6,655% (II)



Gostaria de ouvir, agora mais do que nunca, as elucidações dos ex-ministros das Finanças e dos ex-presidentes desta pobre república, dos peritos nas «realidades económicas», dos que tanto se estribam nos supostos oráculos de prémios Nobel dessa tão subida ciência, de todos os que nos andaram a vender a patranha de que só a aprovação do OE nos poderia salvar da intervenção do FMI ou da bancarrota, dos que tanto apregoaram que todas as «autoridades» internacionais esperavam o aplauso à sublime e noctívaga obra do Doutor Teixeira dos Santos (mais errata, menos errata). Gostava de os ouvir agora quando os juros da dívida portuguesa sobem a níveis nunca vistos logo após a aprovação na generalidade do OE.
O que têm a dizer sobre isto aquela catadupa de tristes ruínas que desgovernaram as Finanças deste regime e que nos entraram pelos ecrãs das televisões dentro nos dois últimos meses jurando que a aprovação do OE era o início do remédio da nossa credibilidade perdida?
Quer esta constatação dizer que o PSD fez mal em se abster no OE? Não, pelo contrário. Aqueles que ainda têm dúvidas acerca do caldinho socratista-cavaquista que estava em preparação, não se esqueçam de que caso Passos Coelho tivesse decidido votar contra o OE socialista tudo, mas tudo, o que agora já está a suceder e o pior que ainda está para vir passaria por ser culpa exclusiva do PSD.
Assim, do mal o menos, o PS socratista ficou sem alibis desresponsabilizantes, desprovido de condições para ter êxito na sua perpétua e constante ambição de sacudir a água do capote, tristemente ajudado pelos restos do cavaquismo que está acomodado no pior deste regime. Agora já ninguém pode ter dúvidas razoáveis: este OE é mau e não oferece garantias a ninguém, nem cá dentro nem lá fora. O Governo que o expeliu já está para além da redenção. E quem ajudou à festa socratista, tentando convencer os portugueses da vergonhosa falácia da imprescindibilidade da aprovação do OE, merece, também, a censura política e o desprezo dos cidadãos.

Tem toda a razão.
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Deveria ser possível, responsabilizar, criminalmente, esta gentalha, autenticos vendedores de banha da cobra, no minímo.
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O Trapalhão-Mor do reino tem a lata de se pronunciat sobre a cobrança de
Impostos da PT considerando MORALMENTE INACEITÁVEL fazê-lo
agora. MOTALMENTE INACEITÀVEL, ele, a quem a Ética do comportamento
inclui o saneamento de uma repórter que apnas estava a exercer o seu mister,
ele que promoveu a cmpra da TVI, ele comprmetido no Licenciamento da Freeport,
ele com tentáculos no Poder Judicial pelo Pinto Monteiro, no negócio/roubo da
REFER das sucatas compensadas por doações ao Partido de que é Chefe.
De facto !!!
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Este post é contraditório nos termos:
– se o PSD tivesse votado contra o Orçamento, seria agora responsabilizado pelo que está a acontecer;
– os que defenderam a viabilização do Orçamento (isto é, a abstenção do PSD) “ajudaram à festa socratista”, isto é, não passam de uns energúmenos.
Fantástico!
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Imaginemos que o orçamento é bom. Como podem tranquilizar-se os investidores se não reconhecerem credibilidade a quem o executa?
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Já vai nos 6,8%!
Yes, they can!!!!
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e dizem que o sr Teixeira é um guarda livros técnicamente muito competente: faço ideia se não fosse…
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ainda alguém se lembra dos gemidos de “bota-abaixismo” do ignóbil sócrates?
ou dos erros das agências de rating?
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Em Portugal, analistas andam sempre atrás dos acontecimentos.
Que vem aí o FMI, já ninguém o pode negar. É apenas uma questão de tempo.
O que é preciso agora perguntar é: estão preparados para sair do €uro?
Não estejam com meias-tintas. O que é preciso perguntar aos portugueses é se querem manter-se no €uro e arcar com as responsabilidades dessa manutenção. Leia-se, ter uma filosofia de ortodoxia financeira que nunca existiu em Portugal, em ditos regimes ditos democráticos.
O €uro vai-se tornar na moeda de reserva internacional e irá suplantar o dólar como moeda de referência. (Aliás, tal já acontece e no entanto é pouco perceptível pela maioria do mundo.) Mas o euro ao tornar-se na moeda de reserva do mundo exige que quem integra a Zona €uro saiba gerir políticas macroeconómicas com os próprios orçamentos nacionais. Coisa que não existe essa tradição em Portugal. Só mesmo nos tenpos do Botas. Portanto, Portugal não está em condições de manter-se no €uro.
É evidente que o euro é uma moeda que poderá dar enormes vantagens competitivas a quem o saiba gerir. E poderá servir como uma espécie de franco suiço do século XXI. Poderá permitir a quem o integra, estabilidade de preços e acesso a capitais baratos. Duas coisas essenciais para quem deseja ter um elevado nível de vida, que só é sustentável com base em produção gerada a partir de elevadíssimos investimentos de capital intensivo. O euro será a moeda do futuro.
Mas Portugal não quer e não consegue manter-se no euro. Que o FMI vem aí, é cada vez mais inegável. Até o antigo banqueiro, João Rendeiro, vem-no dizer claramente que não nos aguentamos das canetas.
O que é preciso é perguntar às ditas élites tugas: Portugal vai-se manter no €uro?
A minha resposta é esta, infelizmente: Portugal não se vai manter no €uro, apesar de alguns membros importantes da Zona €uro tudo irem fazer para que Portugal se manetnha. Serão os portugueses que farão haraquiri e abandonarão o €uro.
E esta saída do €uro poderá ter resultados políticos interessantes, não apenas em Portugal como até na própria UE. Provavelmente Portugal também acabará por abandonar a UE. Isso acontecendo, também é muito provável que seja o fim de Portugal, como o conhecemos.
Com a eventual saída da UE, Portugal poderá adoptar um outro regime político. Mais autoritário, ditadorial e totalitário. Mas a outra alternativa a este retorno de Portugal aos tempos do Botas, depende das gentes do Norte. Cabe aos nortenhos pedir a Independência do Norte e evitar que Portugal volte aos tempos do antigamente.
O futuro o dirá.
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o mercado é f***** e segundo parece a Banca portuguesa está a encher a mula à conta destas taxas de juro.
o BES, sem qualquer vergonha, vai dizendo que os lucros dos últimos 9 meses também são devidos a MENOS IMPOSTOS PAGOS. Entretanto a PT vai-se cagando para a golden share e prepara-se para gozar na cara dos contribuintes (ou será na cara dos tótós?).
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CAA demonstrou o caso patológico do PSD sem fibra alguma, cheio de medo de opiniões completamente moldado pela lógica dos comentadores. Demonstrou como é um Partido inútil sem se aperceber.
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Então o que dizer da “lógica” da Manuela Ferreira Leite:
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Quem fez o Orçamento merecia o “cárcere” e o papel não vale nada.
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Deve-se votar o Orçamento na mesma por causa dos credores.
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O Mau Orçamento que nada vale feito por gente que merecia o “cárcere” vai por estranha lógica livrar-nos dos credores no próximo ano e não nos vai enfiar ainda mais no buraco . Ou seja o Mau Orçamento vai dar resultados brilhantes, parece ser a lógica da personagem. Vai afinal ser um Bom Orçamento.
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“o mercado é f***** e segundo parece a Banca portuguesa está a encher a mula à conta destas taxas de juro.
o BES, sem qualquer vergonha, vai dizendo que os lucros dos últimos 9 meses também são devidos a MENOS IMPOSTOS PAGOS. Entretanto a PT vai-se cagando para a golden share e prepara-se para gozar na cara dos contribuintes (ou será na cara dos tótós?).”
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Deve ser de patetas como você que não sabe que qualquer imposto sobre qualquer empresa não é mais que impostos sobre os clientes.
Os impostos sobre empresas é um truque dos políticos para fingirem que os impostos são menores do que são na realidade.
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Quer esta constatação dizer que o PSD fez mal em se abster no OE? Não, pelo contrário. Aqueles que ainda têm dúvidas acerca do caldinho socratista-cavaquista que estava em preparação, não se esqueçam de que caso de Passos Coelho tivesse decidido votar contra o OE socialista tudo, mas tudo, o que agora já está a suceder e o pior que ainda está para vir passaria por ser culpa exclusiva do PSD.
O texto é tão profundamente contraditório que até mete dó. Muitos, como alguns autores aqui no Blasfémias, é que defendiam o chumbo do orçamento, que permitiria a Socrates vitimizar-se de tal forma atribuindo a catástrofe que se aproxima ao PSD. Essa sempre foi a estratégia do PS, até que provavelmente alguém na Europa lhe pisou os pés.
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Caro AC,
Será o Norte a querer manter o Euro e o sul a querer sair. O Norte exporta, não está endividado, tem boa demografia. A transição para o Euro, o upgrade da especialização sectorial está a concluir-se. A drenagem de investimentos e desenvolvimento para sul também se esgotou. Finalmente o Norte vai agora ter futuro e crescer no PIB e consegue viver dentro do Euro. Já em Lisboa é tudo o contrário. Tem 42% da dívida bancária privada, vive encostada ao Estado, balança comercial deficitária e demografia pior. Eles terão todo o interesse no expediente da saída do Euro.
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Quanta mentira! Então querem convencer o povo de que o PSD, um partido que é financiado pelos mesmos que financiam o PS, é diferente! Que conversa de m… Se fosse verdade, o Passinhas, um menino que na vida nada fez a não ser sustentado pela máquina, teria dito que o orçamento só iria piorar a situação portuguesa e teria apresentado ao público um orçamento alternativo. Se não o fez e se absteve, foi para dar a impressão de que o PSD é diferente, mas ainda assim possibilitando este orçamento, e se preparar para agora continuar esse regime de rodízio em que o país se afunda há décadas.
Passinhas fez de conta que era contra para enganar os otários e se absteve, repito, para que o orçamento fosse aprovado. Se chumbasse, o que seria correcto se fosse um patriota e não um vendido aos interesses que dominam o PS, teria toda a legitimidade para assumir o país. Com uma oposição destas, o PSD poderia contar com mais de 60% do apoio da opinião pública e as eleições poderiam ser convocadas logo a seguir.
Os mercados, na expectativa da aprovação de um orçamento sério, acalmariam. Mas, se o que aqui é dito é verdade, então é ainda pior. Isto significa que o Passinhas não se importa minimamente com os milhares de negócios e centenas de milhares de portugueses que sofrerão por causa do aumento dos juros, com a soberania nacional, que foi comprometida de maneira talvez irreversível, e que é um burro pois o povo não gosta de oposição sem tomates. É só olhar para os números e perguntar: como pode o PSD estar pouco à frente do PS depois do pior governo que a geração actualmente viva já conheceu?
Quem apoia o PSD é tão culpado do que se passa no país quanto os que apoiam o PS. Quem ganhará com isso é o PCP e o BE, pois o PSD continuará a funcionar como a quinta-coluna na direita que impede que o PP seja de facto uma oposição poderosa. Não é por acaso que os submarinos têm tanto destaque. Tudo o que se passa eu previ no meu blogue. Não apenas por utilizar a metodologia correcta na avaliação política (basicamente o quem financia quem?), mas por não ter ambições de ganhar nenhuma sinecura em quaisquer das facções deste regime que rouba os que têm mérito para alimentar os porcos.
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Totalmente de acordo consigo, caro José Silva. Até em termos energéticos, o Norte tem múltiplas vantagens, já que a energia das barragens é muito mais barata que a dos ventos.
E como a água, no futuro, será tão importante e estratégica como quase o petróleo, hoje, mais uma vantagem para o Norte.
Em termos de balança de capitais, penso que o Norte a teria positiva. Em termos de taxas de poupança, talvez tenha das mais altas taxas de poupança do actual Portugal. E, sobretudo, tem importantes sectores industriais, que se estão a reestruturar e poderão catapultar o Norte de Portugal para uma das mais invejáveis posições do próprio Sul da Europa.
É hora dos nortenhos deixarem-se de palermices com a regionalização e pensarem a sério nas coisas, ou seja, exigir a Independência do Norte. E quanto mais rápido melhor. Pois o Norte é o único capaz de viver sob um €uro.
É preciso começar a pensar nestas coisas já. Porque senão, sob uma ditadura, será muito mais dificil conseguir a Independência, sem o derramamento de muito sangue.
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Diz bem CAA
Gostaria!!!
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E lá cabem todos, muy bien, porém, ainda a melhor parece-me a do Teixeira a negro orador, pregador, sinistro, lá seja o que for.
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Estimado «Essa agora»,
«Este post é contraditório nos termos»
Não o é. Mas também não lhe vou explicar porquê já que, em tudo o que diz, V. já demonstrou que seria um esforço vão. E, como não sou cristão, não pratico a caridade nem a considero enquanto virtude teologal.
Deixe lá, não se mace, prossiga com os seus ensaios de lógica (muito) elementar e seja feliz.
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“É a politica, estupido” ??? O orçamento de um merceeiro nunca pode ser bom. Mas bom ou mau
não interessa porque quem o executa não tem credibilidade para tal (facto provado) .
Jogos politicos (PS/PSD)… O articulista tem razão . Lembrando-me do dito de Brito Camacho sobre as “moscas” pelo que sugiro ida a Coimbra buscar Salazar , ou se ainda houver
dinheiro para a viagem , ir a N.Y.buscar o FMI , antes que se chegue à conclusão que a história da “tanga” é mesmo verdadeira, e acabemos com os “tangos” e as “tangas” .
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«O Trapalhão-Mor do reino»
Trapalhão e trapalhões.
Que parece terem agora descoberto o valor da “moral”. Agora.
Bem acompanhados até hoje:
«A ética da República é a ética da lei» – Pina Mora: antigo funcionário do PCP, ministro e deputado do PS (socialista), presidente da empresa Iberdrola em Portugal.
«A credibilidade da política não está na ética» – Paulo Rangel, antigo deputado do PSD na AR, euro deputado do PSD em Bruxelas.
Vale, a moral (e credibilidade) das oligarquias partidárias,
tão bem exercida pelo trio Barroso – Santana – Sócrates e respectivos apaniguados.
Ali-Babá, não faria melhor.
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O Norte tem que pensar já na sua Independência quanto antes. Não só para evitar que caia sob uma ditadura mas também porque vêm aí importantes mudanças na própria Europa.
O caso mais importante, de uma possível e cada vez mais certa secessão, é da parte flamenga da Bélgica.
A Bélgica é hoje um país em vias de extinção. Os flamengos vivem uma situação parecida ao Norte de Portugal: são parasitados pelos ditos “franceses”. Os secessionistas flamengos querem deixar a Bélgica e juntarem-se à Holanda. Sentem-se parasitados pelos do sul, sentem-se prejudicados e cada vez mais anseiam por acabarem com a Bélgica. O que não é liquido é que os holandeses aceitem integrar a parte flamenga da Bélgica.
Ora, o caso belga vai trazer importantes modificações na própria UE. Que acabará por apoiar as secessões que venham a acontecer, desde que não provoquem crises militares. O caso belga será o teste decisivo a esta nova UE que se vai desenhar. Ou até mesmo acabar com a UE, o que eu duvido.
Ora o Norte de Portugal deverá aproveitar o caso belga para fazer o mesmo: deixar Portugal. Só que ao invés de integrar numa Espanha, que também acabará, terá que viver sózinho, com os seus próprios meios e capacidades.
É hora dos nortenhos deixarem-se de meias-tintas. Portugal acabou, não tem futuro e é um país pouco recomendável, em que são demasiados os parasitas e poucos aqueles que querem mesmo viver às suas custas. E o Norte pode ter um nível de vida dos mais elevados do Sul da Europa se for independente. É preciso é acabar com este Portugal podre e completamente falido.
É hora de nós pedirmos a Independência. E quanto mais tarde, pior.
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Uma grande facção dentro do PSD quer manter o sistema despesista e incompetente mais ou menos como está. Não está interessado em apresentar uma reforma do estado que corte pelo menos 1/3 no desperdicio e assim viabilizar o país, pois ocupam esses mesmo lugares.
É também essa facção que tudo fará para manter o sector público concentrado na capital sem se importar com o definhamento das outras regiões.
Essa é a fação que prefere Sócrates se ele mantiver o este estado das coisas.
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Estamos em 2010 e temos o Govêrno que temos.
De uma vez para todas repudiemos a fácil defesa de que
outros atrás foram incompetentes, de outra forma
andamos a julgar INIMPUTÁVEIS os de agora e todos
que se seguirão. NÃO É ASSIM?
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A questão é apenas e só esta,este governo não tem credibilidade nenhuma nas instâncias internacionais,porque em 2009 o défice das contas públicas ,a previsão era para ser 2,2 por cento,depois o governo jurava antes das eleições ( de Setembro de 2009) que o défice estava controlado e ia ficar em 5,9 por cento, e afinal o valor ficou em 9,3 por cento, uma diferença de 7 pontos ao inicialmente previsto!!!!
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Apenas 3 pontos,
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1) A ruina do Euro seria a saída de qualquer País do Euro. Em ultima instância o Norte copiaria o modelo colonial português: o ‘Escudo metropolitano’ (Euro do Norte) cambiavel e o ‘Escudo angolano, moçambicano etc’ (Euros do Sul) não cambiavel.
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2) O espaço de livre comércio europeu implica para uns produzirem (venderem), outros europeus têm de comprar pedindo emprestado porque foram formatados para não produzirem nem concorrerem com quem produz dentro da Europa
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3) Com o FMI os juros da Divida Soberana Portuguesa seriam 2%; qual a razão interna e a justificação politico-partidária para continuar a obrigar a juros 3 vezes mais (quasi 7%) pagos com ‘austeridades’ e aumentos de impostos aos Cidadãos, Familias e Empresas ? Não se entende esta contradição perigosa salvo se a ideia é arruinar rapidamente o que resta de Portugal. Suponho.
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Ac,
Pois a água e a energia do Douro são mais dois recursos de auto-suficiência… Adiciona os exemplos de sucesso da Efacec e Bial… subtraia a vergonha destes comentários de António Mota http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=452127
Mas confesso que a ideia de independência do Norte, mesmo que pacífica, me choca profundamente apesar da achar cada vez mais racional.
Anayway, de qualquer modo se só ao fim de 20 ou 30 anos é que o Norte dá conta do seu estatuto de colónia, a eventual independência só ocorrerá na mesma altura das primeiras viagens humanas a Marte.
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Caro AC,
pensando bem nem é necessário soluções tão complexas e radicais.
A Europa quer defender o Euro e está a tentar impor disciplina ao sul.
Em Portugal a indisciplina é lisboeta, endividada, colada ao Estado, importadora. Lisboa e sua economia é que precisam de entrar nos eixos.
O Norte sempre esteve nos eixos, permaneceu industrial transaccionável (embora com baixas margens e salários), com boa demografia (Braga é uma das cidades mais jovens da Europa) e com apenas 23% do endividamento bancário privado apesar de ter mais de 1/3 da população.
Ora basta que Berlim tenha conhecimento disto para que quem agora manda nos proteja. Eles tem interesse que não haja default em Portugal.
Assegurar o nosso futuro passa por fazer chegar a Berlim relatórios sobre esta dualidade económica portuguesa.
O núcleo de Bruxelas do Partido do Norte (http://simregioes.blogspot.com/) vai cedo ou tarde resolver esse problema.
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Tenho para mim que o anti-comuna está com uns bagacitos a mais…
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Pronto, lá vem o CAA com as alucinações do costume.
Afinal, o que o CAA recomendava ao PPC/PSD;
voto contra?
abstenção?
voto a favor (cruzes-canhoto)?
É que não se percebe no enredo de contradições.
E claro, lá vem a espada contra Cavaco…para CAA continuar a ter presença na TV do Estado…aquela que é paga pelos nossos impostos.
Afinal, quem acha CAA que é melhor para Belém:
Cavaco ou Alegre???
É que não se vê ou ouve CAA a criticar a postura duplex do candidato PS/BE….
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Anti-comuna,
.
Há vários anos que é um gosto ler as suas reflexões nas caixas de comentários da blogosfera.
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anti-comuna
Posted 4 Novembro, 2010 at 23:35 | Permalink
O Norte tem que pensar já na sua Independência quanto antes. Não só para evitar que caia sob uma ditadura mas também porque vêm aí importantes mudanças na própria Europa.
______
É IGNORANTE, anti-comuna . . .
A Bélgica *foi construída* por regiões dos *Países Baixos* (agora Holanda)
e é independente dede 1810 (!!!). Nada tem a ver com 9 séculos de Nacionalidade.
A pretenção de alguma gente, pregando a autonomia do DOURO LITORAL
não passa de nervoso histérico bairrista. MAI NADA!
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CAA,
A sua pseudo-resposta à minha observação define-o iremediavelmente.
Você não apresenta qualquer justificação para a incongruência que lhe apontei. Limita-se a insultar-me, embora não me conheça e ignore de todo a preparação académica que me permite dizer o que digo e, já agora, revelar-lhe que, neste capítulo, jamais V. me chegará aos calcanhares…
Continue na ilusão da sua inexistente sapiência! Continue a ser tão “professor-doutor” quanto o outro é “engenheiro”! Não vou perder nem mais um minuto consigo.
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____pretensão (é claro)______
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Estimado ‘Essa agora’,
Se está assim tão desejoso de agitar os seus títulos académicos, ou outros, deixe de assinar ‘Essa agora’. Também não faria nada mal deixar de escrever os disparates boçais com que se tem tristemente notabilizado nos comentários do Blasfémias…
Quanto à refutação dos seus ‘argumentos’, bom, a tarefa é ociosa mas hoje estou bem disposto – deixo-lhe parte do artigo que cito na posta para que pense, reflicta e, talvez, até, se arrependa de andar aí a tentar enxofrar, grosseira e covardemente, quem sempre dá a cara e o nome quando escreve e diz o que pensa. Depois disto, caso ainda anseie por mais elucidações, começarei a cobrar honorários:
«O PSD sempre disse que a proposta de Orçamento (OE) era péssima. Ao contrário, o PS defendeu-a incessantemente, garantindo que era ideal para alavancar Portugal para lá da zona desastrosa em que se encontra. Apesar desses factos, nas últimas semanas o PS fez os possíveis (e os impossíveis) para que o PSD reprovasse o seu OE. Ou seja, com a astúcia política que costuma revelar em todas as matérias exteriores à governação, o Governo criou um ambiente cujo sentido óbvio era forçar o voto contrário do partido laranja.
O que pretendia o Governo? Uma crise política, na condição de se poder vitimizar e arremessar as culpas para o PSD. Para isso contava com os planos de Cavaco para a sua reeleição e com a proverbial desatenção dos portugueses nas coisas da política. Escorado nas sondagens de Setembro e inícios de Outubro, Sócrates julgava poder derrotar o PSD em Legislativas antecipadas em meados do ano que vem.
O que mudou, afinal? Após o rompimento das negociações na semana passada, forçado por Teixeira dos Santos, o que levou o Governo a pedir a anuência do PSD em termos e modos que tinha recusado poucos dias antes?
Dois motivos essenciais: (i) a pressão dos líderes europeus; (ii) principalmente, a notícia de duas sondagens em que o PS derrapa dramaticamente – na deste jornal, o PS afrouxa nos 26%, o pior resultado em 23 anos. O que derruba qualquer veleidade socrática em provocar eleições.
Por sua vez, o PSD percebeu que estava prestes a cair numa armadilha perversa, arriscando-se a ficar com a reputação de ter inflamado a crise enquanto o incendiário escapava incólume.
Por isso, o Governo recuou e o PSD aceitou viabilizar um OE que lhe repugna.»
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Gostei.
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