A arte independente na era da subsidiodependência IV
28 Janeiro, 2008
Carlos Araújo Alves Das Märchen:
Pena tenho que o Ministério da Educação não se tenha aliado a esta iniciativa, assegurando a transmissão em todas as escolas do país, englobado, quiçá, no aberrante conceito de enriquecimento curricular!
8 comentários
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Coisa mais estranha. A critica à opera, parece política da treta!
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Uma coisa não percebo. Encomenda-se assim uma ópera esperando que o artista produza uma boa obra? Acham que se pode comprar o talento e a inspiração? É esta a noção de cultura subsidiada?
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Não fui ver , nem vou mas parece-me que estará tudo ao nível da normalidade.O Oliveira não tem sempre subsídio para “fazer” filmes?O que já morreu não fez um filme muito moderno só a preto?Aquel editor pedófilo recentemente falecido não recebia uma tença do Estado só “por existir”?
Então porque raio não se pode “investir” mais um milhãozito num projecto NACIONAL que certamente safou mais um?Estou na lista… vamos lá ver quando será a minha vez…
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Terá esta coisa toda a ver da opera ter sido encomendada em 2002 por Pinamonti a Emmanuel Nunes, e depois com a polémica entre os dois e os adiamentos sucessivos e depois com a saida de Pinamonti da direcçao do Sao Carlos?
Será a opera assim tao má, ou haverá muita guerra entre os pares e pais da coisa?
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Nunca assisti a uma ópera ao vivo, e as razões são múltiplas.
Desde os locais onde são exibidas, nem sempre ao virar da esquina, como ao facto de serem cantadas em idioma outro, ou até pelo preço dos bilhetes.
Isso não impede o reconhecimento de um espectáculo artístico em diversas vertentes, que faz parte da cultura ocidental.
Não impede que aprecie rap.
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Ainda bem que não me deu para ir.
Pelo que sabemos agora,
teria saido ao primeiro intervalo.
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Já que o autor gosta muito de citar os outros (mas só as partes que lhe interessa), aqui está a continuacao do post:
http://ideias-soltas.net/2008/01/28/das-marchen-de-emmanuel-nunes-o-modernismo-e-a-critica/
Mas ele não fala de trocos, por isso aconselha-se prudência aos leitores.
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Faltaram os links JM. O CAAlves faz um grande elogio da ópera. O que mostra uma de duas coisas:
-Os gostos são muito subjectivos.
-Há quem goste de qq m* desde que pense que isso é cultura.
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