a «sinistra ministra» do blog continua barricada debaixo da secretária protegida por uma legião de comissários politicos e bufos
tem o ar feroz da dona de casa que bate na mulher a dias
Mas afinal estes professores protestam porquê? O governo já satisfez as principais reivindicações dos sindicatos. Qual é agora a razão do protesto? Não querem ser avaliados? Não querem dar aulas? Não querem director? Querem o quê? sinceramente não percebo e sou professora!
E chegamos à era da contra-informação nos blogs.
Agora há uma miríade de comentários em blogs e jornais na na net em que se apoia o governo e se faz questão de afirmar pertencer à classe ou grupo em causa. Aqui temos o exemplo do comentário assinado por:
clara martins Diz:
24 Fevereiro, 2008 às 10:22 am
É tão evidente que a “Clara Martins” não existe nem é professora.
Os socialistas de serviço têm de refinar um pouco o contra-ataque. Façam como o comentador anterior que não dizendo nada sobre o que está em jogo chama “feios”, “lugares comuns” e insinua que não sejam professores. Também é evidente mas mais subtil.
Ao Pêndulo:
Desculpe desiludi-lo,mas sou mesmo professora (Esc. Secundária António Nobre – Porto) e chamo-me mesmo Clara Martins. E mais: variadíssimos colegas professores já não percebem o que querem agora os professores que protestam…
É professora e não sabe por que razão protestam os seus colegas? É estranho.
Poderia não concordar com eles mas não saber as razões? Insinuar que não querem dar aulas? Terá que se informar melhor sobre o mundo que a rodeia, até para desempenhar melhor a sua profissão.
O Pêndulo é professor de quê?
De comentaristas ?
Vc tem tanto direito de ser contra o que quer que seja, como eutenho de ser a favor, e vice-versa.
Insinuar que se está ao seviço de algo para produzir um comentário, é igualmente válido para si.
Ou o pêndulo parou num dos extremos ?
Pois tem todo o direito de ser contra, a favor ou assim assim. O que não é correcto é estar a insinuar que não eram professores. O que é baixo é julgar protestos pelas caras.Defende o Piscoiso que os professores sejam seleccionados por uma agência de modelos?
Interessa agora saber que tipo de professora, porque agora há vários tipos de professor. E se escreve o que escreve, havendo nisto tudo alguma coerência, só poderá ser uma das muitas professoras titulares que pertencendo ao antigo 10º Escalão, topo da carreira anterior, não tem cargo algum que lhe exija mais do que ministrar poucas turmas, uma vez que já terá a redução de horário completa que o anterior estatuto permitia.
Se assim for, realmente, pode falar assim. E pode fazê-lo porque ser professora para ela deverá ser apenas o complemento para as compras de fim-de-semana lá em casa, já que o marido deve sustentá-la.
Só uma professora assim pode vir fazer afirmações assim.
Pode também ser uma daquelas professoras que ainda não leu, sequer, o actual ECD nem o comparou com o anterior, porque também não o conhecia. O que revela a ignorância do seu comentário.
E claro que pode ainda ser uma professora que está em início de carreira. E se assim for, pelo actual ECD, nem sequer é professora ainda…
Caro Pêndulo, a minha referência à cara das pessoas, referia-se tão só às pessoas.
Não creio que seja incorrecto duvidar de que eram professore(a)s, já que nada o(a)s identificava, nem a manif, segundo parece, foi requerida para qualquer grupo profissional.
Donde, não julgo professore(a)s pelas suas caras.
Mas posso ter uma apreciação estética sobre o rosto das pessoas, independentemente da sua profissão.
Logo nos Óscares, até vai aparecer gente feia.
A senhora dona Clara Ferreira não é professora, de certeza.
Quando muito, é um entre os muitos trombos que navegam à bolina dos poderes pelos corredores da escola, cujo único objectivo é impedir e mascarar qualquer possibilidade de mudança eficaz.
A ordenação de professores proposta pelo ME bebeficia-a claramente. Uma avaliação séria, sem subjectividade nem amiguismos, colocá-la-ia no seu devido lugar. É por isso que se percebe que defenda esta coisa a que alguns insistem em chamar “avaliação”, mas que mais não é do que um processo legal de obrigar a generalidade dos professores a acetarem sem questionar as dissimuladas directrizes políticas do ME, com o objectivo de formatar, desde cedo, as mentes das nossas crianças, transformando-os em carneirinhos alinhados e socialmente desestruturados como convém a numa ditadura com ares de democracia moderna.
Defender a avaliação é uma coisa, defender este ou aquele método de avaliação é outra.
Como deve ser feita, e por quem, a avaliação ?
Talvez a manif dê notoriedade ao problema, mas não o resolve, ou sequer aponta soluções.
Já agora, podiam fazer a manif com melhores grafismos e melhores maquilhagens.
Eu também sou professor, e muito sinceramente esta modelo de avaliação não é assimtau mau como querem fazer querer, até porque existe uma significativa margem de manobra das escolas na produção de instrumentos internos de registo e avaliação.
Não é pior que a anterior, do relaório de relexão crítica.
Nota,
o autor deste texto é um simples professor do ensino secundário, do 5.º escalão(antigo), 33 anos.
“Como sabe, no 1º concurso para professor titular, tudo pontuava mais que a componente lectiva.”
Caro colega,
o concurso para titular foi da pior legislação que vi e que este governo produziu, o que não é fácil.
Por isso entendo que a principal revolta dos professores devia ser contra essa divisão da carreira e o modo como foi feita e a cota de 33% para os 2 últimos escalões.
Por isso entendo que a principal revolta dos professores devia ser contra essa divisão da carreira e o modo como foi feita e a cota de 33% para os 2 últimos escalões.
a principal revolta dos professores ou a nossa principal revolta?! Afinal, somos ambos professores. 🙂
Não há cotas para os 2 últimos escalões. Vai haver, segundo consta, cotas para os Excelentes e já se ouve falar de cotas para o Muito Bom.
Como tudo vai ser concretizado ainda não se sabe… O que também não admira.
E claro que não concordo, também, quando declara que o da avaliação é o menos.
Como pode ser o menos se é decorrente dessa avaliação que se definirá quem será professor ou professor titular?!
Há cotas para a categoria de professor titular, 33% está no ECD, artigo 26.
“3. A dotação dos lugares da categoria de professor titular corresponde, por quadro de
agrupamento ou de escola não agrupada, a um terço do número total de lugares do
respectivo quadro.”
O Topo da categoria de professor, é um intermédio acima do actual 8.º escalão. O 9.º e 10.º escalões do ECD antigo, só para os que conseguiram passar a titulares.
Claro que sim, DCSA. Tem razão. No discorrer da conversa até me esqueci desse relevante pormenor.
Mas neste momento, é tão inócuo…
Essa percentagem foi completamente preenchida com o 1º Concurso para professor titular. Por isso a minha preocupação está centrada nas cotas para o Excelente e Muito Bom.
Não recebi sms nem emai1! São os professores que estiveram na sede do Rato.
É combinado para darem o pretexto que fa1ta,ao Sócrates,para remode1ar a Maria de 1urdes!
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O João Miranda podia esclarecer melhor o título “Revolta Nacional (já começou)”
Não percebi. E sou professor.
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Estranho!
Se o livre arbitero funcionasse, qual a probabilidade de haver tantos prof’s num mesmo sítio?
Já disse em tempos, que, o João, não percebia muito bem o que é ensinar e o que se passa numa escola.
Será que percebe o que se passou com estes prof’s?
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Já nao podem ser todos sindicalistas. Pois esses foram reduzidos de 3500 para 450.
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a «sinistra ministra» do blog continua barricada debaixo da secretária protegida por uma legião de comissários politicos e bufos
tem o ar feroz da dona de casa que bate na mulher a dias
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Vi na TV, entrevistarem na manif algumas dessas pessoas.
As caras eram horríveis e o que diziam eram lugares comuns. Serão mesmo profs ?
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Mas afinal estes professores protestam porquê? O governo já satisfez as principais reivindicações dos sindicatos. Qual é agora a razão do protesto? Não querem ser avaliados? Não querem dar aulas? Não querem director? Querem o quê? sinceramente não percebo e sou professora!
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E chegamos à era da contra-informação nos blogs.
Agora há uma miríade de comentários em blogs e jornais na na net em que se apoia o governo e se faz questão de afirmar pertencer à classe ou grupo em causa. Aqui temos o exemplo do comentário assinado por:
clara martins Diz:
24 Fevereiro, 2008 às 10:22 am
É tão evidente que a “Clara Martins” não existe nem é professora.
Os socialistas de serviço têm de refinar um pouco o contra-ataque. Façam como o comentador anterior que não dizendo nada sobre o que está em jogo chama “feios”, “lugares comuns” e insinua que não sejam professores. Também é evidente mas mais subtil.
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Ao Pêndulo:
Desculpe desiludi-lo,mas sou mesmo professora (Esc. Secundária António Nobre – Porto) e chamo-me mesmo Clara Martins. E mais: variadíssimos colegas professores já não percebem o que querem agora os professores que protestam…
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É professora e não sabe por que razão protestam os seus colegas? É estranho.
Poderia não concordar com eles mas não saber as razões? Insinuar que não querem dar aulas? Terá que se informar melhor sobre o mundo que a rodeia, até para desempenhar melhor a sua profissão.
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O Pêndulo é professor de quê?
De comentaristas ?
Vc tem tanto direito de ser contra o que quer que seja, como eutenho de ser a favor, e vice-versa.
Insinuar que se está ao seviço de algo para produzir um comentário, é igualmente válido para si.
Ou o pêndulo parou num dos extremos ?
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Pois tem todo o direito de ser contra, a favor ou assim assim. O que não é correcto é estar a insinuar que não eram professores. O que é baixo é julgar protestos pelas caras.Defende o Piscoiso que os professores sejam seleccionados por uma agência de modelos?
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Ok. A Clara Martins é professora.
Interessa agora saber que tipo de professora, porque agora há vários tipos de professor. E se escreve o que escreve, havendo nisto tudo alguma coerência, só poderá ser uma das muitas professoras titulares que pertencendo ao antigo 10º Escalão, topo da carreira anterior, não tem cargo algum que lhe exija mais do que ministrar poucas turmas, uma vez que já terá a redução de horário completa que o anterior estatuto permitia.
Se assim for, realmente, pode falar assim. E pode fazê-lo porque ser professora para ela deverá ser apenas o complemento para as compras de fim-de-semana lá em casa, já que o marido deve sustentá-la.
Só uma professora assim pode vir fazer afirmações assim.
Pode também ser uma daquelas professoras que ainda não leu, sequer, o actual ECD nem o comparou com o anterior, porque também não o conhecia. O que revela a ignorância do seu comentário.
E claro que pode ainda ser uma professora que está em início de carreira. E se assim for, pelo actual ECD, nem sequer é professora ainda…
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Caro Pêndulo, a minha referência à cara das pessoas, referia-se tão só às pessoas.
Não creio que seja incorrecto duvidar de que eram professore(a)s, já que nada o(a)s identificava, nem a manif, segundo parece, foi requerida para qualquer grupo profissional.
Donde, não julgo professore(a)s pelas suas caras.
Mas posso ter uma apreciação estética sobre o rosto das pessoas, independentemente da sua profissão.
Logo nos Óscares, até vai aparecer gente feia.
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A senhora dona Clara Ferreira não é professora, de certeza.
Quando muito, é um entre os muitos trombos que navegam à bolina dos poderes pelos corredores da escola, cujo único objectivo é impedir e mascarar qualquer possibilidade de mudança eficaz.
A ordenação de professores proposta pelo ME bebeficia-a claramente. Uma avaliação séria, sem subjectividade nem amiguismos, colocá-la-ia no seu devido lugar. É por isso que se percebe que defenda esta coisa a que alguns insistem em chamar “avaliação”, mas que mais não é do que um processo legal de obrigar a generalidade dos professores a acetarem sem questionar as dissimuladas directrizes políticas do ME, com o objectivo de formatar, desde cedo, as mentes das nossas crianças, transformando-os em carneirinhos alinhados e socialmente desestruturados como convém a numa ditadura com ares de democracia moderna.
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Defender a avaliação é uma coisa, defender este ou aquele método de avaliação é outra.
Como deve ser feita, e por quem, a avaliação ?
Talvez a manif dê notoriedade ao problema, mas não o resolve, ou sequer aponta soluções.
Já agora, podiam fazer a manif com melhores grafismos e melhores maquilhagens.
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Eu também sou professor, e muito sinceramente esta modelo de avaliação não é assimtau mau como querem fazer querer, até porque existe uma significativa margem de manobra das escolas na produção de instrumentos internos de registo e avaliação.
Não é pior que a anterior, do relaório de relexão crítica.
Nota,
o autor deste texto é um simples professor do ensino secundário, do 5.º escalão(antigo), 33 anos.
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Não é pior que a anterior, do relatório de reflexão crítica.
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DCSA, este modelo de avaliação não é mau, é péssimo.
Deixa margem de manobra às escolas?!
Ok, aceitemos até esse argumento.
Agora, responda, e aqueles professores que ainda contratados andam a saltar de escola em escola?
Num ano têm que lidar com uma determinada margem de manobra, no outro têm de lidar com outra.
Isto para não falar dos professores de quadro de zona que também continuam a pular todos os anos de escola.
E até aqueles que são quadro de escola. Que garantia têm da continuidade pedagógica?
E que garantias há da objectividade daqueles que vão avaliar?
Se já tem 33 anos e estava no 5º escalão, saberá que nas escolas muitas vezes existem guerras, jogos de interesses.
Também eu sempre achei que o anterior modelo de avaliação era pouco rigoroso. Não premiava o mérito.
Mas será este rigoroso?
Ser professor é sinónimo de dar aulas. Como sabe, no 1º concurso para professor titular, tudo pontuava mais que a componente lectiva.
E, como sabe, também, quantos não queriam, antes, os cargos para não terem de leccionar…
Meu caro, deveria rever os seus conceitos.
De alguém que tem 40 anos, que mudava neste ano lectivo para o antigo 8º Escalão e que sempre apresentou Relatórios de reflexão com três volumes.
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“Como sabe, no 1º concurso para professor titular, tudo pontuava mais que a componente lectiva.”
Caro colega,
o concurso para titular foi da pior legislação que vi e que este governo produziu, o que não é fácil.
Por isso entendo que a principal revolta dos professores devia ser contra essa divisão da carreira e o modo como foi feita e a cota de 33% para os 2 últimos escalões.
Isto da avaliação é o menos.
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Por isso entendo que a principal revolta dos professores devia ser contra essa divisão da carreira e o modo como foi feita e a cota de 33% para os 2 últimos escalões.
a principal revolta dos professores ou a nossa principal revolta?! Afinal, somos ambos professores. 🙂
Não há cotas para os 2 últimos escalões. Vai haver, segundo consta, cotas para os Excelentes e já se ouve falar de cotas para o Muito Bom.
Como tudo vai ser concretizado ainda não se sabe… O que também não admira.
E claro que não concordo, também, quando declara que o da avaliação é o menos.
Como pode ser o menos se é decorrente dessa avaliação que se definirá quem será professor ou professor titular?!
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Há cotas para a categoria de professor titular, 33% está no ECD, artigo 26.
“3. A dotação dos lugares da categoria de professor titular corresponde, por quadro de
agrupamento ou de escola não agrupada, a um terço do número total de lugares do
respectivo quadro.”
O Topo da categoria de professor, é um intermédio acima do actual 8.º escalão. O 9.º e 10.º escalões do ECD antigo, só para os que conseguiram passar a titulares.
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Claro que sim, DCSA. Tem razão. No discorrer da conversa até me esqueci desse relevante pormenor.
Mas neste momento, é tão inócuo…
Essa percentagem foi completamente preenchida com o 1º Concurso para professor titular. Por isso a minha preocupação está centrada nas cotas para o Excelente e Muito Bom.
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