Se for verdade isto, quer dizer que o nosso Primeiro-Ministro, enquanto deputado, vigarizou o Estado português? Se sim, quantos portugueses já foram vigarizados pelo nosso amado líder?
Em Portugal vale tudo. E ainda falava-se do Berlusconi… 😉
Curiosamente, foi no futebol e apenas no futebol que conseguimos algum brio que merece destaque, nos últimos vinte anos. Começou com o Porto e continuou depois na Selecção, por um breve momento. Já acabou, como se viu ontem no jogo com a Itália.
Portugal sofre do síndroma sportinguista: indolência dos “players”.
Tanto não é a “melhor do mundo” que pasmou com os cães ingleses, pisteiros de cadáveres, a “assinalar” as roupas da Srª McCann, a chave de ignição do carro alugado, o peluche de Maddie, e a bagageira do dito carro alugado pelos McCann.
Se não me contassem eu não acreditava …
“Creio que não. Os 6 mil euros referem-se ao ano de 2004. Suponho que nesse ano Sócrates não teve exclusividade.”
Mas isso é que importava saber. Se ele burlou o Estado. Que ele é aldrabão, já isso toda a gente sabe. Mas se ele teve “dois carrinhos”, como diz o nosso bom povo, estamos perante que tipo de facto jurífico? Uma fraude? Uma vigarice? Um mero ílicito menor?
Ao que se chegou. Perguntam como é que alguém que é ministro com aquele ordenado tem dinheiro para comprar casa e carro, mesmo com emprestimo do banco. Mas o que se passa com esta gente!
Quero especificar que a aldrabice de Sócrates, reside nas não respostas que forneceu ao Público, sobre perguntas concretas que este jornal fez e depois dessas não respostas, que nada de substancial esclarecem, vir dizer que já esclareceu tudo por escrito ao mesmo Público.
Quero ainda especificar que politicamente, assim me parece, ao prometer uma coisa e fazer outra depois, como aconteceu no caso dos impostos.
Espero assim ficar a coberto da ira dos apaniguados.
As respostas são mais do que esclarecedoras. Como já fazia Guterres, não se diz que sim nem que não. Desse modo, se a seguir se descobrir (veja-se resposta à primeira pergunta do Público) alguma coisa, sobra sempre o “eu nunca disse que não havia assinado projectos noutros locais”.
Quando o José for primeiro ministro do que quer que seja, será que vai perder o seu tempinho a responder a jornais que vasculham a sua vida privada para o achincalharem ?
Os jornais são um poder, mas a sua autoridade deriva da sua credibilidade. Do Público estamos conversados, com Venezuelas e mais elas.
Com a PJ só tive um contacto de que não guardo saudades.
Cheguei certa vez a casa com eles lá dentro, virando tudo do avesso.
Alguém poderoso, que não gostava de mim, assim decidiu.
Nada foi encontrado que fundamentasse as suspeitas.
Entretanto levaram-me uma agenda com endereços de surfistas amigos de todo o mundo. Requisitá-la é que não vou.
Eles é deviam devolvê-la.
Até pode ser verdade. Mas alguém já o disse ao Director Geral dos ilustres senhores? é que acho que ele não sabe, isso ou tem-se enganado no escritório.
O nosso PM podia ter seguido seu conselho. Nada dizer…aliás, já tinha feito isso, aquando do diploma. Não sei se se lembra, mas foi preciso o Jorge Coelho ( e outros mais, mas este Jorge Coelho é o ponto maior) vir a terreiro dizerem que as explicações já tardavam e coisa e tal, para o nosso PM agendar uma entrevista na tv e que veio mesmo a calhar no primeiro aniversário do Governo. Os entrevistadores, como se lembra, foram completamente isentos, profissionais de alto gabarito a quem a Manuel Moura Guedes, ( coitada, não percebe nada de tv) apodou de prestadores de fretes. Até protestou no mesmo dia, com a RTP…
Ó Piscoiso
Ainda bem que o Belmiro já foi ilibado.
Quanto à devassa da vida particular, ela não aconteceu.Nos EUA é muito pior, que o diga o Clinton, com justiça na ponta da lança, o que cá é ao contrário.Serve para “certificar”.Quem anda à chuva molha-se.Quem vai para politico começa a ver(finalmente) que tem que ter muito cuidadinho não só com conversas telefónicas, como do “comportamento” se lá quiser chegar ao topo.Estamos a ver que o Sócrates chegou mas não é assim nenhuma fonte de virtudes…e o Público ainda deve ter outras em estudo.Aquela época dos aterros…
do mundo e arredores, sobretudo dos arredores.
desta feita o slogan não corresponde ao artigo.isto é um país de saloios (armados em chico-espertos) onde me envergonho de ter nascido
Nos termos do artº 186º do C.P.P. torna-se obrigatória a devolução dos objectos que já não interessem para a investigação.
Fica aqui o artigo para leitura:
Artigo 186.º
Restituição dos objectos apreendidos
1 – Logo que se tornar desnecessário manter a apreensão para efeito de prova, os objectos apreendidos são restituídos a quem de direito.
2 – Logo que transitar em julgado a sentença, os objectos apreendidos são restituídos a quem de direito, salvo se tiverem sido declarados perdidos a favor do Estado.
3 – As pessoas a quem devam ser restituídos os objectos são notificadas para procederem ao seu levantamento no prazo máximo de 90 dias, findo o qual passam a suportar os custos resultantes do seu depósito.
4 – Se as pessoas referidas no número anterior não procederem ao levantamento no prazo de um ano a contar da notificação referida no número anterior, os objectos consideram-se perdidos a favor do Estado.
5 – Ressalva-se do disposto nos números anteriores o caso em que a apreensão de objectos pertencentes ao arguido ou ao responsável civil deva ser mantida a título de arresto preventivo, nos termos do artigo 228.º
Se reparar nas perguntas do Público elas são de um típico interrogatório judicial e qualquer resposta que Sócrates de sentido diferente ao que ele deu, redondariam na sua confissão. Ora há dois princípios do Processo Penal que o meu amigo não devia nunca esquecer: falo da presunção de inocência e o de que o acusado não é obrigado a auto culpar-se.
Em primeiro lugar, leu as perguntas do Público? Qualquer pessoa pode responder ás mesmas sem se compromenter, se não estiver comprometido, claro.
Em segundo lugar, não estamos num processo penal, nem as respostas poderiam originar um, por uma simples razão: não há crime nenhum que em Portugal não prescreva ao fim deste tempo todo.
E depois, mesmo assim, há diferentes tipos de responsabilidade. Um deles é a política. É dessa que estamos por aqui a falar quando mencionamos o comportamento ético do primeiro-ministro neste assunto, tal como no noutra do diploma.
Eu li, embora não as tenha de memória. Já agora, como é que o José, se não estivesse comprometido
responderia se fosse o PM. Parece-lhe impossível, não é? Ou seja, só com respostas comprometidas – do género: vocês descobriaram-me a careca, realmente não fui eu quem assinou esses projectos e foi fulkano e beltrano – é que o José ficaria satisfeito. Logo o PM é um aldabrão.
Ora aqui está uma mentira – será que hoje é 1 de Abril?
Digo eu…
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É como o nosso Primeiro-Ministro.
http://noticias.sapo.pt/banca2/jornal/?jornal=O+Crime
Se for verdade isto, quer dizer que o nosso Primeiro-Ministro, enquanto deputado, vigarizou o Estado português? Se sim, quantos portugueses já foram vigarizados pelo nosso amado líder?
Em Portugal vale tudo. E ainda falava-se do Berlusconi… 😉
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É o síndroma do “Glorioso”. “Somos os maiores!” “Até os comemos!”. Tudo isto redunda numa verificação de infantilidade cívica.
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Curiosamente, foi no futebol e apenas no futebol que conseguimos algum brio que merece destaque, nos últimos vinte anos. Começou com o Porto e continuou depois na Selecção, por um breve momento. Já acabou, como se viu ontem no jogo com a Itália.
Portugal sofre do síndroma sportinguista: indolência dos “players”.
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Esta indolência é a que admite tudo a um aldrabão como se verifica agora ser o Sócrates.
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Tanto não é a “melhor do mundo” que pasmou com os cães ingleses, pisteiros de cadáveres, a “assinalar” as roupas da Srª McCann, a chave de ignição do carro alugado, o peluche de Maddie, e a bagageira do dito carro alugado pelos McCann.
Se não me contassem eu não acreditava …
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««Se for verdade isto, quer dizer que o nosso Primeiro-Ministro, enquanto deputado, vigarizou o Estado português?»»
Creio que não. Os 6 mil euros referem-se ao ano de 2004. Suponho que nesse ano Sócrates não teve exclusividade.
Ver aqui.
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««Se for verdade isto, quer dizer que o nosso Primeiro-Ministro, enquanto deputado, vigarizou o Estado português?»»
Creio que não. Os 6 mil euros referem-se ao ano de 2004. Suponho que nesse ano Sócrates não teve exclusividade.
Ver aqui.
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“Creio que não. Os 6 mil euros referem-se ao ano de 2004. Suponho que nesse ano Sócrates não teve exclusividade.”
Mas isso é que importava saber. Se ele burlou o Estado. Que ele é aldrabão, já isso toda a gente sabe. Mas se ele teve “dois carrinhos”, como diz o nosso bom povo, estamos perante que tipo de facto jurífico? Uma fraude? Uma vigarice? Um mero ílicito menor?
É que isto de ter cabritos e… 😉
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Ao que se chegou. Perguntam como é que alguém que é ministro com aquele ordenado tem dinheiro para comprar casa e carro, mesmo com emprestimo do banco. Mas o que se passa com esta gente!
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Diz que sim, que é do melhor. Os ingleses é que são uns snobs invejosos, não é?
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“A Polícia Judiciária é a melhor polícia do mundo.”
Também temos os melhores blogueres do mundo. 🙂
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Quero especificar que a aldrabice de Sócrates, reside nas não respostas que forneceu ao Público, sobre perguntas concretas que este jornal fez e depois dessas não respostas, que nada de substancial esclarecem, vir dizer que já esclareceu tudo por escrito ao mesmo Público.
Quero ainda especificar que politicamente, assim me parece, ao prometer uma coisa e fazer outra depois, como aconteceu no caso dos impostos.
Espero assim ficar a coberto da ira dos apaniguados.
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Caro José
As respostas são mais do que esclarecedoras. Como já fazia Guterres, não se diz que sim nem que não. Desse modo, se a seguir se descobrir (veja-se resposta à primeira pergunta do Público) alguma coisa, sobra sempre o “eu nunca disse que não havia assinado projectos noutros locais”.
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Os 6000 euros de 2004 sao em projectos de engenharia ou outra coisa qualquer?
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Polícia do mundo?! Então não são só os americanos que andam a policiar o mundo?
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Quando o José for primeiro ministro do que quer que seja, será que vai perder o seu tempinho a responder a jornais que vasculham a sua vida privada para o achincalharem ?
Os jornais são um poder, mas a sua autoridade deriva da sua credibilidade. Do Público estamos conversados, com Venezuelas e mais elas.
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Com a PJ só tive um contacto de que não guardo saudades.
Cheguei certa vez a casa com eles lá dentro, virando tudo do avesso.
Alguém poderoso, que não gostava de mim, assim decidiu.
Nada foi encontrado que fundamentasse as suspeitas.
Entretanto levaram-me uma agenda com endereços de surfistas amigos de todo o mundo. Requisitá-la é que não vou.
Eles é deviam devolvê-la.
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Até pode ser verdade. Mas alguém já o disse ao Director Geral dos ilustres senhores? é que acho que ele não sabe, isso ou tem-se enganado no escritório.
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Ó Piscoiso, vai-te catar!
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O dixit não percebe que alguém mergulhado nas salsas ondas, está livre de parasitas.
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Piscoiso:
O nosso PM podia ter seguido seu conselho. Nada dizer…aliás, já tinha feito isso, aquando do diploma. Não sei se se lembra, mas foi preciso o Jorge Coelho ( e outros mais, mas este Jorge Coelho é o ponto maior) vir a terreiro dizerem que as explicações já tardavam e coisa e tal, para o nosso PM agendar uma entrevista na tv e que veio mesmo a calhar no primeiro aniversário do Governo. Os entrevistadores, como se lembra, foram completamente isentos, profissionais de alto gabarito a quem a Manuel Moura Guedes, ( coitada, não percebe nada de tv) apodou de prestadores de fretes. Até protestou no mesmo dia, com a RTP…
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::::::FAVOR DIVULGAR:::::::::::::::
Petição contra o condicionamento da criação da base da Ryanair no Porto:
http://www.petitiononline.com/2008OPO/petition.html
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Ó Piscoiso
Ainda bem que o Belmiro já foi ilibado.
Quanto à devassa da vida particular, ela não aconteceu.Nos EUA é muito pior, que o diga o Clinton, com justiça na ponta da lança, o que cá é ao contrário.Serve para “certificar”.Quem anda à chuva molha-se.Quem vai para politico começa a ver(finalmente) que tem que ter muito cuidadinho não só com conversas telefónicas, como do “comportamento” se lá quiser chegar ao topo.Estamos a ver que o Sócrates chegou mas não é assim nenhuma fonte de virtudes…e o Público ainda deve ter outras em estudo.Aquela época dos aterros…
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não só a polícia, estupida e erradamente chamada de, judiciária é a melhor do mundo como o seu director é o melhor director de polícia do mundo……
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do mundo e arredores, sobretudo dos arredores.
desta feita o slogan não corresponde ao artigo.isto é um país de saloios (armados em chico-espertos) onde me envergonho de ter nascido
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Ah ! E levaram-me um cartão do FCP, de lugar cativo nas Antas. Na altura era atleta do clube.
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Piscoiso:
Nos termos do artº 186º do C.P.P. torna-se obrigatória a devolução dos objectos que já não interessem para a investigação.
Fica aqui o artigo para leitura:
Artigo 186.º
Restituição dos objectos apreendidos
1 – Logo que se tornar desnecessário manter a apreensão para efeito de prova, os objectos apreendidos são restituídos a quem de direito.
2 – Logo que transitar em julgado a sentença, os objectos apreendidos são restituídos a quem de direito, salvo se tiverem sido declarados perdidos a favor do Estado.
3 – As pessoas a quem devam ser restituídos os objectos são notificadas para procederem ao seu levantamento no prazo máximo de 90 dias, findo o qual passam a suportar os custos resultantes do seu depósito.
4 – Se as pessoas referidas no número anterior não procederem ao levantamento no prazo de um ano a contar da notificação referida no número anterior, os objectos consideram-se perdidos a favor do Estado.
5 – Ressalva-se do disposto nos números anteriores o caso em que a apreensão de objectos pertencentes ao arguido ou ao responsável civil deva ser mantida a título de arresto preventivo, nos termos do artigo 228.º
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E outra coisa: como se sentiu na pele de arguido? Confortável ou injustiçado? ( estou a brincar).
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Devem ter sido declarados perdidos a favor do Estado.
Que bom proveito lhes faça.
O estádio das Antas já nem existe.
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Depois, são vendidos, pelo MP, em processo administrativo. Ainda pode lá ir comprá-los, se calhar…ahahaha!
Se fosse eu, ia.
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José,
Se reparar nas perguntas do Público elas são de um típico interrogatório judicial e qualquer resposta que Sócrates de sentido diferente ao que ele deu, redondariam na sua confissão. Ora há dois princípios do Processo Penal que o meu amigo não devia nunca esquecer: falo da presunção de inocência e o de que o acusado não é obrigado a auto culpar-se.
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Mas pronto, se Sócrates é aldrabão pelas respostas que deu ao jornal e não por aquilo que fez na sua juventude, está bem.
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Rb:
Em primeiro lugar, leu as perguntas do Público? Qualquer pessoa pode responder ás mesmas sem se compromenter, se não estiver comprometido, claro.
Em segundo lugar, não estamos num processo penal, nem as respostas poderiam originar um, por uma simples razão: não há crime nenhum que em Portugal não prescreva ao fim deste tempo todo.
E depois, mesmo assim, há diferentes tipos de responsabilidade. Um deles é a política. É dessa que estamos por aqui a falar quando mencionamos o comportamento ético do primeiro-ministro neste assunto, tal como no noutra do diploma.
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José,
Eu li, embora não as tenha de memória. Já agora, como é que o José, se não estivesse comprometido
responderia se fosse o PM. Parece-lhe impossível, não é? Ou seja, só com respostas comprometidas – do género: vocês descobriaram-me a careca, realmente não fui eu quem assinou esses projectos e foi fulkano e beltrano – é que o José ficaria satisfeito. Logo o PM é um aldabrão.
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