O desespero de António José Seguro
É difícil imaginar um exercício de maior mistificação do que o protagonizado por Seguro na conferência de imprensa de reacção à reunião do eurogrupo.
O PS anda há mais de um ano a pedir um alívio da austeridade (isto é, mais despesa pública) que seria possível com “mais tempo” (para a consolidação orçamental) e “mais dinheiro” (o que obrigaria a um novo resgate).
Vem agora dizer que teve sempre razão. É falso.
Primeiro, porque o “mais dinheiro” que vem aí não é verdadeiramente mais dinheiro: é apenas o efeito da evolução da taxa de câmbio entre o euro (em que recebemos o dinheiro) e o dólar (em que o FMI concede os seus empréstimos). Ninguém pediu mais dinheiro e qualquer dinheiro a mais que venha é sempre dívida (com os seus juros futuros), algo que o líder do PS parece esquecer.
Depois, porque não há “mais tempo” no sentido que ele lhe dá, isto é, não haverá mais tempo para realizar a consolidação orçamental. O que significa que continuará a ser difícil cortar na despesa pública para atingir as metas acordadas com a troika, mas falar de redução dos gastos do Estado é algo de que o PS foge como o diabo da cruz.
O que há é uma coisa diferente: os empréstimos europeus da troika poderão vir a ser devolvidos mais tarde, mas isso não se reflecte nos juros nem altera o essencial: como Portugal não está a amortizar as suas dívidas, mas sim a trocar dívidas antigas por dívidas novas, a mudança das maturidades alivia os prazos em que, depois do regresso aos mercados, será necessário contrair dívida nova, mas tem pouco efeito sobre aquilo que pesa no orçamento, isto é, o serviço da dívida (o gráfico mostra a dívida que tem de ser renovada nos próximos anos).
Seguro está pois apenas a jogar com a impressão que muitos portugueses têm de que estamos a pagar as dívidas (não estamos) e com a ignorância de certos comentadores que não são capazes de explicar as particularidades do funcionamento das dívidas soberanas.
A verdade é que hoje a vitória é de Vítor Gaspar, não de António José Seguro. Dupla vitória.
Primeiro, porque soube esperar pelo momento mais oportuno para apresentar a proposta portuguesa, fazendo-o em conjunto com a Irlanda. Se o tivesse feito há um mês não teria tido sorte nenhuma. E se o tivesse feito há um ano, supondo que era isso o que Seguro propunha, o que nem sequer é verdade, não só teria estragado a estratégia de regresso aos mercados como poderia ter colocado Portugal na mesma divisão da Grécia, e não na da Irlanda, o que faz toda a diferença.
A segunda vitória de Gaspar é a da execução orçamental. Depois de ter ouvido todo ano críticas à sua incapacidade de fazer previsões, parece que o ministro quase acertou na mouche, o que mesmo assim não impediu Seguro de repetir que Gaspar era conhecido por errar todas as suas previsões, quando está a ver-se exactamente o contrário.
Esta conferência de imprensa tem, contudo, um enorme significado. O tom de Seguro, idêntico ao que utilizou no último debate quinzenal, reflecte apenas o mais recente dos pânicos socialistas: o de que isto possa, afinal de contas, correr bem. E se correr apenas um pouco melhor do que ainda há pouco auguravam todos os catastrofistas, isso pode ser fatal para a cada vez mais indisfarçável vontade dos socialistas de regressarem o mais depressa possível ao poder. Viram “o pote” ao alcance da mão e “o pote” agora está a fugir-lhes. Quem diria?


“A verdade é que hoje a vitória é de Vítor Gaspar,”
“Vitória” pífia, em que desmente tudo o que o governo de que faz parte tem andado a dizer.
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O povo regozija enchendo ruas e praças, aclamando Passos e Gaspar.
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As contas nunca foram o forte do PS (lembram-se do Soares e do Guterres?). Pois é evidente que não só não estamos a amortizar dívida como a estamos a aumentar enquanto tivermos deficites orçamentais! O alargamento solicitado por outro lado vai corresponder a um aumento da dívida e consequentemente dos juros a pagar. Por isso mesmo não sei se será a melhor solução
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J.M.F.: o nosso problema não é o sr Seguro ,estou de acordo consigo.O nosso problema são aquelas barras do gráfico e uma economia em espiral recessiva.O governo fez bem e o nosso caminho tem de fazer-se passo a passo,mas urge inverter a dita espiral.
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por aquilo que se lê,e, eles dizem todos têm razão.Mas uma coisa ninguém desmente.Dia após dia os portugueses sentem na pele os desvarios destes aprendizes de politicos andam há anos a fazer. Dia após dia mais e mais desemprego,mais familias sem o necessario para viver,a miséria que devagar devagarinho se vai apoderando deste nosso Portugal.E andam esta malta,eu diria esta vagabundagem politica a dizer que tudo corre bem.Saiam dos gabinetes e venham anónimamente ver o que se passa por este país.Depois falem.Digam sem vergonha o que viram,e não aquilo que lhes mostram e que tanto do vosso agrado é. Vamos continuando de victória em victória até ao desatre final.Depois fujam.Em qualquer sitio haverá um lugar á espera. Infelizmente!…
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Muhammad Saeed al-Sahhaf não diria melhor.
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JMF trouxe demasiada areia para a camioneta marciana……
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….onde se e’ preso por ter cao e nao ter cao…..
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Sinceramente, não aprecio muito o foguetório antes da chegada dos gaiteiros. Com a previsão de mais quase 100 mil desempregados no decurso deste ano, com a hipótese avançada de mais 50 ou 100 mil funcionários despedidos da administração pública, com um défice ainda muito alto (mesmo que tenha corrido bem, depois da alteração aceite pela troika), com a dívida a crescer, com a perda crescente e generalizada do poder de compra, via subida de impostos e inflação, sem que praticamente haja aumentos que a compensem, porquê esta euforia?
E não acho contagiosa a euforia por António José Seguro falhar e não estar à altura dos problemas.
A ver vamos, mas naquilo que mais interessa aos portugueses não há nenhuma melhoria das expectativas. Até parece que há pioria.
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Não há dúvida que hoje foi um dia negro para o Seguro: lá se foi a sua conferência de imprensa à gaita.
Repare-se na presteza dos habituais comentadores deste blogue, Grunhos, Duarte e Piscoiso, a revelar que têm o Gaspar na mira. Só falta conhecer a reacção do Portela. Esperemos para ver: quem sabe se ele não se converte à realidade?
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O homem não é seguro é patético. http://bandalargablogue.blogs.sapo.pt/123041.html
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Dizer “O PS teve razão no tempo certo” é um grande acto de modéstia e humildade da parte de Seguro. Na verdade, num olhar atento aos últimos 20 anos neste País, facilmente se perceberá, que o PS tem razão “todo o tempo”!
http://jornalismoassim.blogspot.pt/2013/01/isto-revolta-me-e-nao-ha-titulo.html“
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Na travessa dos defuntos
charlatões e charlatonas
discutem dos seus assuntos
repartem-s’em quatro zonas
instalados em poltronas
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Mario Draghi, Gaspar e a ileteracia económica de JMF.
Do blogue ladroes de bicicletas
O Estado português regressa aos mercados. Bem-vindos ao segundo resgate da troika.
O regresso aos mercados não assinala o fim da intervenção da troika em Portugal? Confuso? Não é para menos. É nesta confusão que o Governo joga as suas fichas. Portugal prepara-se para regressar ao financiamento dos mercados através de uma emissão de obrigações a cinco anos. O Estado recapitalizou a banca nacional com o empréstimo da troika, com o compromisso, explícito no caso do Banif, de a banca comprar dívida pública portuguesa. É portanto provável que seja a banca portuguesa a ficar com o grosso da emissão agora anunciada.
Que importa que seja a banca portuguesa a comprar? O que interessa é livrar-nos do financiamento e da austeridade da troika. Aliás, é excelente para a nossa economia que se dê uma substituição dos credores estrangeiros por domésticos (o serviço da dívida deixa de ser uma sangria de rendimento para o exterior). Pois. No entanto, se a banca portuguesa pode substituir os agentes estrangeiros em algumas emissões, duvido que tenha arcaboiço para aguentar o exigente calendário de obrigações a refinanciar nos próximos três anos, mesmo com as facilidades de liquidez do BCE. Aparentemente, não sou o único a duvidar se tivermos em conta a extensão das maturidades do financiamento europeu também hoje anunciada.
Mas então isto não passa de uma vã manobra de diversão para enganar os mercados financeiros? Também não. O que o governo português consegue com esta jogada é obedecer a uma das condições fixadas pelo BCE para as operações de compra de dívida comunicada em Setembro. O BCE só compra títulos de dívida pública de um determinado país se este tiver efectivo acesso aos mercados. Ora, é exactamente isso que Portugal poderá agora apresentar em Frankfurt. Posto de forma muito simples, com o apoio do BCE, a banca portuguesa poderá comprar dívida, vendê-la ao BCE e em seguida comprar mais dívida ao Estado.
Portugal continuará a estar dependente de financiamento oficial, desta feita de um dos elementos da troika, mas agora não haverá memorando nenhum a cumprir. Teremos financiamento sem austeridade? Não. As operaçõesanunciadas pelo BCE estabelecem explicitamente condicionalidade aos países “ajudados”, no quadro do FEEF e do FMI. Trocado por miúdos, teremos novo financiamento associado a nova austeridade desenhada pela troika. Bem-vindos ao segundo resgate.
Nuno Teles às 22.1.13
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O Tozé de Seguro não tem nada!
Segura, segura, só mesmo a sua incompetência para liderar um Governo.
Há gente assim… Com uma tendência quase doentia para dar passos maiores do que as pernas… Que pensam em servir-se e nunca em servir…
Enfim!!! Tiques Socialistas…
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JMF especialista em arrastões, escutas, e em jantares de borla, agora também especialista em economia e finanças.
Em que universidade se formou?
Foi na de Cacilhas de certeza.
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Vitória !!!?? o desemprego continua a subir…tal como o endividamento…quanto à execução orçamental…nem vale a pena falar…Vitória!!!??? são mesmo hebraicos…
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“Renegociar as dívidas nos seus prazos, montantes e juros” , “NOS SEUS PRAZOS” dizia o tio Gerónimo!
E replicavam os brilhantes economistas, colegas do Dr. Relvas:
“”Disse-o com clareza no Parlamento e volto a reafirmá-lo: Não pediremos mais tempo nem mais dinheiro para concretizar o programa”, acrescentou Passos Coelho” (http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2261834)
O PPC é mentiroso! Não navega, está á deriva!
“A segunda vitória de Gaspar é a da execução orçamental. Depois de ter ouvido todo ano críticas à sua incapacidade de fazer previsões, parece que o ministro quase acertou na mouche,”
Acertou em que:
No deficit???
Na dívida de 120% PIB?
No milhão e meio de desempregados?
No número de crianças com assistência alimentar nas escolas?
No exponenecial crescimento económico a que assistimos?
Nas armas de destruição massiça no Iraque?
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Do desespero do Tó-Zé à certeza no cagar de Gaspar vão uns Passos. Só que a dita evacuação não tem sido nada homogénea, duro ás vezes , mole em outras e por vezes solto , enfim uma evacuação irregular de ideias. Tudo isto hilariante, talvez devido a excesso de gases. E ainda há quem diga que tudo isto não passa de conversa de merda.
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Se Gaspar e Passos só têm o JMF para o defender – para além da tralha habitual de comentadores yes man – mostra como esta maioria tem os dias contados. O esforço que está a ser feito para mostrar que este “deferred payments” é parte dos “amanhãs que cantam” ao contrário, é patético. Não há solução sem renegociação da dívida e juros – e não está fora de questão uma auditoria para perceber qual o valor de dívida que é parte de um crime contra os contribuintes.
Por outro lado, acreditar que AJSeguro – um “social democrata” formado no pior da jotas , no que a ideologia diz respeito – pode vir a ser uma alternativa a um governo radicalmente conservador, como é o do Passos – outro jotinha sem estofo político – é do foro patológico e requer que seja a toda a hora desmascarado sob pena de o rotativismo português nos continuar a guiar para o precipício, tal qual os últimos, digamos, 20 anos, nos tem mostrado.
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O seguro é inseguro por natureza. Num país a sério era liminarmente afastado do cargo do maior partido da oposição.
Ainda bem que não é o caso. Na sombra do desgraçado movimentam-se personagens sinistras do seu partido ansiosas por voltar a estoirar qualquer equilíbrio. Quando seguro voltar para a prateleira, uma coisa é certa, ele não vai viver à custa da mãezinha nem o vamos ver em restaurantes de luxo na estranja.
As análises dos entendidos dste e outros blogs são míopes, quem manda, cá dentro e lá fora nem sequer liga.
A manipulação dos inocentes à custa do fássismo perdeu ímpeto, os direitos humanos não são credíveis quando são reclamados por animais, o patriotismos dos internacionalistas faz rir qualquer mortal, está mais difícil apesar da manipulação da aninhas e do lacinho na sic, da constança e da judite na tvi, a fátinha já se remeteu à defesa na rtp1 e doutras personagens frustradas a servir-se dos mídia para fazerem oposição. Estiveram caladinhas durante o debulhar incessante da paródia do inginheiro, em alguns casos até lhe faziam olhinhos de se ver.
Estou longe de concordar com muitas das medidas tomadas desta governo, desconfio muito do relvas, sei que a nossa desgraça do bpn foi bem repartida pelo partido único PS/PSD, lamento que não haja mais informação clara sobre o que é indispensável fazer. Já enunciei premissas que em tempo útil seria preciso cumprir, nomeadamente medidas aconselhadas pela troika. Valeu-me o epíteto d coreano do norte.
É grande o desnorte daqueles que pensam que um protectorado falido possa fazer exigência aos credores.
Uma coisa é certa, o que vem a seguir está determinado por forças externas. Essas forças não vão deixar cair os PIIGS.
Grunham pois amigos, isto já não vai com duas cantigas, e de meia dúzia de manifs.
Há desemprego, pudera! Há fome em alguns lares, pudera! Há enormes dificuldades em empregar pessoas, pudera!
Há algum PIIG onde tal não aconteça? Vai ser duro, vai. Será preciso produzir alguma coisa, será! O dinheiro não vem do céu, não vem! O geróimo anda a ler a bíblia e pensa que o maná cai do céu quando se prime o botão. Não cai.
“… E quando o orvalho se levantou, eis que sobre a face do deserto estava uma coisa miúda, redonda, miúda como a geada sobre a terra. E, vendo-a os filhos de Israel, disseram uns aos outros: Que é isto? Porque não sabiam o que era. Disse-lhes pois Moisés: Este é o pão que o Senhor vos deu para comer”. – Êxodo 16.1-15 “. Outros tempos.
Seria bom julgar imparcialmente quem corrompeu, quem roubou, quem extraviou, seria!Quem sabe!
Aguardemos os próximos capítulos, isto não está correr como os castatrofista esperavam. Ainda bem.
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Bem, depois de ver o PiErre a citar o Sérgio Godinho, lembrando também a música de José Mário Branco, acredito que poderá haver um milagre em Portugal. 😉
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O Partido Liberal no poder no Japão e a sustentabilidade da seguranca social|
Ministro japonês diz que idosos doentes devem “morrer rapidamente” para o bem da economia
O liberalismo em grande forma. Nao se ponham a pau nao.
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Não sei para quê inquéritos e comissões da refer. Não esqueçam, em Alfarelos o combóio que ia para a figueira estava no sítio errado à hora errada, mais nada. Para quando mais uma grevezinha dos maquinistas?
Isto de preparar greves dá um trabalhão e a cabeça não fica para espaço para mais nada.
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O JMF devia de saber que graficos e marcianos sao uma ma’ combinaçao. Eles confundem-os com o skyline de Nova Iorque…… e o par de neuronios entra em convulsoes.
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O CC(CP) tambem sabe como resolver esses embroglio.
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Este ano não vai haver falta de água. Vitória do governo!
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http://www.youtube.com/watch?v=q4q7jTAyu6w
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Parabéns ao Great Casper, por mais uma meta cumprida.
Se lá chegou com ordinárias ou extraordinárias interessa menos do que projectar perante quem nos financia a imagem de que podem confiar em que as metas sejam cumpridas, livrar-nos das luzes da ribalta que sempre caem sobre quem não cumpre, no fundo evitar caír no cenário grego.
O desemprego é uma tragédia, mas quem espera que um país abra falência e 2 anos depois tenha mais emprego só pode ser tolo.
Próxima paragem cortar 4 mil milhões de despesa permanente.
Espero não ser preciso ajuda para calcularem a % do PIB que isso representa.
É só mais um passo, ainda não será o definitivo para chegar ao défice estrutural zero.
E enquanto lá não chegarmos, precisar de nova ajuda externa é só uma questão de tempo pois não seremos sustentáveis sem ela.
Sobre a emissão de dívida, o Estado mandatou 4 bancos para procurarem compradores para uma REEMISSÃO das obrigações, que já existem, com vencimento em Outubro de 2017.
Não são 5 anos e o juro da emissão já existe, são 4.35%.
Dada a (i)literacia de jornaleiros, bloggers e comentadeiros no que toca ao assunto (nada que os embarace ou detenha nos alarves comentários), vai ser divertido continuar a assistir aos termos em que anunciarão o “yield” a que saia a reemissão como “sucesso” ou “insucesso”.
Cumps,
Buiça
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sugestão de leitura para a tralha gaspar-passista:
http://arrastao.org/2736423.html#comentarios
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” Se o tivesse feito há um mês não teria tido sorte nenhuma. E se o tivesse feito há um ano, supondo que era isso o que Seguro propunha, o que nem sequer é verdade, não só teria estragado a estratégia de regresso aos mercados como poderia ter colocado Portugal na mesma divisão da Grécia, e não na da Irlanda, o que faz toda a diferença.”
E se o fizesse de amanha a 8 dias? Isso é que era de visionário!
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O regresso ao mercado … da Ribeira:
1- O PIB vai crescer
2- O desemprego vai diminuir
3- As falências vão abrandar
4- As exportações vão crescer dois dígitos
5- Os impostos vão diminuir
6- O deficit será 0,5% do PIB
7- A dívida baixa para 60% do PIB
8- Os subsídios vão ser repostos
9- O salário mínimo vai aumentar
10- Paulo Portas sabia disto tudo e não nos contou nada
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Afinal, os marcianos dizem, no seu primeiro comunicado de Julho de 1921, que eram inimigos mortais dos partidos socialistas da epoca.
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Em que ficamos? Nao dizem por ai’ a’ boca cheia que o fundador do partido socialista foi o MS?
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G’anda Torre do Tombo e seus arquivos…..
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Que importa que seja a banca portuguesa a comprar? O que interessa é livrar-nos do financiamento e da austeridade da troika.
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Nao sei se o Duarte fica de acordo ou nao com o blogue que cita. Sim, de acordo interesa livrarse do financiamento da austeridade da troika. Mais a banca portuguesa a comprar querese dizer que em caso de crak, ploff, pataploff, e quebra sao os portugueses que pagam…Mesmo , mesmito o que se anda a pasar na Grecia e caminho tal qual foi (indicado) e seguido por eles ao pé da letra.
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Não sabia que o anão JMF era um falso economista.
Tem falta de alpista?!
A sopa dos pobres ainda funciona.
Emigre.
Deixe de escrever palpites de barras, próprios de um Fernandes imigrado.
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Há, nisto tudo, algo de humor negro: apresentar a “ida aos mercados” como uma vitória.
Como, salvo melhor opinião, essa “ida aos mercados” não é mais do que “venda de dívida”, vejamos:
Ou seja: enquanto os finlandeses exportam electrónica, os alemães exportam carros e os romenos exportam pedintes, nós exportamos dívida – e achamos isso um grande vitória…
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Deparei com isto de Rodrigo Moita de Deus no 31 da Armada que se aplica como uma luva e por isso divulgo:
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PS diz que regressar aos mercados em 2013 é “fantasioso”
(março de 2012)
Portugal regressa aos mercados com emissão de 2 mil milhões
(janeiro de 2013)
É bom saber que os socialistas nas últimas eleições podem ter perdido o seu líder mas não perderam o talento para as previsões económicas.
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Esse jmf há-de ser sempre um lambe-botas.
Agora, do Gaspar, lá seja, como do relvas e coelho, e porém reles por força, sempre.
Porque a medida, mais ousada, há muito, anda a ser desfraldada, enunciada e exigida, de toda a proveniência, há muito, só que o cantor falhado, mentiroso, pomposo, esse vaidoso pavão de passos, o oco, sabe que não lhe toca o chefe dos bando do assalto aos bancos, cavaco, não o incomodará e o povo de padrinhos e nepotes, dado a o polvo português do partido único, não desistirá nunca da festa celebrada entre os mesmos mânfios. E de uma maneira ou de outra, zé manéis e ruis a. como os mirandas helenas, farão parte da festa, lá seja o ogre que governe de momento. Barrigudos.
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Tenho visto muita explicação exageradamente elaborada para esta mudança de postura do Seguro.
Esta sua ofensiva tem, apenas e só, um nome: José Alberto Costa. Mainada!
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Que estão à espera para arranjar um tacho no governo a este jmf , ou já arranjaram? E isso que ele procura depois de ter sido despedido do Publico
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VAI CAIR ALGUMA COISA EM CIMA DE MUITAS CABECINHAS!!! E depois vão ter de engolir alguns sapos! O que cai sempre bem! Está de chuva… devem encontrar-se bastantes!
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Caro JMF,
Em rigor, os financiamentos concedidos pelo FMI estão expressos em Direitos de Saque Especiais (DSE ou SDR, a sua própria unidade de conta, em cujo cabaz entram EUR, USD, JPN e GBP). Caso o EUR se venha a apreciar face ao SDR, em particular nos momentos de reembolso ao FMI, haverá um ganho cambial para o país (serão necessários menos EUR para reembolsar o montante de SDR em causa) e vice-versa…
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