Do Concílio do Equinócio à renovação na continuidade

Paulo Morais é o novo “craque” do Blasfémias! Oficialmente desde o passado dia 21 de Março, em que se formalizou a “contratação”, efectivamente daqui a algumas horas.
O Blasfémias completou há um mês meia década de existência, o que constitui quase uma eternidade na Blogosfera. Facto que mereceria alguma celebração condigna, não só pela longevidade, mas pela influência que este Blogue atingiu e vem mantendo, o que faz dele, passe a imodéstia, uma Instituição no meio.
Mas, seja pelo nosso individualismo exacerbado que torna quase impossível realizar qualquer actividade em conjunto (veja-se a efémera existência do Café Blasfémias), seja por alguma aversão a futilidades do tipo das celebrações encomiásticas (em breve retomaremos a “desanca” no centenário da República), seja sobretudo por prezarmos o conteúdo em detrimento da imagem e da propaganda (o que também explica a nossa “alergia” a Sócrates), é um facto que denotamos alguma indiferença pelas efemérides que interessam.
O que não significa que não as comemoremos de forma intensa, o que aconteceu no recente “Concílio Blasfemo” de 21 de Março, o único acto “colectivista” de que somos capazes, para além da manutenção deste sítio. Esse Concílio foi atípico, mas dos mais marcantes da nossa História:
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Teve como anfitriã a Helena, verdadeiramente inultrapassável na arte e requinte de bem receber;
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Realizou-se num bairro da capital e logo naquele desde sempre renegado por estas bandas (ao que isto chegou…) e cujo nome me abstenho de teclar;
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Atingiu-se a perfeição nos exigentes e obrigatórios rituais destes Concílios, com destaque para o gastronómico, a pedir meças às divinais iguarias do Olimpo.
Cumprida que foi toda a longa liturgia, encetaram-se os trabalhos, com uma agenda bem densa, como é habitual: da retrospectiva à prospectiva, cobrindo todas as temáticas da actualidade, sempre apimentadas com o mui lusitano escárnio e mal-dizer. Quando se entrou na discussão do reforço do “plantel blasfemo” – em equipa que ganha deve-se mexer cirurgicamente para continuar a ganhar – quase se esgotaram os stocks de sal, pimenta e piri-piri, tão viperinas foram algumas apreciações.
A decisão foi porém facilitada pelos rígidos e exigentíssimos requisitos de admissibilidade nesta Loja, que restringe desde logo a simples elencagem (e daí o nosso contributo para o termo short list) e facilita eliminações. Foi assim que rapidamente ficou a lista reduzida a Paulo Morais, repleto de “prós” e com pequeníssimos “contras”, meros pecadilhos com os quais até nós transigimos. Destes, refiram-se o seu estatuto de figura pública (coisa que em Portugal não passa da exibição tosca de vaidades em passerelles rascas) e o afirmar-se (ainda) social-democrata. Com atenuantes de relevo, que só reforçam os “prós”: por um lado, ascendeu (?) a figura pública pelas boas razões, a contestação e combate ao status quo; por outro lado, toda a sua actuação, forma de pensar e sobretudo de estar, são de um verdadeiro liberal, embora ele não saiba.
O percurso público de Paulo Morais é sobejamente conhecido para estar a repeti-lo. Diria apenas que, enquanto edil portuense, foi dos executivos mais actuantes e relevantes que uma Câmara alguma vez teve, denotando aquilo que falta em quase todos os políticos, a capacidade de decisão e execução e, sobretudo, o combate sem tréguas aos interesses instalados. No PSD é talvez a principal bête noire, malquisto por quase todos pela frontalidade com que denuncia a podridão nos partidos, designadamente a parte que mais fede, a do financiamento. Ao nível da esfera cívica, é desde sempre participante e dos principais impulsionadores de uma maior pró-actividade da sociedade civil, seja na reivindicação de referendo aos mega-projectos, no combate à dupla tributação ou na exigência de gestão descentralizada de equipamentos públicos, como os aeroportos.
Sempre directo, claro e frontal, diz e faz o que pensa, sem nunca deixar de pensar no que diz, aliando o rigor e a capacidade de abstracção de um matemático, remexe nas feridas e chagas expondo-as sempre sem pudor, a denúncia constante da falência do regime, tudo isto denota o verdadeiro “espírito blasfemo” que não pode estar fora desta casa.
Bem vindo portanto, Paulo e toca a blasfemar. Só te exigimos que sejas igual a ti próprio.

Bem vindo Paulo Morais…
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2. É só para dizer que o Bairro em causa é Benfica e por causa da visita dos blasfemos descobri que é muito difícil chegar cá sem passar pelo estádio do dito. O que os visitantes felizmente não descobriram é que mais próxima ainda que águia mais a estátua do Eusébio fica uma instituição desportiva que me parece particularmente vocacionada para os grelhados e a animação musical – nesse dia felizmentee stiveram um pouco silenciosos! – que é uma espécie de Benfica de bairro, um Benfica que nunca perde só às vezes não ganha, o Fofó ou Clube Futebol Benfica. Feita esta explicação é tempo de dizer bem-vindo ao Paulo Morais
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Fixa, mais um para cascar
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Mr. Paulo Morais,
Certeiras blasfémias, por certo !
Bem-vindo !
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Mr. LR,
Come-se muito bem nesta zona, e nesse bairro também !
É sempre bem-vindo a Benfica, carago !
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Esta magnífica contratação tem a mão do Jorge Mendes?…
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o Paulo Morais é um tipo muito fixe !
Parabéns
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Caro MJRB,
“Come-se muito bem nesta zona, e nesse bairro também!
É sempre bem-vindo a Benfica, carago!”
Não tenho dúvidas, principalmente em casa da Helena. O grande problema é ter de passar em frente à “mesquita”, o que nos pôs em estado de quase agonia…
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Fixe carago!
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O Blasfémias contratou um PM
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.. que bom, mais um que mais provável é que nunca concorde com ele, e assim mais uma oportunidade para fazer uma das minhas actividades diárias favoritas. Contestar quando não concordo. Bem vindo ao blasfémias.
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Bom dia, Paulo Morais! Vai levar “porrada” comó outros, quisto é democrático, não se preocupe. Salva-o ser do Porto, vá lá, como o CAA (o meu blasfemo mais querido) e não um beto de Lisboa. Nunca o ouvi falar (nem a nenhum dos blasfemos, já agora), mas se tiver sotaque tripeiro, melhor ainda. Declaro já que me estou nas tintas para os problemas do trãnsito nas Fontainhas ou as obras do Siza na Avenida dos Aliados, ou lá o que é.
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E onde ficou com a comissão da transferência?
Declararam ao fisco ou meteram na conta na Suíça?
Agora mais a sério: Que não lhe doa a mão (ex?) companheiro …
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Caro Mr. LR, 8
Que raio de “constrangimento”, que “trauma”, por passar ou sequer entrar na Segunda Circular…
Com o palmarés internacional que o seu FCPorto tem; já tão próximo do total dos títulos nacionais do SLBenfica; a caminho de novo Tetra; com o Colombo para “distrair a vista” e o instinto leva-o a olhar ou a pressentir a “catedral” !…
Apesar de tudo, o SLBenfica é um íman…
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Óptima aquisição. Aguardamos blasfemias e heresias.
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Vem mesmo a calhar porque a minha tia Geropiga acaba de comprar um assador novo.
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Um grande abraço, Paulo !
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pena que sua Exª. o P M não tenha vindo substituir H Matos definitivamente….
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Todos os iconoclastas e caracterizadores do fétido ambiente político-institucional são bem-vindos.
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Caramelo, supra #12:
Isso dos betos de Lisboa não paraec que pegue aqui, no Blasfémias. Os “nossos” dois “Lisboetas” são tudo menos betos! Quanto aos outros – como não são de Lisboa – quando muito, seriam, “queques”…mas também lhe garanto que não!
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É uma boa escolha e um prazer poder comentar os seus posts.
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Parece-me uma óptima contratação, apesar do autor apenas conhecer alguns artigos do JN mas sempre me pareceu uma voz independente e bem informada.
p.s: Caro LR,já que falou no café Blasfémias, será que algum dia existirá reedição?
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Calma aí com essa boca dos betos de Lisboa, porque por cá há alfas, betos e alfabRetos. E tem que se ter muito cuidado também com os cortiças, os francesinhos e os Newportistas da Inbicta, caraggggo-
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Perguntinha capciosa para o P. Morais, para ver se tem estaleca para aguentar com a caixotaria: o Alfa-Pendular fez-se para os alfaces irem ao Porto ou para os Tripas virem a Lísbea?
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“O Blasfémias contratou um PM”
Era capaz de ser interessante, o PM como PM.
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“Caro LR,já que falou no café Blasfémias, será que algum dia existirá reedição?”
Talvez, mas será sempre numa base pontual, que não temos organização para manter algo com carácter de continuidade – a não ser escrever no blogue, claro.
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Parabéns pela aquisição, que considero excelente.
A dele e, mais recentemente, a do Mário Crespo são as únicas colunas que frequento no oficioso JN.
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Se também for para falar do Porto, há pano para mangas, tipo sobre aqueles partidos que elegem para candidatos a freguesias emblemáticas pessoas que são eleitas internamente sem serem convidados os restantes candidatos a presidente da junta. Depois ficamos espantados com as aberrações democráticas da natureza que sobem até ao topo.
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Quais betos quais carapuça. Mas por acaso, contaram-me outro dia uma curiosidade curiosa – sabem porque chamam alfacinhas aos lisboetas, e não saladinhas?
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20.
Tá bem, PMF, menos mal, menos mal. E a betagem até está bem distribuida nacionalmente; os betos de lisboa só têm essa desgraça de parecerem mais betos que os outros, com aquela pronúncia e maneira de falar deles. havia de lhes cair uma praga em cima e desatarem a falar comó bruno aleixo.
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Grande contratação. Parabéns.
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As minhas tias estão de vigília em frente ao pc, à espera do primeiro post dele.
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Boa contratação, espero que tenham fixado uma boa cláusula de rescisão, porque se aproxima a época de transferências, e ao que parece o Real Madrid quer contratar muitos. Para chegar a Benfica, mesmo que vindo de Norte não é obrigatório passar na 2ª circular, muito menos à frente do estádio do SLB, embora nos tempos que correm a maioria de vós até têm sido felizes por lá, como diria o outro…
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God save Paulo Morais!!
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(…- nesse dia felizmente estiveram um pouco silenciosos!…)
– HM (comentário nº 2)
Vizinha Lena, tenho casa em Benfica, na R. João Ortigão Ramos e, juro a pés juntos, ali reina sempre um silêncio sepulcral. 🙂
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Silêncio sepulcral em Benfica?
Devem estar a fazer contas à vida.
Como é que a equipa vai funcionar sem simulações ao árbitro?
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Bem vindo e parabéns Blasfémias !
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Sim, o facto de manterem um blog com esta qualidade já é Serviço Público q.b.
De qualquer forma fica o meu incentivo a uma reedição do Café Blasfémias.
ctps
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Mr. Hyde,
Miss Helena Matos tem razão, # 2: é que nesse domingo, o Fófó não jogou “em casa” para o campeonato… Logo, não houve febras, cervejolas, nem aquelas músicas pimba.
…Mora na Ortigão Ramos, o Mr. Hyde… Somos quase vizinhos.
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Excelente contratação.
Seja bem-vindo!
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Qual era o pelouro do P.Morais, quando estava na câmara do porto?…
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Mr. Fernando,
Urbanismo, creio.
Se também não estou equivocado, demitiu-se por discordâncias de Rui Rio nesta área.
Estou ansioso para que Mr. Paulo Morais nos explique o Plano de Pormenor das Antas.
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Fernando,
“Qual era o pelouro do P.Morais, quando estava na câmara do porto?…”
Inicialmente o pelouro da Acção Social, a partir de meio do mandato o do urbanismo.
MJRB,
“Estou ansioso para que Mr. Paulo Morais nos explique o Plano de Pormenor das Antas.”
Se bem me recordo, o folhetim do PPA ainda foi tratado pelo seu antecessor no Urbanismo, o Arq Ricardo Figueiredo.
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Pormenor das Antas, Parque da Cidade, Porto Social (Exemplo: arrumadores), Praça da liberdade… Jardim da Cordoaria…
Sim senhor!! Há aqui pano para mangas!
Onde é que ele anda?
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Dizia um amigo meu o seguinte: Só desejo a regionalização para “os” ter mais à mão!
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Um abraço ao PM, e como a Vera Lagoa……, que a caneta nunca te doa.
Se estivessemos num pais verdadeiramente democrático ainda acreditava na tua chegada a PM, mas neste lodo não acredito.
Espero sinceramente estar enganado…
Força Morais ..
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Alás tenho uma grande dúvida,
é preferível uma democracia musculada e a cheirar a esgoto como a nossa
ou uma ditadura tolerante e perfumada?
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Mr. e caro LR, 43
Sei que o Plano de Pormenor das Antas não foi “estruturado” nem decidido ao tempo de Mr. Paulo Morais, mas gostaria de saber a sua opinião sobre o que encontrou na Câmara e qual a sua opinião.
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Gauss, 47
Só quando Vitalino ascender à presidência da república, o “sítio” será decente.
Com um regime presidencialista !
(E já há nomes para esse governo “musculado”…).
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Errata, 48
…duas vezes “opinião”, não liguem, é do off-shore em perigo…
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MJRB:
“…Mora na Ortigão Ramos, o Mr. Hyde… Somos quase vizinhos”.
É certo e sabido que uma desgraça nunca vem só 🙂
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#35 & 39 – qual é o número das campas
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e já avisaram o pmorais?
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Seja bem-vindo ao Blasfémias. Esperam-se grandes postas, polémicas q.b. e algumas boas almoçaradas.
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#54 – sintetizando: arrotar umas postas de pescada
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Verdadeiras más notícias, quando se precisa gente fora(Física e Mentalmente) dos circuitos do Poder o Blasfémias vai buscar quem fez parte do tacho. É de esperar que a narrativa e o discurso fique cada vez mais normativo.
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Boa malha.
Venha o PM!
Parabéns Blasfémias!
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Vamos atirar-nos a todos os filhos-da-puta. Agora até lhes cozinhamos as tripas à moda do Porto, carago!
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ainda me lembro quando veio o arroja para cá. anunciado com pompa e circunstância, e passado uns tempos estava a ser corrido por dizer mal dos judeus.
deixa ver quanto tempo este se aguenta…
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Caro Lucklucky,
“Verdadeiras más notícias, quando se precisa gente fora(Física e Mentalmente) dos circuitos do Poder o Blasfémias vai buscar quem fez parte do tacho. É de esperar que a narrativa e o discurso fique cada vez mais normativo.”
Acha mesmo que Paulo Morais tem um “discurso normativo”? Eu desafio-o a encontrar alguém que seja tão anti-sistema.
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tenho casa em Benfica, na R. João Ortigão Ramos e, juro a pés juntos, ali reina sempre um silêncio sepulcral. 🙂
Pudera!
A Helena Matos é mais para a zona do Parque Silva Porto.
Já agora também moro em Benfica.
Estamos em todo o lado, até aqui!
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Que me dizem deste texto de José na sua Porta da Loja:
“Este José S. tem um azar do caneco. Tudo lhe cai em cima, para lhe desfazer a imagem de “menino de oiro” tão laboriosamente encenada pelas hagiografias da praxe.
O azar começou bem cedo quando um blogger descobriu que cinco cadeiras do curso que tirou, numa das piores universidades do país, porventura a pior, foram “dadas” pelo mesmo professor.
Professor esse – azar dos diabos!- que já andava nessa altura em negócios que lhe determinaram uma acusação por corrupção e branqueamento de capitais, num processo em que o azarento também apareceu mencionado e escapou – ao menos isso!- a mais esse azar.
Alguns trabalhos de avaliação nesse tal curso que tirou na tal universidade pior do país, vinham em papel timbrado do Ministério, onde esse azarento se sentava a mandar em secretários de Estado e seus adjuntos e dependentes. Um dos papéis até foi remetido por fax, para um professor que não era o da cadeira correspondente, mas ainda assim era reitor, a quem o azarento tratava afectuosamente em mensagem escrita, por “do seu…” .
O azar continuou a bater à porta quando se descobriu que a licenciatura tinha sido concluída a um Domingo, como atesta um dos certificados de habilitações, dado como certo depois de se saber que havia vários com datas diferentes.
O azar continuou a morar paredes-meias com a casa onde vive, comprada em modo que não se esclarece com toda a transparência desejável. Sobre casas, ainda sobram mais azares: os dos projectos assinados como se fossem seus e que os donos das casas não reconhecem como tal.
Depois, descobre-se mais uma embrulhada azarada: primos que se referem a familiares que são ministros e que podem resolver e influenciar decisões sobre aprovação de empreendimentos azarados há anos. Azar que desaparece em tempo record, depois da intervenção do azarento, a brilhar como a própria transparência das decisões de um despacho na 25ª hora de um governo de gestão.
Aparecem depois intermediários gravados e a dizer que pagaram grossa maquia por essas decisões de última instância.
É por causa deste último grande azar que andamos todos com um azar maior do que o dele: o de termos de aturar estes azares a que ninguém responsável parece querer dar importância e ainda por cima o de termos de o ouvir, feito calimero e aos seus apaniguados feitos defensores do vínculo, a defenderem o azarento como se fosse o paladino das maiores virtudes.
Isto não é mesmo azar-termos um azarento assim, como primeiro-ministro de Portugal?
Portugal precisa destes azarentos?”
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“Já agora também moro em Benfica”, diz o impagável Fado.
Realmente, não há duas sem três… 🙂
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“Acha mesmo que Paulo Morais tem um “discurso normativo”? Eu desafio-o a encontrar alguém que seja tão anti-sistema.”
Um Social-Democrata anti-sistema?! Quando muito pode ser anti-corrupção mas não é anti-sistema.
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Caro Paulo Morais
Bem vindo!
Excelentes artigos tem escrito no JN. Estou certo que não defraudará a família blasfema.
O segredo é este: nunca perder o “Norte” 🙂
Um blasfemo e amigo abraço
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Lá vem mais um que aprendeu com o (ex)”chefe” que se fingir que é sério ainda há imensos “palermas” que acreditam…
Agora é que o CAA vai por aí abaixo outra vez 😦
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Excelente contratação. Se todos os “escritos” de Paulo Morais forem como este… está garantido o sucesso.
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Luis Melo disse
2 Abril, 2009 às 9:02 pm
Se todos forem como esse vai ver-se atrapalhado.
Uma coisa é escrever em jornais onde se tem a certeza de nunca sermos interpelados, outra é aqui.
Reparou que nesse artigo só diz as generalidades usuais nos jornais e não aponta uma única coisa concreta?
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Convido o Dr. Morais e demais blasfemos a denunciar a forma como os alunos são avaliados no Ensino Secundário, assim como a existência de disciplinas como ” àrea de Projecto” no 12º ano.
Algumas disciplinas dão um poder discricionário ao professor que pode afectar seriamente a entrada na faculdade, nos cursos escolhidos.
Para bem do nosso Ensino Público, se é que ainda alguém acredita nele.
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Se algum dia ele escrever algo sobre o Plano de Pormenor das Antas, temo que terá o mesmo destino do Pedro Arroja.
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“terá o mesmo destino do Pedro Arroja.”
Nunca tera o mesmo destino que o PA…visto que este senhor e um senhor do “sistema”, logo tera o CAA a lamber-lhe as botas.
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Nunca tera o mesmo destino que o PA…visto que este senhor e um senhor do “sistema”, logo tera o CAA a lamber-lhe as botas.
É como eu digo, coitado.
Vai cair no mundo real abandonando o quentinho da redacção e até vai chorar.
Pode ser que ainda se arrependa a tempo.
É desagradável verificar que os pés eram daquela substância com que se faz tijolos.
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Nem Tudo o que parece é!
Morais é um manipulador do descontentamento generalizado que grassa na nossa sociedade.
Nunca fez nada de construtivo e vive de dizer mal, porque sabe que em Portugal, e especialmente na blogosfera, tudo é permitido e dá projecção.
É claro que os Tugas distraidos e perguiçosos (já não digo de trabalho, mas de investigação séria), vão adorar o que Morais vai escrever aqui!
Bolas fora e fogo de articicio! Viva o mestre Morais!
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