O que são os cocktails molotov e os petardos ao pé do vinho Salazar?
28 Novembro, 2012
«Proibida venda de vinho com a marca Salazar O Instituto de Propriedade Industrial chumbou a criação do vinho “Memórias de Salazar”. Motivo: podia ofender a consciência coletiva e fazer perigar a ordem pública. Autarca de Santa Comba Dão não desiste.» Está bem de ver: o que tinham os manifestantes em frente ao S. Bento? Pedras? Petardos? Cocktails molotov? Não. Vinho “Memórias de Salazar”

Eles não percebem que isto tem o efeito contrário. Tudo o que é proibido é fruto apetecido, já diz o ditado. Ou então já se esqueceram da votação do maior português de sempre que terminou com o vencedor Salazar precisamente pq houve uma tentativa de censurar o seu nome. Eles ( os burocratas ideologos ) não aprendem….
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Helena Matos não perde a mania de trocar as mãos pelos pés.
Será para mostrar serviço aos seus apaniguados?!
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A Helena é mais “Memórias de Mao Tse Tung”, mas depois de 6 ou 7 copitos um “Salazar” também marcharia. Aliás, uma amostra aleatória dos seus posts neste blog seria a mais viva prova disso.
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“Os Povos que não podem ou não querem confrontar-se com o seu passado histórico estão fadados a repeti-lo”
Dom Paulo Evaristo Arns
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Um vinho sagrado não é próprio para infiéis.
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Eis o rotulo da garrafa do vinho ” memórias de Salazar” que Helena Matos tanto aprecia:
1931, o estudante Branco é morto pela PSP, durante uma manifestação no Porto;
1932, Armando Ramos, jovem, é morto em consequência de espancamentos; Aurélio Dias, fragateiro, é morto após 30 dias de tortura; Alfredo Ruas, é assassinado a tiro durante uma manifestação em Lisboa;
1934, Américo Gomes, operário, morre em Peniche após dois meses de tortura; Manuel Vieira Tomé, sindicalista ferroviário morre durante a tortura em consequência da repressão da greve de 18 de Janeiro; Júlio Pinto, operário vidreiro, morto à pancada durante a repressão da greve de 18 de Janeiro; a PSP mata um operário conserveiro durante a repressão de uma greve em Setúbal
1935, Ferreira de Abreu, dirigente da organização juvenil do PCP, morre no hospital após ter sido espancado na sede da PIDE (então PVDE);
1936, Francisco Cruz, operário da Marinha Grande, morre na Fortaleza de Angra do Heroísmo, vítima de maus tratos, é deportado do 18 de Janeiro; Manuel Pestana Garcez, trabalhador, é morto durante a tortura;
1937, Ernesto Faustino, operário; José Lopes, operário anarquista, morre durante a tortura, sendo um dos presos da onda de repressão que se seguiu ao atentado a Salazar; Manuel Salgueiro Valente, tenente-coronel, morre em condições suspeitas no forte de Caxias; Augusto Costa, operário da Marinha Grande, Rafael Tobias Pinto da Silva, de Lisboa, Francisco Domingues Quintas, de Gaia, Francisco Manuel Pereira, marinheiro de Lisboa, Pedro Matos Filipe, de Almada e Cândido Alves Barja, marinheiro, de Castro Verde, morrem no espaço de quatro dias no Tarrafal, vítimas das febres e dos maus tratos; Augusto Almeida Martins, operário, é assassinado na sede da PIDE (PVDE) durante a tortura ; Abílio Augusto Belchior, operário do Porto, morre no Tarrafal, vítima das febres e dos maus tratos;
1938, António Mano Fernandes, estudante de Coimbra, morre no Forte de Peniche, por lhe ter sido recusada assistência médica, sofria de doença cardíaca; Rui Ricardo da Silva, operário do Arsenal, morre no Aljube, devido a tuberculose contraída em consequência de espancamento perpetrado por seis agentes da Pide durante oito horas; Arnaldo Simões Januário, dirigente anarco-sindicalista, morre no campo do Tarrafal, vítima de maus tratos; Francisco Esteves, operário torneiro de Lisboa, morre na tortura na sede da PIDE; Alfredo Caldeira, pintor, dirigente do PCP, morre no Tarrafal após lenta agonia sem assistência médica;
1939, Fernando Alcobia, morre no Tarrafal, vítima de doença e de maus tratos;
1940, Jaime Fonseca de Sousa, morre no Tarrafal, vítima de maus tratos; Albino Coelho, morre também no Tarrafal; Mário Castelhano, dirigente anarco-sindicalista, morre sem assistência médica no Tarrafal;
1941, Jacinto Faria Vilaça, Casimiro Ferreira; Albino de Carvalho; António Guedes Oliveira e Silva; Ernesto José Ribeiro, operário, e José Lopes Dinis morrem no Tarrafal;
1942, Henrique Domingues Fernandes morre no Tarrafal; Carlos Ferreira Soares, médico, é assassinado no seu consultório com rajadas de metralhadora, os agentes assassinos alegam legítima defesa (?!); Bento António Gonçalves, secretário-geral do P. C. P. Morre no Tarrafal; Damásio Martins Pereira, fragateiro, morre no Tarrafal; Fernando Óscar Gaspar, morre tuberculoso no regresso da deportação; António de Jesus Branco morre no Tarrafal;
1943, Rosa Morgado, camponesa do Ameal (Águeda), e os seus filhos, António, Júlio e Constantina, são mortos a tiro pela GNR; Paulo José Dias morre tuberculoso no Tarrafal; Joaquim Montes morre no Tarrafal com febre biliosa; José Manuel Alves dos Reis morre no Tarrafal; Américo Lourenço Nunes, operário, morre em consequência de espancamento perpetrado durante a repressão da greve de Agosto na região de Lisboa; Francisco do Nascimento Gomes, do Porto, morre no Tarrafal; Francisco dos Reis Gomes, operário da Carris do Porto, é morto durante a tortura;
1944, general José Garcia Godinho morre no Forte da Trafaria, por lhe ser recusado internamento hospitalar; Francisco Ferreira Marques, de Lisboa, militante do PCP, em consequência de espancamento e após mês e meio de incomunicabilidade; Edmundo Gonçalves morre tuberculoso no Tarrafal; assassinados a tiro de metralhadora uma mulher e uma criança, durante a repressão da GNR sobre os camponeses rendeiros da herdade da Goucha (Benavente), mais 40 camponeses são feridos a tiro.
1945, Manuel Augusto da Costa morre no Tarrafal; Germano Vidigal, operário, assassinado com esmagamento dos testículos, depois de três dias de tortura no posto da GNR de Montemor-o-Novo; Alfredo Dinis (Alex), operário e dirigente do PCP, é assassinado a tiro na estrada de Bucelas; José António Companheiro, operário, de Borba, morre de tuberculose em consequência dos maus tratos na prisão;
1946, Manuel Simões Júnior, operário corticeiro, morre de tuberculose após doze anos de prisão e de deportação; Joaquim Correia, operário litógrafo do Porto, é morto por espancamento após quinze meses de prisão;
1947, José Patuleia, assalariado rural de Vila Viçosa, morre durante a tortura na sede da PIDE;
1948, António Lopes de Almeida, operário da Marinha Grande, é morto durante a tortura; Artur de Oliveira morre no Tarrafal; Joaquim Marreiros, marinheiro da Armada, morre no Tarrafal após doze anos de deportação; António Guerra, operário da Marinha Grande, preso desde 18 de Janeiro de 1934, morre quase cego e após doença prolongada;
1950, Militão Bessa Ribeiro, operário e dirigente do PCP, morre na Penitenciária de Lisboa, durante uma greve de fome e após nove meses de incomunicabilidade; José Moreira, operário, assassinado na tortura na sede da PIDE, dois dias após a prisão, o corpo é lançado por uma janela do quarto andar para simular suicídio; Venceslau Ferreira morre em Lisboa após tortura; Alfredo Dias Lima, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Alpiarça;
1951, Gervásio da Costa, operário de Fafe, morre vítima de maus tratos na prisão;
1954, Catarina Eufémia, assalariada rural, assassinada a tiro em Baleizão, durante uma greve, grávida e com uma filha nos braços;
1957, Joaquim Lemos Oliveira, barbeiro de Fafe, morre na sede da PIDE no Porto após quinze dias de tortura; Manuel da Silva Júnior, de Viana do Castelo, é morto durante a tortura na sede da PIDE no Porto, sendo o corpo, irreconhecível, enterrado às escondidas num cemitério do Porto; José Centeio, assalariado rural de Alpiarça, é assassinado pela PIDE;
1958, José Adelino dos Santos, assalariado rural, é assassinado a tiro pela GNR, durante uma manifestação em Montemor-o-Novo, vários outros trabalhadores são feridos a tiro; Raul Alves, operário da Póvoa de Santa Iria, após quinze dias de tortura, é lançado por uma janela do quarto andar da sede da PIDE, à sua morte assiste a esposa do embaixador do Brasil;
1961, Cândido Martins Capilé, operário corticeiro, é assassinado a tiro pela GNR durante uma manifestação em Almada; José Dias Coelho, escultor e militante do PCP, é assassinado à queima-roupa numa rua de Lisboa;
1962, António Graciano Adângio e Francisco Madeira, mineiros em Aljustrel, são assassinados a tiro pela GNR; Estêvão Giro, operário de Alcochete, é assassinado a tiro pela PSP durante a manifestação do 1º de Maio em Lisboa;
1963, Agostinho Fineza, operário tipógrafo do Funchal, é assassinado pela PSP, sob a indicação da PIDE, durante uma manifestação em Lisboa;
1964, Francisco Brito, desertor da guerra colonial, é assassinado em Loulé pela GNR; David Almeida Reis, trabalhador, é assassinado por agentes da PIDE durante uma manifestação em Lisboa;
1965, general Humberto Delgado e a sua secretária Arajaryr Campos são assassinados a tiro em Vila Nueva del Fresno (Espanha), os assassinos são o inspector da PIDE Rosa Casaco e o subinspector Agostinho Tienza e o agente Casimiro Monteiro;
1967, Manuel Agostinho Góis, trabalhador agrícola de Cuba, more vítima de tortura na PIDE;
1968, Luís António Firmino, trabalhador de Montemor, morre em Caxias, vítima de maus tratos; Herculano Augusto, trabalhador rural, é morto à pancada no posto da PSP de Lamego por condenar publicamente a guerra colonial; Daniel Teixeira, estudante, morre no Forte de Caxias, em situação de incomunicabilidade, depois de agonizar durante uma noite sem assistência;
1969, Eduardo Mondlane, dirigente da Frelimo, é assassinado através de um atentado organizado pela PIDE;
1972, José António Leitão Ribeiro Santos, estudante de Direito em Lisboa e militante do MRPP, é assassinado a tiro durante uma reunião de apoio à luta do povo vietnamita e contra a repressão, o seu assassino, o agente da PIDE Coelha da Rocha, viria a escapar-se na “fuga-libertação” de Alcoentre, em Junho de 1975;
1973, Amilcar Cabral, dirigente da luta de libertação da Guiné e Cabo Verde, é assassinado por um bando mercenário a soldo da PIDE, chefiado por Alpoim Galvão;
1974, (dia 25 de Abril), Fernando Carvalho Gesteira, de Montalegre, José James Barneto, de Vendas Novas, Fernando Barreiros dos Reis, soldado de Lisboa, e José Guilherme Rego Arruda, estudante dos Açores, são assassinados a tiro pelos pides acoitados na sua sede na Rua António Maria Cardoso, são ainda feridas duas dezenas de pessoas.
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E provas? Que é delas?
Enquanto esperamos por elas (a ver se vêm) podemos entreter-nos com isto:
http://en.wikipedia.org/wiki/Holodomor
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Deixe lá Lenita, você terá sempre a possibilidade de sorvê-lo numas orgias privadas de democracia corporativa, onde não faltarão os objectos/fetiche necessários ao verdadeiro clímax nostálgico…
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Com as páginas de prostituição no JN e demais jornais (e respectivas fotografias a cores) e a violência extrema na televisão a toda a hora ninguém se incomoda. E com a corrupção também não, nem com o enriquecimento sem causa, nem com um tribunal constitucional que nem sequer cumpre com a fiscalização da obrigatoriedade de entrega de declarações de rendimentos de detentores de altos cargos políticos.
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Concordo plenamente com o rótulo do Jorge. Cada coisa deve ser “recordada” como deve ser.
A proposta serve para escrever também nas camisetas do Che? Quiçá nas costas……digo eu.
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Em princípio, as memórias devem ser respeitadas, mesmo as do dito Salazar.
Mais: é curioso que tenha sido concedido o registo da marca “Terras de Salazar” a uma empresa de vinhos, no caso, a Sovidão – Soc. Agrícola e Vitivinícola da Ribeira Dão, S.A. Só por aqui, já me parece que a história não está bem contada…
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Ridiculo… Haja liberdade! Cada vez há menos liberdade nesta dita democracia.
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Quem não quer desse vinho, que não compre! Tão simples quanto isso. Era preciso proibir? É constitucional????
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A lista de mortos do che e do fidel não cabia na camisola .Mesmo na guerra em cuba ,fidel e che não perdoavam falhas e os fuzilamentos foram muitos entre os companheiros da sierra maestra.
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o Jorge é aldrabão. Então os casos de homicidios provocados pela PSP, GNR actualmente , que todos os anos acontecem…são por perseguição politica ?….não aldrabes pq estás a desprezar as verdadeiras vitimas do salazarismo.
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Embebedem-se com “Memórias de Salazar”, vistam ceroulas-com-atilhos “Salazar”, calcem botas “Salazar”, chamen “Maria” às amantes, façam romarias a Santa Comba Dão. Estamos num país livre.
Esse vinho, passados 2 anos, deixará de ser comprado, porque a “marca” cai no esquecimento e será absolutamente ignorado e injuriado pela maioria da população. Não há tantos saudosistas do botas como o autarca deduz…Até em Santa Comba há parte significativa da população que rejeita o salazarismo…
HMatos está sedenta por provar o vinho, exibir o rótulo e recomendá-lo a amigos. Tem esse direito.
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O fundamento legal invocado para a recusa foi o artigo 238.º, n.º 4, al. c) do Código da Propriedade Industrial:
“4 — É ainda recusado o registo de uma marca que contenha em todos ou alguns dos seus elementos: (…)
c) Expressões ou figuras contrárias à lei, moral, ordem pública e bons costumes;”
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Salazar era abstemio
ANTÓNIO DE OLIVEIRA SALAZAR
António de Oliveira Salazar
Três nomes em sequência regular…
António é António.
Oliveira é uma árvore.
Salazar é só apelido.
O que não faz sentido
É o sentido que tudo isto tem.
…………………………………………
Este senhor Salazar
É feito de sal e azar.
Se um dia chove,
Água dissolve
O sal,
E sob o céu
Fica só azar, é natural.
Oh, c’os diabos!
Parece que já choveu…
………………………………………………
Coitadinho
Do tiraninho!
Não bebe vinho.
Nem sequer sozinho…
Bebe a verdade
E a liberdade.
E com tal agrado
Que já começam
A escassear no mercado.
Coitadinho
Do tiraninho!
O meu vizinho
Está na Guiné
E o meu padrinho
No Limoeiro
Aqui ao pé.
Mas ninguém sabe porquê.
Mas afinal é
Certo e certeiro
Que isto consola
E nos dá fé.
Que o coitadinho
Do tiraninho
Não bebe vinho,
Nem até
Café.
Fernando Pessoa
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Se por exemplo na TVI (coisa que não uso) perguntarem a HMatos a opinião sobre este Orçamento de Estado, por certo responderá com o concerto do Valete, as desordens frentre à ARepública e com o vinho “Memórias de Salazar”.
HM está também no direito de postar o que quiser, passando ao lado dos reais problemas agravados por este governo.
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1931,1932…1974. ENTAO SÓ FOI PENA DEIXAR POR CÁ O MARIO E O ALVARO !
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Compreenderia o título “Memórias de Salazar” se fosse um livro.
Agora um vinho, é ridículo.
Segundo Pessoa, o homem nem bebia vinho, virem agora com um Vinho Salazar é puro oportunismo e talvez provocação.
Porque não uns chinelos Salazar ou um masturbador Salazar?
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Esta gente não tem mesmo espírito criativo nenhum, nem percebe nada de negócios.
Como pode passar pela cabeça de alguém, criar um vinho e chamar-lhe Salazar?
Depois não querem que o país esteja na miséria.
Salazar serviria na perfeição para lançar como marca de papel higiénico, isto sim era uma oportunidade de negócio.
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“E provas? Que é delas?”
Como não és português, não conheces o que se passou em Portugal, preferes esconder a realidade com a ficção?
Sabes como se chamam aqueles que apoiam criminosos, cúmplices.
Continua a beber mais umas garrafinhas do salazar.
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Os idiotas do costume e o fantasma do che quando quando lhes recordam o que foi o Estado Novo ( nao se lhes pode atirar com Fascismo porque a idiotice é muito sensivel…)
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“1931,1932…1974. ENTAO SÓ FOI PENA DEIXAR POR CÁ O MARIO E O ALVARO !”
Uma prova dos doentes mentais que por aqui vegetam.
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Ainda Fernando Pessoa e a aprovação do Orçamento 2013 com as devidas distancias temporais e historicas
Fernando Pessoa
Solemnemente Carneirissimamente
Foi approvado
Por toda a gente
Que é, um a um, animal, Na assembleia nacional Em projecto do José Cabral.
Está claro
Que isso tudo
É desse pulha austero e raro Que, em virtude de muito estudo,
E de outras feias coisas mais
É hoje presidente do conselho, Chefe de infernanças animaes,
E astro de um estado novo muito velho.
Que quadra
Isso com qualquer coisa que se faça? Nada.
A Egreja de Roma ladra
E a Maçonaria passa.
E elles todos a pensar Na victoria que os uniu Neste nada que se viu, Dizem, lá se conseguiu, Para onde agora avançar? Olhem, vão p’ra o Salazar Que é a puta que os pariu.
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Mas vamos comparar um ditador que perseguiu milhares de pessoas, que manteve grande parte do país da idade média durante 48 anos, que tinha uma polícia política tenebrosa, que privou o comum cidadão das suas liberdades mais básicas (como o voto, por exemplo) com meia dúzia de hooligans que só não foram controlados porque o MAI não quis? Pelo amor de Deus…
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Beber vinho é dar o pão a um milhão de portugueses.
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A helena anda obcecada com os petardos e as camisolas do Che…bolas. Nao ha nada mais importante e interessante que postar? A helena quando era mais nova tambem andava a brincar as revolucoes.
Isso passa com a idade pa. O que nao e saudavel e a sua cassete vira e toca o mesmo. isso esta no limite da obsessao compulsiva
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UMA BRINCADEIRA DE CRIANÇAS: A ditadura de Salazar é uma brincadeira de crianças… face àquilo que está na forja – a NWO:
– SENHORES NEO-FEUDAIS E MERCENÁRIOS
.
-> Senhores Neo-Feudais em pânico… sempre que… se fala em SEPARATISMO tendo em vista a Sobrevivência de Identidades Étnicas Autóctones.
{nota: A superclasse (‘bielderbergos’, Senhores Neo-Feudais, a alta finança – capital global e suas corporações) não só pretende conduzir os países à implosão da sua Identidade (dividir/dissolver identidades para reinar)… como também… pretende conduzir os países à implosão económica/financeira… um caos organizado por alguns… uma nova ordem a seguir ao caos… a superclasse ambiciona um neo-feudalismo}
.
NOTA 1: Não-nativos naturalizados estão com uma demografia imparável em relação aos nativos… e… com o desmoronamento da base sociológica que esteve na sua origem… uma Identidade não vai conseguir sobreviver.
Ninguém acredita (bom, exceptuando os ‘parvinhos-à-Sérvia’ – vide Kosovo) que com a evolução demográfica em curso… Portugal (França, etc) vai conseguir sobreviver!
.
NOTA 2: Quando se fala em SEPARATISMO-50-50… existem logo ‘marionetas’ a reagir… leia-se: o pessoal com um discurso anti-separatismo-50-50… como é óbvio, não é português, francês, coisíssima nenhuma… trata-se, tão somente, de MERCENÁRIOS ao serviço dos Senhores Neo-Feudais.
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Povo “bíblicamente estúpido” , como muito bem disse o outro, que se nega, e renega , a si mesmo.
Que por, felizmente, não fazer a mínima ideia do que é uma “polícia política tenebrosa”, ou do que “foi” ( e, suspeita-se, quando “foi” ) a Idade-Média ,repete as ignaras baboseiras dos psitacídeos que, por turnos, entopem os caneiros televisivos cá do burgo ( alimento intelectual desta canalha ).
Corja que “esquece” , muito convenientemente, os milhões e milhões de mortos provocados pela seita criminosa de que se supõem membros – e à qual tecem loas, cobarde e seguramente instalados, e protegidos ( pela distância e pela inanidade deste sistema político) , com a reconfortante certeza de que os “amanhâs que cantam” nunca lhes chegarâo aos ouvidos…
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TERÁ A VER COM O TEOR ALCOÓLICO DO MESMO??????
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Meus caros, o produtor pode vender o vinho com o nome que bem entender. Porem, não pode obter o REGISTO DE MARCA de um nome que não lhe pertence, já que os direitos a esse nome pertencem á pessoa que o usa ou usou em vida, ou aos seus representantes.
Exemplificando: Eu não poderia registar uma marca de acendalhas de lareira com o nome da Helena Matos. A menos que ela expressamente o consentisse.
.
Artigo 239.º
Outros fundamentos de recusa
1 – Constitui ainda fundamento de recusa do
registo de marca:
d) O emprego de nomes, retratos ou quaisquer
expressões ou figurações, sem que tenha sido
obtida autorização das pessoas a que respeitem e,
sendo já falecidos, dos seus herdeiros ou parentes
até ao quarto grau ou, ainda que obtida, se
produzir o desrespeito ou desprestígio daquelas pessoas;
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“Segundo Pessoa, o homem nem bebia vinho, virem agora com um Vinho Salazar é puro oportunismo e talvez provocação” CHORA O PISCOISO. Tal como as camisolas do Che . cHE ERA ANTI-CAPITALISMO no entanto ai está o capitalismo oportunista a facturar à sua custa. E tb incomoda muita gente. E nem por isso são proibidas. O piscoiso, o jorge e outros como vocês é que são oportunistas na vossa censura lápis vermelho . Mudou a cor do lápis mas a maneira de pensar é a mesma.
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Ainda Fernando Pessoa, Salazar e a bíblia:
O que mais protestar sem liberdade, mas com censura? Para alguns, Oliveira Salazar era indiscutível e, por isso, Fernando Pessoa (por volta de 1933) concluiu ironicamente – “Mais valia publicar um decreto-lei que rezasse assim”:
“Art. 1 A(ntonio) d(e) O(liveira) S(alazar) é Deus.”
”Art. 2. Fica revogado tudo em contrário e nomeadamente a Bíblia”.
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Dizem que a lei é lei e que a alínea c) do nº 4, do artigo 238.º, do Código da Propriedade Industrial, reza assim:
“4 — É ainda recusado o registo de uma marca que contenha em todos ou alguns dos seus elementos: (…)
c) Expressões ou figuras contrárias à lei, moral, ordem pública e bons costumes;”
Assim sendo, e a mim até me parece bem, por que é que há à venda o “Licor da Merda”? Que raio andará a ASAE a fazer?
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J. Raposo, beba um copito de qualquer coisa, olhe que lhe fazia bem. O seu texto é digno do Capitão Haddock! 🙂
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E que tal “memórias de sócrates”?
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Um dos que ultimamente perdeu a memoria foi cavaco; aquela cena de nos vir falar de “agricultura, pescas e industria”, como tivesse chegado à politica ontem…
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Boa vivendipt
Grande ideia.
.
Jorge, embrulha lá esta e mete a viola no saco.
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Tem razão Helena. Não há nenhuma razão válida para proibir essa marca ou outra qualquer. Quem apoia esta decisão advoga uma ditadura de sinal contrário. As coisas devem ser escolhidas pela sua qualidade intrinseca e é por ela que vingam.
O que é que dizem os apoiantes da medida do Instituto de Propriedade Industrial quando os revolucionários se “apropriaram” da Ponte Salazar? Consultaram este Instituto, ou outro do mesmo jaez para lhe mudarem o nome? Não compreendem que a história não se apaga?
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O Jorge conseguiu fez listagem completa das vítimas do salazarismo.
Até pode não estar completa e faltarem-lhe algumas dezenas, centenas, quiçá milhares de nomes.
Mas de quantas linhas de comentário precisaria para listar as vítimas dos grandes inimigos de Salazar?
(fonte: Wikipédia)
65 million in the People’s Republic of China
20 million in the Soviet Union
2 million in Cambodia
2 million in North Korea
1.7 million in Africa
1.5 million in Afghanistan
1 million in the Communist states of Eastern Europe
1 million in Vietnam
150,000 in Latin America (mainly Cuba)
10,000 deaths “resulting from actions of the international Communist movement and Communist parties not in power.
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Uma coisa me intriga.
Há quem a conselho das suas tias quando alguém diz que não gosta para por fora do prato.
Neste caso é vinho cujo suposto nome que lhe queria atribuir.
Porque será que é merecedor de tantos qualificativos e pura e simplesmente não o põem longe do prato?
Ele há coisas hein? que nem as tias saberão explicar.
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Como se vê pela notícia e pelos comentários que alguns “cidadãos vigilantes” têm a candura de exibir, para muitos portugueses censura não é um passado, é um estado de espírito. A camisola que vestem é vermelha mas a mentalidade pidesca é a mesma.
Já agora: vendam o vinho com o nome de Fidel Castro ou Estaline mas com a efigie do Salazar. Vão ver que passa: essa gente é suficientemente estúpida e ignorante.
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Pra a relação do Jorge:
http://intellectus-site.com/site2/artigos/historia/karl_marx_pai_do_comunismo.htm
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Fantástico. Também perseguiram à cacetada os proponentes do vinho, foi?
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Pronto acalmem-se lá.
Escrevam cinquenta vezes, o estado actual de Portugal deve-se aos comunistas terem desviado 500 toneladas de ouro, e roubado grande parte do dinheiro enviado pela UE para o desenvolvimento do país.
Agora vão lá tomar os medicamentos, e rezem dois pais nossos ao santo salazar.
Que isso passa.
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Uns desvalorizam a morte de centenas porque houve quem matasse milhões; Outros, sem perceber patavina de Propriedade Industrial, dizem que não há problema nenhum e acham que impedir o registo de uma marca é uma atitude ditatorial; Outros ainda, cagam na memória dos mortos.
Entretanto, preparam-se, nos corredores do poder, as exéquias do rectângulo outrora florido.
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Já agora, para alguns esquerdistas que gostam de citar Fernando Pessoa (alías a mentalidade deles é só que sabe fazer: citar o que lhes dá jeito, ignorar o que lhes convém. Pensar é coisa estranha)
“…Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós.
O comunismo não é uma doutrina porque é uma antidoutrina, ou uma contradoutrina. Tudo quanto o homem tem conquistado, até hoje, de espiritualidade moral e mental — isto é de civilização e de cultura —, tudo isso ele inverte para formar a doutrina que não tem. ”
Fernando Pessoa, in ‘Ideias Filosóficas’
Quando alguém quiser registar um vinho Fernando Pessoa, já sabem: proíbam também
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e depois disto tudo ainda não entenderam que quanto mais mal dele falam muitos mais desejariam um iguala ele
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joao (16:32)
O tal retrato de Che, da autoria do fotógrafo Alberto Korda, é uma das imagens mais reproduzidas do mundo.
Experimente vender uma t-shirt com Salazar.
Por outro lado, não consta que os argentinos tenham o mau gosto de registar o “mate Che”.
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E para finalizar um “poema” de Salazar escrito em ” A Folha” em 14 de Maio de 1908 com o nome ” A uma rosa”. Por aqui se pode ver , para além da extraordinária beleza de estilo, a alma sensível de Salazar para com as flores e a sua mãe. Convoco assim o Presidente da Junta de Santa Combate para cultivar flores. As flores Salazar que pode assim compor uma cabaz de Natal a distribuir aos seus fregueses juntamente com o vinho e os respectivos enchidos.
Reza assim o “coiso”:
«A Uma Rosa»
Rosa tão linda, pálida e triste, Rosa dos encantos, cheiras tão bem! Vejo que sofres; dize, que sentes? Tens saudades de tua mãe?
Pois ainda ontem tu vicejavas, Ao pé das rosas, tuas irmãs, Com quem vivias, embalsamando A branda aragem destas manhãs!…
Mas eu cortei-te; rosa, perdoa!
Gostei de ti, mas ah! Fui cruel! Tens saudades, não tens? Da abelha Que ia, zumbindo, buscar o mel?
Tu já choravas lágrimas santas, Que a aurora punha no cálix teu, E eras alegre! Vê: quanto eu choro, Sou triste e é sem fim o sofrer meu!
Fechas as folhas na dor imensa Que te assoberba; causas-me dó! Pois, coitadinha, lá na roseira Tinhas amigas, não ́stavas só!
Rias com elas à luz do sol; Brincáveis todas co ́ a brisa pura Que a madrugada manda a acordar-vos, Depois do sono da noite escura…
Tu namoravas uma avezinha Que p ́ra o teu ramo vinha cantar; Tinhas um ́spelho nas claras águas, Em que te estavas sempre a mirar!
Agora, pobre! Vais definhando. O lindo vaso não te seduz? Rosa tão branca, rosa de encantos, O que te falta? Tens ar e luz…
Ah! Mas o prado tão verde e o canto, O canto triste do rouxinol?
E a brisa fresca que se levanta,
E vai beijar-vos, ao pôr do sol?
Tudo isso falta; mas que era isso, Ao pé da falta do maior bem?…
Rosa, confessa, ́stás triste e morres, Com saudades de tua mãe!…
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Jorge & Ca. : no pretérito sábado , 24, terão passado junto de alguma das comunidades Ucranianas que se estabeleceram cá no torrâo?…
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A Tirania do Estado Soci@lista continua.
Que tal proibir as ruas estalines, lenines ? Ou essas não contam?
Ou a Avenida Yasser Arafat? de um racista e terrorista?
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Oh ! O governo de PPCoelho apoia amanhã na ONU a Palestina de Yasser Arafat !
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…E PPortas/MNEstrangeiros também ! O Chefe de Estado português idem !
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Se Salazar fosse vivo, chamaria PPCoelho, PPortas, CSilva a S.Bento e, para além da reprimenda e colocação do selo “perigosos comunistas”, teriam de renunciar aos cargos !
O director da “Época” escreveria entre goles dum “Memórias de Salazar” , um editorial contra “forças prejudiciais detectadas” — “a bem da Nação”.
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Todos os partidos Portugueses votaram na Assembleia da Republica um voto de pesar pelo chefe do Hamas.
Já há muito que Portugal é pró terrorista.
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Click to access examination_en.pdf
Ler pagina 50 , artigo 7 .1.f que traça a legislação europeia sobre o registo de marcas. Parece- me que o dono da marca tem pé para contestar a decisão do inpi.
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Piscoito: «Porque não uns chinelos Salazar ou um masturbador Salazar»
Fala-se em Salazar, o Piscoito saliva.
R.
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afinal o memorias de salazar não é vinho …é sangria engarrafada, hic , hic
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Que bom ler-vos e constatar que estão divertidíssimos com isto, e que não se levam a sério!
Aliás, fazem bem em não deixarem apoucar o nosso ditador (o mais recente). “Quê, os dos países comunistas chacinaram milhões? O Hitler idem? Ah, mas não me lixem, o Salazar é nosso. Nosso! Não vamos deixar que o enxovalhem só por causa dos números.”
E é tão engraçadamente triste assistir a estes devaneios locais, a estas idiossincracias… um presidente de CM a tentar promover uma “marca da terra”, Mirandela e as suas alheiras! E Penacova e VN Poiares, concelhos mui dignos de 7 mil habitantes cada (cerca de) a reivindicarem para si próprios o estatuto de capital mundial da lampreia. E o outro responde: se és capital mundial, então eu sou capital universal. Que bonito ver estas demonstrações de identidade, estes “mamã, estou aqui!”, enquanto fingem constrangimento por lhes estarem a “abater” as freguesias, enquanto afinal estão aliviados por não se mexer nos municípios. “Uff, vou poder manter o meu séquito!”
Paz.
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Eu tenho a certeza que a Helena tem muito melhor gosto do que aquele que mostra nos post.
Poderia perguntar-lhe se achava algum sentido numa marca de vinho com o nome de qualquer ditador dos conhecidos. Mas essa é a pergunta que qualquer pessoa que pense politicamente na questão se lembrará de fazer. Até porque o nome está ligado a 48 (quase) de política. Não se trata de um simples nome. Mas isso já foi dito.
Agora outra pergunta, mais relacionada com marketing: acha mesmo que a escolha da designação de Salazar para uma marca de vinho não indica qualquer perturbação que poderá ser muito perigosa?
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enfim, nada de novo
a habitual censura arcaica, paranoicamente sectária, raivosa, desesperada da corja kultural esquerdóide
os gajos sabem q tão a perder terreno
em portugal e no mundo
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Ainda Poesia.
Depois de ter lido os abundantes comentários sobre o vinho do Salazar nao resisto a dedicar o poema que se segue aos netos do avô cavernoso que afundam neste blog, embora sabendo que o avô cavernoso nunca foi capaz de constituir família propriamente dita.
Aqui vai :
ZECA AFONSO
Os Enucos
Os eunucos devoram-se a si mesmos
Não mudam de uniforme, são venais
E quando os mais são feitos em torresmos
Defendem os tiranos contra os país
Em tudo são verdugos mais ou menos
No jardim dos harens os principais
E quando os mais são feitos em torresmos
Não matam os tiranos pedem mais
Suportam toda a dor na calmaria
Da olímpica visão dos samurais
Havia um dona a mais na satrapia
Mas foi lançado à cova dos chacais
Em vénias malabares à luz do dia
Lambuzam da saliva os maiorais
E quando os mais são feitos em fatias
Não matam os tiranos pedem mais
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Nesta atitude “memórias de salazar”- assim mesmo em letra pequena-há uma virtude, pelo menos em contraponto: Memórias do Jorge.
Quanto ao vinho, venha de lá essa zurrapa, que, ao que julgo saber, deve ter sido envelhecido em cascos do caixão do dito. Bom proveito!
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Jorge que Posted 28 Novembro, 2012 at 10:40
Essa cabecinha é uma confusão. Vá estudar HISTÓRIA!!! Vai ver que descobrirá coisas interessantes, isto, claro, se tiver espírito aberto. Quanto ao vinho proponho um novo “Amanhãs de Cunhal” , um “Boné de Che” ou um “25 de Abril Sempre”, certamente mais castos e sem ofensa para a memória colectiva.
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Pera Lá!
Não foi este mesmo Salazar que ganhou, há uns tempos, um concurso chamado Portugueses Extraordinários ou coisa parecida? Votado pelos espectadores?
O que é preocupante não é o vinho que, nos termos vindos de referir, até teria sucesso. O que é preocupante é que mesmo quem odiava o Estado Novo começa a pensar que, se calhar, não era assim tão mau…
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