Compaginações
21 Julho, 2009
Eu sei que o caso não chega aos calcanhares da demissão daquele ministro do Desporto, Henriques Chaves de seu nome, mas será abusivo pedir que se pergunte ao dr. Jorge Sampaio como compaginaria ele o relatório do Tribunal de Contas com a resposta do ministro das Obras Públicas?
19 comentários
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Muito bem (!), Miss Helena Matos !
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Ao menos foi legal diz ele…assim estou mais descansado.
Estando o estado a tentar prender uns quantos individuos de alto perfil (bpn, ctt) por gestao danosa, onde e que este acto governamental se enquadra?
Nao teriamos aqui algo equiparavel?
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..imunidade parlamentar senhores, imunidade parlamentar ad eternum..
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E vão continuar a fazer o mesmo.
Não havendo punição, não há motivos para não voltarem a repetir. E que ninguém tenha dúvidas que o vão fazer.
Continuem a votar nesta gente, continuem.
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Eu voto no Jel, no Todo Partido.
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Tontice. O Jorginho é um interesseiro.
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Isto foi uma SURPRESA, uma Excelente Surpresa!
Vai para a minha Galeria de Activos Excentricos.
Vale a pena!.
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Isto está de tal maneira, que me vou converter
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erro no LinK:
pelo menos eu assumo, sou dos poucos que o fazem:.
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«O negócio dos contentores de Alcântara, feito entre o Estado e o grupo Mota-Engil, seria
um escândalo de dimensões nacionais em qualquer lugar do planeta com alguma vergonha na
cara. Mas aqui, neste sítio pobre, deprimido, manhoso, cheio de larápios e cada vez mais
mal frequentado, a coisa passa com umas tantas notícias, umas tantas declarações piedosas
e uma idas à praia em tempo de Verão. A verdade é que a história cheirou mal desde o
início. E não era só pelo facto de os indígenas ficarem separados do rio Tejo por uma
barreira de contentores. Era desde logo pelo facto de um grupo privado ver uma concessão
prorrogada por mais 27 anos, sem concurso público, e com cláusulas altamente lesivas para
os cofres do Estado. É evidente também que a coisa da vista serviu para esconder os
milhões de estavam em jogo, como o Tribunal de Contas do insuspeito socialista Oliveira
Martins fez saber sem margens para dúvidas. O negócio é uma escandaleira imensa e só
beneficia o grupo Mota-Engil. É evidente também que a sempre atenta Maria José Morgado
fez saber logo que a coisa estava debaixo de olho e que o Ministério Público estava a
preparar uma investigação. Outra coisa extraordinária quando um Tribunal de Contas vem
dizer que o negócio em causa é, de facto, uma roubalheira dos dinheiros dos contribuintes
e dá o nome aos bois. É claro que no meio desta desbunda socialista ninguém se lembrou de
que este escândalo obrigava o ministro Lino a sair do Governo do senhor presidente do
Conselho a alta velocidade. Mas não. Neste sítio um ministro pode ir para a rua por um
par de cornos infantis ou por uma piada de mau gosto. As roubalheiras, os negócios
escuros, os compadrios, a corrupção a céu aberto e o tráfico de influências, não só são
tolerados como premiados nas urnas. É por isso que, mais do que nunca, era importante uma
palavra de Cavaco Silva.»
CM
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A minha tia Eleutéria tentou compaginar mas desistiu.
Diz que tem mais que fazer do que ler relatório e respectiva resposta em PDF de 93 páginas.
O MJRB (#1) leu e gostou.
Bom proveito.
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Compaginava vedo quem é quem que trabalha no tribunal de contas e se são politicos ou não.
Contas feitas por políticos dá asneira.
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O tribunal de contas é independente? Quem fiscaliza o tribunal das contas?
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Muito bem.
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Há vários tipos de iliteracia e a menos falada é a iliteracia tribal.
Passaram os tugas de um analfabetismo quase generalizado para uma suposta evolução em que soletram não tendo deixado no entanto de olharem para apenas o seu umbigo.
Seja ela a do seu interesse material imediato, revelado no “chico espertismo”,-tribo dos “chicos”.(o mais vasto e que atravessa todas as outras tribos)
Seja ele da sua “filiação” partidária- tribo da “esquerda” da “direita” dos “liberais” etc e dentro destas as sub-tribos partidárias.
Seja ela dos seus futebóis- andrades, lampiões, lagartos.
E por último a tribo familiar, esta hoje muito difusa pois que já no tempo dos “bons costumes” pouco disso havia, já com graves dificuldades de idenficação do pai e mesmo da mãe.
Assim nesta miscelania de valores tribais, tendo aprendido a soletrar, (tanto no ensino “progressivo” como nas “novas oportunidades”), sejam incapazes de fazer leituras de textos (sobre factos ou acontecimentos).
É assim que um penalti é penalti para uns e para outros apenas jogou a bola. Ambos foram “roubados”.
Aplique-se isto a todas as tribos anteriormente descritas e é claro que um negócio ruinoso para a “esquerda” só pode ser de “direita” e vice-versa.
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13, não quer que seja o governo do adorável vendedor de banha da cobra Sócrates pois não? Ou agora o Dr. Guilherme d’Oliveira Martins também já passou para o lado dos pessimistas e bota-abaixistas que tanto prejudicam a extraordinária performance deste singular elenco governamental? Se existe um cidadão que ainda me merece respeito é sem sombra de dúvida o presidente do TC, que se está marimbando para o que a sua actuação possa fazer pela imagem do Governo.
Estão a ir-nos ao bolso à grande e o povão sorri alegremente…Quando acabarem as borlas é que vai ser giro. O último que feche a porta.
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#16 esse é o presidente e os outros que fizeram o realtório e as contas quem serão?! alguém sabe se são políticos ou pessoas de confiança?
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Quando os Nazis massacraram milhões de judeus nos campos de concentração tudo foi «perfeitamente legal».
Só mesmo tontos poderão pensar que a lei é sempre justa. Deveria sê-lo, mas pode não o ser.
Por isso diziam os antigos Romanos que «inventaram» o Direito: «Lei injusta não é Lei».
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A única maneira de compaginar a coisa é trocar o ministro do fio-de-prumo pelo aritmético presidente do tribunal de contas.
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