War
Não deixa de ser curioso, e ao mesmo tempo profundamente triste que por cada guerra que se inicia no mundo muitos achem que o mundo fica mais seguro.
Há também os que acham que por cada conflito interno os outros estados devem interferir. Para salvar os inocentes e os «bons». Claro que para isso é preciso bombardear, destruir, invadir e matar inocentes. Mas é para bem deles…..
Há mortes de civis que são danos colaterais. Há outras mortes de civis que são crimes contra a humanidade. Depende do rótulo. E do «juiz».
Por cada conflito interno irá abrir-se uma frente de batalha intervencionista por parte do militarismo ocidental? Vamos ter uma polícia mundial? Hum… vá lá, parece que ainda não, os sauditas invadiram um país vizinho onde ajudam uma minoria a reprimir pela violência uma maioria. Mas para muitos serão os «nossos sacanas» e os «nossos» fundamentalistas.
Há quem acredite que da poeira e destroços das bombas estrangeiras se assegurará a liberdade na Líbia. Coitados. Deles e de nós.
Há quem entenda que países democráticos podem entrar em guerra sem autorização dos seus povos e dos seus parlamentos mas por mera decisão de vagos foruns internacionais e do poder executivo, comprometendo milhões dos seus cidadãos em custos, responsabilidades e consequências e riscos imprevisíveis e sem que sequer seja esclarecido do interesse desses países em iniciar uma nova guerra. É uma tolerância ao despotismo nesse aspecto não muito diferente daquele que se pretende combater.

Não é assim tão simples. No Ruanda morreram mais de 800.000 homens e mulheres, assassinados na sua maioria à catanada, já para não falar das torturas e violações. E porquê, se a guerra durou anos? Porque a comunidade internacional resolveu não intervir. Donde, não me pareça ser possível tomar uma posição a priori sobre as guerras humanitárias. Hsverá casos, como o do Ruanda, em que a intervenção será exigível, sob pena de voltarmos a um tempo no direito em que só os Estados têm direitos, não existindo essa coisa dos direitos individuais à escala internacional e, portanto, ficando cada cidadão, na sua vida, liberdade e propriedade, inteiramente dependente do governo do país de que é natural ou no qual reside.
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Muito bem!
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Até fico envergonhado por concordar com um post do Blasfas.
O que é que o Gabriel bebeu ao almoço?
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Parabéns, Gabriel
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Those who were yelling for intervention are now dennouncing it!!! And life goes on…
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Nalguns casos, sobretudo post II GGuerra, a intervenção militar, a guerra, foi eficaz para terminar com genocídios de ditadores sobre os seus povos, que mais não queriam do que Liberdade e Vida decente.
Acresce que quem está “de fora” desses conflitos, por vezes é tentado a condená-los ou a apoiá-los conforme opções partidárias…
Caso líbio e actual posicionamento tuga: Sócrates & Amado (entenda-se, o governo e o Estado), teriam este “desprendimento”, se não tivessem recebido com honras de estado, se não conhecessem pessoalmente, se não tivessem assinado protocolos e negócios com Gaddafi ?
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Grande post, do melhor, ponderado, judicioso e humanista, como é raro
Porque a vaidade, a inveja e gosto do saque, chegam para agigantar um Sarkozi e o Cameron, com a Clinton, à sombra de um empertigado nobel, na mira de lucros futuros em transações de petróleo, que o Ruanda não possui e se concentrou na Líbia.
Logo onde um moço revolucionário, tomou um dia o comando de outros rapazolas para exportar os colonizadores ingleses e americanos e devolver os recursos de energia à sua terra.
Mas as tropelias não pararam, parece, a par de grande desenvolvimento do país, sobre uma revolução verde.
Pecou contra os irmãos, da forma que erradicou a o fanatismo religioso, com a laicização da política e costumes.
E não viu ou não quis ver que os tempos são de mudança e, isolado que se achou de cegueira do poder, não deu conta que a Cia e a Alqaida concorriam para o tramar de há muito.
Demais, à maneira do Iraque, logo se achou a gente corrupta, dada a Pilatos, na escolha de Portugal para tratar da resolução a ter com a Líbia.
Pois aí começou, verdadeiramente, a desgraça de Kadhafi, na traição de uns seus amigos, do PS, desta feita, como de outra o foi do PSD, o encarregado da tramóia suja, Durão Barroso.
E não se pense que o CDS lhes fica atrás, sedento igualmente de figura, se não é lembrar como P Portas, acabado de receber medalha das mãos assassinas de um Roomsfeld, já o trama no negócio com os alemães por uns submarinos.
Como a dizer que maioria de nós obedece ao estigma apontado pelo grande Adamastor, quando, tremendo, infeliz, profetiza a sina que nos espera, de povo valente, audaz, que, parece, trai a origem dos seus traidores colonos, manhosos, rudes, que da Sicília e Calábria, além de Nápoles, aportaram a estas terras selvagens, um dia.
E é aí que o Gabriel se me afigura diferente, honesto e sadio, como o homem honesto, incapaz de trair lá quem seja, quanto mais o amigo.
E o post vale então, além do mais, pela moral contida.
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“Há mortes de civis que são danos colaterais. Há outras mortes de civis que são crimes contra a humanidade. ”
.
Precisamente. Qual a dúvida?
.
Quanto ao resto de acordo. Especialmente sobre a autorização necessária pelos Parlamentos.
A Líbia não era uma ameaça como o Iraque embora eu não tenha muitas dúvidas que mais tarde ou mais cedo iria ser preciso intervir.
Quanto ao que se está fazer agora é uma parvoíce. Não há nada sustentável que dê boas probabilidades um resultado positivo. Se acontecer é apenas sorte.
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isto do politicamente correcto é lixado….independentemente das razões que cada um encontra, eu acho que se destes ataques resultar a queda ou a morte de um louco que apoiou e financiou terroristas durante anos ( lembram-se do avião da Pan Am com 300 inocentes a bordo que explodiu na Escócia ? ) está feita justiça. Tardia mas justiça. Que se encontrem o Kadafhi, o Saddam, o Abu Nidal, e outros que tais no inferno e que larguem lágrimas de crocodilo os do politicamente correcto, os que acham que daqui não vem a liberdade e a democracia para o povo Líbio( e depois ? ), os do blá, blá do costume que só vêm virtudes nos ditadorzecos que governam o 3º mundo e que mandam na ONU……juntem-se ao Lula da Silva que chora lágrimas pelo irmão e grande lutador Kadafhi.
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Bravo, Gabriel. É preciso que isto seja dito.
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bom post, que me fazem recordar as palavras de joão paulo II «a guerra não é santa nem é justa»
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E quem desse uma olhada à wikipédia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Muammar_al-Gaddafi
de certo entenderia que esse homem, com os seus defeitos, se eleva acima dos chacais que o atacam, sôfregos de ‘humanidade’ e petróleo, traem uma inveja que se adivinha. Fama é o que buscam, igual estatuto de líderes, mas não passam em comparação de uns hipócritas, de uns corruptos, rapaces e aprendizes.
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luck,
Não me parece que a força militar já colocada ao largo (à qual se juntará o segundo maior porta-aviões, o “De Gaulle”), e sobre a terra Líbia, mais os ataques perpetrados nesta madrugada, naqueles locais estratégicos, tenham sido uma “parvoíce” à espera de “sorte”…
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Não tarda, Gaddafi passará a ser “compreendido”, amnistiado, de novo “amigo”, quiçá injustiçado (pelo povo líbio revoltoso e pelos ataques dos USA,Canadá, Reino Unido, França, etc) e, desejado por parte de alguns comentadores e bloggers…
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Eu, se fosse o Gabriel, desconfiava dos elogios precedentes e reapreciava a questão.
É lá com ele.
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Bem observado José Barros. Que grande alívio que o mundo ocidental e a UN parecem determinados em combater ditaduras e a evitar massacres de populações inocentes. A Líbia brevemente será um país livre e democrático como o Iraque.
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“livre e democrático comó Iraque”
ehehehe
Eu cá desconfiava era destas companhias
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tina,
O Iraque não está serenado, livre, e com uma sociedade democrática.
É um país parcialmente ‘domesticado’…
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Já estou a ver:
Querem “domesticar” a Líbia.
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Vocês é que precisavam todos de ser domesticados por Saddam ou Kadafi.
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Tu ao menos não precisas, já aprendeste a pôr as patinhas no ar e a fazer habilidades democacas sozinha.
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Mas às vezes ainda é preciso mandarem-te para o caixote…
“:O?
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ahahaha, a Zarilú ficou toda ofendida. Vá dar uma curva, sua burra.
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A China e a Rússia abstiveram-se mas não utilizaram o seu direito de veto para bloquear o texto…
Usar forças de guerra contra civis do mesmo país é crime de guerra contra a humanidade.
Há aqui bacanos que veriam com bons olhos que o ministro da guerra doméstico, Augusto Santos Silva, bombardeasse os comunas, os nortenhos, ou os professores do CDS só porque não estão de acordo com as ideias malucas de Sócrates…
A ONU é uma espécie de polícia internacional e ainda bem que existe, alguém tem que fazer a manutenção da ordem.
No mundo globalizado nada tem de ser de ninguém em exclusivo, nem a fome nem o petróleo.
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Não me parece que a força militar já colocada ao largo (à qual se juntará o segundo maior porta-aviões, o “De Gaulle”)…
.
Segundo maior porta-aviões onde ouviu isso? Jornalistas só pode…
Certamente não é o segundo. Todos os Americanos são maiores que ele.
E o Russo também.
.
Misseís e bombas é o que eles têm. E depois?
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tina,
Nunca fui, não sou, nem serei domesticável !!
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luck,
Provavelmente Vc. estará certo, quanto à grandeza e operacionalidade do “C De Gaulle”. Foi de facto o que ouvi numa tv.
“Mísseis e bombas é o que eles têm. E depois ?” — não são poucos(!) nem obsoletos. ..Bem direccionados (como se constatou mais uma vez), “depois” pouca ‘coisa’ ficará de pé, intacta e, viva.
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Aqui também à guerra mas para a narrativa dos media portugueses não conta http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-4044891,00.html
É aliás curioso como só certos navios interceptados para Gaza contam. Há outros navios interceptados que não contam para a narrativa:
http://www.defense-aerospace.com/articles-view/release/3/123519/israel-finds-anti_ship-missiles,-radars-on-gaza-ship.html
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há
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MRJB, sem ofensa, mas até apanhar que uns choquezinhos eléctricos, acho que é prematuro dizer isso…
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Com ela funcionam. Fica toda espevitada e ansiosa por mais democracia moderna à La Iraque.
“:O?
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Mas, portanto, a lógica é mesmo esta. Ocidental sofre- bomba neles a ver se se domesticam.
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Curiosamente é isso que dizem os que defendem as Ditaduras Árabes. Uns tiros e bombas na populaça e esta fica domesticada.
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zazie não puxe muito pela tina que ela ainda tem um esgotamento nervoso…
«Após a invasão, os estadunidenses e aliados impuseram ao Iraque as 100 Resoluções de Remer,[8] que inclui os seguintes artigos,v.g.:
* Artigo 17, que garante aos empreiteiros estrangeiros, incluindo empresas de segurança privadas(vide americanas), imunidade legal;
* Artigo 39, que permite a remessa de mercadorias isentas de impostos sobre lucros;
* Artigos 57 e 77, que asseguram a execução das ordens dos EUA, colocando um inspector-geral e auditores nomeados pelos E.U. em cada ministério público, com duração de cinco anos, e autoridade sobre contratos, programas, funcionários e regulamentos…»
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o iraque é um estado de direito democrático em que direito democrático=voz do dono, leia-se eua!
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Os argumentos Comuno campos de minas aí estão em força…
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falta o locus communis…
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tina 20:05,
Já apanhei os “choques regimentais” que vc. não consegue imaginar. Mesmo “assim”, estrebuchei quanto pude !!
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Ele há cada uma
‘ Tu ao menos não precisas,
já aprendeste a pôr as patinhas no ar
e a fazer habilidades democacas, sozinha.’
Agora, imaginem, ó Zé Pinto, comunas a protestar, não com palavras, gestos e faixas de dizer coisas, fora, rua, mas de armas na mão, anti-aéreas, carros de assalto, como Israel contra o seu povo irmão da Palestina.
E não tarda, a ver por certos comentários, ainda aí temos Gadhafi amnistiado, benzido, de novo amigo… não, MRJB, mas no Barhein, o soba chamou mercenários da Arábia e não se mais, para atirar sobre a multidão rebelada, dias e dias, morrem civis, compreensível. E assim no Iémen, semanas, mais de um mês, já, compreensível.
E nem no Egipto se acudiu à jornalista violentada nem aos civis compatriotas, como na Tunísia, onde a Clinton, malquista da ‘populaça’, não foi notícia mais de uma vez, ao contrário.
E a Cândida Pinto, que andou pela Líbia, dizia-nos ontem que é ‘general’, geral a notícia de gente amiga do Kadhafi, do seu ditador, como da sua linha em prol da Líbia. Contra uns insurretos, traidores à pátria, à terra, em armas, como uns assaltantes, ladrões, bandoleiros.
Ah, diria o Ricardo Pereira, mas o outro é um tirano… ok, fruto do seu tempo, não aprendeu mais e nem lhe deram tempo, diálogo, ó pá, Gadhafi, não vês que já não se usa? Como o Sarkozi, a Clinton e o Busha, pá, decreta eleições, um referendo pro e contra a democracia.
Não, os tipos, esses tiranetes não lhe dão hipótese, nascemos assim, nós somos os bons e tu tens petróleo, deixa de ser mau ou levas. É isso?, tu não ouves?, toma lá, a ver se gostas, como outro da Sérvia, o Milesovich.
E porém, bandidos, vocês armaram um bandido, aquele do Kosovo, que bebia o sangue e vendia os órgãos dos seus inimigos. Vão à China, à Rússia, à Coreia do Norte, é, bem sei o que querem, o grande Sarkozi, o Calmeiron gordo e essa lambisgóia, mais a decepção, que lá diz o Lula, de nobel hipócrita, esse empertigado, candidato a busha, quanto decadente, com a ajuda da China que lhe paga a dívida. Poltrões.
Sim, mas nós somos os bons, já disse, amigos de quem se curva a nosostros, cruzados de cristo, por quem reza o Papa e tem MRJB’s com bué de amigos.
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Outra vez,
Fredy Guarin,
e este, sim, quando
marca é a sério, não é,
digamos, não é hipócrita, pró bush.
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certo,
“tá” equivocado, bastante.
Não defendo guerras e intervenções militares que não se justifiquem. Esta, sobre a Líbia e neste momento, é necessária !
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Concordo 100% com o teor do post.
Este último 19 de Março ficará nos anais da infâmia e da pulhice mundiais.
Como é que meia dúzia de dirigentes europeus e americanos se dão ao «luxo» de iniciar uma guerra sem consultar os seus congressos, parlamentos, povos e mesmo sem consultar os seus líderes religiosos e morais.
O que aconteceu ontem devia levar a tribunal internacional o Sr. Sarkozy, o Obama, o Camarão das Ilhas Britânicas , o palhaço do Zapatero e mais meia dúzia de gente sem qualquer capacidade cívica e moral.
Que dizer do Sr. Obama – esse pelintra do Paleio Fiado – e que recebeu o Prémio da Treta Nobel da Paz?
Que dizer do Quatar – uma monarquia absoluta e cleptocrática, onde não são permitidos partidos – e que vai juntar-se à coligação internacional «libertadora»?
Mas esta gente anda a gozar com o pagode?
Isto é uma vergonha. Os europeus e as próximas gerações vão pagar duramente toda esta arrogância, colonialismo e falta de juízo.
Coitados dos nossos netos e bisnetos que vão ser escravizados por povos que vão emergir dentro dalgum tempo e vão arrasar a Europa.
Que Deus tenha piedade deles.
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Não é necessária.
Uns separatistas viram-se contra o país, a sua terra, a Líbia, contra o seu governo soberano, contra o regime. Ok, pretendem regras, uma constituição, a democracia. Pedem ajuda, ajuda externa, para o efeito, trabalhando nesse sentido. Mas guerra civil´é guerra civil. Americanos fizeram-na, ninguém se meteu de permeio. E teve-a a Espanha, entrando todos à contenda. Mas na Líbia havia que trabalhar o diálogo, abrir o tirano ao presente, que não se dá na Arábia, no Barhein, no Iémen, Marrocos e só começa agora na Tunísia e no Egito. E então é assim, logo?, é atirar a matar, prepotentemente? Você, MRJB, parece-me um tipo honesto, mas aqui precipita-se. Kadhafi é um grande herói, só o maior da sua pátria. E merece tempo, o tempo de amadurecer para a realidade com a sua gente.
… de Varela, Golo… não sei e… marca… Goooolo… Golo de Varela.
Pronto.
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Sinto muito, MRJB. Retiro o que disse sobre a sua “domesticabilidade”.
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“Coitados dos nossos netos e bisnetos que vão ser escravizados por povos que vão emergir dentro dalgum tempo e vão arrasar a Europa.”
E lá comecem pela França, a Espanha, a Itália, direitos à Inglaterra e reino da Dinamarca.
“Que Deus tenha piedade deles.”
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“Kadhafi é um grande herói, só o maior da sua pátria. E merece tempo, o tempo de amadurecer para a realidade com a sua gente.”
.
essa ganza também era muito boa, não era, para a próxima tem de partilhar aqui com os outros comentadores…
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Tina,
parece que o seu pai e
a mãezinha nunca lhe deram
hipótese, se era logo, toma lá porrada,
sua má, quando for grande entende, gaiata.
Quando for grande vai à ganza, comentar com os outros.
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Tina
Essa ganza era muito boa, eh, já agora fazia-se com’ó Bush, que mantou quantos quis no Iraque, ele e o Rooms e o Voolf, com mais os facínoras militares de campo, que ninguém os chamou a tribunal internacional, apesar da ideia da Belmonte, porque assim podem, e eu sou já vê tal, sempre ao lado dos mais fortes, sem precisão de cabeça, injusta, servil e (me perdone) tonta.
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certo,
Sintetizando: Gaddafi obteve nos seus primeiros dez, onze anos como líder duma revolução (‘verde’), o apoio de praticamente todo o povo líbio.
Depois, aconteceu o que aconteceu: nepotismo, ditadura dura, peculatos, abusos de poder, preparação duma transição de regime para os seus, enriquecimentos ilícitos para os mais fiéis, assassinatos e encarceramentos de opositores, mais os ataques ao Ocidente com centenas de mortos.
Esteve ostracizado pelo Ocidente durante muitos anos. O mesmo Ocidente político –note, político– que teve nele o inimigo número um, a “abater”, foi o mesmo que nos últimos anos quis esquecer o que sofreu — por receios de mais e bárbaros ataques e, por conveniências várias, dentre as quais o petróleo, o gás, e, o armamento vendido. A hipocrisia e os negócios deram-lhe “a mão”, de novo, e surgiu em vários países (Portugal incluído), como…bem-vindo.
Gaddafi nunca quis saber do bem-estar dos líbios, de há uns vinte anos até hoje. E estes, obviamente, acumularam tudo o que sofreram e, nesta oportunidade post-Tunísia e Egipto, revoltaram-se. Legitimamente ! O ditador, que tenho como criatura enlouquecida, ameaçou assasinar (de novo) quem se lhe tem oposto. Não hesitou.
certo,
A ONU não permite que um país –que é seu estado-membro–, ameace e acto contínuo coloque as suas forças armadas a dizimar opositores internos. A ONU e não só, sabem muito bem quem foi e quem é Gaddafi atacado, desesperado. E alguns países reagiram, penso que no momento certo e absolutamente necessário !
Gaddafi não quis, como Vc. escreve, “amadurecer” nem “abrir” o regime à democracia. Para ele, a liberdade só deve circular nas “suas” tendas e nos “seus” palácios…
Etyc, etc…
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certo,
Sintetizando: Gaddafi obteve nos seus primeiros dez, onze anos como líder duma revolução (‘verde’), o apoio de praticamente todo o povo líbio.
Depois, aconteceu o que aconteceu: nepotismo, ditadura dura, peculatos, abusos de poder, preparação duma transição de regime para os seus, enriquecimentos ilícitos para os mais fiéis, assassinatos e encarceramentos de opositores, mais os ataques ao Ocidente com centenas de mortos.
Esteve ostracizado pelo Ocidente durante muitos anos. O mesmo Ocidente político –note, político– que teve nele o inimigo número um, a “abater”, foi o mesmo que nos últimos anos quis esquecer o que sofreu — por receios de mais e bárbaros ataques e, por conveniências várias, dentre as quais o petróleo, o gás, e, o armamento vendido. A hipocrisia e os negócios deram-lhe “a mão”, de novo, e surgiu em vários países (Portugal incluído), como…bem-vindo.
Gaddafi nunca quis saber do bem-estar dos líbios, de há uns vinte anos até hoje. E estes, obviamente, acumularam tudo o que sofreram e, nesta oportunidade post-Tunísia e Egipto, revoltaram-se. Legitimamente ! O ditador, que tenho como criatura enlouquecida, ameaçou assasinar (de novo) quem se lhe tem oposto. Não hesitou.
certo,
A ONU não permite que um país –que é seu estado-membro–, ameace e acto contínuo coloque as suas forças armadas a dizimar opositores internos. A ONU e não só, sabem muito bem quem foi e quem é Gaddafi atacado, desesperado. E alguns países reagiram, penso que no momento certo e absolutamente necessário !
Gaddafi não quis, como Vc. escreve, “amadurecer” nem “abrir” o regime à democracia. Para ele, a liberdade só deve circular nas “suas” tendas e nos “seus” palácios…
Etc, etc…
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certo,
Note, sff: a invasão (e o extermínio) do Iraque por parte do Bush-filho, foi por mim condenada. Como “vê”, não apoio todas as intervenções militares.
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tina,
registo a sua conclusão sobre a minha “indomesticabilidade”.
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MRJB
Tá certo. Admirei o homem, desde quando em Luanda aprendi o herói nacional, Kadhafi, e não revi a matéria, pelo que estou vendo. E porém não gosto do húngaro Sarkozi nem do Cameron das botas e Obama, dei com ele empertigado, a decepção que me diz o Lula, aspirante a busha, despois que o nobel se lhe atrancou no gargalo, que dizem pescoço.
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Estas duas do MJRB são óptimas!
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Claro que o facto de os impostos na Líbia serem mínimos ou inexistentes é importante
Mas, e isso também é importante, não quer dizer que exista democracia na Líbia.
E esta?
O homem é maluco para o seu povo ou é um terrível tirano?
E o futuro será risonho para eles (líbios) ou para nós (que é o que importa).
O petróleo vai aumentar ou diminuir face à democracia libía?
Já diminuiu e a gasolina aumentou.
Ou vai aumentar e a gasolina diminuir?
Os tiranos são bons para nós e maus para os outros.
Ou são maus para nós e bons para “eles” (população).
Eu, pelo menos, só acredito na boa vontade do Natal.
O resto do tempo é a democrática frase de Bill Clynton- “it´s the economy, stupid”.
-Get it?
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“A ONU não permite que um país –que é seu estado-membro–, ameace e acto contínuo coloque as suas forças armadas a dizimar opositores internos. ”
.
Hahaha! Deve ser uma piada.
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luck 00:o6,
Obviamente eu quis referir-me ao presente caso líbio.
Sei muito bem que a ONU não agiu noutros países com déspotas que mandam dizimar opositores e revoltas internas.
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Afinal como se escreve?
Kadafi?
Gaddafi?
Kadhafi?
Já li de tudo…
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.
Alguma informação sobre Gadafi (em Português será assim ou Gadhafi ou ?) e a Libia:
.
“The Green Book rejects modern liberal democracy, “free press”, and capitalism. Democracy in Libya is based on direct democracy in the form of popular committees. (However this system is limited by the fact that Gadaffi himself appoints a cabinet and departamental ministers, and the influence of unelected revolutionary committees throughout the government.) Freedom of speech is based on state ownership of all book publishers, newspapers, television and radio stations, on the grounds that private ownership would be undemocratic. Libya’s economic system is based on the premise that all employees must be “partners not wage-workers”, and forbids paying employees a wage in return for labor.” (Ibid)
.
“The government dominates Libya’s socialist-oriented economy through complete control of the country’s oil resources, which account for approximately 95% of export earnings, 75% of government receipts, and 25% of the gross domestic product… Oil revenues constitute the principal source of foreign exchange… Although oil revenues and a small population give Libya one of the highest per capita GDPs in Africa, the government’s mismanagement of the economy has led to high inflation and increased import prices. These factors resulted in a decline in the standard of living from the late 1990s through 2003, especially for lower and middle income strata of the Libyan society.” ( Source: http://www.state.gov/r/pa/ei/bgn/5425.htm )
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o ângelo das arábias acha que:
“Bahrein vai causar uma guerra entre Arábia Saudita e Irão”
o próximo e médio oriente podia implodir! nós bem podemos passar a andar de bike!
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Excelente post Gabriel.
Humano. Justo. Digno. (não é hábito estes atributos entre os seus colegas blasfemos).
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Tina: «A Líbia brevemente será um país livre e democrático como o Iraque.»
Ou livre e democrático como o Irão. Mas acho mesmo que é mesmo livre e democrático como o Afeganistão. Mas se não chegar também posso dizer que é livre e democrático como o Bahrein? Ou como o Iémen? Epá acho que é mesmo mesmo livre e democrático como a Faixa de Gaza.
Tina, Zazie e os outros Antónios anti-guerra.
Peca por tardia. O Iraque já teve uma “No Fly Zone”. A Líbia não é o Ruanda (que nem sei onde isso fica, mas acho que fica bem no centro d’África) e não pertence ao rol de países que se assumem como “Islâmicos”. Este caramelo não interessa aos Árabes, e os Árabes interessam-nos a nós. Agora que o nuclear saíu de moda há que comprar nalgum lado! O resto são os hipócritas do costume que acham que o carro anda com água e o trigo nasce nos bolsos. Além de que existe um défice para controlar. Precisamos urgentemente de outro parceiro estratégico, e ali na Líbia é um fartar….
R.
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Mais uma guerra interminável.
Era para ser zona de exclusão aérea, agora já destroem alvos no solo: http://www.publico.pt/Mundo/missil-destroi-parte-do-complexo-de-khadafi_1485857. Bombardeamentos não ganham guerras, quem as ganha é a infantaria. Em breve teremos a Legião Estrangeira a combater no deserto. Depois de vencido o marjavante teremos um governo que vai ser necessário suportar com tropas de ocupação. Iraque? Afeganistão? Alguém ouviu falar?
Mas não seria possível deixar os Líbios entenderem-se?
É certo que historicamente o Norte de África é uma ameaça para a Europa mediterrânica. Até o Cervantes foi escravo dos Árabes. Esclareçam os Norte-africanos de que levam no focinho se se portam mal e sejam corentes com a ameaça.
Não faço doutrina, nem dou conselhos. Apenas digo o que me parece.
Boa semana a Vocências.
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Pine Tree: «Mas não seria possível deixar os Líbios entenderem-se?»
O cavalheiro conhece a História da Líbia? Tal como conhece a História do Iraque. E presumo que também conhece a História da Sérvia e do Sudão. E talvez do Ruanda (já que há por aí muito boa gente que o compara).
Portanto, deixar os Líbios entenderem-se é o mesmo que dar um autocarro da carris a um homossexual carente com problemas de consumo de heroína.
Ou deixar a Zazie cozinhar…
Cumprimentos,
R.
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Não percebi.
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Por aqui o Zézito já vos pôs todos de joelhos!
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Ó Rogério:
O que é que eu tenho a ver com a Tina que é sempre pró guerra do Eixo do Bem?
E que tenha a ver com “outros” quem quer que sejam, pois nunca defendi ,sequer, a invasão do Iraque.
Comente o post e deixe-se de inventonas acerca do que pensam pessoas que v. não conhece nem lê.
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Há um detalhe neste post liberal com que eu não concordo: não creio que tivesse sentido votarem-se guerras. Ou seja, a política externa de um país não deverá ser decidida por maiorias democráticas.
Ir a debate no parlamento, é outra coisa. Mas sou perfeitamente contra esse mito da democracia directa, incluindo para questões de política internacional.
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O que eu defendo é distância e pouca ingerência nos assuntos internos. E duvido que os haja sem interesses.
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http://dragoscopio.blogspot.com/2011/03/reporter-flash-bordo-do-uss-nao-sei-das.html
ehehhe
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Eu gosto da censura deste site…. os posts com a keyword “homossexual” são previamente checkados…
Que parvoíce.
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Zazie, no post do link que disponibilizou; «só que como estão armadilhados com micro-emissores, pelos Jus, são facilmente detectados e recapturados pelos Israelis.»
Então por alto a guerra no mundo existe porque os Judeus re-vendem material de guerra (fabricado por yankees) aos países que se não fosse pelo engodo belicista dos Judeus, estariam na rampa para o 1º lugar de países em desenvolvimento que se abstêm de votar na guerra.
Zazie, tem dó.
R.
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Não não Zazie. Tu é que tens humor… aliás, chegas a ser um fartote. Com um acréscimo, ris-te das coisas… um género de idiotice parecido com o fulano que ri das próprias piadas.
Enfim, gente que cheira a mofo.
R.
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O diálogo no Dragoscópio, link fornecido pela zazie, está super.
Ao nível de um Jon Stewart no Daily Show.
É que estas coisas, só mesmo com o ridículo podem ser seriamente tratadas.
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Zazie, «vá de dizer que se aplicava a todas as guerras do mundo.»
Referiu pelo menos 3 guerras.
E o resto é desconhecimento completo. Os Judeus não necessitam de armas Americanas. Além de que existem ainda muitas Belgas, Checas, Francesas…
Angola não teve mísseis terra ar nem semiautomáticas. Nem armas vendidas por Judeus. Aliás raro é o conflito Africano que tenha tido a chancela Judia.
Isso é lá para os lados do seu amigo Kohl e do seu outro camarada Gerhard Schröder.
Outro ligeiro reparo e também aí o seu amigo Dragão falha. Os mísseis terra ar foram vendidos directamente aos Sauditas com a desaprovação do Governo Israelita.
Contar uma piada que diga o contrário disto, não é piada, é pura patetice.
R.
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E outro reparo, já que é sintomático retratar os Americanos como uns otários sempre prontos a disparar. Confundir ingenuidade com má vontade.
Dos Russos que mataram uns quantos muçulmanos e mais uns tantos da própria bandeira, nada. Zero. Nem uma palavra. Nem um gozo. Nem uma piada.
Dos Russos que alimentaram (e alimentam) conflitos, nada. Zero. Nem uma palavra nem uma piada.
R.
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Daqui a nada aparece o outro lontra e censura tudo.
“:O))))))
Há cada desgraçadinho à solta.
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Olha, junta-te à tinamonga e cria um blogue que formavam um lindo par.
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Estás que nem podes Zazie. Partes a louça toda… devias de estar no congresso do PSD. Até lhes faltava o ar…
R.
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Parece-me que no caso da Líbia a comunidade internacional fez o papel de cornudo. De acordo com a tipologia de Charles Fourier passou talvez do nº 63 – cornudo de emergência, para o nº 42 -cornudo fulminante. O cornudo de emergência «é o que se obriga a fechar os olhos a certas companhias, pelas quais a sua mulher (…) entrega muitas vezes outro serviço de importância assaz maior para que o terno esposo se ache feliz ao proteger o comportamento da sua cara-metade». Já o cornudo fulminante « é o que interpõe a autoridade e a justiça, ameaça recorrer a vias de facto e não consegue senão expor-se à chacota» De facto o comportamento da comunidade internacional e a intervenção militar é motivo de chacota. Não discordo de poder haver algum mérito em intervenções militares (apesar dos custos e riscos evidentes). O processo é que é vergonhoso e ajunda a destruir qualquer esperança. O problema não é apenas a visão maniqueísta entre bons e maus, é que os próprios maus transformam-se em bons para depois voltar a ser maus. Talvez daqui a 1o anos (e depois de muita balbúrdia) el-Ghadaffi venha a ser canonizado pela comunidade internacional.
http://www.mindjacking.wordpress.com
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Eu não entendo estes fulanos que pegam um grogue de bagaço e se transformam na sibila, a destilar verdades quais pérolas cristalinas. Porque é uma súmula, esse bagaço de pureza, comparado ao huno Sarkozi, ao Cameron viking e gordo,como à Clinton regateira, sem falta do empertigado nobel de nojo.
E eu não sei que se passa, que razões a tenham presa, incerta, para não vermos ainda a Helena Matos zurzir quem lá seja sobre o caso desta guerra, a direito ou a torto, sincera, como só ela sabe ser verdadeira.
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Pois a mim quem me dera que a comunidade internacional me livrasse do Socas.
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Rogério.
Conheço alguma coisa das histórias dos países que indica. Sei que elas se compõem de sucessivos ajustes de contas, de vinganças por coisas que ocorreram há 800 anos, etc. As rivalidades entre regiões vizinhas que aqui se sublimam no futebol, lá resolvem-se à baioneta.
Concordo com o seu diagnóstico, aqui é pessoal complicado. Porém, uma intervenção estrangeira apenas se salda numa vitória momentânea de uma facção sobre outra e a facção vitoriosa logo passa de vítima a carrasco. Além de que estas aventuras militares custam dinheiro e custam vidas e a facção vitoriosa fica manchada pelo apoio recebido.
Líbios a “entenderem-se”. É claro que sei do que estou a falar. Mas talvez seja preferível deixá-los resolver os seus problemas ou baterem-se até se cansarem. Pensemos nos nossos problemas e já temos matéria para muita reflexão.
Isto digo eu. De resto, já sou velho para ser mobilizado mas não queria estar a comprar um creme para barba e de repende PUM! lá vamos nós em pedaços porque alguns espertos resolveram meter-se em aventuras coloniais retardadas.
Deixem-nos em paz e se eles ser armarem em maus connosco dêm-lhe com força, eis o que me parece. Afinal foram muitas as ocasiões em que a Líbia se portou malzinho e nós nada…
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Tens toda a razão hermano.
Realmente quando vemos que o Sarkozy decide sozinho atacar o Kadafi ou atacar os arabes das “banlieus” Parisienses da mesma maneira . É aterrador.
Recordo aqui que na semana entre o Natal e ano Novo em frança foram incendiados cerca de 1000 carros devido stop informativo esse desastre nacional frances nunca apareceram noticias sobre o assunto nos jornais e ou televisões.
Liberté ????
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Pine Tree: «não queria estar a comprar um creme para barba e de repende PUM!»
O cavalheiro não pode colocar as coisas nesses termos. Não sou maníaco da guerra, não sou comentador de sofá chauvinista. Mas, parece-me claro que a Líbia é o tampão de África. A Líbia foi um bom peso e uma boa medida para afincar as unhas a muitos Jihadistas. A Líbia tem um território que é explorado como gente grande (Cirenaica) cujos lucros são monopolizados por Trípoli. Também sei que esses lucros são como pão para a boca para uma sociedade “tribalizada”. Centenas de tribos.
Deixemo-nos de conversa. A Líbia sem a zona de exclusão aérea seria pior que um Iraque. Está e é demasiado fragmentada. O risco de extremismo numa sociedade destas é elevadíssimo, pior o risco de crimes sérios contra a humanidade também o é. Os “agitadores” de Kadafi são tipos do Sul de África, mercenários que me fazem lembrar daquela conversa da Juguslávia….
Uma coisa é discutir guerra, outra coisa é discutir os termos que esta investida teve e por último outra coisa é ter senso comum. Foi votada a zona de exclusão aérea. Só me espanta ser a França a mais apressada…
Cumprimentos,
R.
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Who’s in charge? Germans pull forces out of NATO as Libyan coalition falls apart
· Tensions with Britain as Gates rebukes UK government over suggestion Gaddafi could be assassinated
· French propose a new political ‘committee’ to oversee operations
· Germany pulls equipment out of NATO coalition over disagreement over campaign’s direction
· Italians accuse French of backing NATO in exchange for oil contracts
· No-fly zone called into question after first wave of strikes ‘neutralises’ Libyan military machine
· U.K. ministers say war could last ’30 years’
· Italy to ‘take back control’ of bases used by allies unless NATO leadership put in charge of the mission
· Russians tell U.S. to stop bombing in order to protect civilians – calls bombing a ‘crusade’
http://www.dailymail.co.uk/news/article-1368693/Libya-war-Germans-pull-forces-NATO-Libyan-coalition-falls-apart.html#ixzz1HPvOJ7nZ
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Gadafi sentado em cima de 143,8 toneladas de ouro:
http://www.zawya.com/story.cfm/sid20110321_12638_170/Libya%27s%20Gold%20Reserves
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