Parece que José Jorge Letria quer inculcar nas crianças valores liberais (a noção de que os representantes da autoridade do estado não devem abusar do seu poder).
Eu imaginaria que um blogue supostamente liberal aplaudiria a iniciativa, mas suspeito que isto não foi aqui colocado com intenção de aplaudir.
O «”«”liberalismo”»”» é selectivo: aparentemente o estado só abusa do seu poder se o governante for Sócrates ou Maduro. De resto, aparentemente é mau ensinar as criancinhas a desgostar da repressão abusiva.
Ensinar meninos de 6 anos valores liberais que a generalidade da sociedade aceita – que a polícia deve cumprir a lei, não deve abusar do seu poder, e deve garantir a liberdade – pelos vistos é coisa da “esquerda trauliteira”.
Estes são valores liberais aceites por um espectro político tão abrangente, que vai do PP ao PCP. Aparentemente só são rejeitados pela ala ultra-conservadora do Blasfémias…
Quando se acusa – e bem – as pessoas do PCP de serem coniventes com regimes autoritários onde as forças da lei a desrespeitam, (Angola, Coreia do Norte, etc..), assume-se que todos concordam que a polícia não deve atacar a liberdade.
Mas pelos vistos dizer isso às crianças choca o Vítor Cunha. Afinal a “esquerda trauliteira”, como lhe chama, é mais liberal que ele.
Esse aí foi dos que andou em tourné paga a retirar os crucifixos das salas de aula. Mija-nos-finados que já se encostou ao Tavares do Livre- a nova seita da carbonária
De qualquer das formas, sobre o assunto em causa, a Zazie não pretende ser liberal, e não tem nada de mais que, como conservadora, execre os valores defendidos neste texto:
1. A polícia deve garantir a liberdade
2. A policia não deve abusar do seu poder
3. A polícia não deve desrespeitar a lei
Nesse sentido, não estou neste momento a criticar a sua posição, que nasce de uma profunda diferença de valores. A Zazie tem valores anti-liberais e não se envergonha disso.
Já ao autor de um blogue supostamente “liberal” o mesmo não se aplica.
Tourné paga por ONG ateia para impor ateísmo contra a tradição dos portugueses. Isto é jacobinismo. E estatal porque ainda exgiram que passasse a lei em nome do Ministério da Educação
Não sei que tourné foi essa, e ainda menos sei o que é que crucifixos têm a ver com o texto de Jorge Letria a ensinar as crianças que os polícias devem respeitar a lei, garantir a liberdade e nunca cometer abusos de poder.
Vendo bem, encontro uma relação: a defesa da laicidade também é um valor liberal. Que a Zazie também o execre não a envergonha nada. Mas a Zazie não escreve num blogue liberal, portanto nada de bizarro aí.
Mas que laicidade? Ateísmo militante é uma rligião. E é ONG paga por todos nós com poder para alterar tradições de um povo.
Laicidade significa apenas liberdade de culto. Ora crucifixos e cruzes são símbolos, tal como os feriados, não impedem qualquer cutlo.
Até os ateus os gozam e usam. O que eles querem é fazer do ateísmo uma religião de Estado. A Revolução Francesa foi isso que fez- o jacobinismo é isso e deriva dela.
Como é óbvio a tradição liberal nada tem a ver com os efeitos da Revolução Francesa. Nós apanhámos com eles e com as tropas napoleónicas a libertarem-nos desse “obscurantismo”. Para azar, também tivemos os liberais e os republicanos a militarem pelo mesmo.
eheheheh Sabe que eu acho uma certa piada a estes anacronismos.
Estes malucos de ateus militantes são mesmo os descendentes dos cagotos que também estiveram na primeira linha da Tomada da Bastilha.
E depois, são tão fósseis que ainda acreditam que a República é uma causa. E é por isso que têm sempre de dizer que são “republicanos e laicos”.
Só que a coisa tresanda a enxofre e, fedor por fedor, antes o do velho Bode Esperança que estes bodecos perfumados e com olho no Parlamento Europeu.
Mas devia ter feito uma aposta porque sempre disse que o Rui Tavares ia ser o novo Bode Esperança
AHAHAHAHAHA
(Estes patuscos andavam desaparecidos. Há séculos que não vinha por cá o Vasco nem o Alves. O único que eu curtia era o Sir Francis Burnay. Com esse até tive conversas divertidas no Cocanha)
Estou à vontade para dizer isto porque já lho disse aqui na blogo.
E a embirração virtual é recíproca.
Ele não me suporta; eu, idem, idem, aspas, aspas.
Ao vivo, antes de ser virtual, sempre nos cumprimentámos muito bem.
40 anos de socialismo algum dia iam chegar ao fim, acabou a festa. Não há mais pão pamalucos. Sem internet iriam ser precisos 70, como aconteceu no paraíso da URSS.
“os princípios e os preceitos em que importa acreditar”
que são os dele e de toda a comandita vermelha, como é óbvio. Tomai lá estes versinhos formatadores de miolos, ó carneirada e pagai impostos para o meu bolso que isto, eu determino por unanimidade e decreto, É CULTURA! O José é que o conhece bem e ainda ontem falou dele, num post a propósito do Suarez e do pós Abril.
Este VC saiu-me cá um reaça!
O meu filho mais novo está no 8º ano. Todos os autores que leu este ano na escola pública são da esquerda maçónica ou arraçados. Até o americano é o Steinbeck (contra quem, aliás, nada tenho a opor). Nas que o Plano Nacional de Leitura é uma rica forma de proibir uns autores pela imposição dos outros, os oficiais do regime….
Que parte deste texto é que vos indigna?
1. A parte em que se diz que a polícia deve garantir a liberdade?
2. A parte em que se diz que a policia não deve abusar do seu poder?
3. A parte em que se diz que a polícia não deve desrespeitar a lei?
Estou mesmo curioso.
Também acho curiosa a assumpção: “se é contra o abuso de poder, é de esquerda”. Na minha ingenuidade, acreditava que existiam pessoas mais liberais e mais autoritárias à esquerda e direita, sendo que alguma esquerda estaria associada a abusos de poder (Angola, Coreia do Norte, etc..).
Mas pelos vistos muita gente aqui pensa de forma diferente: qualquer pessoa que seja a favor da liberdade, é de esquerda. Curioso…
O ponto não era obviamente esse. Mas desconversar é o que resta à esquerda quando é apanhada com as calças na mão, não é Pedro ?
O problema não é a proibição do regime. O problema é existir um regime com uma lista oficial de livros “bons” que sirva de exclusiva base à avaliação escolar dos jovens.
Ó senhor anónimo que tem o filho no 8º ano que o estado obriga a ler coisas más,
Eu, apanhado com as calças na mão? Pelo contrário, estou muito satisfeito. O Estado, pelos vistos, obriga o seu filho a ler manuais de guerrilha urbana contra a autoridade e propaganda de orgias gays e ateismo, qualquer coisa assim, não é? Eu tenho um filho no 5º ano e nunca tinha dado por isso. O puto lê a Mello breynner, o perrault, o Andersen, Aquilino, o Letria (acho que este é o único perigoso), etc. Mas se é como diz nas outras escolas, eu que sou da esquerda caviar, fico feliz. Ateus e gays e muito sexo e caviar e margarina e revolução. Mai nada! A direita que se mexa, anda sempre a lamentar-se, caraças. Mas a zazie diz que não há direita em portugal e eu assim não sei o que pode fazer a direita que não existe. Não sei, se restarem pelo menos três, organizem uma novena.
zazie, vejo que te está a dar uma apoplexia. Mas a escardalhada manda em Portugal porque a direita é de uma incompetência atroz. Eu gosto da ideia de mandarem cá os paneleiros e jacobinos, como eu. Se a direita, coitadinha, não se começar já a mexer, agora, as crianças das futuras gerações vão ser todas também paneleiras e jacobinas, a queimarem cruzes e a fornicar nas ruas e o diabo a sete.
Qué isso? O que eu acho é que falta à nossa direita um chuck norris. A vossa agitadora de massas e anunciadora do apocalipse é uma zazie, que é nome de francezita e toda a gente sabe que os franciús são jacobinos com pouca moral que gostam de atirar pedras à policia. Não é bom marketing. O Vitor, ao menos, tem uma missão sólida e coerente, que é denunciar as influências destas coisas sobre as crianças. A minha missão é a oposta. Vou escrever um manual para os jardim de infãncia a ensinar as crianças a fazer coktails molotov.
O que mais me comoveu foi aquela estória do menino que abordou a lurdinhas e lhe disse que quando fosse grande queria ser do peiésse, tocante…e esta disse que era imperativo seguir os ideais de abril…chiça!…
Que parte deste texto é que vos indigna?
1. A parte em que se diz que a polícia deve garantir a liberdade?
2. A parte em que se diz que a policia não deve abusar do seu poder?
3. A parte em que se diz que a polícia não deve desrespeitar a lei?
Estou mesmo curioso.
Também acho curiosa a assumpção: “se é contra o abuso de poder, é de esquerda”. Na minha ingenuidade, acreditava que existiam pessoas mais liberais e mais autoritárias à esquerda e direita, sendo que alguma esquerda estaria associada a abusos de poder (Angola, Coreia do Norte, etc..).
Mas pelos vistos muita gente aqui pensa de forma diferente: qualquer pessoa que seja a favor da liberdade, é de esquerda. Curioso…
Estou espantado com o post (not really). A partir de que idade é que um liberal admite que se deve ensinar às pessoas que o Estado não deve abusar da autoridade? hhmmm… Até aos 15 anos: “filhinho, o Estado é teu Pai, deves-lhe obediência sem discutir”. A partir dos 15 anos “rapaz, o estado é naturalmente opressor e abusador dos direitos dos indivíduos”. (ou a partir dos 20 anos?)
Enquanto acha que a polícia é para defender a “liberdade” (quiçá uma polícia revolucionária) ele já fica a saber que polícia é igual a ladrão. Supostamente polícia que não defende a dita cuja “liberdade” é pior que ladrão.
A “lavagem” interpretativa deste tipo de texto, é o jogo mais querido da dialéctica “marxiana”.
Tiradentes, para um liberal, policia que abusa da autoridade é pior do que ladrão. O texto limita-se a dizer que “não é melhor do que ladrão”. Foi gente pouco liberal que escreveu aquilo…
Vitor, não me aprovar estes comentários diverte-me 😉
Ora eu devo ser Anarquista, pois o panfleto parece-me muito bem.
A Polícia também é uma forma de repressão a que os Estatistas recorrem para coagir cidadãos livres e inocentes a obedecerem aos seus bel prazeres, nomeadamente forçar a instauração de um modelo de sociedade socialista e colectivista, em que a propriedade privada é roubada a quem trabalhou para a conquistar, com o único objectivo de oferecer esse dinheiro extorquido aos amigos dos políticos.
E depois essa mesma dialéctica faz a interpretação semântica do texto por um adulto supostamente culto “esquecendo” ou querendo esquecer que o texto é dirigido a uma criança.
Não “esquece” no entanto de inculcar na cabecinha da criança o que ele no alto da sua moralidade acha que deve inculcar…….os tais conceitos “alargados de liberdade”.
Depois admiram-se que os polícias assim educados desrespeitem as leis a que eles próprios são obrigados mas que….no caso das tais “liberdades” se lhes dá o direito, senão o dever mesmo de as infringir.
Um pé no cú do Estado. A única forma de obter educação de qualidade é oferecer educação particular. Assim como o estado é laico, o estado também deve ser neutro em matéria de formação de uma consciência. Assim como não cabe ao estado dizer no que se deve ou não acreditar, também não cabe dizer o que se deve ou não aprender. Em outras palavras, se não cabe ao estado o vínculo com um credo religioso específico, também não cabe a tutela do ensino.
O estado não tem de obrigar ninguém a estudar, essa obrigação é única e exclusiva da família. Só a educação particular cumpre a tarefa de oferecer o desenvolvimento adequado das faculdades mentais humanas, pois só a educação particular é livre. Por outro lado, a educação pública, padronizada por um amontoado de regras estatais, não oferece senão uniformidade mecânica à diversidade humana e às liberdades individuais.
Qual seria a ciência oficial do Estado senão a burocracia? Só nisso o estado é perito. E quando o estado fracassa no que diz respeito à educação, então ele gera niilismo e decadência; quando é eficiente, a consequência lógica não é outra senão instaurar mais doutrina estatal, isto é, totalitarismo. Como uma consciência poderá florescer se desde a mais tenra idade é coagida a obedecer uma pilha de regras inúteis sobre como acumular informações insignificantes às experiências pessoais. A consciência não deve ser formada pelo estado justamente para não ser transformada num mero instrumento da manipulação estatal.
O estado, ao pretender educar as pessoas, na verdade, só desenvolve a capacidade de aniquilá-las. Antes um analfabeto livre do que um escravo letrado.
Pergunta que não quer calar: mas como as pessoas sem condições financeiras poderiam arcar com as despesas da educação de seus filhos? Ora, ninguém faz essa pergunta quando se trata de pagar as contas do telemóvel, da TV a Cabo e do crédito do hipermercado mas se torna uma preocupação lastimável quando o que está em jogo é nas mãos de quem um filho será doutrinado – desde que seja de grátis.
… Redação do meu de neta 6 anos:
… Quando for grande quero ser policia de choque para quando os outros policias gritarem invasão… invasão… eu deixar invadir para os policias invasores darem uma carga de porrada nos deputados que estão sentados sem fazerem nenhum… para o povo só trabalham para eles…”
Outra:
… ” Quando for grande quero ser GNR para me despir nas tascas-boates para quando as meninas estiverem prontas eu poder usar o meu cassetete…”
“princípios e preceitos” devia ter aprendido mais facilmente pela cartilha. São conceitos muito mais perceptíveis que invasão hahahahahah aos seis anos….
Vitor
Lendo outras coisas deste Letria percebo que não goste de o ter como leitura de criança.
Mas neste caso não vejo qual o drama!
Qualquer pessoa normal espera dos policias que cumpram ordens e ajudem a defender o Estado de direito. Quando estes começam a abusar estamos mal.
Analfabetismo também o que se nota nos comentários. Estes patuscos pegam num texto e procuram encontrar lá algo que não esteja correcto.
E nem se perguntam que não é o óbvio que está errado- é escolher-se esse óbvio para se fazer a cabeça das crianças. Porque esse óbvio foi metido a martelo para recordar que há coisas más que podem estar na polícia.
Só não podem é estar como exemplo nas forças da desordem porque nessas militam eles.
Fui ler este livro à escola, a miúdos de 6 e 7 anos. Obviamente omiti as seguintes profissões: polícia e índia. Não, não estou a brincar, ser índia é uma profissão para o Letria.
No fim, cada criança fez um desenho e escreveu uma frase sobre a profissão que gostaria de ter quando crescesse. Por ordem de popularidade:
– Futebolista
– Médico
– Veterinário
– Professor
– Cientista
– Cantor
Um esclarecimento sobre comentários
23 FEVEREIRO, 2014
por vitorcunha
Esta caixa de comentários está aberta para os vossos pontos de vista sobre o assunto: agradeço que libertem a zona de comentários nos restantes posts para comentarem o post propriamente dito.
Uma pergunta inocente (porque não tenho o livro nem faço intenção de o ter): na parte que fala da profissão de professor também refere que não quer ser um professor que espanca os alunos ou que abusa deles sexualmente? Na página que fala dos médicos também refere que não quer ser um médico negligente que opera um cidadão embriagado? No capítulo da política também refere que não quer ser um presidente autárquico que desvia dinheiro e favorece os familiares? Se sim, é coerente. Se não, não se trata de um livro mas de um panfleto político-ideológico que quero longe dos meus filhos.
(Bem, tenho de ser honesto: eu quero esta porcaria longe dos meus filhos. Ponto).
Não faz essas ressalvas. Também tem futebolista mas não menciona doping.
Uma das profissões omitidas é escritor; foi uma oportunidade perdida para explicar que livros para crianças seleccionados pelo ministério para o programa nacional de leitura não devem doutrinar.
Suspeito que também omitiram a profissão …político de esquerda…
A não ser que o político não seja profissão…tipo: “não sou político, estou político” (por via do “não sou ministro, estou ministro”) e similares boutades pro-soundbytes… 😉
Vou adaptar o texto para ser mais perceptível e educativo para crianças de 6 e 7 anos:
Gosto de fardas e marchas
e respeito muito a lei
sou um bocado fascista
mas olha, não sou racista
e detesto a Opus Dei.
Gostava de ser polícia
por achar que a autoridade
é um coisa importante
mas só quando garante
o meu modelo de sociedade.
O cidadão que abusa
por delito de opinião
não o tenho em boa conta
como ao homem Regisconta
é pior do que o ladrão.
Se um dia eu me fardar
há-de ser para respeitar
os verdadeiros direitos
tatuados nos meus peitos
em que importa acreditar
senão juro que a polícia
é um moina para matar.
Depois admiram-se…
este País está entregue aos cães…
GostarGostar
Parece que José Jorge Letria quer inculcar nas crianças valores liberais (a noção de que os representantes da autoridade do estado não devem abusar do seu poder).
Eu imaginaria que um blogue supostamente liberal aplaudiria a iniciativa, mas suspeito que isto não foi aqui colocado com intenção de aplaudir.
O «”«”liberalismo”»”» é selectivo: aparentemente o estado só abusa do seu poder se o governante for Sócrates ou Maduro. De resto, aparentemente é mau ensinar as criancinhas a desgostar da repressão abusiva.
GostarGostar
Repressão abusiva para meninos de 6 anos. Avante!
GostarGostar
Ensinar meninos de 6 anos valores liberais que a generalidade da sociedade aceita – que a polícia deve cumprir a lei, não deve abusar do seu poder, e deve garantir a liberdade – pelos vistos é coisa da “esquerda trauliteira”.
Estes são valores liberais aceites por um espectro político tão abrangente, que vai do PP ao PCP. Aparentemente só são rejeitados pela ala ultra-conservadora do Blasfémias…
Quando se acusa – e bem – as pessoas do PCP de serem coniventes com regimes autoritários onde as forças da lei a desrespeitam, (Angola, Coreia do Norte, etc..), assume-se que todos concordam que a polícia não deve atacar a liberdade.
Mas pelos vistos dizer isso às crianças choca o Vítor Cunha. Afinal a “esquerda trauliteira”, como lhe chama, é mais liberal que ele.
GostarGostar
Esse aí foi dos que andou em tourné paga a retirar os crucifixos das salas de aula. Mija-nos-finados que já se encostou ao Tavares do Livre- a nova seita da carbonária
GostarGostar
hã?? tourné paga?
De qualquer das formas, sobre o assunto em causa, a Zazie não pretende ser liberal, e não tem nada de mais que, como conservadora, execre os valores defendidos neste texto:
1. A polícia deve garantir a liberdade
2. A policia não deve abusar do seu poder
3. A polícia não deve desrespeitar a lei
Nesse sentido, não estou neste momento a criticar a sua posição, que nasce de uma profunda diferença de valores. A Zazie tem valores anti-liberais e não se envergonha disso.
Já ao autor de um blogue supostamente “liberal” o mesmo não se aplica.
GostarGostar
Tourné paga por ONG ateia para impor ateísmo contra a tradição dos portugueses. Isto é jacobinismo. E estatal porque ainda exgiram que passasse a lei em nome do Ministério da Educação
GostarGostar
Não sei que tourné foi essa, e ainda menos sei o que é que crucifixos têm a ver com o texto de Jorge Letria a ensinar as crianças que os polícias devem respeitar a lei, garantir a liberdade e nunca cometer abusos de poder.
Vendo bem, encontro uma relação: a defesa da laicidade também é um valor liberal. Que a Zazie também o execre não a envergonha nada. Mas a Zazie não escreve num blogue liberal, portanto nada de bizarro aí.
GostarGostar
Faz falta um texto do Letria a explicar que pilotos não devem atirar aviões contra arranha-céus. Os miúdos de 6-7 anos vão adorar.
GostarGostar
Depois é ver alguém num blogue supostamente pacifista a indignar-se.
GostarGostar
Ninguém está indignado. Pelo menos, ninguém está mais indignado do que o jvgama está com suposta indignação alheia.
É muito à-frente.
GostarGostar
Mas que laicidade? Ateísmo militante é uma rligião. E é ONG paga por todos nós com poder para alterar tradições de um povo.
Laicidade significa apenas liberdade de culto. Ora crucifixos e cruzes são símbolos, tal como os feriados, não impedem qualquer cutlo.
Até os ateus os gozam e usam. O que eles querem é fazer do ateísmo uma religião de Estado. A Revolução Francesa foi isso que fez- o jacobinismo é isso e deriva dela.
Como é óbvio a tradição liberal nada tem a ver com os efeitos da Revolução Francesa. Nós apanhámos com eles e com as tropas napoleónicas a libertarem-nos desse “obscurantismo”. Para azar, também tivemos os liberais e os republicanos a militarem pelo mesmo.
GostarGostar
Isto veio apenas ao caso pelo facto dos ateus militantes estarem todos de volta e terem entrado para o Livre.
Eu sempre disse que o Rui Tavares havia de cumprir o seu ideal de marquesinho no pombal
GostarGostar
Ou marquezinho. Para o caso… é que se pode para garantir o tacho.
GostarGostar
Zazie, pensei que talvez gostasse de ler estes: O Blasfémias contra o liberalismo. Está lá o Ricardo Alves, candidato das primárias do Livre.
GostarGostar
eheheheh Sabe que eu acho uma certa piada a estes anacronismos.
Estes malucos de ateus militantes são mesmo os descendentes dos cagotos que também estiveram na primeira linha da Tomada da Bastilha.
E depois, são tão fósseis que ainda acreditam que a República é uma causa. E é por isso que têm sempre de dizer que são “republicanos e laicos”.
Só que a coisa tresanda a enxofre e, fedor por fedor, antes o do velho Bode Esperança que estes bodecos perfumados e com olho no Parlamento Europeu.
Mas devia ter feito uma aposta porque sempre disse que o Rui Tavares ia ser o novo Bode Esperança
AHAHAHAHAHA
(Estes patuscos andavam desaparecidos. Há séculos que não vinha por cá o Vasco nem o Alves. O único que eu curtia era o Sir Francis Burnay. Com esse até tive conversas divertidas no Cocanha)
GostarGostar
Mas escreva aí, Vitor. O Rui Tavares não anda só ao tacho. E a principal causa dele nem a dita cuja revolução ou cenas gay ou pobrezinhos.
A única causa que lhe deve atingir as partes mais gagas a precisar de divã é mesmo o trauma religioso.
Esta cena do LIVRE é seita de ateísmo militante e intenção há-de ser a que eu disse- imporem leis para perseguirem a religião católica.
GostarGostar
Estou à vontade para dizer isto porque já lho disse aqui na blogo.
E a embirração virtual é recíproca.
Ele não me suporta; eu, idem, idem, aspas, aspas.
Ao vivo, antes de ser virtual, sempre nos cumprimentámos muito bem.
GostarGostar
40 anos de socialismo algum dia iam chegar ao fim, acabou a festa. Não há mais pão pamalucos. Sem internet iriam ser precisos 70, como aconteceu no paraíso da URSS.
GostarGostar
“os princípios e os preceitos em que importa acreditar”
que são os dele e de toda a comandita vermelha, como é óbvio. Tomai lá estes versinhos formatadores de miolos, ó carneirada e pagai impostos para o meu bolso que isto, eu determino por unanimidade e decreto, É CULTURA! O José é que o conhece bem e ainda ontem falou dele, num post a propósito do Suarez e do pós Abril.
Este VC saiu-me cá um reaça!
GostarGostar
Mas que m*rd* é esta?… Além de desconstrução social é mesmo pimba, mesmo mesmo…
GostarGostar
O meu filho mais novo está no 8º ano. Todos os autores que leu este ano na escola pública são da esquerda maçónica ou arraçados. Até o americano é o Steinbeck (contra quem, aliás, nada tenho a opor). Nas que o Plano Nacional de Leitura é uma rica forma de proibir uns autores pela imposição dos outros, os oficiais do regime….
GostarGostar
Vitor, o filho deste seu comentador está proibido pelo regime de ler autores não maçónicos ou arraçados. Isto é grave e merece um post.
GostarGostar
Que parte deste texto é que vos indigna?
1. A parte em que se diz que a polícia deve garantir a liberdade?
2. A parte em que se diz que a policia não deve abusar do seu poder?
3. A parte em que se diz que a polícia não deve desrespeitar a lei?
Estou mesmo curioso.
Também acho curiosa a assumpção: “se é contra o abuso de poder, é de esquerda”. Na minha ingenuidade, acreditava que existiam pessoas mais liberais e mais autoritárias à esquerda e direita, sendo que alguma esquerda estaria associada a abusos de poder (Angola, Coreia do Norte, etc..).
Mas pelos vistos muita gente aqui pensa de forma diferente: qualquer pessoa que seja a favor da liberdade, é de esquerda. Curioso…
GostarGostar
anónimo, ninguem proibe o seu petiz de ler obras que não constem do plano nacional de leitura.
GostarGostar
EMS,
Eu sei. Ele lê.Eu tenho esse cuidado.
O ponto não era obviamente esse. Mas desconversar é o que resta à esquerda quando é apanhada com as calças na mão, não é Pedro ?
O problema não é a proibição do regime. O problema é existir um regime com uma lista oficial de livros “bons” que sirva de exclusiva base à avaliação escolar dos jovens.
GostarGostar
Ó senhor anónimo que tem o filho no 8º ano que o estado obriga a ler coisas más,
Eu, apanhado com as calças na mão? Pelo contrário, estou muito satisfeito. O Estado, pelos vistos, obriga o seu filho a ler manuais de guerrilha urbana contra a autoridade e propaganda de orgias gays e ateismo, qualquer coisa assim, não é? Eu tenho um filho no 5º ano e nunca tinha dado por isso. O puto lê a Mello breynner, o perrault, o Andersen, Aquilino, o Letria (acho que este é o único perigoso), etc. Mas se é como diz nas outras escolas, eu que sou da esquerda caviar, fico feliz. Ateus e gays e muito sexo e caviar e margarina e revolução. Mai nada! A direita que se mexa, anda sempre a lamentar-se, caraças. Mas a zazie diz que não há direita em portugal e eu assim não sei o que pode fazer a direita que não existe. Não sei, se restarem pelo menos três, organizem uma novena.
GostarGostar
Ó Pedro que tens um filho no 5º ano,
Mais exactamente o teu ponto é….
GostarGostar
Phónix! Isto é inacreditável. Escardalhada de trampa que manda em Portugal e faz propaganda como nem o Estado Novo fazia.
GostarGostar
zazie, vejo que te está a dar uma apoplexia. Mas a escardalhada manda em Portugal porque a direita é de uma incompetência atroz. Eu gosto da ideia de mandarem cá os paneleiros e jacobinos, como eu. Se a direita, coitadinha, não se começar já a mexer, agora, as crianças das futuras gerações vão ser todas também paneleiras e jacobinas, a queimarem cruzes e a fornicar nas ruas e o diabo a sete.
GostarGostar
Homofobicofóbico.
GostarGostar
Qué isso? O que eu acho é que falta à nossa direita um chuck norris. A vossa agitadora de massas e anunciadora do apocalipse é uma zazie, que é nome de francezita e toda a gente sabe que os franciús são jacobinos com pouca moral que gostam de atirar pedras à policia. Não é bom marketing. O Vitor, ao menos, tem uma missão sólida e coerente, que é denunciar as influências destas coisas sobre as crianças. A minha missão é a oposta. Vou escrever um manual para os jardim de infãncia a ensinar as crianças a fazer coktails molotov.
GostarGostar
O que mais me comoveu foi aquela estória do menino que abordou a lurdinhas e lhe disse que quando fosse grande queria ser do peiésse, tocante…e esta disse que era imperativo seguir os ideais de abril…chiça!…
GostarGostar
Pelos vistos a polícia de intervenção não frequentou o 1º ciclo…
GostarGostar
E o Vitor Cunha já nos anunciou que não é de letras.
GostarGostar
Que parte deste texto é que vos indigna?
1. A parte em que se diz que a polícia deve garantir a liberdade?
2. A parte em que se diz que a policia não deve abusar do seu poder?
3. A parte em que se diz que a polícia não deve desrespeitar a lei?
Estou mesmo curioso.
Também acho curiosa a assumpção: “se é contra o abuso de poder, é de esquerda”. Na minha ingenuidade, acreditava que existiam pessoas mais liberais e mais autoritárias à esquerda e direita, sendo que alguma esquerda estaria associada a abusos de poder (Angola, Coreia do Norte, etc..).
Mas pelos vistos muita gente aqui pensa de forma diferente: qualquer pessoa que seja a favor da liberdade, é de esquerda. Curioso…
GostarGostar
Estou espantado com o post (not really). A partir de que idade é que um liberal admite que se deve ensinar às pessoas que o Estado não deve abusar da autoridade? hhmmm… Até aos 15 anos: “filhinho, o Estado é teu Pai, deves-lhe obediência sem discutir”. A partir dos 15 anos “rapaz, o estado é naturalmente opressor e abusador dos direitos dos indivíduos”. (ou a partir dos 20 anos?)
GostarGostar
Enquanto acha que a polícia é para defender a “liberdade” (quiçá uma polícia revolucionária) ele já fica a saber que polícia é igual a ladrão. Supostamente polícia que não defende a dita cuja “liberdade” é pior que ladrão.
A “lavagem” interpretativa deste tipo de texto, é o jogo mais querido da dialéctica “marxiana”.
GostarGostar
Tiradentes, para um liberal, policia que abusa da autoridade é pior do que ladrão. O texto limita-se a dizer que “não é melhor do que ladrão”. Foi gente pouco liberal que escreveu aquilo…
Vitor, não me aprovar estes comentários diverte-me 😉
GostarGostar
Olhe Pedro, defeco no seu “liberal” tanto quanto no seu marxianismo de o definir.
GostarGostar
Ora eu devo ser Anarquista, pois o panfleto parece-me muito bem.
A Polícia também é uma forma de repressão a que os Estatistas recorrem para coagir cidadãos livres e inocentes a obedecerem aos seus bel prazeres, nomeadamente forçar a instauração de um modelo de sociedade socialista e colectivista, em que a propriedade privada é roubada a quem trabalhou para a conquistar, com o único objectivo de oferecer esse dinheiro extorquido aos amigos dos políticos.
E a isto chama Estado de Direito.
GostarGostar
E depois essa mesma dialéctica faz a interpretação semântica do texto por um adulto supostamente culto “esquecendo” ou querendo esquecer que o texto é dirigido a uma criança.
Não “esquece” no entanto de inculcar na cabecinha da criança o que ele no alto da sua moralidade acha que deve inculcar…….os tais conceitos “alargados de liberdade”.
Depois admiram-se que os polícias assim educados desrespeitem as leis a que eles próprios são obrigados mas que….no caso das tais “liberdades” se lhes dá o direito, senão o dever mesmo de as infringir.
GostarGostar
Obviamente VC tem um conceito de polícia exótico e excêntrico qb…
GostarGostar
A única forma de obter educação de qualidade
(c/ adaptações do pt-br para pt-pt)
Um pé no cú do Estado. A única forma de obter educação de qualidade é oferecer educação particular. Assim como o estado é laico, o estado também deve ser neutro em matéria de formação de uma consciência. Assim como não cabe ao estado dizer no que se deve ou não acreditar, também não cabe dizer o que se deve ou não aprender. Em outras palavras, se não cabe ao estado o vínculo com um credo religioso específico, também não cabe a tutela do ensino.
O estado não tem de obrigar ninguém a estudar, essa obrigação é única e exclusiva da família. Só a educação particular cumpre a tarefa de oferecer o desenvolvimento adequado das faculdades mentais humanas, pois só a educação particular é livre. Por outro lado, a educação pública, padronizada por um amontoado de regras estatais, não oferece senão uniformidade mecânica à diversidade humana e às liberdades individuais.
Qual seria a ciência oficial do Estado senão a burocracia? Só nisso o estado é perito. E quando o estado fracassa no que diz respeito à educação, então ele gera niilismo e decadência; quando é eficiente, a consequência lógica não é outra senão instaurar mais doutrina estatal, isto é, totalitarismo. Como uma consciência poderá florescer se desde a mais tenra idade é coagida a obedecer uma pilha de regras inúteis sobre como acumular informações insignificantes às experiências pessoais. A consciência não deve ser formada pelo estado justamente para não ser transformada num mero instrumento da manipulação estatal.
O estado, ao pretender educar as pessoas, na verdade, só desenvolve a capacidade de aniquilá-las. Antes um analfabeto livre do que um escravo letrado.
Pergunta que não quer calar: mas como as pessoas sem condições financeiras poderiam arcar com as despesas da educação de seus filhos? Ora, ninguém faz essa pergunta quando se trata de pagar as contas do telemóvel, da TV a Cabo e do crédito do hipermercado mas se torna uma preocupação lastimável quando o que está em jogo é nas mãos de quem um filho será doutrinado – desde que seja de grátis.
Francisco Razzo
GostarGostar
… Redação do meu de neta 6 anos:
… Quando for grande quero ser policia de choque para quando os outros policias gritarem invasão… invasão… eu deixar invadir para os policias invasores darem uma carga de porrada nos deputados que estão sentados sem fazerem nenhum… para o povo só trabalham para eles…”
Outra:
… ” Quando for grande quero ser GNR para me despir nas tascas-boates para quando as meninas estiverem prontas eu poder usar o meu cassetete…”
GostarGostar
A neta do colono de 6 anos ja sabe o que e : invasao, invasao?
Pois claro. Porque e neta de colono…:)
GostarGostar
“princípios e preceitos” devia ter aprendido mais facilmente pela cartilha. São conceitos muito mais perceptíveis que invasão hahahahahah aos seis anos….
GostarGostar
Vitor
Lendo outras coisas deste Letria percebo que não goste de o ter como leitura de criança.
Mas neste caso não vejo qual o drama!
Qualquer pessoa normal espera dos policias que cumpram ordens e ajudem a defender o Estado de direito. Quando estes começam a abusar estamos mal.
GostarGostar
quando for grande quero poder comentar no Blasfémias.
GostarGostar
É por estas e por outras que se apagam comentários. Eu vou relembrando.
GostarGostar
depois de 2 dias sem aceitar um comentário, sem razão aparente.
GostarGostar
Bem, foi avisado. Adeus.
GostarGostar
Analfabetismo também o que se nota nos comentários. Estes patuscos pegam num texto e procuram encontrar lá algo que não esteja correcto.
E nem se perguntam que não é o óbvio que está errado- é escolher-se esse óbvio para se fazer a cabeça das crianças. Porque esse óbvio foi metido a martelo para recordar que há coisas más que podem estar na polícia.
Só não podem é estar como exemplo nas forças da desordem porque nessas militam eles.
GostarGostar
Imagine-se se o poema escolhia os manifestantes indignados ou os “okupa”. Era giro, não era. Só podia ser ideia que lembra ao diabo.
A eles lembra-lhes sempre o problema de haver ordem e autoridade.
GostarGostar
O mesmo livro tem um sobre o bombeiro. Aqui pode aprender os privilégios da profissão:
Eu cá quando for grande
o que quero é ser bombeiro
ter farda e ter machado
e quando for chamado
conseguir ser o primeiro.
Para apagar as chamas
ou para ajudar os feridos
também para reanimar
com cuidado e com vagar
os que perdem os sentidos
E só tenho um problema
que é este medo do fogo
pode ser que ele me passe
pode ser que eu o disfarce
entrando à borla num jogo.
Ser bombeiro tem a vantagem
de nos dar entrada certa
no futebol ou no cinema
e sempre sem problema
ali fica a porta aberta.
E não é nenhum favor
que alguém nos quer fazer
pois se ali estamos presentes
sempre atentos e valentes
nada irá acontecer.
GostarGostar
Ser bombeiro tem a vantagem
de nos dar entrada certa
no futebol ou no cinema
e sempre sem problema
ali fica a porta aberta.
Gostei e, coitados quase não tinham trabalho, não fosse a claque do Sporting ter entrado no Estádio da Luz.
Mas, felizmente
pois se ali estamos presentes
sempre atentos e valentes
nada irá acontecer.
Mesmo assim o prejuízo ainda foi de umas centenas de milhares de euros.
GostarGostar
Fui ler este livro à escola, a miúdos de 6 e 7 anos. Obviamente omiti as seguintes profissões: polícia e índia. Não, não estou a brincar, ser índia é uma profissão para o Letria.
No fim, cada criança fez um desenho e escreveu uma frase sobre a profissão que gostaria de ter quando crescesse. Por ordem de popularidade:
– Futebolista
– Médico
– Veterinário
– Professor
– Cientista
– Cantor
Ninguém escolheu a profissão de índio.
GostarGostar
Já agora o que dizia sobre “india”? Era tão mau quanto o policia? E leu???? Não foi perigoso para as crianças?
GostarGostar
Você é idiota ou comunista?
GostarGostar
Um esclarecimento sobre comentários
23 FEVEREIRO, 2014
por vitorcunha
Esta caixa de comentários está aberta para os vossos pontos de vista sobre o assunto: agradeço que libertem a zona de comentários nos restantes posts para comentarem o post propriamente dito.
GostarGostar
.
Assim, manasamente, vai-se catequizando os catraios contra o “polícia” fassista – sob a forma inocente de poeminhas muito rimadinhos…
Trabalhos subversivos, com rabo de fora.
O lápis azul faz sempre falta, tendo e conta o propalado “superior interesse da criança”.
Index e fogueira: aos “catecismos” esquerdalhos, para uso da infância
GostarGostar
Uma pergunta inocente (porque não tenho o livro nem faço intenção de o ter): na parte que fala da profissão de professor também refere que não quer ser um professor que espanca os alunos ou que abusa deles sexualmente? Na página que fala dos médicos também refere que não quer ser um médico negligente que opera um cidadão embriagado? No capítulo da política também refere que não quer ser um presidente autárquico que desvia dinheiro e favorece os familiares? Se sim, é coerente. Se não, não se trata de um livro mas de um panfleto político-ideológico que quero longe dos meus filhos.
(Bem, tenho de ser honesto: eu quero esta porcaria longe dos meus filhos. Ponto).
GostarGostar
Não faz essas ressalvas. Também tem futebolista mas não menciona doping.
Uma das profissões omitidas é escritor; foi uma oportunidade perdida para explicar que livros para crianças seleccionados pelo ministério para o programa nacional de leitura não devem doutrinar.
GostarGostar
Suspeito que também omitiram a profissão …político de esquerda…
A não ser que o político não seja profissão…tipo: “não sou político, estou político” (por via do “não sou ministro, estou ministro”) e similares boutades pro-soundbytes… 😉
GostarGostar
Vou adaptar o texto para ser mais perceptível e educativo para crianças de 6 e 7 anos:
Gosto de fardas e marchas
e respeito muito a lei
sou um bocado fascista
mas olha, não sou racista
e detesto a Opus Dei.
Gostava de ser polícia
por achar que a autoridade
é um coisa importante
mas só quando garante
o meu modelo de sociedade.
O cidadão que abusa
por delito de opinião
não o tenho em boa conta
como ao homem Regisconta
é pior do que o ladrão.
Se um dia eu me fardar
há-de ser para respeitar
os verdadeiros direitos
tatuados nos meus peitos
em que importa acreditar
senão juro que a polícia
é um moina para matar.
GostarGostar