Será isto o socialismo científico?
13 Maio, 2015
João Manuel de Oliveira Investigador auxiliar do ISCTE. Coordenador da linha temática Género, Sexualidade e Interseccionalidade do Centro de Investigação e de Intervenção Social-IUL
19 comentários
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‘Investigar’, em que dicionário isto poderá ser esclarecido?
Quem paga a tais invest’s?
Que mil Dias do Cão possam florescer.
Do BE ou do PSD.
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Esse texto deve ter sido escrito antes das 24:00 de ontem como requiem pela “complicada” língua portuguesa.
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hmmm, não. Isto é uma verão um bocado à frente do socialismo e até da ciência, sem deixar de ser socialismo e de ser ciência. Merece que lhe seja atribuída uma designação específica que para além de “socialismo” e “ciência” inclua as expressões “não binário”, e “poli-identidades-de-género” e “cois@” e “felicidade-pluri–muiti-género”.
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E andam estes tipos a botar barbaridades pela boca fora à custa dos nossos impostos. Se fossem trabalhar pela arte com uma bandeja de massa (areia, cimento e água) à cabeça ficavam a dar o valor ao que custa a vida.
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Credo
Li no final que há um caminho para ficar feliz e não entendo patavina do percurso.
Pergunto-me se no que diz respeito à sexualidade, este rapaz não ande com falta de umas cambalhotas (por cima, por baixo, de esquerda ou como bem lhe aprouver!).
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O autor desse texto não quer incluir na sua científica análise as gajas que agrediram daquele modo o rapaz na Figueira da Foz ?
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Isto tem tanto de ciência como isto de opera lírica .
yoko ono , também luta para a diversidade da opera lírica.
youtube.com/watch?v=7GMHl7bmlzw#t=152
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Sobre a Yoko Ono recaem centenas de acusações falsas ! É o preço da efectiva e justa fama, dela, que ultrapassou há muitos anos os tais 15′
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Presumo que tenha gostado da brilhante performance da “soprano” em causa …
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Que maravilha, estou encantado com esta ciência .
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“Será isto o socialismo científico?”
Sim.
É o Marxismo com uma das suas tácticas para a igualitarismo – neste caso usa o politicamente correcto.
Para se perceber melhor os Joões Manueis de Oliveiras do ISCTE :
http://www.abc.net.au/radionational/programs/philosopherszone/new-family-values/6437058
Is having a loving family an unfair advantage?
“I don’t think parents reading their children bedtime stories should constantly have in their minds the way that they are unfairly disadvantaging other people’s children, but…”
“One way philosophers might think about solving the social justice problem would be by simply abolishing the family. If the family is this source of unfairness in society then it looks plausible to think that if we abolished the family there would be a more level playing field.”
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Estes gajos (perdão, senhores/senhoras gajos/as) (melhor ainda senhor@s gaj@s) são geniais, proponho cegar todas as crianças à nascença em nome da igualdade porque algumas nasceram cegas!
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Mais uma prova de que a esquerda, toda ela, é desmiolada.
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E como é o miolo da “direita”, toda ela ?
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Credo, de facto.
Um exemplo, entre tantos e tantos, do nível intelectualmente indigente do que se “investiga” e vai proclamando como ciência social em todos os centros de investigação que “engajadamente” a praticam. É tão pobre que nem tem substância que justifique argumentos e atenção crítica. Perante lugares comuns em linguagem barroca e oca que repete pela enésima vez slogans, só ocorre dizer: eduquem-se, vão fazer outras coisas em que porventura possam ser mais úteis para a comunidade e para si mesmos.
E depois há aquele pormenor do democratizador do género (!?) ser “investigador” e “coordenador” de uma “linha temática” num centro de investigação de uma universidade reputada. Um insider dir-vos-á, tudo o que é necessário para isso – eu diria, como insider, a condição disso -, é ser-se capaz de, pasme-se!, levando-se a sério, escrever coisas como essas. Basta ser mediocre, mais, convém ser mediocre.
O pormenor da “interseccionalidade”” que interessa aos investigadores dessa “linha de investigação” é magnífico. Uma marca de profundidade.
Dinheiro absolutamente desperdiçado o que vai para aí, sem dúvida.
Mas atenção, nem tudo é assim. Há boa, importante e relevante ciência social em Portugal, mas lá está, não é conforme ao clima de opinião que vigora – um longo inverno – nem engajada, e por isso não interessa ao fazedores de chuva que “espoletam” as tais miríades de felicidade. Espoletem, espoletem, nós vamos vendo, rindo e aplaudindo, porque o drama é afinal um comédia. E não digam isso aos seus autores porque não são capazes de o compreender e porque corríamos o risco de ver desaparecer o divertido espectáculo. Espoletem, espoletem.
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Parece um texto escrito pelo Cunha.
A diferença é que o Cunha só lê e gosta quem quer. O ordenado deste é-nos imposto.
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É a “ciência” (e o financiamento público) a trabalhar pela promoção da mais absoluta estúpidez.
Os cretinos chamam-lhe “progresso”.
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