta que o Rui Baptista também está pronto a dizer o mesmo sobre o CAA.
Temos de ser uns prós outros, não?
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Diz o CAA que, na RTPN, nunca ouviu “um reparo em matéria de opinião”.
Pudera! Os coronéis da Censura também não costumavam usar o lápis azul contra os escribas do “Diário da Manhã”.
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Rui Baptista isento? E eu sou o pai Natal? Francamente…. é preciso estar tolinho da cabeça para se considerar este homem isento.
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JPP tem toda a razão e espero que continue os seus posts sobre o situacionismo.
Não vi o programa em causa, mas já ouvi noutras ocasiões o Rui Baptista (penso que agora é editor de política da LUSA) e lamento o tempo perdido. Quanto ao leitor que deixou o comentário, porque é que devemos acreditar em si e não nele?
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Fernanda Valente:
Preciso urgentemente de contactá-la, porque o Vitalino e o Santos Silva começam a dar provas de cansaço para os números em que foram treinados e acho que V. é o nome adequado para substituir um deles (ou os dois, sei lá).
Por favor, deixe aqui o contacto, tá?
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Aquele Carlos III é um brincalhão. Hoje, ao jantar, deve ter bebido um cálices a mais do dito Carlos III, o brandy.
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“É que o tráfico de influências rege-se por uma escala que vai de 0 a 20…”
Não será esta “Fernanda”, a Câncio?
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Francesco, deu-me sede vou beber um Cardenal Mendoza que tenho na garrafeira.
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É óbvio que CAA já não consegue pensar direito no que se refere a JPP e MFL, e que está tão desesperado que agora recorre ao mais baixo nível de linguagem. Está a tornar-se num hooligan tal como no futenol.
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o RB é um daqueles gajos porreiros da comunicação social: é do PS.
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Sinceramente, não sei o que esta gente bebeu. O RB fez uma análise objectivíssima e imparcial, e também sem qualquer tipo de emoções. Isto parece-me mais uma treta clubista. Eu concordo a 100% com o RB e não sou fã do Sócras nem voto PS. O que ele disse faz todo o sentido, e até o Marcelo Rebelo de Sousa concordou com a análise dele (disse exactamente o mesmo, com algumas nuances), não sei como é que as vossas mentes paranóicas vão lidar com isso. Ou é agora o MRS também um papagaio do Sócrates?!? ahaha!)
Aquilo que interessa é que o JPP é o único Leitista que sabe escrever e falar alguma coisa de jeito (não contem com a madame), e tem obviamente de tentar lucrar para o PSD alguma coisa sobre este caso, nem que seja à pala da super-hiper-paranóia e teorias da conspiração (hipocrisia?!? Até parece que o JPP não abusa dos média nem nunca abusou, é um anjinho da política!)
Esperar objectividade da parte do JPP sobre este assunto é como esperar que o Porto assine por baixo as vitórias do Benfica…
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Caro Luís Dias,
é desnecessário insinuar que somos alcoólicos. A análise foi objectiva e imparcial? Concordo que foi objectiva e clara, ninguém está a duvidar dos dotes comunicacionais de Rui Baptista. Aliás, o que se está a referir é que são até excepcionais.
Mas quanto à imparcialidade, permita-me discordar: Incessantemente houve ao longo dos poucos minutos uma justificação e um endeusamento de Sócrates que apenas podem propaganda política. Não sou contra a propaganda. Mas sou contra o facto de ela se encontrar num espaço que supostamente devia ser como diz: imparcial.
“Um homem só, pronto para o combate.”
Sinceramente…
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52. Luís Dias
Realmente a análise política de ontem de Marcelo Rebelo de Sousa, só pode ter sido feita numa destas três situações:
1. Ou existia um “sniper” nas proximidades;
2. Ou a viagem foi paga pelo Estado;
3. Ou, atendendo a que o fuso horário é o mesmo, teve lugar depois do jantar.
É óbvio que os social-democratas estão a causar mais mossas a MFL, do que propriamente o PS.
Aguardemos, pois, pelo comentário de JPP sobre este particular!
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#14 – Carlos Baptista
LOL. obrigado.
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~# 34 fernanda e, de resto, todos:
É impressão minha ou um jornalista deveria ter aquela curiosidade natural de quem quer realmente conhecer e expor a verdade? É que se até eu me questiono com coisas como:
– “que estranho tanta rapidez em aprovar (e a três dias do final do governo Guterres”) o aval ambientalista que, de resto, chumbou duas vezes” – Porque será? tráfico de influências de 0 – 20… zero claro.
– “que estranho um caso que mete a família do sócrates e que estranho ele ser o MA da altura”; tráfico de influências de 0 – 20… zero claro.
– “que estranho a polícia inglesa estar a investigar isto” São os contactos, de certeza, da MFL à polícia britância.. tráfico de influências de 0 – 20… 20.
– que aborrecido o titio admitir offshores, admitir reuniões e o email de um primo a pedir “recompensa”… tráfico de influências de 0 – 20… zero claro.
Parece-me que um jornalista não precisa de fazer estas perguntas. Aliás, parece-me que, hoje em dia, para ser jornalista, é só necessário uma “certa parcialidade e cartão político”. Estará certo que receberá as informações necessárias por parte de …”alguém”..
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56. DSC
Caro comentador,
É claro que em todo este processo existem indícios que nos levam a crer que foi exercido tráfico de influências que por sua vez foi pago através de luvas a terceiras pessoas.
As pessoas ou entidades envolvidas neste processo, foram o Ministério do Ambiente, a Câmara de Alcochete, o promotor do projecto, a família de José Sócrates enquanto elos de ligação ao então titular da pasta.
Não creio que tenha havido uma só pessoa a beneficiar de luvas: terão existido várias a começar pela equipa que aprovou o licenciamento durante os três últimos dias do governo Guterres.
Mas, esse filme nós vimos outras vezes…
O que eu não posso aceitar é que se esteja a tentar incriminar JS, quando tudo indica que foi tecida à sua volta uma teia de potenciais corruptos profissionais que, ao que consta, até se deram bem na vida (aquele gesto manual do Sr. José Sócrates tio a “enxotar” os jornalistas, característico dos titulares de títulos nobiliárquicos – os antigos não os actuais -, comum a uma manifestação pura de novo-riquismo).
Não ponho as minhas mãos no fogo por ninguém, nem mesmo pelo actual primeiro-ministro.
O que eu acho é que é extemporâneo tecerem-se considerações depreciativas a um político em exercício de poder, num país a viver uma grave crise económica, e cujo grau de participação no referido processo, se encontra a ser, presumivelmente, investigado pelos meios judiciais competentes.
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No que toca a JPP, CAA deve muito à isenção.
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