Sir Humphrey Appleby
19 Fevereiro, 2008
«Portugal irá reconhecer o Kosovo “na altura própria” e depois de “ponderadas
as circunstâncias», diz o Sec. de Estado dos Negócios Estrangeiros.
O que significará «altura própria»? Própria para quem e porquê? Que circunstâncias serão ponderadas? Que critérios de «ponderação» serão utilizados? Todo um mundo de obscuridade de que só os iniciáticos terão a chave….
27 comentários
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O ministro vai hoje falar com o parlamento e com o PR segundo as noticias para tomar a decisao oficial.
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Quando encontrarem o Kosovo num mapa.
Como ainda não estão disponíveis …
Com esta história de uns chamarem báltico e outros balcâs, até o MNE se desorienta.
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Ou seja, Portugal não tem posição oficial sobre o Kosovo.
Primeiro têm que receber os estudos que encomendaram para analisar qual a probabilidade de a Madeira fazer o mesmo. Se a probabilidade existir vamos todos apoiar a independência do Kosovo.
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Uma série cómica fantástica. Merecia reposição.
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De qualquer modo fica o registo de que irá reconhecer. Podia dizer que na altura própria não irá reconhecer. Não se compreende para que se ponderam as circustâncias se já se sabe o resultado: “irá reconhecer”.
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A própria altura tem de ser ponderada segundo a circunstância.
Há uns programas informáticos já com estas frases em default.
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Faltava o PR que estava na Jordania (logo a altura nao era própria) e devem ponderar as circunstancias com os partidos do parlamento.
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Além de que aquela pergunta foi a resposta a um magote de jornalistas que o atacaram quando ele ia a sair da casa-de-banho, para perguntar sobre o Osovo.
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A posição de Portugal tem, ou deve ser, em conssonancia com a CE – isso não faz parte da politica comum? – ate nem percebo nada destas estranjeirices, mas julgo, que é assim, ou não sera?
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O reino de espanha esta cheio de medo do Kosovo .
madrid tem medo de depois de reconhecer o Kosovo ter de dar a independencia ao país Basco. E talvez também à Catalunha.
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De politica externa, não percebo rien, e de interna, muito pouco. – gabo-os por isso – uma coisa perece-me que é acertada, que , quem tem que defenir o “reconhecimento” do Kosovo , sera a CEuropeia , ou nesta materia, cada um debita o que melhor lhe aprouver, como aqui.
Podemos fazer um questionario
O Ouriço diz não – e tu Judite?
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Esta muito lento, daí ter pensado que não tinha entrado a 1ª mensagem, daí a 2ª.
as minhas desculpas
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Na CE nao estao todos de acordo. A Espanha já disse nao, a Inglaterra, França, Alemanha e Italia sim, e a presidencia da Eslovenia disse que cada um sabe de si.
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Considero uma pura perda de tempo o facto do governo querer conciliar a sua posição sobre o Kosovo com o PR e a AR, isto depois de já serem conhecidas as opiniões do Gabriel e da Lolo.
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Este regime nasceu jurando o respeita da legalidade internacional, que o anterior, no seu entender, violava.
Também aqui já fazem como os outros.Alinham com ilegalidades de intervenções à margem da sagrada ONU.
Eu acho que para não serem chamados de hipócritas têm que chamar as nossas tropas do kosovo e NÃO MANDAR para lá MAIS NINGUÉM até a ONU sancionar todas as operações.CAPICI?
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E ainda por cima dando cobertura a aventureirismos dos satãs Clinton-Bush…
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Com essa da “altura própria”, dá um ar de independência à “coisa”; mas ao dizer que “vai reconhecer” estraga tudo…
Parece a rábula do marido-à-antiga que, ao ver a mulher a preparar-se para sair de casa, a interpela:
– Olha lá, aonde é que tu vais?
– Aonde eu quiser.
– E a que horas voltas?
– Quando me apetecer.
O homem, então, dá um berro – e encerra o assunto, demonstrando a sua autoridade:
– Mas nem um minuto mais tarde, ouviste?
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Ainda bem que estão cá os comissários. Assim, ficámos a saber que:
– O ministro vai hoje falar com o parlamento e com o PR segundo as noticias para tomar a decisao oficial.
– Faltava o PR que estava na Jordania (logo a altura nao era própria) e devem ponderar as circunstancias com os partidos do parlamento.
– A própria altura tem de ser ponderada segundo a circunstância. Há uns programas informáticos já com estas frases em default.
– A posição de Portugal tem, ou deve ser, em conssonancia com a CE – isso não faz parte da politica comum? – ate nem percebo nada destas estranjeirices, mas julgo, que é assim, ou não sera?
– Na CE nao estao todos de acordo. A Espanha já disse nao, a Inglaterra, França, Alemanha e Italia sim, e a presidencia da Eslovenia disse que cada um sabe de si.
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Com secretarios de estado a dizerem, na altura própria, só mostra que a nossa presença no mundo è uma treta e o secretario
não está a fazer nada ali……isto não são afirmações de estadistas…..
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Sois engraçados.
Até com este caso aproveitam para criticar o governo. Vao criticar se reconhecerem. Vao criticar se nao reconhecerem. Criticariam se já tivessem tomado posiçao e criticam por demorar muito.
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João Miranda,
Não é de estranhar as posições do governo, está apenas a retardar a comunicação oficial.Há muito tempo que Portugal alinhou na partilha da Sérvia, por isso deve estar a discutir que migalhas lhe vão caber por tamanho crime.
A propósito de – “na altura própria” e depois de ponderadas as circunstâncias”, o João Miranda ainda não encontrou fôlego para falar da liberal nacionalização do Northenrock?
É incómodo?
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Não me cansarei de dizer.
Sois todos umas lástimas, sempre prontos a dizer mal do melhor, mais culto, mais sabedor, mais empreendedor, mais corajoso, mais honesto, mais amigo da verdade Primeiro Ministro de todos os tempos.
Aproveitais tudo para dizer mal, mas bastou ouvi-lo ontem na entrevista: aquilo sim, é um Homem com H grande, um verdadeiro estadista, como nunca tivemos em toda a nossa História.
Com um verdadeiro líder como temos como Chefe de Governo, preparai-vos que está lá para durar mais 50 anos, e não serão estes blasfemos que alguma vez o hão-de derrubar.
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Depende do que os Espanhóis fizerem. Se a Espanha saltar Portugal salta também. Aparentemente a isso que estamos reduzidos.
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Isso é passado. Viremo-nos para o futuro e antevejamos os portugueses de gerações do amanhã, no final do século, assistir à declaração de independência unilateral do Alentejo, comemorada com bandeiras de Espanha (sem Bascos) e da China (sem estrelas.
Alentejo Independiente!
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Iniciados como o senhor Siva Gabriel !
E o senhor tem alguma coisa com isso?
Se o homem tivesse dito de imediato que reconhecia/não reconhecia GS tb protestava.
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Tudo se revolverá: o Dr. Sampaio virá com a sua “aliança de civilizações” e logo todos se amarão na hora… o Treinador do Nacional da Madeira será a força de “Peacekeaping”…
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Vamos a ver uma coisa. Acho que só há uma coisa a discutir. Reconhece-se ou não legitimidade à assembleia que decretou a independência ? Foi eleita por eleições livres ? Se sim, tinha mandato do povo para proclamar fosse o que fosse ? Se sim então não sei muito bem o que se está a discutir. É claro que têm todo o direito de escolher o destino que bem entenderem e que sejam muito felizes. Se não a qualquer uma das anteriores, visto que há pelo menos indicações que uma parte considerável da população deseja efectivamente a independência que se organize um referendo, não vejo bem onde está a dúvida. Estas seriam as regras normais, parece-me.
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