Mi[n]istério dos 300
Diz Telmo Correia que a situação da reversibilidade do casino era «controversa».
Veja-se o que diz a lei: «1. Os casinos são estabelecimentos do domínio privado do Estado ou para ele reversíveis, pelo mesmo afectados à prática e exploração de jogos de fortuna ou azar e actividades complementares, em regime de concessão, nas condições estabelecidas no presente diploma….». Onde está a controvérsia?
E mais adiante diz-se: «3 – Sem prejuízo do disposto no n.º 1, o decreto regulamentar a que se refere o artigo 11.º [decreto de concessão], ao determinar a abertura de concurso, poderá:(…)
b) Determinar que os casinos que não sejam do domínio privado do Estado não venham a reverter para este no termo da concessão.»
E como se pode constatar, no decreto de concessão, nada consta.

Sabem muito esses sofistas de submarinos, casinos e sobreiros, além de palácios na Arrábida…
Eh, dêem-lhes tacho e verão, ainda, o País, a troco de recebimento antecipado da pilhagem, todo entregue à bandidagem.
Que se percebe, entrementes, a risota de balbinos, cerejos, tortas, quando lançam ao ar mais mais boatos do que, com a sua aprovação, tem vindo a lixar a saúde, a educação e os trabalhadores por conta de outrem.
E esses gajos, que dizem reaças, são fodidos de malvadez e manhas.
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Oh !….”muito controversa”, inapercebível nem decifrável…
Coitado do Telmo, não soube ler nem entender quando foi ministro…
“isto”, de certo modo, faz-me regressar ao restaurante Eleven e à renda de 500 Euros/mês durante 20 anos… Onde não se degusta tão bem como pensam –tenho pago do meu bolso, atenção !, mas “tem”, e este meu “tem” é significativo– uma paisagem notável para os clientes.
Coitados dos investidores em casinos e restaurantes…
Mas o povo-povo tem muita culpa nestas e noutras “matérias”!! — porque não reage nem quer reagir. Assim sendo, cada um que faça a sua vidinha…
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Mas é preciso que o Marinho Pinto indique nomes?
Houvesse um PGR ou um PM (ou mesmo um PR),
não comprometidos no sistema,
não era preciso mais nada.
Processo sobre eles. Este por exemplo.
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Hoje, pelas 23h00, na SICN, A.Barreto vs Júdice. E por o que me disseram agora, Júdice chama “gordo” a Marinho Pinto, etc&tal.
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Psicoiso,
V. acertou na mouche !
Só que depois, e se tudo ficasse cristalino e muita gente detida ou removida dos seus cargos, adviria o Caos político-administrativo e económico. Seria um maravilhoso e redentor Caos, partiríamos duma espécie de Zero, até ao momento em que renasceriam as borbulhagens da cunha, da corruptela, etc&tal…
A minha tese continua: falta a este país e gentinha, fronteiras!! No lugar do Atlântico, outros países e povos… Mais uma montanha gelada na área de Leiria e outra na zona de Beja, para refrescar as mentes e os raciocínios…
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Eh, sempre achei esse melro
um sofista, que até parece
às vezes engenhoso, não por
ser dono de uma grande inteligência,
mas tão-só de ser tão manhoso.
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Estes nunca me enganaram! Dizem apoiar os pobrezinhos só para “caçarem” votos. Depois fazem o favor aos capitalistas dos casinos , donos de herdades onde é preciso derrubar milhares de dos sobreiros e fabricantes de submarinos.
Depois para não criar problemas aos inspectores da actividade do jogo que já trabalham no ministério há muitos anos, assina-se dizendo “Tomei conhecimento”
No ministério do turismo a velhice é um posto como na tropa. Os mais antigos é que decidem. O ministro é verbo de encher. E esta, hem?
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pois é,e lá fechava o País pra férias ! ou será que já está e, ainda ninguém deu por isso e distraidamente vão votando neles todos? talvez por força de habito sei lá eu!!!
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E se ao fim de 20 anos reverte para a empresa que ganhou o concurso isso quer dizer que não há mais concurso nenhum!Está lá o dono!
Reparem no casino:O estado entra com o prédio.O casino entra com as obras de reabilitação e conversão.Metade das receitas vai para o Estado.A outra metade fica no casino.
Feitas as contas estão ambos pagos no fim da concessão.A que título é que o prédio reverte para o casino?
Não teria sido mais transparente que o estado vendesse o prédio ao casino? O mesmo no Eleven?
P/P/P! Pois sim! (participação/público/privado)
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Luis Moreira,
«O estado entra com o prédio», mas de acordo com o decreto de concessão, nem sequer isso deveria ter feito.
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não sofre da próstata
pena não ter ficado empalado na cadeira
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