A culpa de Alípio Ribeiro *
A melhor defesa que um sistema podre e incoerente pode conseguir é converter pessoas de boa índole e com cara disso nas vozes oficiais do indefensável. Alípio Ribeiro, director nacional da PJ, é um caso típico. No entanto, a sua última entrevista é um oceano de contradições – acarinha o sistema policial português mas aponta-lhe erros colossais.
É muito difícil perceber o caso McCann. O livro de Manuel Catarino, ‘A Culpa dos McCann’, conseguiu abalar-me.
Agora, Alípio Ribeiro vem dizer que houve “precipitação” em tornar Kate e Gerry arguidos. Presume-se que a PJ não estará hoje mais perto da verdade do que estava há 5 meses. E se as autoridades se precipitaram com os pais de Maddie, fico na convicção de que Alípio Ribeiro se aligeirou excessivamente ao fazer este juízo fatal ‘a posteriori’. Talvez tenha liquidado de vez com a investigação.

Eis a prova, ou mais uma prova, de que nem todos os detentores de poder sabem o que fazem, pensam e dizem !
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É para admirar, sendo o Alipio um homem do Norte – há sempre um Nortelho a fazer-lhe o enterro.
Estamos todos habituados – se lele recebesse um cartinha a dispensa-lo – os mesmo que agora estão contra a sua manitenção, são os mesmos, que faziam uma “posta” em sentido contrario
Não era?
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O Piscoiso, esta em forma.
So falta dizer, que o que esta mal, é quando se atribui subvenções vitalicias aos sindicalistas ,quando estes nunca vergaram a mola, e aos que trabalharam no duro, recebem reformas de miseria.
Nunca percebi esta atitude de quem apregoa justiça
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Só não entendo a razão por que, a seguir a esta entrevista, o Sr. Director não apresentou o seu pedido de demissão do cargo! Seria a atitude mais lógica. De resto, até podia ser acompanhado pelo PGR e outros que já nos provaram que apenas são bons a aparecer na comunicação social e nas revistas côr de rosa. Enfim,precisamos de mais trabalho e menos folclore!
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Perante as consequências das palavras “imprudentes” de Alípio Ribeiro, apetece pensar em voz alta: quanto rendeu este “desabafo”?
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Problema de fundo:
Quando se acaba com o desempenho de certos cargos de chefia, por comissão, ou por comissão política?
Ser magistrado ou juíz ou amigo de ministro, capacita para qq cargo?
Não há entre os oficiais do ramo, entre os profissionais, gente capaz?
Concordo com o jornalista/repórter desta manhã, na TVI. Escapa-me o nome.
Teve um estágio com algum interesse, como oficial miliciano dos comandos.
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Estimado CAA: De facto, é incontornável o fiasco que o Dr. Alípio criou ao nosso Governo – e à nossa polícia judiciária.
Como já referi anteriormente, a nossa PJ é incompetente e nada tem de prática investigativa – baseia-se unicamente nas denúncias dos invejosos e nas escutas telefónicas.
São (alguns) inspectores quem escolhem os suspeitos e os investigados, e os perseguem a seu bel-prazer, fazendo a devida salvaguarda dos gordos e dos bem situados financeira e politicamente. Contra os pobres e os por eles escolhidos, como os MaCain, perseguem-nos sem quartel mesmo sem fundamento legal suficiente.
Por outro lado, estou convencido que é deles que saem muitas das notícias para os jornais, conforme a sua própria conveniência, apesar do segredo de justiça.
Penso que são, na sua grande maioria e em especial os mais antigos, desmotivados, parciais, lentos e indiferentes às vítimas, e alheios ao seu trabalho.
E tudo o que digo está comprovado pelo próprio Sr. Director da PJ ao ter-se referido explicitamente da forma que o fez – além do livro escrito pelo ex-inspector sobre a Joana.
Mas…o senhor Director não podia dizer o que disse, em público, pois traz uma ainda maior descredibilização àquela polícia de ultrapassagem difícil. Sobretudo tendo em atenção que o caso em apreço envolve outras polícias estrangeiras: a inglesa e a espanhola.
O que é certo é que está dito e gravado…que não se pode apagar. Pelo que deverá ir-se embora, pois a sua manutenção representa um aval àquilo que disse.
Digo eu…
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Quando a PJ deixou que o local onde poderia estar a resposta fosse alugado a não sei quantos turistas e o carro que tinham alugado fosse alugado a não sei quantas outras pessoas,comecei a rezar que esta vergonha não acontecesse!
Depois desta prova de incompetência foi a fuga para a frente!
Estava eu a recuperar dos comentários do JM que diz que o Blasfémias é dele e que por isso não fala do Telmo porque não quer,vem logo mais esta preocupação!
Um homem não consegue recuperar!
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Esta análise de CAA está errada. Profundamente errada. E é fácil de perceber porquê: É preciso estar dentro para perceber o que se passa no interior. Mas será preciso por-se de fora, para entender os exteriores.
Logo continuo.
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Ah! E o Saloio tem razão, infelizmente.
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A vaidade é um dos pecados mais perniciosos que há. É esse o problema actual da PJ. O pecado número um. Convenceram-se de que eram bons, só porque os jornalistas tipo Tadeu os incensaram.
Agora, verificam que afinal, são como todos nós, humanos que erramos e nos enganamos.
Alípio Ribeiro já o percebeu e o que disse é uma prova de humildade impressionante.
Logo continuo.
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A declaração do ministro sobre o director-geral da PJ é de estarrecer.
Um mínimo de senso e de noção do seu papel deveria tê-lo impedido de dizer o que disse.
Mas, neste país socretino, está tudo em roda livre…
Até quando?
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Tenho constatado que os acérrimos defensores de Sócrates e deste (tipo de) governação, andam nervosos, irritados, agressivos para com quem critique minimente….
Alberto Costa é o que é, nada de extraordinário deve esperar-se dele como governante.
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O Alberto Costa não existe.Não resolveu nenhum dos problemas da Justiça!
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O miserável e improdutivo “trabalho” que fez em Macau deveria ter sido tomado em conta para não ocupar o actual cargo… E mais, e mais…
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Imperdoável!!!!!!1
Que maneira incompetente de terminar com uma investigação que não tinha solução (?).
A pior maneira de dar razão a alguns inimigos deste país. (nem todos os britânicos, atenção!)
Imperdoável para com os investigadores. (desleal!)
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“Talvez tenha liquidado de vez com a investigação”
CAA
EStou convencido que o objectivo da entrevista era mesmo esse. E que a(entrevista) foi encomendada em nome de “altos desígnios”.
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Creio que há aqui uma questão de fundo e outra de forma.
Quanto à forma, creio que o Sr. Director da PJ perdeu uma boa oportunidade de … falar.
Quanto à questão de fundo – que não vejo ninguém discutir, mas que não deixa de ser importante – há que esclarecer uma coisa: não terá havido mesmo precipitação da parte da PJ?
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slogan do allgarve do alarve
“venha ao algrve matar a sua criancinha”
PQP
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A desgraça, o irreal da situação é tão grande que começa a ser difícil comentar. É triste assistir a este descalabro.
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Alípio Ribeiro disse algo que é coerente com o que sempre afirmou ao longo do processo, em que foi parco de informações e a meu ver insuficiente até, na altura em que se impunha uma maior intervenção para estancar a sanha inquisitorial dos media contra suspeitos que não passavam disso mesmo, mas foram apresentados como culpados acabados e sem apelo.
O problema deste processo, também reside na estrutura da PJ que temos e que se dá ao luxo de passar informações aos media, como se isso fosse um hábito inócuo e arreigado há muitos anos.
Ponham os olhos no TC. Mesmo sem lei que proteja a confidencialidade dos indivíduos que pediram que as suas folhas de rendimentos ficassem secretas, o TC negou ao PS a possibilidade de divulgação dos nomes.
Se fosse na PJ, já estava tudo cá fora, no 24 Horas, ou no Correio da Manhã.
Ontem houve uma notícia na Sic, relativa a um acontecimento no local onde trabalho. Fiquei preocupado por não saber de nada e a tv já saber quase tudo…
Quem é que terá passado a informação? É mais do que evidente: os media têm fontes de informação nas polícias. Se são avençados ou não, não sei. Sei é que os têm.
E neste caso Maddie isso contou muito.
Por isso, Alípio Ribeiro, não disse mais do que poderia dizer e neste caso até disse algo que deveria ser óbvio para quem conhece as alterações ao CPP: os arguidos actualmente, só devem ser constituidos quando há indícios suficientemente sólidos para tal.
E nesse caso, pelos vistos não havia. Alípio Ribeiro aquando da descoberta dos vestígios de DNA disse também que eram insuficientes e não davam para tirar ilações. Quem o ouviu?
Estou à vontade para defender Alípio Ribeiro porque já o critiquei aquando de declarações em que punha em causa o PGR.
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Com a mediatização que este caso tem em termos internacionais, esta imagem de incompetência da PJ, serve. É mesmo muito bonita. Estamos todos muito felizes.
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«Mr Anjos has previously accused the couple of hampering the investigation and publicly questioned why they had waited 40 minutes before calling police when they discovered their daughter was missing».
(Daily Mail)
Estes McCann e companhia (o chamado “Tapas9”), são gente informada. A própria «Sky News» soube do sucedido antes da polícia portuguesa, e todo o grupo passou pelo apartamento antes da PJ o isolar. É tudo muito estranho.
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::::::FAVOR DIVULGAR:::::::::::::::
Petição contra o condicionamento da criação da base da Ryanair no Porto:
http://www.petitiononline.com/2008OPO/petition.html
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