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E a probabilidade de se fazer um combate com forças terrestres qual é?

11 Outubro, 2014

As Nações Unidas consideram provável o “massacre” de milhares de pessoas na cidade síria de Kobani. A cidade situa-se junto à fronteira com a Turquia e está a ser tomada pelo Estado Islâmico perante a passividade do exército turco. O enviado da ONU à Síria, afirmou que se a cidade cair nas mãos dos muçulmanos radicais, os 700 curdos que tentam defender a cidade e os 12 mil civis que ficaram em Kobani, vão, provavelmente, ser massacrados. Os Estados Unidos já lançaram vários ataques aéreos contra posições do Estado Islâmico nas imediações da cidade, mas não conseguiram impedir que os islamofascistas assumissem o controlo de quase metade de Kobani.

Deixemo-nos de hipocrisias: salvar os habitantes de Kobani não era militatmente difícil. Simplesmente anos de manifestações a “favor da paz”, horas e horas de pregação mediática em que se fez equivaler amor à paz a não intervenção… transformaram-nos em espectadores de massacres. Para salvar Kobani são necessários homens a combater em terra, esses homens necessariamente  teriam de matar e morrer. Às vezes fariam o que não deviam. As opiniões públicas ocidentais estariam preparadas para isso? Quantos dias demorariam a estar na rua as primeiras manifestações de alegados pacifistas? Quantos dias seriam necessários para que as mães dos jihadistas andassem por essa Europa fora falando de paz acolitadas por vários activistas? Os homens e mulheres de Kobani vão morrer porque o Ocidente é uma civilização em declínio. E como tal começa a beber-se por aqui o fel de vergonha. Mas daqui a uns meses nem Kobani já impressionará. As pessoas habituam-se a tudo. Ver pela televisão a violência no mundo que nos rodeia vai ser o reality show dos próximos anos.

 

96 comentários leave one →
  1. fado alexandrino's avatar
    11 Outubro, 2014 09:35

    E lembrar, quando tanta gente o quer esquecer, que os Maiores Vultos Tugas gritavam que a adesão da Turquia à União Europeia era essencial.
    Kobani vai cair?
    E depois um bocadinho a Turquia também se vai embora?
    Azar, aguentem, ainda falta muito para chegarem a Ayamonte.

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  2. oscar maximo's avatar
    oscar maximo permalink
    11 Outubro, 2014 09:51

    Mais correcto seria dizer: anos de paz e anos de manifestações a favor da paz. Ou HM tem medo que se estabeleça uma relação entre uma coisa e outra?

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    • Fernando S's avatar
      Fernando S permalink
      11 Outubro, 2014 10:57

      “Anos de paz” nas retaguardas. Descontando os atentados e as ameaças terroristas.
      Mas os militares (e muitos civis) ocidentais estiveram também envolvidos em guerras diversas por esse mundo fora.
      E, como diz a HM, não estiveram nem estão mais por causa da ideologia não intervencionista e alegadamente pacifista que também inspira as manifestações ditas “a favor da paz” !

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  3. Juromenha's avatar
    Juromenha permalink
    11 Outubro, 2014 09:53

    Nunca será de mais recordar a infâmia das palavras do “clown” de Wahington, em Junho de 2009 , no Cairo.
    Palavras fervorosamente aplaudidas por toda a canalha progre do chamado “ocidente” – os resultados estão à vista…
    Do Reno para cá as coisas vão ficar feias , muito feias…

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  4. vsantos's avatar
    vsantos permalink
    11 Outubro, 2014 11:41

    Mais facilmente se faz uma manif pelo cão da enfermeira que apanhou o Ébola do que uma intervenção militar para aniquilar os fundamentalistas islâmicos e salvar curdos, iraquianos e cristãos.

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  5. João Pimentel Ferreira's avatar
    11 Outubro, 2014 12:11

    Toda a gente com alguma erudição e humanismo sabe que para se fazer a Paz, só fazendo a guerra. Quem assim não o pensar só pode pertencer aos grupos de líricos manifestantes da esquerda burguesa-caviar. A bomba atómica e os bombardeamentos de Dresden seguiram essa mesma lógica “pragmática” dos senhores da guerra! Até porque acrescente-se o tio sam acorre sempre com grande urgência militar e económica, quando algum povo está em dificuldades.

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  6. João Pimentel Ferreira's avatar
    11 Outubro, 2014 12:24

    A cara Helena deve nas últimas décadas ter estado em profunda hibernação. Primeiro há-que distinguir na sua dialética simplista e redutora o Ocidente em duas potências, os EUA e a Europa. A primeira intervém essencialmente económica e militarmente, e fá-lo amiúde com um rácio médio de uma grande intervenção militar em larga escala, a cada 15 anos. Foi assim no século XX. A Europa desde o pós-guerra que se tem formado como uma potência económica e um continente de Paz, e não militarmente interventivo no plano internacional. Acusar a sociedade ocidental de declínio, não distinguindo realidades geopolíticas completamente distintas, revela uma falta de estudo e conhecimento que essa sim pode ser sintomática do declínio parcial da sociedade ocidental. Lembremo-nos ainda como a “sociedade ocidental” no fulgor da sua existência, comentou internacionalmente as invasões soviéticas ao Afeganistão, para que a URSS pudesse combater os fundamentalistas islâmicos.

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    • lucklucky's avatar
      lucklucky permalink
      11 Outubro, 2014 13:44

      Ahaha. “A Europa desde o pós-guerra que se tem formado como uma potência económica e um continente de Paz, e não militarmente interventivo no plano internacional.”

      É preciso lata e ser capaz de se enganar a si próprio.

      “Lembremo-nos ainda como a “sociedade ocidental” no fulgor da sua existência, comentou internacionalmente as invasões soviéticas ao Afeganistão, para que a URSS pudesse combater os fundamentalistas islâmicos.”

      Tivemos um adepto do Kremlin a falar. Desde quando a invasão do Afeganistão foi para combater o Islamismo?

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      • João Pimentel Ferreira's avatar
        11 Outubro, 2014 14:05

        Não foi esse o objetivo do Kremlin, mas combateu-o, e os que agora guardam ódio fervoroso ao Islão, foram os mesmos que se rejubilaram a ver Rambo 3 na altura, e que apelidaram os talibans de “freefigherts”. E sim, não se pode dizer que a Europa e as suas nações e instituições, à exceção de Inglaterra que anda sempre a reboque do tio sam, seja um continente militarmente interventivo.

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  7. anónimo's avatar
    anónimo permalink
    11 Outubro, 2014 12:30

    Desculpem a ignorância, mas Kobani tem algum poço de petróleo ?

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      11 Outubro, 2014 13:27

      Como não tem Cabul no Afeganistão. Todavia a máquina bélica, como muito bem deve saber, precisa de ser “oleada”

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      • lucklucky's avatar
        lucklucky permalink
        11 Outubro, 2014 13:49

        Fica implicito claro que “máquina bélica” é um pecado que só os EUA têm,
        o tipico argumento Pravda repetido ad eternum para assim construir a narrativa.

        Já que a Síria, Iraque de Saddam tenham sido armados essencialmente pelas armas dos países que a esquerda caviar e a outra esquerda gosta nada conta.

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      • anónimo's avatar
        anónimo permalink
        11 Outubro, 2014 14:03

        para vender o óleo ?

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      • anónimo's avatar
        anónimo permalink
        11 Outubro, 2014 14:10

        Reagi a ironizar, mas Vc merece uma resposta em forma de pergunta. E o que estava em Cabul e no Afeganistão não tinha a ver com a resposta a um ataque ?
        Por acaso, a actual intervenção internacional no Iraque/Siria não tem a ver, directamente com o controlo de petróleo ?
        Não seja pedante, pázinho.

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      • João Pimentel Ferreira's avatar
        11 Outubro, 2014 14:13

        Reparo que desconhece por completo o panorama histórico e geopolítico do mundo. Quem financiou e armou Sadam, foi os EUA através da CIA, para que este pudesse ser um contrapoder na região contra o Irão, mais precisamente depois da crise dos reféns da embaixada dos EUA em Teerão em 1979. Foi os EUA que armou Sadam na guerra Irão-Iraque, foi os EUA que armou todos os países da OPEP desde a fundação do sistema petrodólar, a começar pela Arábia Saudita. Muitos países têm máquinas bélicas, mas a dos EUA é incomensuravelmente superior a todos as outras
        http://www.veraveritas.eu/2011/03/brutal-letal-e-monstruosa-maquina.html
        Recomendo que se instrua um pouco
        Cumprimentos
        PS: Detesto caviar, prefiro pão

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      • João Pimentel Ferreira's avatar
        11 Outubro, 2014 14:20

        Até porque toda a gente sabe que Bin-Ladan esteve sempre refugiado em Cabul, até foi lá que foi apanhado, consta. Ou será que começaram no Afeganistão, e de reboque, foi também o Iraque, a quinta maior reserva de petróleo do mundo, que agora os EUA controlam por completo.
        http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_proven_oil_reserves#Countries

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      • anónimo's avatar
        anónimo permalink
        11 Outubro, 2014 21:10

        Não seja pedante, pázinho.

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  8. almeida's avatar
  9. Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
    Alexandre Carvalho da Silveira permalink
    11 Outubro, 2014 15:37

    Talvez quando os fascistas islamicos tomarem conta de cidades europeias os bempensantes acordem. E não é dificil eles tomarem conta de cidades europeias, porque hoje já controlam partes significativas de cidades como Londres e Paris. Não acreditam? então vão lá ver.

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      11 Outubro, 2014 17:11

      Esse foi o argumento que o Partido Nacional Socialista usou na Alemanha contra os Judeus. Na altura segundo os nazis os judeus controlariam a Europa e o mundo através da banca e do capital.

      Por isso pondere muito bem as palavras antes de escrever o que lhe vai nas vísceras.

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      • Joaquim Amado Lopes's avatar
        Joaquim Amado Lopes permalink
        11 Outubro, 2014 20:10

        Se o João Pimentel Ferreira ponderasse um pouco sequer as palavras não tinha feito essa comparação imbecil com os nazis.
        Mas não se pode esperar melhor de quem acha que a Europa “escolheu ser um Continente de paz” porque preferiu que fossem outros a pagarem com dinheiro e sangue as guerras que tinham que ser feitas, incluíndo as em território europeu (p.e. ex-Jugoslávia).

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      • Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
        Alexandre Carvalho da Silveira permalink
        11 Outubro, 2014 20:39

        O que lhe vai nas visceras? ó rapazinho, sabes o que é que diz o melro pró picanço?

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      • João Pimentel Ferreira's avatar
        11 Outubro, 2014 20:51

        Se o caro Joaquim fosse honesto na interpretação do que escrevi, não teria feito essa análise deturpada das minhas palavras. A Europa, e reafirmo-o, desde o pós-guerra que foi um continente de União e Paz, à exceção do Reino Unido, que segue todos os passos bélicos dos EUA, e da França que intervém de vez em quando. Repare que a UE não tem um exército próprio, nem sequer tem política militar institucionalizada ou consertada no plano internacional ao contrário de muitos outros domínios como energia ou poluição.

        O que disse, é que essa visão apocalíptica de espalhar o medo nas massas, de resmas de muçulmanos a entrar pelas nossas cidades, a copular com as nossas mulheres e a procriar como coelhos, retirando a identidade ao sangue puro dos ocidentais, é um programa político com antecedentes históricos. Recomendo-lhe que visite a Holanda, que pode ficar pasmado, que afinal todos esses “infiéis” aparentam viver em quase total harmonia com os “ocidentais”, num país que está em quarto lugar no mundo no índice de desenvolvimento humano.

        Os impérios e os tiranos ao longo da história, sempre precisaram de pretextos muito convincentes e demagógicos para fazer a guerra, que vão desde a democracia, a liberdade, Cristo, o Islão ou a “identidade”!

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      • Joaquim Amado Lopes's avatar
        Joaquim Amado Lopes permalink
        11 Outubro, 2014 23:42

        João Pimentel Ferreira,
        Depois de ter comparado o que o Alexandre Carvalho da Silveira escreveu ao argumentário nazi, o “caro João” pode meter o que entende como “honestidade” e “interpretação não depurtada das suas palavras” num sítio onde o Sol não brilha.
        E se não gosta dos termos que acabo de usar passe a ponderar antes de escrever porque quem “puxa” de comparações com nazis a propósito de coisa nenhuma merece bem pior.

        Quanto a a Europa não ter um “exército próprio”, (quase?) todos os países da Europa têm exércitos próprios mas quando é para “dar o corpo ao manifesto” ficam sempre à espera que os americanos vão à frente.
        O “pacifismo” dos europeus tem sido o de “negociar” o que não é negociável enquanto se deixa que as atrocidades e massacres continuem, até os americanos intervirem ou já não haver mais nada a fazer, para não termos que sujar as mãos e pretendermos uma superioridade moral que nunca tívémos.

        “essa visão apocalíptica de espalhar o medo nas massas, de resmas de muçulmanos a entrar pelas nossas cidades, a copular com as nossas mulheres e a procriar como coelhos, retirando a identidade ao sangue puro dos ocidentais, é um programa político com antecedentes históricos”
        Esta passagem mais não é do que a continuação da cretinice e da hipocrisia subjacente às suas outras intervenções.

        Essa linguagem (ou algo sequer remotamente parecido com esse vómito) nunca foi usada por aqui. Apesar de a estar a atribuir (de forma implícita) ao Alexandre Carvalho da Silveira e não a mim, ofende-me.

        A viragem à extrema-direita na França e a subida do UKIP no Reino Unido derivam em grande medida de a tradicional opção dos europeus em empurrar os problemas com a barriga ter permitido a criação de zonas exclusivas a muçulmanos em várias cidades europeias e a existência de muitos radicais islamicos que vivem à custa do estado social europeu para espalharem a sua linguagem de ódio e extremismo.
        O cretinismo conhecido como “politicamente correcto” admite tudo aos extremistas, até advogarem publicamente o extermínio de quem não se converta à sua religião, mas não admite que se acuse muçulmanos seja do que fôr. Quando um muçulmano comete um crime os idiotas (in)úteis começam logo a gritar “racismo” e “intolerância” independentemente de saberem ou não se o crime foi realmente cometido por aquele indivíduo.

        Existem na Europa muitos imigrantes muçulmanos (a maioria) que apenas querem ter uma vida melhor do que a que tinham nos seus países. Mas também há muitos que “exigem” que as suas “tradições” não devem ser limitadas pelas Leis dos países para onde escolheram emigrar, recusando viver segundo essas Leis. E isso faz muito justamente levantar a questão de por que razão estes últimos escolheram emigrar para a Europa, não podendo serem todos metidos no mesmo saco (os que se integram e os que recusam a integração e exigem que seja a Europa a adaptar-se ao que eles querem).
        Ora, não se depreende das palavras do Alexandre que tenha sido sua intenção meter todos no mesmo saco e de certeza que não é a minha. Mas é cada vez mais evidente que é a sua.

        A propósito de haver muitos imigrantes muçulmanos que coexistem pacificamente com outras culturas e aceitam as Leis dos países europeus onde vivem não se pode negar a EVIDÊNCIA de que não é esse o caso de todos os imigrantes muçulmanos. E os que advogam a (e nalguns casos recorrem à) violência para forçar as comunidades que os acolhem a alterar os seus costumes e Leis são um perigo para a Europa. Quanto mais tempo se pretender ignorar essa evidência mais difícil será combater esse problema e mais sangrento será o desfecho.

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      • João Pimentel Ferreira's avatar
        12 Outubro, 2014 15:12

        Mas quem é o senhor para negar ou atestar evidências da sua poltrona e do seu teclado, obtidas pela mui imparcial e independente mídia ocidental, cujos telejornais terminam amiúde com um pequeno urso que nasce algures por um zoo da Carolina do Norte? Saia da aldeia e passe umas férias prolongadas pela Holanda ou pela Suécia por exemplo.

        A ignorância é mais perigosa que a teimosia e o seu recurso constante à ofensa pessoal e não há blasfémia, revela a mediocridade do seu argumentário.

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      • Alexandre Carvalho da Silveira's avatar
        Alexandre Carvalho da Silveira permalink
        12 Outubro, 2014 01:08

        Joaquim Amado Lopes, agradeço as suas palavras, mas esse palerma que aqui apareceu hoje não merece que se perca tempo com ele.

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      • Joaquim Amado Lopes's avatar
        Joaquim Amado Lopes permalink
        12 Outubro, 2014 19:56

        O palerma (vénia ao Alexandre) provinciano julga que, por haver imigrantes muçulmanos bem integrados em comunidades na Holanda e na Suécia (algo que não tenho qualquer problema em acreditar que aconteça nesses e noutros países), as notícias sobre crimes “de honra”, zonas que os não-muçulmanos têm que evitar sob pena de serem vítimas de violência étnica, discursos de defesa da violência contra os ocidentais que não se convertam ao Islão e exigências de que os não-muçulmanos alterem os seus comportamentos para não ofender Alá são falsas (mesmo quando essas notícias são sustentadas em vídeos e testemunhos na primeira pessoa), que TODOS os imigrantes muçulmanos estão bem integrados e que nenhum deles comete crimes contra outras etnias ou tem uma linguagem radical de apelo à violência contra o ocidente.
        Pelos vistos, as notícias sobre as “caricaturas de Maomé” serão invenção dos “mídia ocidentais”.

        Se alguém escrever que há alguns orfanatos em que acontecem abusos sexuais sobre crianças, o palerma vai afirmar que isso não é verdade porque conhece dois ou três orfanatos em que isso não acontece?

        A base da cretinice do palerma fica bem evidente quando justifica a diferença entre Europa e EUA pela “escolha da paz” por um e “escolha da guerra” por outro e quando usa a expressão “mídia ocidental” para desvalorizar as notícias do que se passa na Europa.
        O palerma também deve achar que todos os mísseis lançados de Gaza para Israel são defensáveis e nenhuma resposta israelita é justificada.

        Só porque o palerma se recusa a ver o que não encaixa nos seus dogmas, isso não quer dizer que os outros são ignorantes. Quer apenas dizer que o palerma reconhece intimamente que a sua visão do mundo é uma fantasia mas prefere manter a fantasia e fazer figuras tristes a defendê-la.

        Quanto à “ofensa pessoal”, a sua referência ao nazismo e a tentativa de colagem a uma linguagem abjecta e cretina (a da “visão apocaliptica”) de quem revela preocupação com o extremismo islâmico cada vez mais presente na Europa fazem com que mereça tudo o que escrevi e muito mais.

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      • João Pimentel Ferreira's avatar
        12 Outubro, 2014 20:24

        O caro Joaquim rendeu-se à política do medo. Como digo, visite a Holanda por um mês, vá aos bairros onde há muçulmanos, visite mesquitas, talvez se surpreenda Deve haver mais crime na Quinta do Mocho do que na Holanda inteira. Os muçulmanos que conheci são bem menos “agressivos” a passarem-me as suas ideias que qualquer testemunha de Jeová. O facto de haverem alguns fundamentalismos sanguinários noutros países, não invalida que as pessoas dessa religião ou cultura não vivam em paz noutras circunstâncias. Tenho de lhe recordar o que foram as Cruzadas ou o Santo Ofício? Ou o que foi o nazismo ou o estalinismo? Ou o que se fez em Hiroxima e Nagasáqui em nome da liberdade e democracia?

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      • Joaquim Amado Lopes's avatar
        Joaquim Amado Lopes permalink
        12 Outubro, 2014 21:57

        Responda-me a uma questão directa e objectiva com um simples “sim” ou “não”:
        Admite que existem locais na Europa em que muçulmanos têm um discurso público e nalguns casos até acção violenta contra quem tenha comportamentos públicos contrários à sua religião (p.e. publicação de caricaturas de Maomé), recusam seguir as Leis locais e exigem a implementação da Sharia e/ou formam guetos nos quais os não-muçulmanos não são bem-vindos?

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      • Joaquim Amado Lopes's avatar
        Joaquim Amado Lopes permalink
        14 Outubro, 2014 19:16

        João Pimentel Ferreira,
        Passados quase 2 dias, ainda não respondeu à pergunta directa e objectiva que lhe coloquei.
        Aposto que, se e quando responder, me vai voltar a convidar a visitar a Holanda para eu ver que http://en.wikipedia.org/wiki/Operation_Trojan_Horse é uma invenção dos “mídia ocidentais”.

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      • João Pimentel Ferreira's avatar
        14 Outubro, 2014 19:27

        Sim. Há regimes muçulmanos teocráticos mas daí nada concluo. O Islão não é o único pretexto para tiranias que existe no mundo. Insisto: visite a Holanda, mas não precisa de vir armado, ninguém lhe fará mal.

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      • Joaquim Amado Lopes's avatar
        Joaquim Amado Lopes permalink
        14 Outubro, 2014 20:23

        A discussão neste thread é sobre os imigrantes muçulmanos na Europa com discurso e comportamentos anti-Ocidente que constituem uma ameaça para a Europa.
        O João insistiu repetidamente que, como encontrou imigrantes muçulmanos bem integrados na Holanda (para sua informação, há imigrantes muçulmanos bem integrados em TODOS os países da Europa; não é preciso ir à Holanda para os encontrar e, se fosse, isso só serviria para comprovar que não tem um pingo de razão nas críticas que fez ao Alexandre e a mim), a preocupação com o extremismo islâmico crescente na Europa não tinha fundamento, deriva de “ignorância”, constitui um “discurso do medo” e é comparável ao nazismo.
        A pergunta que lhe coloquei é explicitamente sobre o extremismo islâmico na Europa. Indico-lhe até um link para um caso concreto de acções de um grupo organizado para promover o islamismo e a intolerância religiosa em escolas no Reino Unido.

        E responde-me com “regimes muçulmanos teocráticos”.

        Ou você é mesmo parvo como uma porta (peço desculpa às portas pela comparação) ou prefere fazer-se de parvo a reconhecer que não tem razão.
        Em qualquer dos casos não vale a pena perder mais tempo consigo.

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      • João Pimentel Ferreira's avatar
        14 Outubro, 2014 22:17

        Responder-lhe-ei pela última vez, pois além de termos esgotados os nossos argumentos, o caro Joaquim além de rude, é muito chato. Aquilo que se chama por aí de estado islâmico é terrorista, ponto. Os EUA são terroristas, ponto. A diferença é que um faz de forma clandestina, o outro faz de forma oficial, usando depois os “mass media” para suavizar os factos.

        Esta imagem representa terrorismo para as pessoas que estavam naquele cidade naquele momento.

        Passar bem

        PS: Pode dar a resposta mais ordinária que bem entender, deixei a partir de agora de seguir este tópico e como tal não lerei o escrever doravante!

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      • Joaquim Amado Lopes's avatar
        Joaquim Amado Lopes permalink
        15 Outubro, 2014 18:38

        Vale a pena perder mais um minuto com o “inteligente” e “instruído” João Pimentel Ferreira.
        Tão “inteligente” e “instruído” que, mesmo sendo-lhe explicado com todas as letras (o meu comentário anterior), não consegue perceber que a discussão sobre o ISIS e a intervenção de países ocidentais no Médio Oriente é mais lá para baixo, com o Fernando S, e que a discussão comigo é sobre os imigrantes muçulmanos extremistas na Europa.

        E depois chateia-se por lhe chamarem parvo.

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  10. Fássista's avatar
    Fássista permalink
    11 Outubro, 2014 19:47

    Ó joaozinho, vamos todos fingir para teu benefício que são os EUA que fabricam os T72, os Mi 24 e as AK47 que eqipavam o exército do Saddam… Enxerga-te! Se vais dar uma de pedante, pelo menos informa-te, que vê-se que as questões militares não te dizem muito… ao menos foste à tropa?

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      11 Outubro, 2014 19:57

      Não são, é a Rússia e tinha sido a URSS. Mas veja estes dados e compare:
      http://www.veraveritas.eu/2011/03/brutal-letal-e-monstruosa-maquina.html

      E antes de ser rude com os outros, instrua-se:
      http://en.wikipedia.org/wiki/United_States_support_for_Iraq_during_the_Iran%E2%80%93Iraq_war

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      • Fássista's avatar
        Fássista permalink
        11 Outubro, 2014 20:51

        Volto a perguntar: os EUA agora fabricam equipamento soviético? Se os américas apoiaram alguém foi o Irão, que esses sim, com os seus F14, Chieftains, F5 e G3, combateram com armamento ocidental.

        PS: A nossa Europa coberta de sangue só é um “continente de paz” porque somos demasiado sovinas para pagar a nossa defesa!

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      • João Pimentel Ferreira's avatar
        11 Outubro, 2014 21:18

        Os EUA, apoiaram sempre aqueles que lhes convinham, económica e politicamente, desde Pinochet, Sadam Hussein, Savimbi, os príncipes da Arábia Saudita ou o governo de Israel, passando por todos os países da OPEP. Se ler o artigo que lhe enviei, os EUA têm gastos militares, quase 10 vezes superiores à Rússia, por isso não precisa de me enumerar equipamento bélico, que as verbas em causa falam por si.

        Não, a Europa é um continente de Paz, porque teve um Trauma de duas grandes guerras, motivadas por nacionalismos, identidades radicalizadas, sectarismos faccionários e intervenções egoísticas em países alheios, que ceifaram a vida a 100 milhões de seres humanos.

        Ignorância total em História dá nestas bacoradas.

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  11. Fássista's avatar
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    11 Outubro, 2014 21:31

    Oh meu deus, as coisas em que a esquerda acredita… Os camaradas soviéticos, claro, nunca apoiaram ditaduras nenhumas. E no que toca a equipamento militar, meu filho, ter dinheiro não basta, é preciso comprar as ditas armas. Os américas bem podem ter dado o guito, mas quem vendeu os brinquedos foram os camaradas…

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  12. A. R's avatar
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    11 Outubro, 2014 22:54

    “Quem financiou e armou Sadam, foi os EUA através da CIA, para que este pudesse ser um contrapoder na região contra o Irão, mais precisamente depois da crise dos reféns da embaixada dos EUA em Teerão em 1979.”

    Falso: mais de metade das armas do Iraque eram de fabrico russo. As guerras mais letais no médio oriente e África envolveram sempre armas de fabrico soviético (basta lembrar o Sudão, a Etiópia, o Vietname, etc). O terrorismo envolveu sistemáticamente armamento russo. Aliás o complexo militar russo vende muito mais que o americano e o exército russo possui um arsenal nuclear bem mais sofisticado e extenso que os EUA. O Komintern levou guerra e armamento a todas as partes do Mundo: não se envolveu quase nunca, excepto com conselheiros, mas usou muito idiota útil para lhe fazer o trabalho sujo. A porcaria do comunismo vende bem apesar da qualidade do produto ser péssima.

    Agora estranho é a esquerda -especialmente BE, PCP e as ONG pela paz, pelo sossego e contra a guerra, que andavam por aí como moscas por cadáveres quando Israel ripostou a um bombardeamento massivo a que estava sujeito à semanas consecutivas- estar tão sossegada com estas guerras e cercos.

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  13. A. R's avatar
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    11 Outubro, 2014 23:02

    “Recomendo-lhe que visite a Holanda, que pode ficar pasmado, que afinal todos esses “infiéis” aparentam viver em quase total harmonia com os “ocidentais”, num país que está em quarto lugar no mundo no índice de desenvolvimento humano.” Pois eu não vejo nada disso e já lá estive. Vejo velhos, idosos, raparigas assaltados e assediados por muçulmanos. Vejo dois holandeses mortos por muçulmanos e vejo as pessoas afastarem-se dos bairros de muçulmanos. Vejo quase 100% dos estupros na Noruega, na Dinamarca, na França serem feitos por muçulmanos. Vejo milhares de carros incendiados por muçulmanos em França, decapitações por aí fora, violência contra mulheres e raparigas dominada quase a 100% por muçulmanos, vejo os animais abatidos de forma bárbara!

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      12 Outubro, 2014 15:50

      Pois eu vivo na Holanda há mais de um ano mesmo perto de um bairro com muitos muçulmanos, e até aos 18 anos vivi em Marvila e não me peça para descrever qual dos dois lugares é mais prazeroso para se habitar. O português médio é academicamente versado e literato a tecer comentários sobre o que desconhece por completo. Recomendo-lhe que vá ao estádio num serão dominical, é o local propício para essas ilações.

      João Pimentel Ferreira http://www.joaopimentel.eu Enviado do meu Nokia

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  14. A. R's avatar
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    11 Outubro, 2014 23:05

    Agora aproveite-se para visitar a baixa de Haia: mete medo! Há por lá polícia em barda … felizmente.

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      12 Outubro, 2014 15:42

      Que coincidência meu caro. Neste preciso momento escrevo do meu telemóvel da baixa da Haia enquanto bebo uma bica numa esplanada portuguesa. Vejo mais PSP em Lisboa num dia do que na Haia num ano, uma cidade com um número considerável de ‘infiéis’ e que tem dos índices mais baixos de criminalidade do mundo.

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  15. Juromenha's avatar
    Juromenha permalink
    11 Outubro, 2014 23:26

    A Central fez um “upgrading” ao “lopes”…mas o raio da bolorenta sintaxe lá se encarrega de lhes expor o traseiro…

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  16. pvnam's avatar
    12 Outubro, 2014 02:29

    -» No presente, tal como no passado, a SOBREVIVÊNCIA é uma coisa difícil e complicada!
    .
    A Luta pela Sobrevivência envolve:
    -1- capacidade de renovação demográfica;
    -2- capacidade de defesa perante aqueles que pretendem ocupar e dominar novos territórios.
    Assim sendo:
    antes que seja tarde demais, há que mobilizar aqueles nativos europeus que possuem disponibilidade emocional para abraçar um projecto de Luta pela Sobrevivência… e… SEPARATISMO-50-50!
    .
    .
    .
    P.S.
    -> Nazismo não é o ser ‘alto e louro’, bla bla bla,… mas sim… a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros!
    -> Para além dos hitlerianos, existem outros… um exemplo: os ‘holocausters’ mais massivos da História são precisamente aqueles (um ex: na América do Norte) que buscaram/procuraram pretextos para negar o direito à Sobrevivência de Identidades Autóctones.
    -> Se os autóctones europeus não estiverem dotados duma Coligação-Defensiva (do tipo NATO)… ‘globalization-lovers’ nazis aplicarão aos autóctones europeus o mesmo ‘tratamento’ que foi aplicado aos autóctones norte-americanos.
    -> Armas convencionais não irá ser suficiente… serão necessárias armas de alta tecnologia… uma obs: a Rússia deverá ser um aliado estratégico importante.
    -> A Coligação-Defensiva (do tipo NATO)… não deverá ser uma mera coligação europeia, leia-se: deverá ser uma Coligação de Identidades Autóctones (europeias e não só) que estão em risco de sobrevivência face ao comportamento de perigosos ‘globalization-lovers’ nazis.

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      12 Outubro, 2014 14:59

      Uma dialética totalmente nazi e que degenerou na Europa duas grandes guerras. O seu argumentarário é mais perigoso que uma companhia de estalinistas devotos ou que um batalhão de ativistas pró-aborto, e olhe que considero Estaline um sanguinário e o aborto um infanticídio.

      Tenho muito mais medo de pessoas como o senhor do que 99 muçulmanos devotos. Instrua-se na História da Europa do século XX e cresça.

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    • Expatriado's avatar
      Expatriado permalink
      12 Outubro, 2014 20:42

      “Há islâmicos moderados, mas não há Islão moderado!

      As análises ocidentais do Islão e dos Islâmicos, viciadas que estão pela prática do “politicamente correcto” pensamento ocidental, pecam logo à partida por confundirem o Islão com os Islâmicos. É que havendo certamente islâmicos moderados, a maioria, não há Islão moderado.
      Maomé foi obrigado a fugir de Meca em 622, depois de um atentado à sua vida, refugiando-se em Medina durante 8 anos. A partir deste evento, Maomé começou a trabalhar na montagem de um exército para conquistar Meca, o que conseguiu em 630. Para disciplinar as tribos nómadas e incentivá-las à luta até à morte, prometeu-lhes o paraíso com mordomias negadas na terra:

      “A descrição corânica do Paraíso nos dá uma visão do quanto ele é um lugar fantástico. Uma morada eterna que preenche todos os nossos desejos, seduz todos os nossos sentidos, nos concede tudo que poderíamos querer e muito mais. Deus descreve Seu Paraíso como tendo a terra feita de pó fino de almíscar,[2] solo de açafrão,[3] tijolos de ouro e prata, e seixos de pérolas e rubis. Abaixo dos jardins do Paraíso correm rios de água cristalina, leite, mel e vinho não intoxicante. Os leitos de suas margens são domos de pérolas côncavas.[4] Todo o espaço é cheio de luz cintilante, plantas com doces aromas e fragrâncias que podem ser sentidos de longe.[5] Existem palácios luxuosos, enormes mansões, vinhedos, tamareiras, romãzeiras,[6] árvores de lótus e acácias cujos troncos são feitos de ouro.[7] Frutos abundantes e maduros de todos os tipos: morangos, cerejas, uvas, melões, romãs; todos os tipos de fruta, tropical e exótica; qualquer coisa que o crente possa desejar!

      E, importante, Sobre el carácter sexual del Paraíso

      Seyyed az-Zahirí
      “Dijo el Profeta: (A cada morador del Paraíso) se le dará la fuerza de cien hombres jóvenes para realizar el coito y tener apetencia sexual. Permanecerá copulando durante un período de cuarenta años; cada día desflorará a cien vírgenes de las huríes”. Abdal-lâh ibn ‘Abbâs, considerado el padre de la exégesis coránica (muerto en el 68 d.H.), entendía que el pasaje del Corán que dice “Ese día los moradores del Jardín tendrán una ocupación feliz” (36:55), se refería a “desflorar a las vírgenes y a las doncellas inmaculadas”.

      Basta ler uma tradução do Corão, directa do árabe para uma língua ocidental – que não uma tradução propositalmente suavizada para olhos ocidentais – , para perceber e comprovar que o Islão é, na essência, o exemplo do radicalismo exacerbado. Concebido que foi poe Maomé para destruir todas as religiões não Islâmicas:

      Any religion other than Islam is not acceptable (3:85)
      The Jews and the Christians are perverts; fight them (9:30)
      Maim and crucify the infidels if they criticise Islam. (5:33)”

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  17. A. R's avatar
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    12 Outubro, 2014 15:15

    “Uma dialética totalmente nazi e que degenerou na Europa duas grandes guerras.” Falso: o nazismo foi uma criação soviética: criado e treinado nos mais valentes valores proletários. Hitler aliás competia para levar bem mais a sério os ideais da luta comunista e há medalhas da comemoração do 1ª de Maio com a foice e Martelo e suástica na mesma moeda. Quanto à superioridade da raça o mentor foi o comunismo: Estaline afirmou de forma clara a superioridade da raça no âmbito da qual promoveu a substituição de populações por russos que causaram a morte de fome, frio e inanição de milhões de pessoas não russas nas denominada deportações que muitos esquecem ou que a sua sabedoria arrogante não alcança.

    Limpar as bentas do comunismo à custa do nazismo tem sido um bom negócio pois “venceram a guerra”. Mas não foi a Rússia que venceu a guerra: foram as divisões ucranianas que deram o corpo ao manifesto.

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      12 Outubro, 2014 15:33

      Quem venceu os nazis foram os russos, por muitos filmes que Spielberg produza ou por muitos discursos que Obama difunda na efeméride do dia D. 9 em cada 10 soldados da Wehrmacht pereceram na frente oriental.

      Instrua-se

      João Pimentel Ferreira http://www.joaopimentel.eu Enviado do meu Nokia

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  18. A. R's avatar
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    12 Outubro, 2014 15:42

    Olhe …. olhe que não! Instrua-se você.
    Os russo limitaram-se a esperar ali á beira do Vístula que Hitler acabasse o trabalhinho em Varsóvia para começarem a marcar as reuniões dançantes da elite militar soviética com a elite militar nazi com belo champanhe francês. Depois foi o cabo dos trabalho … Estaline nem queria acreditar que o seu amigo e aliado lhe entrava casa dentro e foi de novo a Ucrânia, massacrada já por uma fome de 6 milhões de mortos, que deu o corpo à terra queimada.

    Instrua-se pois essa carinha de pichote a ler avantes transporta massa cinzenta com deficiências em abundância e arrogância que excede o qb.

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      12 Outubro, 2014 16:06

      O seu recurso constante à ofensa pessoal mais uma vez revela a sua ignorância e a sua total falta de urbanidade para debater assuntos de forma séria, pelo qual esta será a última mensagem que me digno a endereçar-lhe. Um pequena leitura dominical sobre a batalha e o cerco de Estalingrado e do massacre dos 600 mil homens do sexto exército de Paulus à beira do Volga, deita por terra todas as suas infames e xenófobas teorias históricas. Insisto no repto: instrua-se!

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      • Expatriado's avatar
        Expatriado permalink
        12 Outubro, 2014 16:38

        Joao Pimentel Ferreira (da boina Che Guevara….) talvez beneficie de alguma “instruçao” (como gosta de dizer aos que nao concordam com as suas ideias) ao ver, escutar e pensar nesta entrevista.

        http://video.foxnews.com/v/3812081598001/why-would-women-join-isis/?playlist_id=937116552001#sp=show-clips

        Ha’ todo um outro mundo para alem do que lhe enformaram a cabeça. O mundo real.

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      • João Pimentel Ferreira's avatar
        12 Outubro, 2014 19:51

        Caro Expatriado, eu estou perfeitamente aberto a ler e absorver conhecimento, não me apraz todavia a intolerância e a tirania, principalmente quando estas advém do medo. Peço-lhe por favor também que leia isto:
        http://www.veraveritas.eu/2014/07/a-origem-e-o-anacronismo-do-medo.html

        E o que temos assistido é uma política do medo para fazer a guerra, foi assim desde os Romanos, Cristandade, Napoleão, Hitler, Estaline, Islão e agora EUA/NATO. E será sempre assim até as pessoas passarem a usar na sua participação cívica mais a razão e menos a emoção.

        E acho estranho dizer que me enformaram o que quer que seja, quando nem tenho televisão em casa, e além de ler os “mass media” tento obter conhecimento também fora dos canais convencionais e de preferência independentes. Sabe porque é que Hitler ordenou a queima de milhares de livros? Hoje usa-se a técnica oposta, bombardeia-se o cidadão com informação fútil e frívola, ruído branco, para que se perca a noção do essencial, do importante e do verdadeiro.

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  19. Expatriado's avatar
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    12 Outubro, 2014 16:12

    Ca’, como la’, vai-se passar o mesmo. Alias, ja’ esta’ em curso. Talvez entao o J. Pimentel Ferreira acorde.

    http://video.foxnews.com/v/3810986663001/judge-jeanine-its-us-against-them/?playlist_id=937116552001#sp=show-clips

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      12 Outubro, 2014 20:04

      Antes mesmo de começar a ver o vídeo, que vou ver com sacrifício porque mo pediu, devo dizer que acusar-me de ter as ideias enformadas e depois enviar-me um vídeo da Fox News, televisão de Rupert Murdoch, ligada aos republicanos e conhecida por ser mais opinativa que jornalística, teríamos por certo aqui conteúdo para um belo romance dadaísta.
      http://www.economist.com/node/18904112

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      12 Outubro, 2014 20:08

      Vi 20 segundos, é para esquecer, demagogia e populismo das mais asquerosas. Como alguém pode considerar aquilo jornalismo! Lembra-me o Artur Albarran nos seus tempos áureos.

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      • Expatriado's avatar
        Expatriado permalink
        12 Outubro, 2014 20:28

        JPF diz “…. não me apraz todavia a intolerância e a tirania, principalmente quando estas advém do medo.”

        Portanto deve reflectir acerca do que vai na mente daquela gente e chegar a uma conclusao acerca de quem esta’ a meter medo a quem. Por isto:

        What the Koran says about the infidels:-

        Excerpts:

        Do not hanker for peace with the infidels; behead them when you catch them (47:4)
        Terrorise and behead those who believe in scriptures other than –the Qur’an (8:12)
        Slay the unbelievers wherever you find them(2:191)
        Make war on the infidels living in your neighboorhood (9:123)
        When opportunity arises, kill the infidels wherever you catch them (9:5)
        Kill the Jews and the Christians if they do not convert to Islam or refuse to pay Jizya tax (9:29)
        Any religion other than Islam is not acceptable (3:85)
        The Jews and the Christians are perverts; fight them (9:30)
        Maim and crucify the infidels if they criticise Islam. (5:33)
        The infidels are unclean; do not let them into a mosque (9:28)
        Punish the unbelievers with garments of fire, hooked iron rods, boiling water; melt their skin and bellies (22:19)
        Do not hanker for peace with the infidels; behead them when you catch them (47:4)
        The unbelievers are stupid; urge the Muslims to fight them (8:65)
        Muslims must not take the infidels as friends (3:28)
        Terrorise and behead those who believe in scriptures other than the Qur’an (8:12)
        Muslims must muster all weapons to terrorise the infidels (8:60)

        The Qur’an certainly proclaims that when the time is appropriate, Muslims must use force to convert the unbelievers to Islam. For the non-Muslims, the alternative to this is to pay the humiliating protection money (Jizya tax) or be killed (by beheading, of course). A militarily dominant Islam, without doubt, precludes the peaceful co-existence with the unbelievers if the Muslims have to abide strictly by the unalterable stipulations of the Qur’an.
        This is why we see very few “moderate” muslims coming out and speaking against the violence. There is so much overwhelming evidence stacked against them not able to be “moderate” because of the fundamental belief’s of Islam.

        Nao me diga que foram os americanos que mandataram isto…..

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      • João Pimentel Ferreira's avatar
        12 Outubro, 2014 21:06

        Caro Expatriado, mais uma vez, não me leve a mal, as suas citações soltas do Corão revelam extrema ignorância. Já leu o Antigo Testamento? Ou também quer que lhe cite umas passagens? Pode começar por Onã, que por ter copulado com a cunhada, e ter largado o sémen na chão, foi morto por Deus! Ou Caim ou todos os habitantes de Sodoma, por certo haviam crianças e muitas mulheres em Sodoma, não?! Ou os idolatras do bezerro de Ouro! Sacar excertos de um texto escrito há 2000 anos, revela total imparcialidade no debate.

        E já agora, alguma vez me viu escrever em abono do Islão?

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      • Expatriado's avatar
        Expatriado permalink
        12 Outubro, 2014 21:45

        Obviamente estamos conversados acerca do seu “conhecimento”. Al-xxxx com 2000 anos? hehehehe

        E ja’ viu algum judeu (seguidores do AT) andar a matar, no Sec XXI, em nome da sua religiao? Exigindo que todos se convertam a ela e so’ a ela?

        Over and out.

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      • João Pimentel Ferreira's avatar
        12 Outubro, 2014 21:58

        Referia-me obviamente à Bíblia, mais especificamente o Antigo Testamento, o Corão consta que foi compilado em cerca de 650 D.C., embora não se esqueça que já era recitado anteriormente.

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      • Expatriado's avatar
        Expatriado permalink
        12 Outubro, 2014 23:00

        Tenha do’ de si mesmo e deixe-se de lerias. So’ mostra a sua ignorancia.

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    • Expatriado's avatar
      Expatriado permalink
      12 Outubro, 2014 20:33

      Creio que faz muito mal em estar fechado ao que se diz no “outro lado da sua trincheira”.

      Assim sendo e depois de ler a sua “opiniao” de que aquilo e’ “demagogia e populismo”, mesmo apos apenas ter visto so’ 20 segundos, por aqui ficamos.

      Lamento que, aparentando ser tao jovem, ja’ tenha fossilizado nas suas “ideias”.

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  20. NaoMAlembro's avatar
    NaoMAlembro permalink
    12 Outubro, 2014 18:15

    Por uma vez, estou de acordo consigo. Quanto a certos discursos, fica esta excelente cena de um filme nao tao excelente. http://www.youtube.com/watch?v=9FnO3igOkOk

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  21. Fernando S's avatar
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    12 Outubro, 2014 22:36

    João Pimentel Ferreira : “E o que temos assistido é uma política do medo para fazer a guerra”

    Considera ou não que o “Estado Islamico” é um movimento islamico fundamentalista e terrorista ?
    Considera ou não que a presença nas fileiras do “Estado Islamico” de muitos militantes extremistas provenientes de paises ocidentais pode representar uma ameaça de futuros atentados terroristas nestes paises ?
    Considera ou não que o avanço do “Estado Islamico” no terreno deve ser combatido por meios militares ?

    Sim ou não ?

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      12 Outubro, 2014 23:07

      O mundo moderno não é maniqueísta e muito menos o são as relações diplomáticas. Não considero que a Europa tenha alguma coisa que intervir militarmente num país estrangeiro, mas naturalmente se houverem problemas de segurança interna dessa natureza têm se ser sanados pela força. E uma coisa é a realidade, outra é a perceção da realidade que temos da televisão. Interessante que aqueles que se alarmam mais são os mesmos que não convivem com comunidades muçulmanas. Visite Londres, Amesterdão ou Estocolmo e a maioria da população não sente essa medo instalado que muitos pseudo-intelectuais em Portugal dizem haver. As raparigas saem à noite e andam mais “despidas” que as portuguesas. 10% da população de Estocolmo é de origem estrangeira, muita dela do Irão e Iraque.

      Excesso de TV em Portugal, é o que é! O maior disseminador de terror e medo é a TV! Ver o jornal da noite ou da tarde está cada vez mais macabro, uma espécie de Correio da Manhã declamado em tempo real!

      Quanto muito a Europa, com as suas relações diplomáticas, podia auxiliar a Turquia a salvar os refugiados de Kobani, país que nem autorizou segundo consta a migração de refugiados por serem curdos. Nunca ninguém se lembrou dos Curdos, quando Sadam os massacrava durante a guerra Irão-Iraque ou quando a Turquia, aliada dos EUA contra a URSS, decapitava os seus líderes. De repente, meio mundo virou embaixada do Curdistão!

      Veja ainda quem anda a financiar a reconstrução de Gaza. A UE é o maior doador/investidor oferecendo 570 milhões de dólares. Os EUA com um PIB superior, não dão nem metade; todavia financiam militarmente Israel.

      Claro que os membros daquilo que se chama por aí de “Estado Islâmico” são terroristas, como foi os EUA quando lançou uma bomba atómica sobre uma população civil, obliterando e incinerando em dez segundos 120 mil pessoas.

      Espero ter respondido de forma clara quanto possível às suas perguntas.

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    • Fernando S's avatar
      Fernando S permalink
      12 Outubro, 2014 23:47

      João Pimentel Ferreira,
      Respondeu de forma clara …
      Portanto, o “Estado Islamico” (não “se chama por ai” … são os proprios que se auto-designam assim) é terrorista apenas na exacta medida em que os EUA também eram terroristas quando na 2a guerra mundial bombardearam cidades alemãs e japoneseas fazendo vitimas civis … Ou seja, o “Estado Islamico” não é mais terrorista do que foram os EUA quando combateram o nazismo alemão e o militarismo japones ! (mas, pelos vistos, a União Soviética, que também bombardeou e matou civis, já não era terrorista !…)
      Portanto, em coerencia, “não considera que a Europa tenha alguma coisa que intervir militarmente”. Ou seja, o “Estado Islamico” pode continuar a massacrar Kurdos, cristãos, muçulmanos, e o mais que aparecer pela frente.
      Estamos entendidos !

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      13 Outubro, 2014 00:04

      Cada um se intitula como quer, não querendo dizer que sejam cumpridores do que quer que seja. Se amanhã quiser criar um grupo no facebook denominado “Estado Cristão” e começar a espalhar a Palavra, ninguém o impede. Terrorismo significa espalhar o terror. Foi o que fez Hitler aos Judeus, Estaline aos não Russos, os Ingleses em Dresden, os EUA no Japão, Israel em Gaza, os Cruzados aos mouros, e o “Estado Islâmico” aos Curdos, iraquianos e alguns ocidentais.

      Não é isto terrorismo?
      http://www.veraveritas.eu/2013/11/a-genese-do-mal-estados-unidos-da.html

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    • Fernando S's avatar
      Fernando S permalink
      13 Outubro, 2014 00:16

      Portanto, toda essa conversa sobre “todos terroristas” para continuar a defender que não se justifica intervir militarmente para parar com o terrorismo do “Estado Islamico” !…
      Já foi suficientemente claro … Não se canse mais !

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      13 Outubro, 2014 00:33

      Não, o que digo é que a Paz não se alcança com guerra. A guerra bélica tem um fim em si mesmo: despotismo e terror. Kobani situa-se na Síria certo? Se alguém tem de intervir militarmente é o exército da Síria, por acaso fornecido pela Rússia, o mesmo exército que tem sido acusado fortemente pelos EUA de atacarem guerrilheiros muçulmanos de forma bárbara! Estranho e complexo não é?!

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  22. Fernando S's avatar
    Fernando S permalink
    13 Outubro, 2014 01:08

    Nem os EUA nem ninguém acusou o regime sirio de “atacar guerrilheiros muçulmanos de forma bárbara”.
    Este regime foi sim acusado de ter sempre reprimido brutalmente qualquer oposição interna, de não ter ter dado passos em direcção de um regime politico mais democratico, de ter cercado e bombardeado deliberadamente zonas urbanas com população civil encurralada e impedida de sair.
    O que é certo é que o exército da Siria não conseguiu fazer face ao “Exército Islamico”. Este fez de zonas controladas na Siria o ponto de partida para a conquista de outros territorios, a começar pelo Iraque.
    O João Pimentel Ferreira já falou e “relacções diplomaticas”. Agora fala no exército de Siria. Percebe-se perfeitamente que o que para si conta é que os paises ocidentais não intervenham militarmente na região. Nem que o preço a pagar seja o “Estado Islamico” continuar a avançar, a massacrar populações, a desestabilizar a região. O seu anti-ocidentalismo e anti-americanismo obcessivo passa antes de qualquer preocupação humanitária e verdadeiramente pacifista.

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      13 Outubro, 2014 09:12

      Os EUA através da CIA forneceram vasto armamento e apoio militar aos rebeldes contra o governo da Bashar al-Assad, essencialmente porque esse governo era pró-Russo. Isso é público. Assim como a NATO e França apoiaram os que derrubaram Kadafi na Líbia, o mesmo país onde estão a aparecer extremistas Islâmicos que Kadafi controlava. Eu já vi este filme, que vem desde o navio Lusitânia torpedado por um submarino alemão e que serviu de pretexto perfeito para os EUA entrarem na primeira Grande Guerra, com largas vantagens para sua hegemonia no mundo e para o seu setor financeiro. Kobani tem de ser salva pela Síria e pela Turquia, senão qualquer dia chamamos os “polícias do mundo” para resolver os problemas de Olivença.

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      • honi soit qui mal y pense's avatar
        honi soit qui mal y pense permalink
        15 Outubro, 2014 16:09

        Nota para JPF, que não vem da Holanda :

        Por acaso os EUA entraram na I guerra mundial porque um idiota do governo alemão prometeu, num documento cifrado, quebrado pela espionagem britânica , ( e que esta entregou ao Presidente Wilson ) que se o Mexico entrasse em guerra a favor da Alemanha , esta lhe entregaria o Texas, o Novo Mexico , o Arizona ,mais a California não tenho certeza … os ianque já fartos de ver algumas desgraças navais que os afectavam por morte de alguns americanos , e a penar 2 mil milhões das falidas GB, e França … lá foram ajudar a acabar com a guerra .
        Aliás não fosse isto tudo os americanos nunca entrariam na I guerra , a que o Wilson era avesso … e não entrariam na II tal não fosse Pearl Harbour a acontecer … e nem contra o Hitler combateriam não fosse ele um idiota convencido em 41 ao declarar , desnecessáriamente … guerra aos EUA.
        Um apontamento avulso : quem ganhou a II guerra mundial foram os aliados e os russos … não foram os russos sózinhos.Os russos se aguentaram em 41 e logo após em sistema de entrega sem pagamentos os EUA fizeram entregas via Irão, e Norte Atlantico de toneladas de equipamentos bestiais , como caminhões americanos, que muito ajudaram os russos na logistica , aviões , e munições a granel .
        Mais … até oportunisticamente … Staline uns dias antes de Hiroxima entrou na guerra com o Japão na China e Manchuria .Os EUA mais que todos suportaram a luta em duas frentes e financiaram a vitória aliada.
        Obviamente no fim foram eles , e os russos os grandes vencedores.Uns por se converterem na maior potencia mundial economica e tecnologica , os outros por se apossarem de um farto território europeu onde instalaram governos fantoches que só em 1989 cairam de podres.
        Já quanto ao ISIL .
        Ninguem fará nada .
        Se os EUA lá forem de boots on the ground , ou alguns europeus … vai ser a festa do costume de tiro ao infiel .Sunitas do ISIL , al Nusra, al qaeda , Xiistas do Iraque , mais Hezbollahs vão deixar de lutar entre si para se entreteram a matar GI com IEDs .O Obama não é parvo e já percebeu o que aquela gente é .
        Pena as minorias , mais os curdos .Um azar a merda de gente que por lá vive e alguns que vão para lá fazer cursos de Jihadis medievais.Mas nem todos são pacificos como os seus Holandeses islâmicos .
        Nem os sauditas , turcos , ou outros palermas cheios de petrodolares do Golfo farão qq coisa .
        Mesmo os iraquianos queriam os EUA de lá para fora .Agora queixam-se que os atques aereos são uma treta , querem mais armamento , e Apaches , F16 …. para que ? para cairem nas maãos do ISIL !!!! … tdo uma treta .O exercito iraquiano aparece na TV de caqui EUA mas não passam de gordos .Uns pagam aos chefes para não ir para a frente .Uma podridão completa .
        Os curdos ainda têm algum brio profissional e não estão divididos .Já os iraquianos são uma familia desavinda sem remédio .Ou mandam os sunitas ,ou os xiitas … só se entendem quando é para roubar ao papalvo ianque , ou para se virarem contra o papalvo ianque … que não tinha nada que inventar ir em 2003 levar a democracia ao medio oriente.
        Não há democracia no medio oriente , salvo Israel.O resto ou são medievais monarquias , mesmo com cidades mirificas , ou estados geridos em ditadura.
        Por alguma coisa a Europa e EUA estão cheios de muçulmanos que querem é ter uma vida de sossego para as suas familias .
        Infelizmente alguns palermas acham isso pouco , e vão para a Siria e Iraque na aventura islamofascista do ISIL..

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  23. JCA's avatar
    JCA permalink
    13 Outubro, 2014 08:35

    .
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    1) Regista o jornalismo estrangeiro de investigação que a Turquia é o maior comprador do petroleo clandestino com que o IS se financia para matar a eito.
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    2) Trata-se duma guerra essencialmente de fações duma mesma Religião, sunitas contra xiitas, uns contra outros e contra qualquer outra que não seja a sua. Portanto uma guerra fraticida e suicida entre eles.
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    Porque haverá de ser o Ocidente a pagar, a morrer e a matar num conflito intestino e regional ? Para ser quem resolve paga e morre e depois ser chamado o Agressor ??
    .
    Os paises da Região Medio Oriente que mandem as suas tropas para o terreno. Morram em combate, matem, paguem a guerra e resolvam o problema só deles e entre eles. Como lhes compete em exclusivo. O Ocidente deve passar a ser mais geopolitico, mais inteligente a lidar em temas deste tipo.
    .
    E se nesta postura civilizada e respeitadora, acima de divergencias regionais e extremismos emocionais, fôr atacado deve responder sem dó nem piedade. Resposta instantanea, massiva e pelo menos tão cruel como a dos provocadores com recurso aos meios militares que tem sobejamente ao seu dispor, para bem e exigência duma Paz mundial responsavel e respeitadora dos outros.
    .
    O resto é andar com cantigas e tretas num nunca mais acabar atento que o dialogo não funciona neste genero de conflitos circunscritos intestinos de Regiões, por vezes de fações religiosas, ou de extremistas e faciosos.
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    A Paz é impossivel com quem lhe faz guerra. É outra abordagem do tema.
    .

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      13 Outubro, 2014 09:22

      Apesar de concordar em parte com o que opina, o seu discurso é perigoso e egoista. Eu não estou contra o Ocidente defender outros povos de massacres ou de genocídios, eu estou contra neste e muitos noutros casos, exatamente porque o “ocidente” (leia-se EUA) é gritantemente hipócrita e corrupto nas suas intervenções militares internacionais. E vai desde o Vietname até ao Iraque. Nunca vi os EUA interessados em intervir na Somália onde morrem milhares por dia devido a guerras étnicas, religiosas e de fome, porque será? Ou não me lembro de os EUA terem intervido no Ruanda, quando morreram pelo menos 1 milhão de civis em massacres étnicos entre Tutsis e Hutus. Porque será? Enquanto a Europa não abrir os olhos, há de ser sempre o bobo da festa!

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      • JCA's avatar
        JCA permalink
        13 Outubro, 2014 22:23

        .
        A sua preocupação de mortes absurdamente é tanta como a minha. Cita exemplos de intervenções antigas que sugerem serem mais voluntarismos generosos que razão fria donde terem redundado em desnecessárias e irresolutas face ao resultado final.
        .
        Cita a Somalia um caso que concordo consigo povos pobres que por fanatismos internos religiosos ainda se empobrecem mais roçando apostas na fome, ou mesmo morrerem à fome. por essas suas causas apenas deles, para nós incompreensiveis porque já passámos há muitos seculos pela mesma ignorancia e obscurantismo (concilios de niceia, inquisições, reformas e contra reformas etc etc etc);
        .
        ou o Ruanda supostamente fanatismos raciais entre iguais da mesma cor que se conduziram por vontade própria à barbarie, ou se quiser mesmo maiks proximo de nós a fragmentação da Jugoslavia (com alguma componenete regressada da II Guerra Mundial) em que pensuraram a eles proprios uns contra os outros nos ganchos dos matadouros substituindo bois e vacas por seres humanos.
        .
        Naturalmente que não são precisos politicamente corretos nem ‘iluminados’ de ultima hora para RECUSAR tais comportamentos humanos.
        .
        Na solução é que está o busilis, Avançamos contra o que rcusamos e no habitual lavar dos cestos somos os AGRESSORES e os CULPADOS do que não temos culpa nenhuma depois de pagarmos em nossos mortos e a fatura das despesas militares correspondentes ? Não são os vizinhos, a região, que são os diretamente interessados em agir para não serem contagiados nas suas ordens internas que deverão assumir no terreno os resultados em caixões e dinheiro ? Serão ‘abençoados’ treinadores de bancada que no lavar dos cestos ainda se revoltam contra quem lhes defendeu as costas ?
        .
        Todos temos sofrimento por crianças e inocentes que eventualmente morram a tiro ou a fome nessas guerras intestinas e terrorismos intestinos uns contra os outros e entre eles. Como se resolve quando se tem a força superior e para tal resolver se passe a agressor e culpado final como o que tem acontecido exatamente até hoje sem tirar nem pôr ?
        .
        Aceito opções, de Esquerda ou Centro ou Direita, extremistas ou centristas, politicamente corretas ou rudemente incorretas, de fino elitismo cultural ou academico catedraticas ou anafabeta, ou sejam a que forem. Apenas como resolveriam bem resolvendo-as duma vez por todas. Comentários florentinos de inteletuais ou filosoficos e estudos academicos que viram tudo previamente mas do que aconteceu não valem. Apenas mais do mesmo de vaidosos e incompetentes a travestirem de grandes homens ou ‘famosos’ inteligentes de grande visão de vão de escada. Porque são nada em termos de resolver o futuro.
        .
        Se não interessar agarrar este boi pelos cornos tudo bem fica tudo igual como dantes. Repele é reclamações.
        .

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      • João Pimentel Ferreira's avatar
        13 Outubro, 2014 23:20

        Começa a sua mensagem com uma ironia que não posso deixar de comentar quando refere que as intervenções [americanas] foram “voluntarismos generosos”. Acha que os EUA foram para o Iraque, a quinta maior reserva de petróleo do mundo, devido a “voluntarismos generosos”; mesmo depois de ocuparem Bagdad, terem deixado a população fazer o saque completo aos edifícios públicos à exceção do Ministério do Petróleo? Acha que os EUA foram para o Vietname, a milhares de km da casa, para fazer “voluntarismos generosos”? Japão, Coreia, Afeganistão, Jugoslávia? Ou será apenas que a indústria do armamento e a guerra geram muuuuuuito dinheiro e que há anos em que os EUA aloca 1/3 do seu orçamento para gastos militares que rondam em média anualmente 500 mil milhões de euros, três vezes o PIB de Portugal?

        Quer fazer o favor de ler este artigo?
        http://www.veraveritas.eu/2011/03/brutal-letal-e-monstruosa-maquina.html

        Atentamente

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      • honi soit qui mal y pense's avatar
        honi soit qui mal y pense permalink
        15 Outubro, 2014 16:18

        ERRADO

        Os EUA intervieram na Somália pelas NU , para levar alimentos a quem passava fome em 93.
        Depois havia uns clãs que queriam dominar a distribuição de comida para fazer politica .Os EUA tentaram dar cabo disso .
        Levaram uma coça no Blackhawk Down ( veja o filme ) .Uma vergonha . A populaça que benificiava da comida foi buscar as AK47 , e as RPG e passou ao tiro ao ianque , e a passear cadaveres dos pilotos e soldados americanos na TV .
        O Clinton depois nunca mais meteu tropas onde fosse .Só ataques aereos .
        .

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  24. Fernando S's avatar
    Fernando S permalink
    13 Outubro, 2014 14:13

    O JMF já reconheceu que o “Estado Islamico” é terrorista. Fe-lo relativizando e banalizando (“todos terroristas” etc), o que é um mau sinal. Como é um péssimo sinal por no mesmo plano o que se está a passar na região e os “problemas” (?!…) de Olivença. Mas, enfim, sempre vai reconhecendo que o EI é terrorista, o que já é alguma coisa.
    O JMF diz “não estar contra o Ocidente defender outros povos de massacres ou de genocidios”. Portanto tudo apontaria que, quando muito discutindo as modalidades e os meios, apoiasse uma intervenção.
    Mas não, de imediato exclui qualquer intervenção ocidental contra o “Estado Islamico”.
    Porque ?
    Porque, diz o JMF, o Ocidente foi “hipocrita” no passado não intervindo noutras situações em que existiam razões humanitarias para o fazer. A minha suspeita, quase certeza, é de que se o Ocidente tivesse efectivamente intervido o JMF teria estado contra pelo tipo de razões e motivações ideologicas que tem vindo a mostrar em comentarios anteriores. Mas não vou agora aqui abordar e discutir estas situações. Admitamos que sim, que o Ocidente deveria ter intervido e que o JMF teria apoiado essas intervenções. O que não se percebe é porque é que a falta de intervenção no passado e noutros lugares é uma razão para não intervir agora para combater os terroristas do EI e evitar mais massacres e uma tragédia humanitaria ainda maior.
    O JMF diz que cabe aos exércitos Sirio e Turco faze-lo. Muito bem. Mas não o fizeram. Claramente, o exército sirio não o conseguiu e por isso é que o EI ganhou força. De resto, uma parte significativa do armamento pesado do EI, de fabrico russo, foi recuperado dos arsenais do exercito sirio. Quanto ao restante armamento, de fabrico ocidental (não apenas americano), não foi fornecido aos grupos islamistas mas sim à oposição siria mais moderada. O que aconteceu foi que os islamistas se apropriaram pela força deste armamento. A Turquia também não se tem mostrado disponivel para intervir sozinha. Dizem alguns observadores que não o fará sem uma participação mais alargada dos ocidentais e de outros paises da região.
    No fim de contas, o JMF rala-se pouco com a sorte das populações e todas as desculpas e pseudo soluções são boas para contestar uma intervenção dos paises que teem efectivamente capacidades militares suficientes para fazer frente ao EI e por fim aos massacres.
    Afinal quem é “hipocrita” ?!…

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    • Fernando S's avatar
      Fernando S permalink
      13 Outubro, 2014 14:45

      Peço desculpa, naturalmente que me dirigia aqui ao JPF, João Pimentel Ferreira, e não a um inexistente JMF.

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      13 Outubro, 2014 15:23

      E o caro Fernando ignora por completo que o médio oriente é super rico em petróleo e que o EI já ameaçou várias plataformas petrolíferas no Iraque, a quinta maior reserva do mundo, e que apesar do exército dos EUA ter deixado o país, os seus soldados e empresas ficaram a guardar os poços de petróleo. Insisto, quem tem de sanar essa questão são os Curdos, a Turquia e a Síria com apoio diplomático do ocidente. Intervenções militares americanas não consta que trouxessem paz às regiões intervencionadas, olhe para o Iraque e Afeganistão.

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      • honi soit qui mal y pense's avatar
        honi soit qui mal y pense permalink
        15 Outubro, 2014 16:27

        ERRADO

        O Petroleo não é aqui equação.
        Os EUA não querem saber do petroleo no Iraque .Não invente.São os europeus … e sobretudo os chineses os mais interessados.
        Os EUA descobriram o xisto betuminoso nas Rochosas e que exploram , estando quase autosuficientes em petroleo.
        O Bush e os neo-cons achavam que a democracia se exportava para ali e se espalhava.Mas ali a democracia é coisa dos judeus .Os arabes , persas não têm gosto em alternâncias .
        Mas tem razão.Não houvesse petroleo e ninguem queria saber daqueles imprestáveis facinoras intolerantes , por mais sofisticados e educados em Harvard e na Suiça .Dantes era o monopolio das especiarias , escravos …. agora gás e petroleo.
        Como vê aí em Haia ou Amsterdão , muitos muçulmanos votam com os pés …. e é ver como saltam fronteiras , e o mediterraneo para vir para a Europa e EUA . .

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  25. Fernando S's avatar
    Fernando S permalink
    13 Outubro, 2014 16:38

    Caro João,
    Claro que nem eu nem ninguém ignora a importancia da região em petroleo e a ameaça que o EI representa também deste ponto de vista.
    Mas este facto não anula outros factos como são a emergencia humanitaria, a desestabilização politica na região, a aparecimento de um santuario e de um foco terrorista de impacto internacional. Todos são mais do que suficientes para justificar uma grande preocupação e a necessidade de uma intervenção militar para fazer frente ao EI.
    A questão do petroleo apenas reforça esta necessidade. O petroleo é importante para os paises da região e para o resto do mundo. Não apenas para os EUA. Por sinal, os EUA nem são o pais mais vulneravel a uma diminuição dos fornecimentos de combustiveis a partir desta região. Grande parte do resto do mundo, incluindo a Europa, sofreria ainda mais. O petroleo está também a ser uma das principais fontes de financiamento do EI. Não se pode deixar que o EI continue a controlar e a conquistar novos poços de petroleo. Esta é uma razão economica adicional, senão mesmo determinante, para que a comunidade internacional faça alguma coisa de efectivo para acabar de vez com o EI.
    Como disse, nem a Siria nem a Turquia, que de resto estão em conflito entre si, teem condições para fazer este trabalho sem a intervenção de varios outros paises, tanto da região como, e sobretudo, de potencias mundiais com meios militares e financeiros para constituir e liderar uma coligação alargada para o efeito.
    Como toda a gente sabe, e como a historia tem provado à saciedade, sem os EUA dificilmente este tipo de coligação se constituiria e nenhuma intervenção militar seria suficientemente expedita e eficaz.
    De resto, não concordo de modo nenhum com a tese de que as intervenções militares americanas não contribuem para a estabilização e a pacificação das regiões intervencionadas. Claro que os problemas não desaparecem. São realidades extremamente complexas e as ameaças são importantes e duradouras. Por isso é que se justificam intervenções externas e por isso é que as capacidades militares americanas são indispensaveis. Mas sem estas intervenções as situações criticas ficariam ainda piores e sem qualquer contrôle. Os exemplos que refere, do Iraque e do Afeganistão, provam isto mesmo. Como seriam hoje o Iraque e o Afeganistão se Sadam Hussein e os Talibans tivessem continuado ? Como estariam as regiões envolventes se os americanos e outros paises ocidentais não tivessem intervido e mantido meios militares no terreno ? Por exemplo, se os americanos não tivessem retirado o essencial das suas forças do Iraque este pais não estaria hoje à merce do “Estado Islamico”. E vamos ver até que ponto o Afeganistão aguenta à medida que as forças da NATO forem diminuindo.
    Felizmente que, apesar de tudo e de todas as resistencias, os EUA ainda vão estando disponiveis para intervir militarmente sempre que certas situações degeneram e ficam fora de qualquer contrôle. Claro e ainda bem que muitas vezes é também do interesse estratégico dos EUA. O pior que poderia acontecer ao mundo seria os EUA tornarem-se completamente “isolacionistas”. A Europa, em particular, estaria bem mais vulneravel e teria então de dar muito mais o corpo ao manifesto !

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    • João Pimentel Ferreira's avatar
      13 Outubro, 2014 16:46

      No meu entender não são porque o historial das precedentes intervenções militares falam por si (os EUA tem um rácio de grandes intervenções militares em média a cada 15 anos e não me lembro de muitas serem devido a humanismos), mas acho que já estabelecemos os nossos pontos de vista. Cumprimentos

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    • Fernando S's avatar
      Fernando S permalink
      13 Outubro, 2014 17:13

      João,
      Trata-se sempre de um conjunto de factores, desde os “humanistas” aos interesses economicos passando pelas exigencias de segurança e alianças internacionais.
      Vale para os EUA e para outros paises.
      Nas duas guerras mundiais os EUA deram uma enorme contribuição para salvar a Europa e o mundo dos militarismos e do nazi-fascismo.
      Foi em grande parte graças ao intervencionismo americano que os comunismos renderam a alma no final do século XX.
      Sem os americanos o mundo teria sido e seria hoje pior !
      Obrigado pela correcção na divergencia e cordiais saudações.

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      • pvnam's avatar
        13 Outubro, 2014 19:29

        O conjunto UE-EUA tem sido um ‘guarda-chuva’… todavia, no entanto… isso não lhes confere o Direito de serem NAZIS!
        —> Nazismo não é o ser ‘alto e louro’, bla bla bla,… mas sim… a busca de pretextos com o objectivo de negar o Direito à Sobrevivência de outros!
        [nota: para além dos hitlerianos, existem outros… um exemplo: os ‘holocausters’ mais massivos da História são precisamente aqueles (um exemplo: na américa do norte) que buscaram/procuraram pretextos para negar o direito à Sobrevivência de Identidades Autóctones].

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      • João Pimentel Ferreira's avatar
        13 Outubro, 2014 23:24

        O tabaco e o automóvel, promovidos em larga escala pelos E.U.A., mataram 170 milhões de seres humanos no séc. XX, só em cancros e acidentes de viação. Não é preciso fazer campos de concentração para perpetrar genocídios!

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      • Fernando S's avatar
        Fernando S permalink
        13 Outubro, 2014 23:31

        Portanto, os EUA são genocidários na qualidade de responsaveis pelos milhões de vitimas de acidentes de viação e de cancros do pulmão !…
        A este nivel não há discussão razoável possivel !

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    • JCA's avatar
      JCA permalink
      13 Outubro, 2014 22:48

      .
      É muito curto. Não é só a Siria e a Turquia. É muito mais que isso, É a Arabia Saudita, é o Irão, é a Jordania etc. Imensamente ricos. São a Região, São eles em primeira linha que têm de resolver a questão com homens, material e dinheiro. Ou julgam-se superiores que pagam a um Ocidente mercenário para dar o corpo ao manifesto e no lavar dos cestos ainda ficam globalmente como os agressores, os culpados e tanta teoria da conspiração que por aí intoxica o Mundo ? Chegou a hora deles darem o corpo ao manifesto porque ao que se diz tudo nasce no seu proprio seio.
      .
      E quanto ao petroleo não sou sensivel a mais outras narrativas do caos e do pânico. Qualquer produto vale o que o comprador entende o que vale, ovendedor submete-se ou fecha a tenda. E petroleo, e energias substitutas, é o que não falta por ese mundo fóra.
      .
      O proprio petroleo pode ser tranquilamente comprado noutras zonas do planeta com custos de extração mais elevados desde que desadpareçam total ou parcialmente as cargas fiscais parasitárias do produto nos países compradores. Mas se a fiscalidade destes se alia à trapalhada que vai lá pela Região em abordagem, adeus minhas vindimas, há santos e pecadores, hipocrisia quiçá aldrabice no centro da questão com embalagens reluzentes contra ‘pelotões de fuzilamentos’, ‘limpezas etnicas’, ‘campos de concentração religiosos’ etc.
      .
      Não há aqui medos. Apenas questões táticas e estratégicas. A Região que resolve e se resolva entre si como lhe compete. Se sobrar para exteriores a resposta não pode ser mais de lenga lenga a alimentar fantasias e ‘heroicismos’. Sugere dever ser imediata, fulminante e sem pôr um pé no terreno. Atingiu-se o ponto de paciência, a saturação de aturar com o devido respeito pelos que de lá não são como uns de lá.
      .

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  26. Fernando S's avatar
    Fernando S permalink
    13 Outubro, 2014 23:14

    A necessidade e a conveniencias de um envolvimento directos dos ocidentais, que de resto ja começou com os bombardeamentos aereos e o fornecimento de armamento e logistica a exércitos de paises da região, parece-me uma evidencia.
    Isto não significa forçosamente que o grosso das tropas no terreno sejam militares dos paises ocidentais. Na medida do possivel, até é preferivel que não sejam (acolhendo parcialmente aqui alguns dos argumentos cinicos mas pertinentes do JCA).
    Tudo aponta para seja possivel a existencia de uma coligação alargada aos paises da região que forneceriam o essencial das tropas.
    Os ocidentais, para além dos meios aereos, que são poderosos e determinantes, podem limitar-se a enviar forças especiais, conselheiros e o pessoal indispensavel para fazer funcionar bases logisticas de apoio às operações militares e humanitarias.
    Os militares que estudem e proponham opções técnicas, os politicos que decidam com realismo e bom senso.
    Mas é urgente !

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  27. honi soit qui mal y pense's avatar
    honi soit qui mal y pense permalink
    15 Outubro, 2014 16:33

    Ao João Pimentel Ferreira
    Uma das causas de genocidio que os EUA promoveram alêm do tabaco ( parece a responsável inicial a Pocahontas ) , e os automoveis , foi a manteiga de amendoim .
    Mas não pegou por cá.
    Temos a Coca Cola , a agua suja do imperialismo, e a fast food que mata dpor enfarte .
    Uma vergonha .

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