chade
Bastou o anúncio de que a UE se preparava para intervir militarmente no Chade para que os rebeldes, com umas 300 carrinhas, se dirigissem de imediato para a capital e aparentemente a tomassem sem grandes dificuldades.
Kadafi é agora o apaziguador das facções em conflito. Num «estado» que demonstra que na prática não o era para além da protecção que as suas elites gozavam da sua velha aliada e ex-colonizadadora. A «europa» deixou-se levar numa tentativa de intervenção que encapotadamente servia os interesses franceses de proteger a sua política semi-colonial e os seus investimentos petrolíferos. Parece que é assim que alguns pretendem tornar a UE uma potência militar, mas as sucessivas tentativas tem-se encarregado de produzir rotundos fracassos.

As notícias dizem que os rebeldes retrocederam e já sairama da capital. Espero que nao tenham a má ideia de ir para lá agora tropas da UE.
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Ou não fosse para evitar os interesses petrolíferos franceses a verdadeira causa que levou à segunda guerra do Iraque… ainda bem que falhou…
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a UE não ganha pró pitrol
os politiqueiros nada aprenderam sobre energias alternativas desde a crise do Suez em 1956
PQP
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Trata-se de mais uma intervenção militar à francesa , para proteger interesses economicos franceses ;Tal e qual como na Costa do Marfim e Senegal. É o futuro .É para isto que serve indiretamente o tratado de Lisboa. Maioria qualificada ,ou seja frança+Alemanha e 2 paises diatam a politica externa europeia. Eles (franceses) ficam bem , nós ficamos mal. E quando for na Guiné_Bissau? Ou Angola?
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A grande França tambem teria ido com Bush para o Iraque, na condição:
a) De entrar com uma força militar com alguma independência de acção.
b) Ter a garantia de uma extensa área geográfica, para futura exploração petrolífera.
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A ofensiva que Kadafi fez uns anos atraz limpando o norte do Chade daquilo que eles consideram os infieis está a ser repetita com as marionetas dos supostos rebeldes agora armados e apoiados pelo Sudão.
A limpeza etnico/relegiosa continua e quase todos olham para os lados.
Tudo isto convem e muito a uma superpotencia emergente que os apoia e trava na ONU qualquer iniciativa contraria.
Acerca disso todos fazem silencio.
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