a responsabilidade morre sempre solteira?
9 Maio, 2013
Estas declarações do senhor Governador do Banco de Portugal são um aval dado aos bancos portugueses e uma garantia de segurança absoluta dos depósitos neles efectuados.
O silêncio do governo português e de todos os partidos com assento parlamentar significa uma total concordância com o aval e as garantias oferecidas por esse alto funcionário e responsável do estado português.
Se, entretanto, algum banco português vier a necessitar de recorrer ao expediente que aqui se considera impossível, algum destes senhores responderá, civil e criminalmente, pelos prejuízos sofridos pelas pessoas que neles confiaram?

Dpende… http://lishbuna.blogspot.pt/2013/05/um-refrao-que-nao-sai-da-cabeca-xv-pour.html
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A “medida” está a ser testada… De mansinho, para aquilatar a reacção de quem tem X montante nos bancos…
Faltará muito tempo para o “Execute-se !” ?
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Esta Europa está a saque. O Alves dos Reis roubou os bancos e colocou moeda em circulação sem correspondência à riqueza produzida. Estas mafiosas notícias dizem-nos que, nestas roubalheiras modernistas, já não é preciso emitir mais moeda, basta ir às contas dos depositantes e defraudá-las. É mais rápido, mas não sei se é higiénico, porque parece haver muita merda no beco. A Europa está no fim e esta aliança entre espertos e tontos parecia que ia demorar mais algum tempo, mas com estes detalhes tem a destruição à vista. É da história.
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MJRB HIPERLIGAÇÃO PERMANENTE
9 Maio, 2013 21:27
A “medida” está a ser testada… De mansinho, para aquilatar a reacção de quem tem X montante nos bancos…
Faltará muito tempo para o “Execute-se !” ?
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Este não passa da *Teoria da Conspiração* alimento e droga
de certa classe de dementados . . .
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Se “este não passa da Teoria da Conspiração”” é para mim,
Vc. lembra-se quando JSócrates testou na populaça a hipótese de “taxar” quem aufere mais de 5000 euros/mês ?
Vc. “acha” que estas “notícias” não surgem estrategicamente, depois do caso cipriota, precisamente de mansinho, para testar reacções ?
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As pessoas falam sobre este assunto sem um mínimo de conhecimento. A taxa sobre os depósitos acima dos 100.000 euros não existe, nem vai existir. O que se aventou, tal como aconteceu em Chipre, é que parte dos depósitos acima de 100.000 euros possa ser convertida em acções do Banco em dificuldade.
E assim sendo, esses depositantes, de uma forma forçada, é certo, tornar-se-ão donos desse Banco, cabendo-lhes, como é justo, passar a governá-lo.
De outra maneira, seriam todos os outros seus concidadãos a pagar o prejuízo, o que me parece injustíssimo – veja-se o que está a acontecer em Portugal, com o caso BPN.
Portanto, eu acho que os grandes depositantes dos Bancos têm que assumir, também, as suas responsabilidades: se querem beneficiar de taxas de juro elevadas, como aconteceu com o BPP, têm que saber que estão a correr o risco de perderem parte dos seus depósitos e que, por isso mesmo, têm que se manter minimamente informados sobre a boa ou má saúde dessas instituições.
E que os seus depósitos não estão inteiramente seguros em país nenhum, uma vez que, como toda a gente sabe, há Bancos em dificuldade em todo o lado, desde a Espanha à Reino Unido, desde a Alemanha até à Suíça.
Quem não quiser perder o seu dinheiro ingloriamente, invista, comprando coisas nacionais, por que o que é nacional é bom…
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Vc. está reinadio. Com o dinheiro dos outros…
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Para se poder aquilatar, não pela voz, mas pelo papel timbrado de um banco central, qual o valor real da sua palavra: .
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Há coisas que nunca mudam!
Basta ver a nomeação do árbitro para o clássico FCP-Benfica.
A corrupção em Portugal é endémica, faz parte dos nosso código genético.
Para acabar com a corrupção, só acabando com os corruptos. E essa solução não seria certamente “politicamente correcta”…
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Quando lhes for revelado que o que se designa
erradamente por depósito no Banco é de facto um empréstimo
então verão que quando um Banco entra em falência não é nada de estranho
que se tenham prejuízos . . .
Ou querem que existam lucros (dos empréstimos) isentos de riscos?
Quando o Estado *avaliza* os empréstimos está *ipso facto* a interferir
num negócio privado entre uma pessoa e o Banco, acção que lhe é interdita . . .
(ou que lhe deveria ser).
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